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Condomínio de luxo no interior do Brasil terá praia com ondas artificiais

Uma praia no interior de São Paulo, a quilômetros de distância do litoral? É isto o que a Fazenda da Grama, condomínio de alto padrão em Itupeva, a 70 km de São Paulo capital via Rodovia dos Bandeirantes, vai oferecer aos seus moradores com seu projeto Praia da Grama, que pretende recriar no campo o ambiente e a atmosfera do litoral.

Pensado para uso exclusivo dos moradores do condomínio de alto padrão, que terá um total de 467 lotes, o projeto será implantado em uma área de 91 mil m² e contará com tudo o que uma praia pode oferecer. Isso inclui faixa de areia de 500 metros de extensão, vegetação nativa da mata atlântica e ‘mar’ com ondas – geradas por meio do sistema de geração de ondas da espanhola Wave Garden. Com capacidade para produzir cerca de mil ondas por hora, ele produz ondas de 0,5 metros a 2 metros de altura.

“Vamos trazer vegetação de grande porte, pedras, areia, tudo natural e integrado com a arquitetura do local”, diz em nota, Benedito Abbud, que assina o paisagismo do projeto.

Térreas e abertas, as edificações foram planejadas para emoldurar a faixa de areia e são todas voltadas para o ‘mar’. Elas irão abrigar as áreas comuns do empreendimento, como por exemplos: restaurantes, academia com piscina coberta, spa, bar, salão para eventos, quadras de beach-tênis e beach-vôlei, agora com projeto assinado por Gui Mattos.

A praia artificial integra as fases 3 e 4 do projeto de expansão do condomínio Fazenda da Grama, com lotes à venda ao preço médio de R$ 2,2 milhões. A previsão é a de que a praia com ondas artificiais seja concluída até outubro de 2020.

Surfistas como Gabriel Medina e Filipe Toledo já tiveram a oportunidade de surfar no protótipo na sede da empresa de engenharia responsável pela tecnologia no norte da Espanha. Com um sistema chamado “The Cove”, a piscina tem 500 m de extensão e consegue impulsionar ondas a cada 8 segundos, com um tamanho que varia de 0,5 metros  a 2 metros de altura. Veja abaixo:

Fonte: https://engenhariae.com.br

Empreendimento imobiliário: Tipo de plantas que devem se destacar em 2019

Atualmente, as unidades de 2 quartos estão sendo projetadas, em média, com 45m2 a 70m2 de área construída – Créditos: Shutterstock


Consultor imobiliário prevê aumento nas vendas de plantas menores este ano

Que o mercado imobiliário vem se transformando ano a ano é fato. Algumas mudanças podem ser circunstanciais, como o atual crescimento da procura pela locação e reflexo do momento econômico do país. O aumento dos lançamentos de imóveis das construtoras, com formas de pagamento cada vez mais facilitadas, também contribui para o reaquecimento da compra.

De acordo com Deco Lima, que é consultor em investimentos e estratégias do mercado imobiliário de alto padrão, em parceria com a Cyrela, o público cada vez maior do mercado imobiliário é o de jovens (solteiros ou casados) que procuram por seu primeiro apartamento. “Em geral, esse tipo de cliente valoriza bastante a localização do imóvel, sempre procurando por regiões centrais ou de alta concentração de opções de entretenimento e de transporte público”, explica. Esse cliente, normalmente, procura por apartamentos de um ou dois dormitórios ou studios (flats). E por mais que a preferência, nesse caso, tenda a ser pelo aluguel, ainda existe público disposto a um financiamento para adquirir o imóvel próprio. “O grande número de investidores a procura desses imóveis menores também tem aumentado, aproveitando a oportunidade do crescimento tão esperado do mercado imobiliário”, destaca Lima.

Tipologias das unidades dos empreendimentos imobiliários

Atualmente, as unidades de dois quartos estão sendo projetadas, em média, com 45 m² a 70 m² de área construída. Já os apartamentos de três quartos tendem a ter de 70 m² a 150 m². O especialista em estratégias no mercado imobiliário destaca que causas desse encolhimento são diversas: “Nos centros urbanos há cada vez menos espaço, fazendo com que os prédios sejam menores. Além disso, as construtoras buscam maximizar seus lucros, construindo mais unidades por empreendimento”, explica Lima. “Outras mudanças, no entanto, parecem ser tendências estabelecidas e que, portanto, devem se tornar regra.

Aí entra, por exemplo, a desvalorização de imóveis em grandes condomínios, com áreas de lazer compartilhadas por muitos moradores”, destaca.

E entram novos tipos de empreendimentos com projetos de unidades menores em regiões centrais ou com fácil acesso, como o caso dos novos modelos de empreendimentos modernos como os cohousing que são comunidades intencionais de casas particulares dispostas em torno do espaço compartilhado e os colivings são casas compartilhadas com a maioria dos espaços de convivência comum, alguns com opções de lazer e trabalho (coworkings) dentro do próprio espaço, o que torna esses novos modelos cada vez mais atrativos para jovens que já estão estabelecidos profissionalmente e desejam sair da casa dos pais, porém, ainda não querem financiar um imóvel próprio.

De acordo com o consultor da Cyrela, o mercado imobiliário ficou em baixa em média por dois anos. Esse é o fator das construtoras com pouco estoque devido a pouca quantidade de lançamentos. “Já estamos sentindo no mercado esse aumento e confiança do público e de investidores e a expectativa é muito boa”. Além disso, ele também prevê que o setor imobiliário tenha estabilidade a partir do ano de 2020, mas este ano também deverá ser bastante promissor para venda de imóveis.

Fonte: www.mapadaobra.com.br

Os 6 desafios do Parque Minhocão


Gestão municipal, que pretende dar nova destinação ao Elevado Presidente João Goulart, abriu consulta pública sobre projeto. A pedido do ‘Estado’, especialistas e moradores listaram o que fazer

Depois de quase 40 anos discutindo o que fazer com o Elevado Presidente João Goulart, o Minhocão – via que liga as zonas leste e oeste de São Paulo e é acusada de ter degradado o centro da cidade -, a Prefeitura anunciou que ele será fechado e dará lugar a um parque linear. Nesta semana, uma consulta pública foi aberta pela gestão Bruno Covas (PSDB) para receber sugestões sobre como fazer isso – mesmo que ao menos para parte dos paulistanos a solução ideal seja colocar a estrutura toda abaixo.

O projeto definitivo, que ainda não começou a ser desenhado, deverá obedecer ao que for decidido nesta consulta, que receberá sugestões durante um mês. As obras devem começar em novembro. A proposta é fazer o parque em um trecho do elevado, da Praça Roosevelt ao Largo do Arouche. Os carros andariam por baixo do Elevado só na Rua Amaral Gurgel. Na São João, voltariam ao elevado – ao menos nessa primeira etapa.

O Estado procurou arquitetos, urbanistas, engenheiros de trânsito e moradores desse trecho da cidade para saber o que a proposta de agora precisa ter para dar certo. Foram ouvidos os doutores em Arquitetura e Urbanismo Valter Caldana, professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, e Maria de Assunção Ribeiro Franco, professora da Universidade de São Paulo (USP); a socióloga Mônica de Carvalho, pesquisadora do núcleo paulista do Observatório das Metrópoles, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e também professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP); e o também o doutor em Engenheira de Transportes Claudio Barbieri da Cunha, professor do Departamento de Engenharia de Transportes da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP). A reportagem também conversou com o responsável pelo projeto, o secretário de Licenciamento e Urbanismo, Fernando Chucre.

Das conversas, saíram os seis pontos em que Covas e sua equipe não podem errar. Valtar Caldana diz que o projeto deve começar “pelo chão”, lembrando que a área degradada é a parte de baixo do elevado e deve ter atenção especial. Mas o “chão” também é citado figurativamente por ele, por Maria Assunção e também por Mônica de Carvalho sobre o ponto de onde devem partir as discussões: de baixo para cima, ou seja, da população para o poder público.

E “população”, nesta história, não se resume a quem mora ali – é também quem trabalha na área, quem só usa a via como rota para cruzar a cidade, ativistas defensores do parque, cidadãos contrários a ele, o mercado imobiliário e representantes da população de rua instalada ali. “Tem de ser feito o que a população decidir”, diz Maria Assunção. O trânsito é a parte que mais assusta. Claudio Barbieri diz que não há solução fácil e chega até a questionar se a construção de faixas de circulação adicionais, onde hoje ficam os canteiros centrais das vias abaixo do Elevado, seria alguma solução – para depois descartar a ideia.

1. As ruas abaixo do Elevado

Além de pensar em um parque interessante para a parte de cima do Elevado, o projeto urbanístico tem de pensar no chão – o ponto onde está a Rua Amaral Gurgel e a Avenida São João. Recuperar a região significa achar formas de requalificar essas ruas, que foram as mais degradadas. “Tem de ser um local agradável, ponto turístico”, diz a urbanista Maria Assunção, da USP. O cruzamento das Ruas Amaral Gurgel e General Jardim, sexto mais perigoso para pedestres, terá de ser mais seguro.

2. Arredores do parque

“Ao reorganizar o chão é preciso ir para além das avenidas. Precisa (reorganizar) uma área maior, de 300 ou 400 metros no entorno, para que o tecido urbano se recomponha”, diz Valter Caldana, do Mackenzie. Ou seja, calçadas e vias do entorno do parque também precisam ser revitalizadas para que a “cicatriz”, como os urbanistas chamam o Elevado, se feche definitivamente.

3. Atividades

A sustentabilidade de uma empreitada como essa depende de como a população usará o parque. Assim, os especialistas são unânimes em dizer que novas atividades econômicas devem surgir ali e a Prefeitura tem de incentivar a migração de empresas e órgãos públicos para a área. “Todo o investimento de recurso público cria riqueza. A Prefeitura tem de ter meios de absorvê-la”, diz Mônica de Carvalho, que pede que a população residente – dos moradores de aluguel à população de rua – tenha a permanência na região respeitada.

4. Trânsito

No melhor dos cenários, a Rua Amaral Gurgel ficará 25% mais lenta do que é hoje. A própria Prefeitura sugere que os semáforos de uma área que vai até as Avenidas Brasil e Paulista precisarão ser sincronizados para mitigar os efeitos do fechamento do Elevado. A ligação da estrutura com a Rua da Consolação deverá ser fechada.

5. Terminal de ônibus

O Terminal Amaral Gurgel, que fica sob o Elevado, terá de sair. O professor Caldana diz que os terminais transformaram o centro “em um lugar de trocar de ônibus”, o que o desqualifica. “Isso é tão óbvio que eu até tenho dificuldade de explicar”, brinca o secretário Fernando Chucre. O terminal deverá dar espaço para outros usos – parte do terreno já tem destinação prevista para habitações populares.

6. O parque

Quem mora na região tem pavor de pensar no parque como mais um ponto de acúmulo de entulho e assaltos. “Tem de ser um parque que agrade a todos”, diz Maria Assunção. O valor previsto para as obras, R$ 36 milhões, só inclui o parque, e não as demais ações de requalificação.

Fonte: www.terra.com.br

Por: Bruno Ribeiro

Preços dos imóveis têm alta de 0,28% em abril

O preço nominal médio dos imóveis residenciais subiu 0,28% em abril. Na somados últimos 12 meses, a alta atingiu 1,09%. O avanço, no entanto, segue abaixo dos índices de inflação no mesmo período.

Os dados foram divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). A pesquisa mostrou que em abril todas as dez capitais pesquisadas tiveram alta nos preços médios: Curitiba (0,43%), Belo Horizonte (0,42%), São Paulo (0,39%), Brasília (0,38%), Fortaleza (0,35%), Porto Alegre (0,24%), Salvador (0,17%), Goiânia (0,13%), Rio de Janeiro (0,09%) e Recife (0,02%).

Em nota, a Abecip ressalta que a alta menor que a inflação caracteriza a dinâmica de um mercado em recuperação muito lenta. Para a associação, a recente piora das expectativas em relação ao crescimento da economia até o final do ano não permite vislumbrar alta significativa do ritmo de retomada dos preços dos imóveis.

Minha Casa está mantido

Responsável por cerca de 70% das vendas de imóveis residenciais no País, o programa habitacional Minha Casa Minha Vida passa por um momento de reformulação. Com medo das mudanças, parte dos construtores têm se mostrado preocupado sobre como se dariam tais alterações.

Em função desse clima, na última semana, o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, afirmou que não há chance do MCMV ser interrompido. Ele defendeu melhorias operacionais no programa, mas não sem ouvir as construtoras.

“Nada será feito no Minha Casa Minha Vida sem que vocês sejam ouvidos”, diz.

Segundo Guimarães, é preciso “entender melhor” os problemas do MCMV. Ainda assim, o executivo citou o alto número de imóveis devolvidos como um problema e disse que “a questão toda é como dar o subsídio e como se precifica isso”, finalizou.

Fonte: www.dci.com.br

Por : Paula Cristina e Agências • SÃO PAULO

O segredo das casas com ambientes integrados

Ambientes compartilhados: aproveitando o espaço e melhorando o convívio

Ambientes compartilhados: aproveitando o espaço e melhorando o convívio 
(Viva Decora/Divulgação)


Veja como vários membros de uma família podem permanecer mais unidos, compartilhando ambientes e vivendo em uma casa de espaços integrados

O conceito de morar está diferente na contemporaneidade. As pessoas têm desejado ambientes mais abertos e integrados. Elas querem poder passar mais tempo juntas e, sendo assim, não se importam em dividir os espaços em que habitam ao mesmo tempo em que desempenham diferentes tarefas em suas casas.

Então, a arquitetura e o design de interiores tiveram que se adaptar, criando áreas decoradas que pudessem ser compartilhadas por todos.


Ambientes compartilhados. Projeto: K Arquitetura e Juliana Matalon 
(Viva Decora/Divulgação)

Mudanças no layout das moradias

Há pouco tempo, os ambientes dos imóveis tinham limites de área restritos. Quatro paredes fechavam o seu perímetro. Sala era sala, cozinha era cozinha, e assim por diante.  Por um lado, isso apresentava certas vantagens, como maior privacidade. Contudo, também deixava as pessoas mais isoladas. Ao desempenhar diferentes tarefas, elas precisavam se manter separadas, promovendo a desunião.

Imóveis antigos, com a planta baixa ainda original, tendem a parecer pequenos, sufocantes, escuros. Agora, numa reforma, pode-se tentar integrar sala com cozinha, sala com varanda etc. Claro que essa possibilidade vai depender do sistema estrutural no qual a edificação foi construída. Assim, casa ou apartamento tem seus espaços ampliados, o ar circula com mais facilidade e a luz chega a pontos mais distantes.

Ambientes compartilhados. Projeto Zark Studio Lab - Serviços Ltd Zark e Juliana Matalon

Ambientes compartilhados. Projeto Zark Studio Lab – Serviços Ltd Zark e Juliana Matalon (Viva Decora/Divulgação)

Então, vale a pena investir em uma mudança radical na arquitetura das residências. Mas o que isso tudo teria a ver com o estilo de vida das pessoas na contemporaneidade? Compartilhar ambientes é um desafio para o convívio. Mas isso permite que elas passem mais tempo juntas, dividindo momentos felizes. Um ser social é capaz de enfrentar melhor os percalços do dia-a-dia.

Ambientes compartilhados. Projeto: Sesso & Dalanezi Arquitetura+Design

Ambientes compartilhados. Projeto: Sesso & Dalanezi Arquitetura+Design 
(Viva Decora/Divulgação)

Pessoas compartilhando ambientes

Como é possível que todas as pessoas de uma mesma família – com diferentes idades, gostos e necessidades – possam compartilhar os ambientes? Obviamente elas não precisam fazer isso ao mesmo tempo. Contudo, em um imóvel que apresente uma planta com setores integrados, pode não se ter escolha. Então é melhor que o espaço, como um todo, seja preparado para tal convívio. A coisa mais importante, nesse caso, é que as áreas da casa sejam devidamente planejadas.

Elas devem poder oferecer tudo o que for preciso para que cada membro do grupo possa desempenhar as tarefas que quiser no ambiente, mas sem infringir os limites do outro. E esse limite não será mais físico, como foi no passado, mas virtual. Esse é o verdadeiro desafio.

Ambientes decorados. Projeto: Casa Aberta

Ambientes decorados. Projeto: Casa Aberta (Viva Decora/Divulgação)

Integrando ambientes pela arquitetura

Ao desenhar um imóvel do zero, é mais fácil para o arquiteto de edificações ou engenheiro civil prever, em planta baixa, ambientes integrados. O problema é quando ele já está construído. Daí a integração pode ser mais difícil, pois, para isso, seria necessária a retirada de paredes – algo que nem sempre é viável, necessitando de análise prévia de um especialista estrutural.

Ambientes compartilhados. Projeto: Go Up Arquitetura

Ambientes compartilhados. Projeto: Go Up Arquitetura 
(Viva Decora/Divulgação)

Agora, depois de uma verificação rigorosa, se for constatado que podem ser feitas tais interações espaciais, tudo fica mais fácil. As medidas seguintes terão a ver com os acabamentos. Para integrar melhor os ambientes e fazê-los parecer mais amplos, uma boa ideia é aplicar os mesmos revestimentos de piso e parede no maior número de superfícies possível da casa.

Ambiente compartilhado. Projeto: Marcia Acaro

Ambiente compartilhado. Projeto: Marcia Acaro 
(Viva Decora/Divulgação)

É, portanto, possível fazer com que um imóvel residencial pareça um “grande salão aberto”, repleto de “pequenas ilhas de uso” – estar, jantar, higiene etc. Eventualmente, pode ser necessário recriar os limites perdidos, para garantir privacidade – principalmente ao receber visitantes não tão íntimos aos moradores. Nesse caso, pode-se recorrer a cortinas, vasos de plantas, moldes vazados, grades, portas de correr e panos de vidro.

Ambiente decorados. Projeto: Sandoval Ferreira Neto

Ambientes decorados. Projeto: Sandoval Ferreira Neto 
Ambientes decorados. Projeto: Juliana Matalon

Ambientes decorados. Projeto: Juliana Matalon 
(Viva Decora/Divulgação)

Pensando a decoração de ambientes compartilhados

O objetivo do designer deve ser o de não poluir o visual da casa, mostrando que todos os cantos pertencem a um conjunto maior e que esse será totalmente compartilhado.

Como cada cliente tem uma personalidade distinta, será difícil agradar a todos. Pode-se optar, então, por uma decoração de interiores mais neutra – o que não quer dizer que não possa ter um item ou outro mais expressivo ou colorido na proposta.

Ambientes decorados. Projeto: K Arquitetura

Ambientes decorados. Projeto: K Arquitetura 
(Viva Decora/Divulgação)

Em um imóvel de ambientes integrados, é melhor que todos os setores apresentem o mesmo estilo, sigam uma mesma linguagem visual. Porém, é possível que algum canto se destaque.

É importante que cada membro da família tenha seus próprios espaços personalizados – cama, bancada de estudos, penteadeira, estante de livros e mais. Mas, mesmo estes espaços precisam estar em harmonia com o resto da decoração.

Ambientes decorados. Projeto: Bender Arquitetura

Ambientes decorados. Projeto: Bender Arquitetura 
(Viva Decora/Divulgação)

As pessoas podem ler, escrever, assistir à televisão, cozinhar e conversar em uma mesma área de sala e cozinha integradas. Mas isso só se certos limites forem respeitados. O espaço de cada um pode ser demarcado, o que pode ser feito com panos de diferentes cores nas paredes e também pontos de luz e zonas de tapetes. Em sua casa, faça testes até descobrir o esquema que melhor funciona para você e sua família.

Fonte: exame.abril.com.br

Por Viva Decora

Hipoteca reversa deve movimentar mercado imobiliário com até R$ 3,5 bilhões


Segundo governo, modelo de crédito terá público-alvo potencial de 5,7 milhões de idosos


Governo estuda criar a hipoteca reversa, em que o proprietário não precisa deixar de viver no imóvel Foto: Márcio Alves / Agência O Globo

A chamada hipoteca reversa , modelo de crédito em elaboração pelo governo, deve movimentar um mercado de R$ 1,5 bilhão a R$ 3,5 bilhões no país, segundo estimativa divulgada nesta quinta-feira pelo Ministério da Economia. O sistema faz parte do conjunto de medidas elaboradas pela Secretaria de Política Econômica (SPE) para reativar a economia .

O mecanismo vai permitir que proprietários recebam dos bancospagamentos mensais , dando a residência como garantia. Depois da morte do tomador do crédito, a instituição financeira passa a ser a dona do imóvel . A medida foi antecipada pelo GLOBO em abril.

Na Espanha, este tipo de contrato habitacional, que antes era usado em sua maioria pela classe média baixa, já começa a ser adotado por idosos ricos, que fazem a hipoteca reversa de suas mansões .

De acordo com a secretaria, o contrato da hipoteca reversa pode ser encerrado em três situações: com a morte do dono do imóvel, caso o tomador do empréstimo deseje se mudar e pagar a dívida com o banco ou em qualquer momento em que a pessoa queira encerrar o contrato, também pagando a dívida.

“Muitas pessoas, durante a vida, conquistam uma boa residência, mas têm problemas de rendimento na terceira idade. Essa nova iniciativa assegura usufruir financeiramente de um patrimônio que geralmente não dá essa possibilidade”, analisa Felipe Garcia, assessor especial da SPE, em comunicado. “A grande vantagem é que a pessoa tomará o empréstimo, continuará morando em sua residência enquanto viver ou desejar, e ficará desobrigada do pagamento do principal e de juros durante a vigência do contrato. Ou seja, não comprometerá sua renda ou eventuais benefícios de aposentadoria, como ocorre nas modalidades tradicionais de empréstimo”, observou.

A SPE informou que está ainda desenhando o marco regulatório da hipoteca reversa. A ideia é que os bancos fiquem livres para definir a idade do público-alvo. Nos EUA, esse mecanismo é voltado para idosos a partir de 62 anos. A expectativa do governo é que, com o envelhecimento da população, esse tipo de produto seja mais adotado por idosos sem herdeiros.

Fonte: oglobo.globo.com

por Marcello Corrêa

Conheça 10 fatores que valorizam o imóvel

Investir em um imóvel é uma das opções mais seguras que existe no Brasil. Não só porque eles resistem a desvalorização nos altos e baixos do mercado financeiro, como são valorizados ao longo do tempo. Porém, para que o investimento tenha válido mais a pena e que o imóvel tenha sua valorização, é preciso levar em conta diversos aspectos.

Pensando nisso e na volta do crescimento do mercado imobiliário, o Jornal SP Norte separou algumas dicas para ajudar no melhor investimento:

Localização – A maioria dos especialistas do mercado imobiliário determinam que a localização é o fator fundamental na precificação de uma propriedade.

Bairro – Para ajudar nesta analise, é preciso verificar o que o bairro oferece de melhor. Serviços como escolas, universidades, estabelecimentos 24 horas e centros comerciais bem próximos também são fundamentais.

Vizinhança – É importante saber o perfil da vizinhança, sua faixa etária e seus costume. Claro que não se resume a apenas nisso. Avaliando os imóveis da vizinha você pode ter uma base sobre como foram construídos, se tem boa qualidade, como ocorre em grandes empreendimentos residenciais e condomínios.

Móveis planejados – Caso o investimento já esteja construído e que seja destinado à locação é preferível que ele já venha mobiliado. A facilidade de um imóvel com armários e móveis embutidos facilita na hora da locação, se tornando um diferencial e resultando numa valorização do imóvel.

Imóvel na planta – A possibilidade de alteração do projeto original pode levar a valorização do imóvel, especialmente se tratando de venda.

Documentação – Algo que deveria ser obrigatório, mas muitos vendedores acabam deixando de lado. A documentação regularizada, tanto ajuda na vida pessoal do investidor, como na valorização do imóvel.

Segurança – Algo cada vez mais desejado para quem vive nas grandes metrópoles. Antes de investir esteja atento com a região para escolher um local seguro.

Acessibilidade – Se locomover pela cidade tem sido um desafio cada vez maior para quem vive nas metrópoles. Planejar a compra de um imóvel que tenha fácil acesso ao transporte público e as principais vias da cidade é determinante na valorização.

Vista – Cada vez mais as pessoas buscam o bem estar. A vista e a iluminação natural que entra nos cômodos é um fator que de ser levado em consideração. Um apartamento com as janelas voltadas ao prédio vizinho, por exemplo, onde a luz natural é bloqueada, não será bem visto.

Tecnologia – Imóveis com boa inserção de itens tecnológicos também são, obviamente, mais valorizados nos dias de hoje. Um portão eletrônico na garagem e na portaria, por exemplo, são itens que facilitam a vida de qualquer pessoa no dia a dia.

Fonte: www.jornalspnorte.com.br

Taxa de vacância nos escritórios de alto padrão cai em SP


Foto: Divulgação

A taxa de vacância nos escritórios paulistanos de alto padrão segue a tendência de queda em relação aos últimos trimestres e atinge o índice de 18%, dado alcançado somente em 2013. É o menor resultado nos últimos cinco anos. Os dados, medidos trimestralmente pela Colliers International Brasil, revelam que as taxas mais baixas estão no Itaim Bibi e JK (ambos com 2%), Vila Olímpia (7%) e Barra Funda (9%). Já os maiores índices são encontrados em Santo Amaro (50%), Chácara Sto. Antônio (46%) e Marginal Pinheiros (29%). “Nossa previsão de redução na taxa de vacância tem se concretizado trimestre a trimestre e deve continuar assim nos próximos meses. Temos poucos empreendimentos corporativos a serem entregues nos próximos anos e isso abrirá uma janela para que os preços voltem a crescer”, acrescenta Ricardo Betancourt, presidente da Colliers Brasil.

A região da Faria Lima, na capital, foi a que apresentou a maior quantidade de m² locados no mercado imobiliário de escritórios de alto padrão no primeiro trimestre de 2019. Os dados revelam que a absorção bruta da região foi de 23 mil m² entre os meses de janeiro, fevereiro e março. A Faria Lima foi responsável por 40% de todas locações do primeiro trimestre, sendo que o saldo total nos escritórios paulistanos de alto padrão foi de 57 mil m².

Em relação à absorção líquida – saldo da diferença entre áreas locadas e áreas devolvidas, a região da Faria Lima também lidera as estatísticas. O saldo foi de 18 mil m² na região, seguido pela Chucri Zaidan com 8 mil m² e pela Barra Funda que apresentou 7 mil m² de absorção líquida neste primeiro trimestre de 2019.

O preço médio manteve-se estável fechando em R$ 84 m²/mês no primeiro trimestre de 2019. As regiões do Itaim Bibi (R$ 147 m²/mês), Faria Lima (R$ 143 m²/mês), JK (R$ 125m²/mês) e Paulista (R$ 107 m²/mês) detêm os valores mais altos da cidade, enquanto os preços mais acessíveis estão na Marginal Pinheiros (R$ 51 m²/mês), Santo Amaro (R$ 53 m²/mês) e na Chácara Santo Antônio (R$ 66 m²/mês).

Inventário.

O atual inventário do mercado imobiliário de escritórios de alto padrão em São Paulo é de 2.971 mil m². O setor financeiro é responsável por mais de 40% do inventário locado em São Paulo. A pesquisa realizada pela Colliers abrange as regiões Barra Funda, Berrini, Chácara Santo Antônio, Chucri Zaidan, Faria Lima, Itaim Bibi, Juscelino Kubitschek, Marginal Pinheiros, Paulista, Pinheiros, Santo Amaro e Vila Olímpia.

Classe B.

Nos imóveis de classe B da cidade de São Paulo, a taxa de vacância segue estável em relação ao trimestre anterior. O índice continua em 20% na medição dos meses de janeiro, fevereiro e março. Já a absorção bruta no primeiro trimestre foi de 49 mil m². Em relação aos preços médios pedidos de locação, o valor fechou o período em R$ 72 m²/mês, praticamente estável em relação ao último trimestre de 2018, quando o preço registrado foi R$ 71 m²/mês.

(Redação – Investimentos e Notícias)


Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br

5 vantagens em investir no aquecedor solar para sua casa

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O uso do aquecimento solar da água utilizada em residências, seja para o banho, seja para outros fins, é uma medida que impacta em diversos benefícios. Da economia ao conforto, confira 5 vantagens em instalar o aquecedor solar na sua residência na cidade, no campo ou na praia!

1) Economia

A economia financeira resultando do uso do aquecedor solar é imbatível. Apesar da necessidade de um investimento inicial maior do que nos sistemas elétricos ou gás – gasto este que se paga em no máximo cinco anos de uso do sistema – o aquecimento solar é eficaz tanto para volumes pequenos quanto grandes de água. A vida útil média de um sistema de aquecimento solar de água é de 25 anos, podendo ultrapassar esse período dependendo dos cuidados dispensados.

2) Manutenção

A manutenção no equipamento deve ser feita constantemente, mas é muito prática, barata e simples. A limpeza dos vidros presentes nos coletores solares é basicamente o que precisa ser feito, otimizando a captação da energia solar e mantendo o potencial do sistema.

3) Valorização

Cada vez mais as pessoas estão buscando soluções sustentáveis em novos imóveis, seja para locação ou compra. Portanto, instalar um sistema de aquecimento solar em sua residência torna-se um grande diferencial para o imóvel no mercado imobiliário, determinando os valores a serem pagos para aluguel ou em uma negociação de compra e venda.

4) Meio ambiente

Enquanto a construção e o funcionamento de usinas termelétricas e hidrelétricas trazem impactos ao meio ambiente – como o desmatamento, a energia solar é um recurso totalmente limpo, abundante e gratuito. O sistema utilizado para captá-la também respeita o meio ambiente, trazendo conforto aliado à sustentabilidade.

5) Conforto

Falando em conforto, não resta dúvidas de que essa é uma das maiores vantagens do uso da energia solar. A água aquecida fica armazenada em um boiler térmico que mantém a temperatura da água constante, ou seja, nada de esperar o chuveiro esquentar ou se preocupar em gastar muita energia com banhos mais quentes e relaxantes.

Fonte: http://jornaldiadia.com.br

PorRay Santos

Aline Matos
(Assessora de Imprensa;) 

(11) 3060-5890

www.ablab.com.br

Como mensurar a produtividade no canteiro de obras


A entrega de projetos de qualidade acaba esbarrando no desafio da produtividade

Para aumentar a produtividade é preciso ter capacitação e mão de obra qualificada
Créditos: Shutterstock

Após a crise que afetou a construção civil em 2014, uma das maiores preocupações do setor atualmente é conseguir gerar novos empregos. Segundo Haruo Ishikawa, vice-presidente de Relações Capital Trabalho Responsabilidade Social do SindusCon-SP – baseado em dados divulgados pelo IBGE – em 2014 eram 3.640.000 trabalhadores com carteira assinada e hoje, quase cinco anos depois, esse número baixou para 2.350.000: “perdemos muita mão de obra nesse período; e como o setor da construção civil é o que mais movimenta a economia do País, então é preciso que se olhe com bons olhos para o setor para que a gente consiga voltar a crescer e se desenvolver”, destaca. Logo, o profissional que atua na obra acaba tendo como desafio entregar projetos de qualidade e com menos tempo, mas acaba esbarrando no desafio da produtividade. Para isso, a questão do planejamento do canteiro de obras, produtividade e novas tecnologias precisa estar completamente integrada, além dos processos organizados de maneira estruturada a fim de promover os avanços necessários para o setor.

Para Ishikawa, em todas as áreas que estão ligadas a atividades mais operacionais da construção civil é preciso estar qualificado para atender às demandas de um mercado cada vez mais competitivo. Na parte operacional do canteiro de obras, por exemplo, é importante que o profissional da construção civil esteja bem qualificado para atender às expectativas do empregador. Como toda a cadeia da construção civil está em amplo desenvolvimento, principalmente da parte tecnológica, o profissional da área também precisa se antecipar para poder se adaptar a essas novas tendências; e para aumentar a produtividade é preciso ter capacitação e qualificação da mão de obra, então é preciso estar ligado às novas tendências do mercado. “Em projetos MCMV, por exemplo, não contratamos carpinteiros e pedreiros e, sim, montadores de fôrma; então são novas atividades que vão surgindo no mercado, além de atividades ligadas a novas tecnologias”, destaca. “Existem cursos muito bons no Senai-SP”, ressalta Ishikawa. “Então, é muito importante que o profissional faça cursos de qualificação em vários setores”, orienta.

O drama da reforma da previdência

O Brasil está muito ligado à questão da reforma previdenciária e o andamento do setor está dependendo da aprovação e da retomada da confiançapor parte dos investidores, fazendo com que a expectativa melhore bastante. “Por enquanto, tudo está meio morto no setor da construção civil”, ressalta o vice-presidente do SindusCon-SP. Ele ressalta, ainda, que no momento estão sob uma tendência de tentar desenvolver o setor da construção civil, pois em 2018 a expectativa era melhor, mas não foi muito bem. Para 2019, no entanto, é positiva, mas há a precaução em aguardar um posicionamento no governo devido a questão da reforma previdenciária. Para o responsável pelo departamento de responsabilidade social do Sinduscon-SP, como o setor da construção civil depende muito da confiança e dos investimentos, então, se não há a questão da credibilidade o mercado não cresce.

Fonte: www.mapadaobra.com.br