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Construtoras seguram lançamentos e apostam alto em venda no 2º semestre.

 
Com uma postura mais conservadora em relação a lançamentos de imóveis, construtoras direcionam toda sua atenção para a venda de empreendimentos prontos no segundo semestre. Com essa estratégia, a tendência é que descontos agressivos e forte política de marketing esquentem a briga pelo cliente em potencial.
 
Só na cidade de São Paulo, a previsão do Sindicato da Habitação (SecoviSP) é que o número de lançamentos tenha redução de até dois dígitos na comparação com o acumulado de 2017. “Acreditamos que haja redução entre 8% e 10% no volume de lançamentos, resultando em cerca de 28 mil unidades lançadas”, previu o presidente do Secovi, Flavio Amary.
 
Com relação as vendas, a previsão da entidade e que o incremento pode chegar a 17%. “Algo em torno de 25 mil a 27 mil unidades comercializadas”, comentou.
 
De acordo com ele, as previsões mais positivas com relação as vendas está atrelada ao aquecimento verificado no primeiro semestre. “O forte ritmo de crescimento das vendas neste primeiro semestre de 2018 está relacionado à procura do público por imóveis econômicos e compactos, cujos valores são mais acessíveis, às taxas de juros mais reduzidas e à demanda muito intensa”, avalia o vice-presidente de Intermediação Imobiliária e Marketing do Secovi-SP, Flávio Prando.
 
Como resultado, as vendas do semestre (12.001 unidades) superaram os lançamentos do mesmo período (8.068 unidades), ocasionando redução na quantidade de imóveis não vendidos em oferta (17.558 unidades). “Considerando que a média mensal de vendas no ano é de 1.345 unidades, seriam necessários 13 meses para zerar a oferta na Capital. Em igual período do ano passado, essa relação era de 16 meses”, observa Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.
 
 
Estratégias – Entendendo que conhecer o cliente é o melhor caminho para garantir vendas, a construtora Trisul tem investido alto em planejamento de mídia para oferecer cada empreendimento para um público específico. Para isso, a empresa desmontou o conceito tradicional de “estande de vendas” e tem ido direto ao público em eventos variados. “Isso quebra o receio que o próprio mercado ajudou a criar ao longo dos anos”, conta o superintendente de marketing da empresa, Lucas Araujo, superintendente de marketing da Trisul, fazendo menção ao receio que o consumidor tem de passar os contatos para o corretor.
 
Nos últimos meses a Trisul fez ações em locais como a Feira dos Campeões Comer e Beber, Expo Noivas, Taste of São Paulo, DW! São Paulo Design Weekend e outros.
 
Ainda esperando o resultado da eleição de outubro, o presidente da Construtora Danpris, Dante Seferian, também faz planos para crescer este ano. Para sustentar essa previsão, ele conta que a empresa triplicou a quantidade de apartamentos lançados; aumentou o landbank, contratou novos funcionários e estima aumento de 50% nas vendas. “Vamos alcançar 1.500 unidades lançadas. A venda de unidades prontas remanescentes também está 50% melhor em comparação com o último período e estamos retomando a contratação de mão de obra.”
 
 
Números animadores – Termômetro para o mercado imobiliário nacional, os negócios na cidade de São Paulo são animadores, ainda que se deem em cima de uma base prejudicada. No período de seis meses, foram comercializadas 12.001 unidades residenciais, 52,1% acima do visto no primeiro semestre de 2017.
 
“O resultado deste ano foi o melhor desde o início da crise econômica do País, iniciada em 2013, e se aproxima da média histórica de vendas do primeiro semestre, de 12,4 mil unidades, calculada no período de 2004 a 2018”, detalha o Secovi, em análise.
 
Os imóveis que se destacaram nas vendas foram os de 2 dormitórios, com área útil inferior a 45 m², e na faixa de preço de até R$ 240 mil. A participação dos imóveis de 2 dormitórios no total das vendas do semestre foi de 67%.  
 

SP tem 3,8 mil lotes residenciais lançados no primeiro trimestre.

Novo estudo será divulgado a cada três meses e vai traçar uma radiografia do mercado de loteamentos no Estado. Região de Campinas concentra quase um terço.

Um novo estudo vai traçar periodicamente uma radiografia do mercado de loteamentos do Estado de São Paulo. Chamado de Pesquisa do Mercado de Lotes Urbanizados, o trabalho foi desenvolvido pelo Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP) em parceria com a Associação das Empresas de Loteamento e Desenvolvimento Urbano (Aelo) e a empresa de consultoria Brain – Bureau de Inteligência Corporativa

A pesquisa, que será divulgada a cada três meses, é realizada por meio da coleta de dados de lançamentos, vendas, oferta, dentre outros indicadores importantes para dimensionar e acompanhar o mercado de lotes residenciais novos nas principais cidades do Estado.

O primeiro levantamento revelou que, no primeiro trimestre de 2018, foram lançados 3,8 mil lotes residenciais no Estado de São Paulo. Este total foi distribuído em 10 loteamentos, representando uma média de 380 lotes por empreendimento. Na comparação com o primeiro trimestre de 2017, houve redução de 45% (6,9 mil lotes).

Entre abril de 2017 e março de 2018, um total de 25,2 mil lotes foi lançado, valor 1% superior ao mesmo período anterior (abril de 2016 a março de 2017).

Pesquisa do Mercado de Lotes Urbanizados no Estado de São Paulo foi feita a partir do levantamento de dados das 55 cidades com mais lotes aprovados no Estado. O projeto separa as cidades pesquisadas por Região Administrativa (RA). Conforme resultados, em 2017, a RA de Campinas teve a maior quantidade de lançamentos registrados, com cerca de 8,5 mil dos 28,4 mil lotes de São Paulo. No primeiro trimestre de 2018, a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) concentrou a maioria das unidades lançadas, 28% (1.000 lotes).

O levantamento apurou ainda que no primeiro trimestre de 2018, as cidades pesquisadas tinham 419 empreendimentos com lotes disponíveis para venda, lançados a partir de janeiro de 2012. Esses loteamentos totalizaram 166,4 mil lotes, sendo que 31,1 mil ainda estavam disponíveis para venda em março de 2018. Deste total 10,1 mil unidades (32%) estavam localizadas na RA de Campinas.

Em relação aos lotes em estoque, 76,6% das unidades (23.863) são de loteamentos lançados a partir de janeiro de 2015.

Para conferir a pesquisa completa, acesse o site do Secovi-SP.

Fonte: https://www.aecweb.com.br

Casas pensadas para idosos diminuem riscos de acidentes domésticos.

G1 entrevistou arquiteto que deu dicas para melhorar a vida das pessoas da terceira idade. Aumentar largura de portas e deixar objetos visíveis facilita rotina dos moradores com mais de 60 anos.

Arquiteto deu dicas para melhorar a mobilidade nas casas (Foto: iStock/Divulgação)

Mais de 7 milhões de idosos vivem no estado de São Paulo, o que representa 15,9% da população, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o aumento do número de pessoas com mais de 60 anos, a sociedade precisa se adaptar para oferecer qualidade de vida aos idosos.
 
E pensar em residências para pessoas da terceira idade é uma das necessidades mais importantes. As casas precisam de adaptações ou devem ser projetas com total acessibilidade.
 

Em entrevista ao G1, o arquitetoEduardo Rodrigues, de Sorocaba (SP), pontuou as mudanças possíveis para realizar em uma casa e os objetos que devem ser evitados para prevenir acidentes.

Casas pensadas para idosos diminuem riscos de acidentes domésticos (Foto: Pixabay)

“Quando vamos planejar as casas agora avisamos os clientes sobre o envelhecimento, focamos o projeto a longo prazo, o que facilita a vida no futuro e não requer grandes reformas”, afirma o especialista.
 

O primeiro ponto destacado pelo especialista é a iluminação dos ambientes onde vivem os idosos, que podem ter problemas na visão. Em corredores, por exemplo, a luz superior – do teto – pode não ser suficiente, por isso a recomendação é instalar balizadores.

Os balizadores são luzes fixadas na parede, como pequenas luminárias, e ajudam a iluminar o caminho do corredor de um cômodo a outro. “Como alguns já enxergam menos, tem dificuldade na visão é ideal que os locais sejam muito bem iluminados”, afirma Eduardo.

Em portas de correr, como as que dão acesso a sacadas e varandas, a melhor opção é de trilhos embutidos no piso, de modo a evitar quedas. Os cuidados com o solo também incluem pisos antiderrapantes, que garantem maior aderência ao caminhar.

Cozinhas com prateleiras facilitam a visão dos objetos (Foto: Pixabay)

Tapetes e mesas de centro podem ser vilões das pessoas idosas, e aumentam o risco de acidentes. As mesas de centro devem ficar próximas de alguma das paredes e os tapetes podem ganhar fixadores de silicone nas pontas.
 
Em casas com idosos que se esquecem com facilidade das coisas ou têm Alzheimer, os objetos devem estar o mais visível possível, como em estantes e prateleiras, ao invés de armários fechados na cozinha e sala.
 

A largura das portas muitas vezes torna-se um empecilho quando o idoso possui dificuldades de locomoção e precisa de andadores ou cadeira de rodas.

Box pode ser aumentado com porta de vidro (Foto: iStock)

“Aumentar as proporções de portas para passagens de uma cadeira, por exemplo, já melhora a movimentação. A maioria das pessoas pensa que as portas maiores são muito mais caras, mas nem sempre é assim, além do custo benefício”, diz o arquiteto.
 

Nos banheiros o cuidado deve ser redobrado. Eduardo Rodrigues contou que um dos artifícios usados atualmente é deixar o box mais amplo, de modo que o vaso sanitário fique dentro dele. A divisão entre o assento e a área do chuveiro fica por conta de uma porta de vidro com dobradiças.

Fonte: https://g1.globo.com

Decreto estabelece que novos empreendimentos residenciais deverão prever acessibilidade.

 
 

Novos empreendimentos residenciais no país deverão incorporar recursos de acessibilidade em todas as áreas de uso comum, já as unidades habitacionais devem ser adaptadas de acordo com a demanda do compradores. Os condomínios terão prazo de 18 meses para se adaptar às novas regras estabelecidas pelo Decreto 9.451, cujas diretrizes regulamentam a Lei Brasileira de Inclusão.

O decreto estabelece que os compradores dos imóveis podem solicitar à construtora, por escrito, até o início da obra, a adaptação razoável de sua unidade, informando sobre os itens de sua escolha para instalação na residência. As construtoras e incorporadoras estão proibidas de cobrarem valores adicionais pelos serviços. 

O documento define também que 2% das vagas de garagem ou estacionamento vinculadas ao empreendimento sejam reservadas para veículos que transportem pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O texto é resultado de negociação com associações da construção civil e das pessoas com deficiência e foi objeto de consulta pública nacional e várias audiências públicas. 

Além das unidades residenciais, já foram regulamentados os artigos da LBI que tratam das micro e pequenas empresas; arenas, teatros e cinemas e unidades do setor hoteleiro, entre outros.

Fonte: www.archdaily.com.br

por Romullo Baratto

Conheça a construtora que paga moradores para trocar carro por transporte público.

O quanto o carro ajuda na sua vida? Às vezes, parece que um veículo se torna tão necessário para algumas pessoas que elas sequer imaginam como seria a vida sem o automóvel.

Para incentivar os mais apegados a esse conforto, uma construtora americana decidiu pagar os moradores de um de seus empreendimentos que topassem trocar o carro pelo transporte público.

O Melo Group é a construtora de uma família argentina que decidiu encabeçar essa mudança. O projeto escolhido para testar a ideia foi o Square Station, um edifício residencial com duas torres de 34 andares localizado ao lado de uma estação de transporte público, em Miami, Estados Unidos.

Quem se muda para um os 710 apartamentos do prédio usufrui de um benefício ao deixar de lado a vida motorizada. São oferecidos US$ 100 por mês aos residentes que recusarem sua vaga na garagem.

Para os irmãos Carlos e Martin Melo, idealizadores da iniciativa, essa seria uma maneira de evitar que as pessoas deixassem de usar o carro para qualquer deslocamento e, com isso, utilizassem mais o transporte público. A inovação também tem motivação econômica: em Miami, a lei obriga construtoras a oferecer 1,5 vagas de estacionamento para cada unidade residencial.

A ideia vem encontrando resistência entre os moradores, segundo relataram à Fast Company. De acordo com os irmãos, mesmo aqueles residentes que não usam o carro para deslocamentos diários ainda insistem em mantê-lo por uma questão cultural – mas eles são confiantes de que, com o tempo, o incentivo financeiro pode ajudar a mudar essa realidade.

Fonte: https://www.hypeness.com.br

Aumenta número de imóveis sem garagem em São Paulo.

                                          
Acompanhando a tendência de menor uso de carros, principalmente pelas novas gerações, a cidade de São Paulo recebeu 166 empreendimentos sem garagem nos últimos dez anos. É o que indica uma pesquisa do portal Zap divulgada com exclusividade pelo DCI
 
A construção da maior parte dos imóveis aconteceu na região central. Lá, o bairro da Sé recebeu 1.798 apartamentos sem vagas nos últimos cinco anos, superando Bela Vista (1.179) e República (961). Juntas, as três regiões concentraram 63% do total de unidades desse tipo.
 
Na zona leste, o destaque ficou com a Vila Prudente (866 apartamentos). Nas zonas oeste e sul, os bairros líderes foram Barra Funda (1.196) e Campo Limpo (1.022). Na avaliação de Cristiane Crisci, gerente de inteligência de mercado do Grupo ZAP, a tendência é que esse tipo de imóvel ganhe cada vez mais espaço no mercado. Isso porque as pessoas mais jovens estão abrindo mão dos carros e buscando apartamentos próximos a pontos de ônibus e estações de metrô. De acordo com pesquisa realizada pela Deloitte em 2016, a necessidade de ter um veículo era questionada por 55% das pessoas que, naquele ano, usavam serviços de carro compartilhado, como o Uber, no Brasil. 
 
Entre os jovens das gerações Y (nascidos nos anos 80) e Z (nascidos depois de 1990), esse número chegava a 62%. Para Cristiane, a melhora do transporte público paulistano – com o aumento do número de estações de metro na capital, por exemplo – deve acentuar a rejeição dos carros já nos próximos anos. 
 
Pequeno porte 
 
O tamanho médio dos apartamentos sem vaga na garagem não é grande. Para as unidades com um dormitório, a média é de 32 metros quadrados. Para as unidades com dois dormitórios, a média de 44 metros quadrados. Durante os últimos 5 anos, 41% das unidades lançadas sem vagas e com um dormitório tinham até 30 metros quadrados e 59% tinham entre 31 e 45 metros quadrados. Já 92% das unidades com dois dormitórios possuíam entre 31 a 45 metros quadrados. Mais uma vez, a mudança de comportamento das novas gerações seria o principal motivo para a mudança dos lançamentos. De acordo com Cristiane, a preferência – talvez causada pela limitação financeira – dos jovens pelos aluguéis, ao invés das compras, fortalece o avanço dos apartamentos menores. 
 
A especialista diz que os empreendimentos em que estão essas unidades possuem uma área comum pensada para atender as necessidades do dia a dia, como lavanderia coletiva, por exemplo. Os bairros da Aclimação, Vila Mariana, Moema e Vila Madalena possuem o valor médio mais alto do metro quadrado para imóveis sem garagem e com um dormitório. Nessas regiões, os preços ficam em R$ 15.696, R$ 13.081, R$ 12.553 e R$ 12.275, respectivamente. Na ponta oposta da tabela, Itaquera (R$ 5.399) e Cambuci (R$ 6.161) são os bairros com metragem mais barata entre as unidades desse tipo. Já no grupo dos imóveis com dois dormitórios, Itaim Paulista (R$ 4.081) e Butantã (R$ 4.257) registraram os preços mais baixos durante o último triênio. O mercado imobiliário da capital continua instável neste ano. 
 
De acordo com levantamento feito pelo Sindicato da Habitação (Secovi-SP), 2.158 unidades residenciais novas foram vendidas em maio deste ano, uma diminuição de 0,6% no confronto com igual período do ano passado. Entretanto, no acumulado de 12 meses (entre junho de 2017 a maio de 2018), foram comercializadas 27.307 unidades, uma alta de 59,6% em comparação com os 12 meses anteriores (entre junho de 2016 a maio de 2017). A maior parte dos especialistas tem projeção otimista para este ano, esperando um avanço das vendas na comparação com 2017. Entretanto, as incertezas referentes às eleições e à trajetória da economia ainda são citadas como empecilhos para um desempenho melhor do mercado.
 
 
 

“O trabalho remoto pode mudar tudo no setor de imóveis”.

Construtoras precisam trabalhar de olho em tecnologias dinâmicas, que mudam muito rapidamente. Como fazer negócios prestando atenção, ao mesmo tempo, à inovação e à política econômica em Brasília? Com a palavra, Alexandre Lafer Frankel, da Vitacon, e Eduardo Fischer, da MRV

 
Casas (Foto:  )

ALEXANDRE LAFER FRANKEL, DA VITACON, CONVERSA COM EDUARDO FISCHER, DA MRV

Eduardo Fischer, 46 anos, e Alexandre Lafer Frankel, 40, tinham muito o que falar. CEOs de uma indústria que passou por maus bocados nos últimos anos, eles trocaram opiniões e compartilharam experiências por uma hora e trinta e seis minutos contados no mostrador do celular. Eduardo, presidente da MRV, chegou para a conversa às 11h em ponto. Alexandre, da Vitacon, atrasou dez minutos para chegar ao WeWork da Avenida Engenheiro Luiz Carlos Berrini, uma das mais importantes artérias de negócios da capital paulista. Foi prontamente perdoado pelo interlocutor. Eduardo ouviu o bombardeio de perguntas durante trinta minutos seguidos. Respondeu pacientemente uma a uma. Quando Alexandre já saciara sua curiosidade sobre a maior construtora do país, o CEO da MRV agarrou o timão da conversa, e quis entender mais sobre a jovem empresa que encontrou um novo nicho — o de apês supercompactos. Os dois nunca tinham se cruzado, mas quem os ouviu conversar com fluência sobre mobilidade, tecnologia, política e os rumos do mercado saiu com a certeza de que pode até faltar espaço, mas um bom papo, não. 

 

Alexandre Lafer Frankel Para produzir com preço baixo, você tem de construir residências nas franjas da cidade. E a maioria dos empregos continua na área central. Como você lida com esse problema?

 

Alexandre A empresa acabou de completar oito anos. É muito jovem e tem muita coisa para fazer ainda em São Paulo. Mas a expansão é perfeitamente possível. A forma que encontramos de popularizar a moradia urbana foi reduzir a unidade a um tamanho de até dez metros quadrados. Não consigo comprar terreno barato nos bairros nobres. Mas ao reduzir a unidade e colocar tecnologia, eu a torno acessível (Um pacote pode incluir fechadura biométrica, comando para fechar as cortinas e timer que regula a temperatura ambiente antes de o morador chegar). A partir de R$ 100 mil, dá para morar em Higienópolis [bairro nobre de São Paulo]. Obviamente, não atende todos os públicos. É para um cara em determinado ponto da vida. Solteiro, estudando, vem a São Paulo com frequência [mas não mora na cidade]. Alguém em transição, que se separou. Se eu tivesse a sua competência para produzir barato em escala, a mesma coisa que você faz para a população de baixa renda eu faria para a população de renda média, ou média alta urbana. Precisamos ganhar competências ainda. Mas a vontade é, sim, expandir. Estudamos algumas coisas fora de São Paulo.

Eduardo Você vê alguma ruptura no nosso negócio?

Alexandre Várias. Muitas relacionadas aos hábitos de consumo e a novas tecnologias que vão aparecer. Acredito muito também no compartilhamento de recursos ociosos. Desde as áreas comuns até carro, bicicleta. Os carros autônomos talvez transformem completamente a dinâmica de moradia urbana. Temos o trabalho remoto. O cara pode não precisar mais ir trabalhar fisicamente. Sem a limitação geográfica, o setor muda completamente.

Eduardo As pessoas vão querer comprar apartamento daqui a 10, 15 ou 20 anos?

Alexandre Acredito que vão começar a pensar na moradia mais como um serviço, em vez de se endividar por 30, 40, 50 anos. No Brasil, ainda temos essa cultura latina, de querer ter. Mas isso vai mudar muito rápido. A questão é como financiar. Com os juros pela primeira vez a 7%, e juros reais de 3% a 4%, o negócio começa a parar de pé. Obviamente, não será um modelo para o mercado inteiro, mas vai atender a uma parcela significativa dele.

Casas (Foto:  )

 

Eduardo A evolução do seu produto passa por agregar serviços e oferecer solução de vivência?

Alexandre Já estou provendo vários serviços. O cara tem a unidade em que dorme e usa o prédio como um complemento da própria casa. Uma parte dos serviços é terceirizada (Entre os serviços agregados, agendamento de limpeza e concierge por meio de um aplicativo. Em alguns empreendimentos, compartilhamento de cozinha, motos e até de ferramentas), mas tem sempre uma mão nossa na gestão. Muitas vezes o cara que compra o apartamento quer locar. Presto serviço para esse cara que é investidor. Em São Paulo, hoje, um terço da base é locada. Fazemos muitas parcerias estratégicas, também. Porque, obviamente, não vou ser o melhor em alugar carro, por exemplo.

Eduardo É um dilema nosso: ainda preciso fazer vagas de garagem? O meu cliente acha que sim.

Alexandre Hoje, sim. Mas já vendo muito apartamento sem vaga. São os primeiros a sair, os mais baratos. Não existe mais casal com dois carros. O próximo passo é o que fazer com as vagas ociosas. Já tem gente criando tecnologias para isso.

Eduardo O que você vê no futuro?

Alexandre Vai ter muita tecnologia embarcada nos produtos. Não vai mais ser possível ter só tijolo e massa. Vamos ter diversas soluções agregadas à moradia. Já tem startups que mandam serviços de limpeza automaticamente para o seu apartamento, com base no seu histórico de demanda. Outras que medem quantas vezes você abriu e fechou a geladeira e te enviam cerveja, porque sabem que você consumiu as que tinha. Isso a gente está fazendo. Fizemos também uma joint venture com a Intel e a IBM. Estamos desenvolvendo prédios com inteligência embarcada. A beleza disso é que não sei onde vai parar. Assim como o cara que criou este telefone não sabia que ia ter um Waze nele um dia, provavelmente alguém vai criar um “Waze” para os prédios no futuro. Não sei o que será, mas tenho de estar preparado.
E vocês? Vendem basicamente via Minha Casa, Minha Vida. Não é arriscado ficar exposto a uma só fonte de financiamento, e ainda sujeita à interferência política?

Eduardo Existia um grande temor, lá atrás, de descontinuidade com a saída da Dilma e a entrada do Temer. Mas nem o nome do programa mudou, porque todos os governos entendem que temos de promover a habitação com velocidade. Se você não atende à necessidade de moradia quando ela surge, o cidadão vai dar um jeito qualquer e gerar problemas como urbanização irregular, loteamento invadido, favelas. A questão que temos hoje para habitação como um todo no Brasil é financiamento. Temos basicamente o fundo de garantia e a poupança. Precisamos de um financiamento de mercado, com uma taxa de juros e uma situação macroeconômica equilibradas. As Letras Imobiliárias Garantidas [LIGs], que estão sendo regulamentadas, podem ser uma alternativa. Mas se o Brasil perder o controle macroeconômico de novo, essa lógica não fica em pé. Essa, sim, é a minha principal preocupação de longo prazo.

Casas (Foto:  )

 

Alexandre Vejo dois méritos na MRV, no trabalho com as linhas de crédito de baixa renda e na tecnologia construtiva com custo e escala fenomenais. Você enxerga esses como seus grandes diferenciais?

Eduardo Tem algumas coisas. Primeiro, os agentes externos. Fontes de financiamento são um deles. O percentual de venda à vista é de menos de 1%. Nosso negócio é de ciclo muito longo. Mas tem algumas vantagens: demanda maior que a oferta e impossibilidade de importar. Ninguém importa apartamento. Isso vale para mim e para os meus concorrentes. Qual foi o mérito nosso, na MRV? A gente enxergou, lá atrás, que existiria um mercado enorme. E decidimos ocupar uma fatia maior dele. Em 2006, criamos o que chamamos de MRV 40 mil, um plano que preparava a empresa para produzir 40 mil unidades por ano, de forma equilibrada. Na época, produzíamos 4 mil. Atingimos a meta em 2011. Este ano, vamos chegar a 50 mil. Foi lindo, suave e tranquilo? Não. A gente começou a crescer e, de repente, nossos clientes não conseguiam falar conosco nos canais tradicionais de atendimento. Na época, uma das minhas tarefas como diretor era ligar para o nosso call center, ver se eu conseguia ser atendido e quanto tempo levava. Estávamos atendendo só a pouco mais de 30% das ligações, no pior momento. Hoje, cerca de um em cada 200 brasileiros mora em apartamento da MRV. Dá 1 milhão de pessoas. Se estiverem falando mal de mim, esquece.

Alexandre Fala-se que o setor é regionalizado e que a expansão afeta a economia de escala. Mas a MRV prova que ter escala é bom e se expandiu por outras regiões.

Eduardo Investimos pesadamente em tecnologia. Mas não foi o principal fator. O principal — pode parecer clichê — é gente. Cada funcionário que temos precisa estar cada vez mais preparado. Temos um índice que usamos há quase 40 anos, o IP. É o índice de pessoas para produzir um apartamento. Pego o número de pessoas no canteiro de obras e divido pelo número de unidades produzidas. Quando a gente abriu capital, o IP era 12. Hoje, a média é 5,5. Nossa meta é chegar a 3. Na MRV, temos um único produto, ou um produto próximo de ser único. Então, sei quanto tem de custar. Tenho referência para saber o que é uma boa obra. Uma boa obra é cumprir o orçamento ou fazer um pouquinho abaixo. Se uma boa obra custa 100, uma ruim pode sair por 150 com facilidade. Se você fizer uma obra ruim, tem de fazer cinco 10% abaixo do orçamento. Uma já é raro. Foi aí que todo mundo se ferrou e a gente se saiu bem.

Casas (Foto:  )

 

Alexandre Qual é seu custo médio de construção hoje?

Eduardo Em torno de uns R$ 1 mil e poucos o metro quadrado, na área privativa. Há seis anos, resolvemos mudar o processo construtivo, extremamente artesanal. Olhamos muita coisa e elegemos a fôrma de alumínio, com parede de concreto. Depois, implantamos paulatinamente. Em dezembro, já usávamos em 70% da produção. Quando começamos, era muito mais caro que o método tradicional. Hoje, é mais barato e tem potencial para ser ainda mais.

Alexandre Qual é a chance de produzirmos unidades modulares em uma fábrica central e deixarmos de depender de mão de obra local?

Eduardo Acho difícil pela logística. Você vai transportar muito ar em módulos. A não ser que tenha fábricas locais, vai encarecer demais. A gente está ligado no que acontece de novo no mundo. Fui a Tel-Aviv [Israel] em setembro, falei sobre a MRV e ouvi muitos cases legais (Na viagem, a MRV fechou contrato com a Intervyo para fazer os processos de entrevista de contratação online usando inteligência artificial). Tem de estar com o nariz lá para entender. Porque, de repente, você amanhece com alguém imprimindo casas. Talvez seja esse o futuro.

Fonte: https://epocanegocios.globo.com

Construtora pode reter chaves mesmo se banco diz que imóvel foi quitado.

A construtora pode reter as chaves do imóvel se o pagamento integral não tiver sido feito, mesmo que conste como quitado no contrato de alienação fiduciária da Caixa Econômica Federal. Esse é o entendimento da 1ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, que não acolheu recurso de um consumidor.

A questão que envolve o caso é a dívida feita por causa da correção monetária entre a concessão do Habite-Se e a concessão do financiamento pelo banco. A construtora afirma que este valor não foi pago e que está previsto no contrato.

Já o consumidor afirma que o débito indicado pela empresa utiliza como indexador o IGP-M, que não estaria previsto no contrato. Também ressalta que não ficou explicada a evolução dos valores e que tem um documento afirmando que o imóvel está quitado.

O relator, desembargador Sebastião Barbosa Farias, afirma que a análise do contrato mostra que pode ser cobrado o saldo residual e que não há ilegalidade em reter as chaves. Ressaltou também que a correção não é abusiva, sendo que abusivo seria não corrigir o valor. “Tal previsão contratual não se mostra abusiva, pois a correção monetária corresponde apenas à reposição do valor da moeda à época da celebração do negócio jurídico, com fim de evitar a corrosão da moeda e manter o equilíbrio econômico-financeiro do contrato, pois do contrário o preço do imóvel restaria congelado, acarretando enriquecimento indevido dos compradores que teriam em mãos um bem com valor de mercado atualizado, mas pagando preço sem reajuste”, disse Barbosa Farias.

A 1ª Câmara de Direito Privado não acolheu o pedido do consumidor de determinar a quitação do imóvel e a concessão de indenização por danos morais. 

Força do contrato

Responsável pela defesa da construtora, o advogado Willian Khalil, do escritório Khalil & Curvo Advogados, afirma que a decisão reforça o que foi estabelecido contratualmente, mantendo válida e eficaz as cláusulas contratuais.

Sobre o documento que afirma em quitação, o advogado afirma: “Não se poderia olvidar também que a declaração da construtora em relação ao contrato de financiamento da Caixa Econômica Federal é exigência da própria instituição bancária, pelo simples motivo de que a mesma somente financia imóveis se houver previsão de que não há concurso de credores, ficando como única e exclusiva credora hipotecária com a garantia do próprio imóvel financiado”, afirma o advogado.

Clique aqui para ler a decisão

Fonte: https://www.conjur.com.br/ 

Por Fernando Martines é repórter da revista Consultor Jurídico.

Google vai planejar bairro de alta tecnologia em Toronto.

08

Alphabet, controladora do Google, fechou um acordo com o governo da cidade de Toronto, no Canadá, para para planejar um bairro de alta tecnologia.

Na manhã da última terça-feira, o conselho da Waterford Toronto, organização que administra os projetos de revitalização do bairro de Quayside, na orla da cidade canadense, concordou por unanimidade em trabalhar com a empresa para desenhar o projeto. A aprovação final para desenvolver fisicamente os planos provavelmente acontecerá ano que vem, segundo o Business Insider.

O projeto será feito pela Sidewalk Labs, braço de inovação urbana da Alphabet. O plano será priorizar “a sustentabilidade ambiental, acessibilidade, mobilidade e oportunidades econômicas”. A cidade de Toronto e o Sidewalk Labs chamaram o enorme projeto de “Sidewalk Toronto”

A Sidewalk Labs já destinou US$ 10 milhões para o processo de planejamento do bairro e US$ 40 milhões adicionais em investimento estão aguardando aprovação. O desenvolvimento total de 5 hectares deverá custar pelo menos US$ 1 bilhão, segundo estimativa feita pelo Wall Street Journal.

“Este acordo estabelece um caminho para uma parceria colaborativa com Waterfront Toronto e os próprios moradores da cidade”, disse, em comunicado, Josh Sirefman, chefe de desenvolvimento da Sidewalk Labs. “Estamos ansiosos para trabalhar juntos e desenvolver um plano inovador para melhorar a vida das pessoas que vivem em Toronto”.

A companhia não divulgou exatamente seus planos para o bairro, mas o CEO da Sidewalk Labs, Dan Doctoroff, falou sobre como carros autônomos, sensores que rastreiam o uso de energia, aprendizado de máquina e internet de alta velocidade podem melhorar os ambientes urbanos.

“Estamos animados para dar mais esse passo com a Sidewalk Labs e  preparar o terreno em um projeto de transformação na orla marítima, que aborda muitos problemas críticos enfrentados por Toronto e outras cidades em todo o mundo”, escreveu o Waterfront Toronto em seu Twitter na última terça-feira.

Ao que parece, a Sidewalk Labs quer que a região seja um bairro de uso misto amigável aos pedestres. Esboços mostram estações de compartilhamento de bicicletas, prédios residenciais, linhas de ônibus e parques.

O projeto está sendo desenvolvido há mais de um ano. Em março de 2017, a Sidewalk Labs respondeu a um pedido de Toronto acerca de propostas para reconstruir o bairro. O processo de planejamento começou com uma reunião com a comunidade, na prefeitura da cidade, em novembro de 2017, onde os residentes discutiam suas ideias e preocupações sobre o projeto.

Os moradores expressaram uma preocupação com a possibilidade de o bairro de Quayside se tornar um “novo Vale do Silício”, com problemas como a gentrificação, alta nos preços dos imóveis e desigualdade de renda.

Fonte: https://adamydesenvolvimentoimobiliario.wordpress.com

Por Daniela Simões

Espaço voltado para pets se torna diferencial de construtoras.

 

Em 2017, segmento movimentou cerca de R$ 25 bilhões. Crescimento dos números faz com que o mercado imobiliário se adequem a essa mudança comportamental

 
 
Áreas de lazer destinadas aos pets já são um importante diferencial na escolha de um imóvel (Foto: Divulgação)

Áreas de lazer destinadas aos pets já são um importante diferencial na escolha de um imóvel (Foto: Divulgação)

Os pets têm conquistado cada vez mais o mundo dos negócios, com as elevadas cifras investidas pelos humanos no bem-estar dos pets. Só em 2017, o segmento movimentou cerca de R$ 25 bilhões, conforme o Instituto Pet Brasil. Os números apontam um crescimento de 7% em relação ao ano anterior. Internacionalmente, o Brasil se encontra em terceiro lugar em faturamento nesse setor, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e Reino Unido.

Dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam para uma população de mais de 132 milhões de pets em todo o país. É a quarta maior população de animais de estimação em todo o mundo. Em Goiânia, de acordo com Centro de Zoonoses, a estimativa é que o número de cães e gatos na capital seja de 270 mil. Dados do IBGE confirmam essa paixão dos goianos pelos pets, afinal existem animais de estimação em 52,1% dos domicílios do Estado, ou seja, mais da metade das residências goianas.

O constante crescimento dos números de pets e sua inclusão como membro das famílias já fazem com que os espaços urbanos e o mercado imobiliário se adequem a essa mudança comportamental. Aliás, áreas de lazer destinadas aos pets já são um importante diferencial na escolha de um imóvel.  De acordo com Adriano Carrijo, diretor da Partini Negócios Imobiliários, responsável pela gestão comercial e de marketing do Horizonte Flamboyant,  as pessoas têm de fato reconhecido os animais de estimação como verdadeiros entes familiares, tendo o mesmo tipo de cuidado e atenção, por isso exigem soluções e opção de lazer e conforto também para eles. “A oferta de um espaço que proporcione bem-estar aos pets é, muitas vezes, decisiva no momento da compra de um imóvel”, afirma.

Lívia Rodrigues é uma dessas pessoas que estão dentro do perfil de consumidor que priorizam o bem-estar dos pets (Foto: Divulgação)

Lívia Rodrigues é uma dessas pessoas que estão dentro do perfil de consumidor que priorizam o bem-estar dos pets (Foto: Divulgação)

A dentista Lívia Grazielle Rodrigues, 32 anos, é uma dessas pessoas que estão dentro do perfil de consumidor citado por Adriano Carrijo. Ela leva diariamente Jolie – sua shih tzu de 3 anos – para passear no Parque Flamboyant. Segundo ela, esses momentos são muito importantes para a saúde e bem-estar desse seu ente querido. “No meu prédio não tem espaço para que ela possa brincar, por isso venho com ela duas vezes por dia para o parque”, destaca.

Lívia enfatiza ainda que procura horários mais seguros para passear com seu animal de estimação, por medo de roubo. “Não dá para deixá-la presa no apartamento, mas é preciso ter cuidado, pois estão roubando e sequestrando cachorros com muita frequência. Morro de medo”, afirma a dentista ao acrescentar que não sai sozinha com ela. “Sempre busco ir com alguém, porque além do perigo de ter a Jolie roubada tem os riscos dos locais em que a gente passeia com os cachorros não estarem preparados e oferecerem riscos à saúde do animal, por isso procuro levar alguém para me ajudar a cuidar”, justifica.

Nova prioridade

Adriano Carrijo destaca ainda que, as famílias hoje em dia já não abrem mão do bem-estar do seu animal de estimação e, por isso, a busca por espaços que propiciem a eles saúde, diversão e entretenimento têm sido uma das prioridades. “Quem tem um filho quer um local onde a criança tenha segurança e diversão. O mesmo ocorre com quem tem um pet, que não quer ver seu animal ser maltratado no condomínio”, explica.

Em Goiânia, diversos são os empreendimentos com um espaço para animais de estimação previsto em seus projetos, novo nicho de mercado adaptado a essa nova realidade social onde os animais de estimação tem um peso e uma importância substancial dentro das famílias.

De acordo com o Gerente Comercial da Consciente Construtora e Incorporadora, Rafael Rabelo, os chamados pet places já agregam mais valorização aos imóveis. “Hoje em dia é um item tão valorizado quanto os espaços infantis na área de lazer”, frisa.

Fonte: http://www.ohoje.com.br