Arquivo do autor:Wolney Marques Feres

Projeto quer construir 60 mil moradias de interesse social em SP.

Programa Nossa Casa terá investimento de R$ 1 bilhão ao longo de quatro anos em empreendimentos de casas, apartamentos e lotes de interesse social 

Moradias serão construídas por meio da iniciativa privada e terão preços abaixo do valor de mercado para famílias com renda de até três salários mínimos (Créditos: Diogo Moreira/A2img)

O Governo do Estado de São Paulo lançou o programa Nossa Casa, que irá viabilizar a construção de 60 mil moradias para famílias de baixa renda. Executado pela Secretaria Estadual de Habitação, o projeto visa incrementar a produção habitacional e reduzir o preço de casas, apartamentos e lotes de interesse social nos municípios paulistas.

Segundo o secretário estadual de Habitação, Flavio Amary, o Nossa Casa envolve subsídios municipais, estaduais e federais, além da oferta por parte das prefeituras de terrenos para a construção dos empreendimentos. A gestão estadual irá investir R$ 1 bilhão em quatro anos no projeto.

Amary também informou que as moradias e lotes de interesse social serão construídos por meio da iniciativa privada. As unidades terão preços abaixo do valor de mercado para famílias com renda de até três salários mínimos. A prioridade será dada a famílias que recebem auxílio-moradia ou que vivem em áreas de risco.

O Nossa Casa irá oferecer cheques moradias de até R$ 30 mil para as famílias atendidas, que deverão arcar com financiamentos em torno de R$ 60 mil. O valor poderá ser dividido em parcelas de R$ 450 mensais. Dependendo da localização do empreendimento, as parcelas poderão ser menores.

Cerca de 30% das unidades viabilizadas pelo programa serão destinadas às famílias com renda mais baixa. Após o atendimento dessa demanda prioritária, os agentes privados poderão comercializar o restante das unidades a preços reais de mercado.

Os municípios participantes do projeto contribuirão com isenções e adequação de parâmetros urbanísticos próprios para as unidades. Também deverão ser providenciados recursos de infraestrutura urbana nos empreendimentos.

A próxima fase do Nossa Casa acontece nesta semana, quando será realizada uma reunião na capital paulista com os prefeitos interessados em conhecer e aderir ao programa.

Fonte: www.aecweb.com.br

Construção civil prevê crescer 2% neste ano.

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Recuperação do setor deve ter reflexos em toda a economia e particularmente no mercado de trabalho

Duramente afetado pela crise econômica desde 2014, o setor de construção civil vislumbra uma retomada em 2019. Prevendo que o Produto Interno Bruto (PIB) nacional possa avançar 2,5% neste ano e respaldado em estudos da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Sindicato da Indústria de Construção do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) estima que o setor poderá crescer 2% em 2019.

Depois de anos seguidos de estagnação, agora “as perspectivas são positivas para o Brasil e o setor de modo geral”, afirma Odair Senra, presidente da entidade. O revigoramento do setor deve ter reflexos em toda a economia e particularmente no mercado de trabalho, pois é conhecido o importante papel da construção civil na geração de empregos.

Segundo análise da economista Ana Maria Castelo, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da FGV, o crescimento das vendas de imóveis ocorrido em 2018 deve se traduzir em mais obras neste ano. A expansão projetada para o segmento de empresas do mercado imobiliário, infraestrutura e serviços especializados é de 1% e para a autoconstrução e pequenos empreiteiros não formalizados, de 3,5%.

A média do avanço é relativamente pequena, mas é animadora, tendo em vista a dimensão da crise por que passou a construção civil nos últimos anos. A revisão dos dados, apresentada na última reunião de conjuntura do Sinduscon-SP, revelou um quadro de impressionante declínio. Em comparações anuais, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) elevou o porcentual de queda do PIB da Construção em 2016 de -5,6% para -10%. Para 2017, o IBGE subiu a variação negativa de -5% para -7,5%. Com essa revisão, o recuo do PIB da Construção no quadriênio 2014-2017 passou de 20,1% para 25,8%. Para 2018 a projeção é de uma queda de 2,4% do produto do setor.

Este ano deve ser de reversão para o terreno positivo, o que vai depender fundamentalmente do andamento da reforma da Previdência. Paralelamente, o governo, no entender dos empresários, deve encontrar novos meios para enfrentar o déficit habitacional, além do programa Minha Casa, Minha Vida, e dinamizar o uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). São problemas difíceis, mas a esperança é de que a estagnação da construção civil seja afinal superada.

Fonte: opiniao.estadao.com.br

Construção civil tem plano para 1 milhão de empregos.

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Projeto será apresentado nesta quarta-feira, 13, a parlamentares e o ponto prioritário é a retomada de 4.738 obras que estão paradas sem subsídios do governo

Atingido em cheio pelas investigações da Lava Jato e pela recessão econômica, o setor de construção civil quer virar o jogo e protagonizar a retomada do crescimento do País. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic) apresenta nesta quarta-feira, 13, aos parlamentares um plano que promete criar 1 milhão de empregos sem nenhum centavo de subsídios do governo. A articulação do setor com o governo também tem sido intensa.

“Da mesma forma que as privatizações puxaram a economia nos anos 90, agora é a hora da construção civil”, avalia o presidente da CBIC, José Carlos Martins. A retomada das 4.738 obras que se encontram paradas é um ponto prioritário. “Isso é emprego na veia”, afirmou. “E não é em uma cidade A, B, ou C, é em todo o País.”

 

A reforma da Previdência, prioridade do governo federal em sua relação com o Congresso, é o item número um da lista de 18 pontos elaborada pela entidade que será entregue aos parlamentares. “Mas não é só ela”, diz Martins. Ele explica que, sem eliminar pontos inibidores do investimento, a melhora no ambiente macroeconômico com a aprovação da reforma da Previdência trará resultados menores do que poderia.

As propostas passam por um novo marco legal para a concessão de licenças ambientais para a realização de obras, que são uma etapa muito demorada do processo. A CBIC defende que as análises pelos órgãos federais envolvidos, como Ibama, Funai e Instituto de Patrimônio Histórico, por exemplo, corram em paralelo. “E queremos regras claras, porque hoje elas não são.”

FGTS

Outro ponto que preocupa o setor é a possibilidade do uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para outras finalidades que não sejam aposentadoria ou aquisição da casa própria. O FGTS é a principal fonte de financiamento do mercado imobiliário, respondendo por dois terços do total. O recado aos parlamentares é que, por mais bem intencionadas que sejam eventuais novas liberações, o impacto é negativo para o setor de habitação.

Martins defende também a reversão de um veto do ex-presidente Michel Temer a um projeto de lei de autoria do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) que buscava reduzir a insegurança jurídica para a atuação de empresas do setor. Hoje, explica Martins, o risco de ter o patrimônio pessoal comprometido faz com que os funcionários públicos prefiram não decidir nada. Isso provoca uma paralisia na relação do Estado com as empresas e afeta, por exemplo, as concessões em infraestrutura.

Num quadro onde nem prefeituras nem governo federal têm recursos, a aposta é nas concessões e Parcerias Público-Privadas. A proposta da CBIC é usar técnicos da Caixa para ajudar a estruturar concessões nos municípios. E, no caso federal, reformar o modelo que, avalia Martins, foi construído para beneficiar grandes empreiteiras.

Fonte: www.terra.com.br

Quem tem medo do Patrimônio de Afetação?

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Quando o termo “Distrato” ganhou as páginas dos jornais recentemente – após a lei que estabeleceu o valor da multa para quem desistir da compra de um imóvel –, uma outra expressão também se tornou frequente nas reportagens sobre o tema: o Patrimônio de Afetação. A bem da verdade, poucas pessoas entenderam o que isso significa. O que é um erro, pois se trata de um regime jurídico capaz de proteger o consumidor em determinadas situações e uma condição relevante nas regras do distrato.

De acordo com a Lei 13.786/18, que regulamentou o distrato no Brasil, a construtora tem o direito de reter até 50% do investimento feito pelo comprador de um apartamento, por exemplo, caso ele desista do imóvel. Esse percentual é válido apenas quando o empreendimento em questão está submetido ao tal “patrimônio de afetação”. Porém, na ausência desse regime jurídico, a mordida da construtora sobre o montante pago será menor, de 25%. Para os dois cenários, haverá a dedução do valor da corretagem.

Na ponta do lápis, a conta ficaria assim: João comprou um imóvel na planta no início do ano passado e hoje, depois de ter pago uma entrada de R$ 10 mil e 12 prestações de R$ 5 mil/mês, mudou de ideia e quer reaver seus R$ 70 mil [10 + (12 X 5)]. O primeiro pagamento, no ato da compra, não será recuperado, pois foi dado à imobiliária como comissão pela venda. Dos R$ 60 mil restantes, João poderá receber R$ 30 mil (50%) se o empreendimento contar com patrimônio de afetação, ou R$ 45 mil (multa de 25%) na ausência dessa condição contábil.

Será, então, que a compra de um imóvel sem esse regime jurídico é melhor para o consumidor? Aí que mora a grande confusão. Por mais que, em caso de distrato, o percentual a ser devolvido seja maior, os empreendimentos sem patrimônio de afetação representam um grave risco para o comprador em caso de falência da incorporadora.

Nas obras erguidas sob essa condição, o dinheiro que entra por meio das prestações dos mutuários é separado da contabilidade geral da incorporadora, isto é, destinado exclusivamente à construção do imóvel colocado à venda. Mesmo se a incorporadora falir, o caixa do empreendimento estará blindado, pronto para ser devolvido aos compradores, de forma proporcional à unidade adquirida.

Criado em 1997, o patrimônio de afetação foi uma forma de evitar que os brasileiros passassem pela mesma situação de milhares de compradores que negociaram com a falida Encol. Na época, era uma das maiores empresas do País e não despertava suspeitas de que o dinheiro que entrada pela venda dos imóveis estava sendo desviado pelos donos.

Infelizmente, quem criou esse mecanismo se esqueceu de torná-lo obrigatório para todas as incorporadoras. Por isso, nem todas os empreendimentos hoje estão sob o regime do patrimônio de afetação. Um estudo feito pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), com base em 5.229 contratos de financiamento no Brasil, revelou que 54% dos empreendimentos negociados não dispunham dessa proteção jurídica. A amostra da pesquisa foi bastante representativa, com informações sobre o crédito liberado pelos oito principais bancos neste setor no país.

Torna-se claro, então, a necessidade de o consumidor fazer uma leitura atenta do contrato antes de se comprometer com uma incorporadora. Em caso de dúvidas, é fundamental buscar a opinião de uma fonte imparcial, para evitar futuras dores de cabeça com a compra de um imóvel desprotegido.

Daniele Akamine é advogada, especialista em Economia da Construção Civil e sócia da Akamines Negócios Imobiliários.

Fonte: noticias.r7.com

5 fatores críticos no marketing digital imobiliário.

A venda de imóveis tem mostrado uma tendência de crescimento nos últimos anos. Houve aumento de 38,4% na comercialização de unidades residenciais de julho de 2017 ao mesmo período de 2018, segundo levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi -SP). Essa reação deveu-se principalmente à queda de preços – relacionada ao desemprego e à piora da concessão de crédito –, e ocorre ao mesmo tempo em que se aquece o consumo digital e mobile neste segmento, impulsionado pelos jovens da geração millennial à procura de sua primeira casa.

Gabriel Santacreu, sócio-fundador da Agência 242 (www.agencia242.com.br), diz que esse novo público, moldado pelo maior acesso de todo tipo de informação, é cada vez mais preparado e exigente, o que demanda das construtoras, incorporadoras e imobiliárias o investimento cada vez maior em estratégias de marketing digital.

“Quem compra ou aluga imóveis na internet hoje é bem informado e já tem uma imagem clara do que quer. É a mesma postura do consumidor que busca um tênis ou um eletrodoméstico, por exemplo, e pesquisa bastante antes de bater o martelo e chegar ao e-commerce com uma ideia objetiva do que vai adquirir”, afirma Gabriel. O especialista enumera cinco fatores para construir uma base sólida de clientes e concretizar vendas:

1 – Transparência

Lidar com consumidores mais preparados requer atenção e cuidado redobrados nas ações de marketing. Divulgar dados com pouco embasamento, informações que podem ser facilmente contra-argumentadas ou prometer serviços que não serão entregues após a concretização da venda do imóvel prejudicam a imagem da empresa e afastam potenciais leads. “É necessário fazer um bom monitoramento do público, conhecendo seus objetivos e necessidades e, com isso, construir uma boa relação”, afirma Gabriel.

2 – Conteúdo

Entender o público-alvo determina que tipo de conteúdo será a ele direcionado, e diversificar essa produção é uma boa maneira de despertar a curiosidade e tornar o produto ainda mais atrativo. “Descobrir o bairro favorito dos consumidores, por exemplo, possibilita a criação de textos ou vídeos sobre a história e personagens daquela região, o que cria uma conexão a nível humano e os ajuda a fazer sua avaliação pessoal sobre onde pretendem morar”, explica o especialista da Agência 242.

3 – Leads

Para garantir a conversão dos consumidores em leads, é fundamental traçar uma boa estratégia. O primeiro passo é ter um site apresentável, prestativo e de boa navegação, além de investir em técnicas de SEO. No setor imobiliário, também é importante fazer uso de landing pages, páginas com conteúdo interessante aos visitantes, cujo objetivo principal é fazê-los deixar algum dado de contato, que será convertido em lead. “Utilizar palavras e frases afirmativas, depoimentos de quem já utilizou o serviço e aprovou e vídeos explicativos curtos são boas técnicas para aplicar nessas páginas”, destaca Gabriel.

4 – Redes sociais

A esta altura, é impensável ter alguma presença digital sem planejar em ações nas redes sociais, que são meios essenciais para se aproximar do público-alvo e concretizar vendas, seja pela produção de conteúdo, monitoramento dos usuários para captar dados ou por meio dos anúncios. Para as construtoras e imobiliárias, o Facebook é a que mais gera retorno, mas é importante atuar em outras populares, como o Twitter e o Instagram. Apesar de benéficos para o negócio, esses espaços também servem para trocas e feedbacks dos clientes, por isso é necessário ter engajamento e ser cuidadoso nas respostas a comentários em publicações e depoimentos na página, por exemplo.

5 – Atendimento

“Uma avaliação negativa pode acabar com uma empresa”. A mesma máxima que se aplica em negócios no mundo físico também vale na era digital, na qual pecar no atendimento ao cliente prejudica todo o esforço feito na captação de leads. Assim, o investimento no treinamento dos corretores deve ser constante, a fim de que estejam preparados para um novo perfil de consumidor. A abordagem pessoalmente e por telefone deve andar de mãos dadas com as ações de marketing digital.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Mercado Imobiliário apresenta sinais de retomada.

Considerado por muitos como um dos principais indicadores do momento econômico nacional, o mercado imobiliário brasileiro já apresenta sinais de que retomará com força o crescimento em 2019.

As expectativas de especialistas são que ocorram uma grande valorização do metro quadrado para quem investe em áreas estruturadas. “Depois de um período de estagnação, temos observado uma maior procura pelos loteamentos que oferecemos, sejam habitacionais ou corporativos. Isso demonstra que melhorou o otimismo com a economia, sendo que geralmente loteamentos e imóveis são os primeiros que se valorizam com retomada econômica”, explica Marcus Cunha, Diretor de Marketing do Grupo Realibras/Conspar, especializado em empreendimentos imobiliários.

Para a consultoria Cushman & Wakefield na América do Sul, a tendência de crescimento no setor já se mostra assertiva e números de 2018 já comprovam esse fato, com a demanda por imóveis subindo. Somando-se a isso o fato de que ocorreu uma redução na oferta por empreendimentos, em função da recessão, o que deve ser observado nos próximos ano é que o preço do metro quadrado deve subir e o setor viverá uma recuperação.

Dados da Cushman & Wakefield apontam que em 2018 a venda de imóveis residenciais cresceu cerca de 10%. Já nos imóveis corporativos os números apontam uma queda de espaços a serem ocupados em São Paulo estando atualmente em 21,4% (já atingiu 29,5% em 2016). Considerando contratos assinados sem mudança, a taxa já cai para 18%.

Marcus Cunha confirma essa tendência. “A busca por nossas áreas Industriais e comerciais vem se mostrando aquecida, já estamos fechando os primeiros negócios, mas o que impressiona é a procura e o maior ânimo dos administradores. Isso faz com que esse seja o momento ideal para compra, pois, se a demanda continuar a crescer, a tendência é que os preços também aumentem”, finaliza.

DSOP Educação Financeira
Avenida Paulista, 726 – cj. 1205 – Bela Vista/SP Telefone: (11) 3177-7800

Fonte: www.segs.com.br

IPTU Verde: veja se você pode usufruir desta vantagem.

Desconto no principal imposto municipal é uma prática que começou em 2008 e avança pelas principais cidades do país

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IPTU Verde: nos estados das regiões sul, sudeste e centro-oeste, todas as capitais já adotam desconto no imposto municipal. Crédito: Divulgação

 

No Brasil, já são 65 municípios com mais de 200 mil habitantes que adotam o IPTU Verde. Trata-se de desconto sobre o valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) na medida em que a edificação faz uso de soluções sustentáveis, seja em construções novas ou reformadas. As exigências impostas pelas prefeituras não variam muito para casas individuais, condomínios horizontais ou verticais. O que muda de cidade para cidade é o valor do desconto, que pode ir de 5% até a isenção total do imposto.

A adoção do IPTU Verde é uma prática recente. Começou em 2008 e veio se espalhando pelo país. Tornou-se mais comum nos estados do sul e sudeste e gradativamente foi alcançando outras regiões. No entanto, ainda é novidade em algumas partes do Brasil. Em Pernambuco, por exemplo, a cidade de Caruaru será a primeira do estado a dar desconto para construções sustentáveis ou que preservem áreas verdes. A novidade será implantada a partir de 2020, com desconto máximo de 20%.

Além de IPTU Verde, o imposto predial diferenciado também recebe outros nomes pelo país afora, como IPTU Ambiental, IPTU Sustentável ou IPTU Ecológico. A primeira cidade brasileira a adotar o sistema foi São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, em 2008. Depois vieram Guarulhos, também na região metropolitana de São Paulo-SP, e Poços de Caldas, em Minas Gerais. No ranking de municípios que mais oferecem descontos, dois paulistas também lideram a lista: Tietê, a única que concede isenção total do imposto, e Campos do Jordão, onde o abatimento pode chegar a 90%.

Edificações com certificações sustentáveis obtêm melhores descontos

Nos estados das regiões sul e sudeste do Brasil, todas as capitais já possuem o IPTU Verde, assim como no centro-oeste. No nordeste, a capital que tem o programa mais consolidado é Salvador, na Bahia. Outras cidades possuem um sistema de desconto menos abrangente e focado principalmente no aproveitamento da energia solar em residências, como é o Palmas Solar, na capital do Tocantins. Nos municípios com ampla cobertura do IPTU Verde, edificações com certificações sustentáveis, com LEED e AQUA-HQE, asseguram melhores descontos no imposto. Quanto mais graduada a certificação, maior o percentual de abatimento.

Para as construções que se credenciam aos descontos, os requisitos para obter os benefícios do IPTU Verde são os seguintes:

  • Captação de água da chuva e utilização
  • Reúso de água
  • Aquecimento com uso de painéis fotovoltaicos
  • Uso de materiais sustentáveis na construção
  • Separação e encaminhamento de resíduos sólidos inorgânicos para reciclagem (sistema de coleta seletiva de lixo)
  • Plantios de espécies arbóreas nativas
  • Disposição de áreas verdes de acordo com a extensão total do imóvel
  • Sistema para manutenção de áreas permeáveis
  • Permitir recarga do lençol freático
  • Construção de calçadas ecológicas
  • Arborização no calçamento
  • Instalação de telhado verde
  • Uso de lâmpadas de LED

Entrevistado
Reportagem com base no seminário “Sustentabilidade? Isso já fazemos. Agora a busca é por inovação”, ocorrido dentro do GreenBuilding Brasil 2018

Contato: contato@gbcbrasil.org.br

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

 

Fonte: www.cimentoitambe.com.br

 

Como os Coworkings estão revolucionando o setor imobiliário.

Esse mercado é um grande atrativo para construtoras e incorporadoras, pois movimentou mais de 127 milhões de reais no Brasil  Créditos: Shutterstock

O mercado de coworkings no Brasil já envolve mais de 200 milhões de pessoas e conquista cada vez mais adeptos

Seguindo as tendências do aumento de profissionais freelancer e também das startups, os coworkings são espaços compartilhados que já movimentam mais de 200 mil pessoas que circulam pelos espaços e gostam de trabalhar em ambientes inspiradores que tendem a crescer ainda mais. Segundo pesquisa realizada pelo censo Coworking Brasil, existem 169 espaços registrados no país e neste ano o mercado começa a se organizar e amadurecer para continuar evoluindo de forma mais sustentável.

Segundo dados do censo coworking 2018 que apresentou um panorama completo sobre o mercado de espaços compartilhados brasileiro, no ano passado houve um crescimento enorme no mercado para esse tipo de empreendimento. Hoje são aproximadamente 1.194 espaços de compartilhamento e estão presentes em 169 municípios diferentes, sendo o estado de São Paulo com a maior concentração com 465 (273 deles só na Capital) seguido pelo Rio de Janeiro com 123 e Minas Gerais com 99. Das pessoas que responderam a essa pesquisa, 94% eram fundadores ou gestores diretos de espaços ativos no Brasil.

Hoje a WeWork possui 50 escritórios só em Nova York e é uma tendência que pretende se espalhar pelo planeta em um futuro próximo revolucionando as empresas através de espaços eficientes e colaborativos.  Outro ponto de destaque é a WELIVE, um braço da startup mais valiosa com um faturamento de 45 bilhões de dólares, que só fica atrás do UBER nos Estados Unidos e que desenvolve moradias compartilhadas. A pretensão é ampliar e difundir cada vez mais no Brasil esse conceito de compartilhamento e colaboração também nos espaços particulares, ou seja, o compartilhamento também nas moradias.

O mercado de coworkings no Brasil já envolve milhões de pessoas e conquista cada vez mais adeptos.  Hugo Silveira, Senior Manager da WeWork palestrou no Construsummit, evento realizado no dia 29 de novembro em São Paulo e que apresenta diversas inovações para a área de Construção Civil e que prevê as tendências do setor que está em constante desenvolvimento. “87% da vida de um ser humano é vivida dentro de um edifício e o nosso objetivo é melhorar a experiência desse consumidor” afirma.  Logo, esse mercado é um grande atrativo para construtoras e incorporadoras, pois movimentou mais de 127 milhões de reais no Brasil. A sociedade é dividida em três lugares (three places) são eles: Casa, Trabalho e Lazer e a intenção é tornar esses espaços cada vez mais atrativos para o público final.

O representante prevê também novas formas de pensar o ambiente de trabalho para além das paredes do escritório adaptando aos seus horários e estilo de vida, criando assim novas relações tanto com as pessoas quanto com o ambiente que a cerca.  Esse estilo de empreendimento também ajuda no crescimento do setor da construção civil como um todo, pois auxilia indiretamente na criação de empregos tanto para desenvolvimento quanto para a execução de tais projetos. Além disso, o varejo de materiais também tende a se beneficiar visto que são necessários para a criação desses espaços.

Fonte: www.mapadaobra.com.br

Mapa do Metrô vira buscador online de imóveis a até 1 km de estações em SP.

 

A Lello, administradora e imobiliária paulistana com filiais em diferentes bairros da cidade, usou o mapa do metrô paulistano para lançar um buscador online inédito que mostra imóveis residenciais e comerciais localizados a até um quilômetro de estações de metrô.

A iniciativa partiu de um levantamento, realizado em 2018, que apontou que nos últimos três meses do ano 50% dos fechamentos de compra e aluguel foram de imóveis com localização de no máximo mil metros de uma estação.

O buscador foi lançado em dezembro, com filtros para cada uma das estações das linhas azul, vermelha, verde, amarela, lilás e prata. Também é possível visualizar as linhas inteiras para escolher o imóvel desejado, seja para comprar, alugar ou permutar. Os agendamentos de visitas são feitos online.

Em um mês de funcionamento, as estações preferidas dos interessados em comprar ou alugar um imóvel foram Vila Mariana, na linha azul, e Tatuapé, na linha vermelha (veja quadro abaixo).

A linha azul concentrou 30% das buscas, enquanto a verde e a amarela, 23%, cada uma, e a vermelha, 12%. A linha lilás teve 10% das consultas por imóveis e a prata, 2%.

Os 10 mil imóveis disponíveis no buscador são identificados com o símbolo do metrô e da linha correspondente, informando a distância exata para a estação mais próxima.

Na busca, o interessado irá visualizar, por exemplo, um imóvel padrão de 90 metros quadrados na Vila Mariana, com dois dormitórios, dois banheiros e uma vaga na garagem, com aluguel mensal a R$ 2 mil, e saber que a unidade está a 293 metros da estação Vila Mariana (azul), 637 do metrô Chácara Klabin (lilás-verde) e 837 metros da estação Ana Rosa (azul-verde).

“A mobilidade urbana é uma das principais preocupações dos paulistanos, que buscam cada vez mais morar nas proximidades de estações de metrô ou outros modais sobre trilhos, o que diminui consideravelmente o tempo dos deslocamentos”, afirma Elaine Fouto, gerente de Marketing da Lello Imóveis.

Estações mais procuradas para quem busca imóveis em São Paulo, segundo a Lello:

                     Compra

Classificação              Estações         

        1                         Vila Mariana         

        2                         Tatuapé         

        3                         Saúde         

        4                         Santa Cruz         

        5                         Ana Rosa         

        6                         Paraíso         

        7                         Tucuruvi         

        8                         Vila Prudente         

        9                         Praça da Árvore       

      10                         Carrão

 

                     Aluguel

Classificação             Estações           

       1                       Vila Mariana           

       2                       Tatuapé           

       3                       Santa Cruz           

       4                       Saúde           

       5                       Tucuruvi         

       6                       Paraíso         

       7                       Santana         

       8                       Carrão         

       9                       Ana Rosa       

     10                       Vila Prudente

 

Fonte: http://tiinside.com.br/

Fachada com Mata Atlântica: prédio na Vila Olímpia tem sacadas verdes.

Projeto se inspira em iniciativas similares ao redor do mundo, como o Bosco Verticale, de varandas verdes, em Milão

(Roncontec/Veja SP)

Sacadas com pelo menos oito tipos de árvores nativas da Mata Atlântica e sistema de irrigação automático para cada um dos 84 apartamentos. O edifício Seed, na Vila Olímpia, deve ser entregue até o final do mês e traz bastante verde em sua fachada.

Idealizado em 2014, o projeto foi inspirado em outras iniciativas similares ao redor do mundo, como o Bosco Verticale, com varandas verdes, em Milão, na Itália. A promessa da iniciativa, que teve investimento na casa dos 70 milhões de reais, é de uma área verde de até 3 metros quadrados por sacada, no total de 328 metros quadrados de jardim vertical.

(Roncontec/Veja SP)

(Roncontec/Veja SP)

(Roncontec/Veja SP)

As espécies plantadas variam entre frutíferas, como jabuticabeira, e arbustos diversos. Nos primeiros cinco anos, o condomínio fica responsável pela manutenção das pequenas florestas. A alteração da fachada pelos moradores é proibida.

Os apartamentos trazem, em média, 80 metros quadrados, ao custo de cerca de 1,3 milhão de reais – 90% das unidades já foram vendidas.

Fonte: vejasp.abril.com.br