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4 Dicas para aumentar a produtividade no trabalho

4 dicas para aumentar a produtividade no trabalho
O uso da tecnologia auxilia na melhora de produtividade no canteiro de obras Créditos: Shutterstock
 
Aumentar a produtividade no trabalho, principalmente, no canteiro de obras, sempre foi um desafio da construção civil brasileira.

 

Esse desafio se tornou mais evidente nos anos em que o mercado estava aquecido, mas agora, com a retomada do crescimento, para que ele seja sustentável, é preciso garantir que as equipes de obra sejam mais produtivas.  Em uma entrevista recente dada ao Mapa da Obra, Ana Maria Castelo, coordenadora de projetos da construção do Instituto Brasileiro de Economia (FGV IBRE), alertou que para correr atrás do gap de produtividade, o setor deve apostar em soluções inovadoras, sejam elas voltadas para materiais ou para os processos produtivos, como gestão de equipes.

Confira quatro dicas de simples implementação que vão te auxiliar na melhora da produtividade do trabalho:

Industrialização no canteiro de obras com o uso de pré-fabricados

Caso você ainda não utilize elementos construtivos pré-fabricados nas suas obras, é hora de começar a considerar essa opção. Como eles são fabricados de maneira industrializada, já chegam prontos para a instalação.

Além de proporcionar maior agilidade na obra, eles dispensam muito espaço no canteiro, geram menos resíduos que os elementos moldados in loco e precisam de menos mão-de-obra. O resultado é mais sustentável, limpo e ágil.

Utilização de sistemas de gerenciamento on-line

A utilização de softwares para gerenciamento de obras on-line se tornou uma necessidade no setor. Esses aplicativos permitem que todos os funcionários que possuem acesso a plataforma, acompanhem as etapas das obras em tempo real, além de possibilitar o gerenciamento a distância.

O engenheiro Gabriel Ribeiro Borges, consultor do Centro de Tecnologia de Edificações (CTE), comentou em recente entrevista ao Mapa da Obra o uso do sistema OROweb (Qualidade Real da Obra) para auxiliar na gestão.  O aplicativo é utilizado em tablets e smartphones e permite que as informações da obra sejam transferidas para a plataforma on-line, na qual são gerados indicadores de qualidade das estruturas, alvenarias, contrapisos e revestimentos cerâmicos.

Outra tecnologia que tem sido disseminada no setor é o Building Information Modelling (BIM) ou Modelagem da Informação da Construção. O BIM nada mais é uma forma de criar digitalmente um modelo virtual da construção, sendo este um suporte ao projeto durante as diversas etapas da obra.

Uso de drones para topografia

Os drones são aparelhos pequenos controlados à distância e que, aos poucos, estão ganhando espaços na construção civil quando o assunto é mapeamento de terreno.

Eles podem auxiliar no conjunto de imagens do lote, uma vez que o serviço de mapeamento topográfico terreno, como o Sistema RTK, possui algumas limitações por estar no solo. Além disso os equipamentos são simples de manusear e proporcionam agilidade nessa etapa do processo.

Fonte: https://www.mapadaobra.com.br/

Construtoras podem economizar R$ 470 milhões por ano com nova norma

Regras de saúde e segurança da construção civil foram simplificadas

A simplificação das normas de saúde e segurança do trabalho na construção civil resultará em economia de R$ 470 milhões por ano para as empresas do setor, informou a Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia. A revisão da Norma Regulamentadora 18 (NR 18) foi anunciada no dia 10 pela Secretaria de Trabalho e Emprego da pasta.

Segundo a secretaria, a projeção leva em conta o cenário intermediário, considerado o mais provável. A redução anual de custos ficará entre R$ 280 milhões, no cenário mais conservador, e R$ 700 milhões, no mais otimista. As estimativas foram realizadas com base em informações da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e da Pesquisa Anual da Indústria da Construção (PAIC) de 2017.

De acordo com os cálculos, a desburocratização da NR 18 reduzirá em 33% o custo do treinamento básico de segurança, por causa da redução da carga horária de seis para quatro horas. O orçamento das construtoras para saúde, segurança e meio ambiente no trabalho deverá cair em 5% ou 10%, dependendo da atividade. Atualmente, cerca de 3% do valor total das incorporações correspondem a essa rubrica.

Desburocratização

A principal mudança da NR 18 diz respeito à autonomia das empresas para executar as normas de segurança e saúde no trabalho. Antes, a norma descrevia exatamente como seria a estratégia de prevenção de acidentes. Segundo as construtoras, as regras engessavam a tarefa e inibiam o uso de novas tecnologias mais seguras que os equipamentos tradicionais.

Pela nova norma, as construtoras terão de elaborar um programa de gerenciamento de riscos. Para obras com mais de 7 metros de altura e 10 trabalhadores, as normas de prevenção terão de ser assinadas por um engenheiro responsável. Em empreendimentos menores, um técnico em segurança no trabalho pode elaborar as normas.

O programa será único, devendo considerar os riscos de todos os trabalhadores envolvidos na obra. Nas regras antigas, cada empresa que trabalhasse em uma obra precisava elaborar seu próprio plano de segurança, que nem sempre harmonizava com os demais. Embora a obrigação do programa de gerenciamento de riscos caiba às construtoras, os fornecedores terão de produzir um inventário de riscos de atividades para poder entrar no programa.

Segurança

As empresas terão 24 meses para abolir o uso do tubulão com ar comprimido, tarefa considerada de alto risco. As escavações manuais ficarão limitadas a 15 metros de profundidade.

Também se torna obrigatória a climatização em máquinas autopropelidas (com movimento próprio) com mais de 4,5 mil quilogramas e em equipamentos de guindaste. As empresas não poderão adaptar contêineres para áreas de vivência dos trabalhadores, como refeitórios, vestiários ou escritórios de obras. A norma traz novas regras mais seguras para a execução de escavações e para tarefas que envolvem calor, como soldagem e esmerilhamento.

Mais empregos

No evento de lançamento da Norma Regulamentadora 18, ontem (10) em São Paulo, o secretário de Trabalho e Emprego do Ministério da Economia, Bruno Dalcomo, disse que a nova norma é mais simples, objetiva e mais fácil de ser fiscalizada pelas autoridades. “No momento em que a construção civil vem liderando essa retomada do crescimento econômico, é preciso que nós tenhamos normas que, por um lado, sejam mais simples, mais desburocratizadas, mas que, ao mesmo tempo, garantam a saúde e a segurança do trabalhador”, declarou.

Para o presidente da CBIC, José Carlos Martins, a desburocratização aumenta a rapidez nas obras. “A NR 18 agora diz o que deve ser feito, não como deve ser feito. Ou seja, a responsabilidade é do construtor, das pessoas que vão cuidar da saúde e da segurança do trabalho”, disse.

*Colaborou Fernanda Cruz, de São Paulo

Fonte: http://agenciabrasil.ebc.com.br/

Edição: Nádia Franco

Queda dos juros estimula crescimento do mercado imobiliário

Especialistas apontam que momento é bom para aquisição de bens duráveis

  
 

O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) anunciou, nesta semana, a redução os juros básicos da economia (Selic) de 4,50% para 4,25% ano. A  redução aqueceu o mercado imobiliário, tanto para quem deseja realizar o sonho do seu imóvel próprio ou investir na aquisição de unidades de empreendimentos em construção.

Conforme dados da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), cada queda de 1% nos juros de financiamento de imóveis mais de 2,5 milhões de famílias entram no mercado imobiliário. Portanto, a cada ponto percentual na variação da taxa de juros, em média o mercado aumenta em 16%.  

De acordo com o economista Sérgio Torres, as últimas decisões do Copom mostram que o governo está sinalizando a retomada da economia de forma lenta, mas consistente. “Vejo com bons olhos essa iniciativa da redução da taxa básica. Para o segmento imobiliário, sinaliza para que o setor privado possa regular os seus preços e as pessoas busquem créditos mais baratos”, explica.

Para a economista do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS), Daniela Dias, a partir da Selic que se baseiam as taxas da habitação, crédito consignado, de financiamentos de casas e carros. “Temos os dois lados da moeda: se por um lado o investimento em um novo negócio pode ser facilitado diante dessa queda, por outro lado, os investimentos em ações, poupança, tesouro e títulos, eles ficam mais prejudicados com uma rentabilidade menor. Qual é a ideia? É uma política monetária expansionista; quero colocar dinheiro na economia, estimular investimentos em imóveis, propriedades, carros, casas, etc. Aí tira um pouco dessa questão da poupança, investimentos no sentido retorno financeiro, aquele dinheiro que fica parado ganhando rentabilidade”, explicou.  

Segundo o presidente do Sindicato da Habitação de Mato Grosso do Sul (Secovi-MS), Marcos Augusto Netto, vários fatores estão contribuindo para Campo Grande ter uma movimentação positiva, tanto para investidores, construtoras, incorporadoras quanto para o consumidor.

“Um item é a taxa de juros que nunca esteve tão baixa. Já estávamos com a expectativa da queda em 0,25%. Outro item é possibilidade de investimentos, desde quem busca um imóvel para morar ou para investir. A consolidação da Lei de Distrato também trouxe uma maior segurança jurídica para quem constrói. O crescimento do índice de confiança em 2,1% de acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) das construtoras, incorporadoras e imobiliárias, aumentam os investimentos em construções e aquele investidor mais conservador não corre riscos ao investir na compra de um imóvel”, explica Netto.

Segmentos

Dados da Abrainc mostram que os empreendimentos de Médio e Alto Padrão (MAP) foram responsáveis por 21,2% das unidades lançadas e 30,2% das unidades vendidas no período. Os lançamentos do segmento cresceram 20,6%.

O economista Sérgio Torres, diz que no segmento de imóveis de alto padrão esse é um ótimo momento para investimentos. “Para imóveis da faixa A e B é muito bom porque há uma facilidade de juros de financiamento, poder de negociação com as empresas tende a ser mais flexível, e para quem é investidor relativamente agressivo com juros e inflação controlada, o investimento é muito bom”.

De acordo com o gerente regional da Plaenge Campo Grande, Luiz Octávio Pinho, a construtora acompanha de perto a evolução da economia, sempre trazendo novidades para quem deseja realizar seus sonhos ou mesmo para quem procura por investimentos em imóveis.

“Nosso setor de inteligência de mercado sempre está atento as movimentações da economia. O crescimento gradual da economia nos faz sempre pensar em nossos clientes, trazer soluções, atender seus desejos, anseios na procura pelo imóvel desejado e no momento certo. Como temos uma história consolidada de 50 anos, trabalhando de forma consistente, entregando novas edificações em 2020 nos segmentos residencial e comercial, uma delas inclusive este mês, além de lançamentos de novos empreendimentos e o primeiro deles já no próximo mês”, finaliza.

 
 

Geração de empregos será fomentada

Dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) estimam um crescimento na casa de 3% para o setor da construção civil, com a criação de 150 a 200 mil novas vagas de trabalho até o final do ano. Em Mato Grosso do Sul, o setor estima crescimento próximo ao nacional e criação de mais de 5 mil empregos.

O presidente do Sindicato Intermunicipal da Indústria da Construção de Mato Grosso do Sul (Sinduscon-MS), Amarildo Miranda Melo, estima que a construção civil cresça 2,7% no Estado. “Acreditamos que os setores público e privado investirão este ano. Se o cenário continuar igual, MS deve  crescer 2,7%. Estamos otimistas principalmente por causa das reformas já aprovadas, Trabalhista e Previdenciária e das que ainda serão aprovadas como a Tributária e Administrativa. Acredito que com isso teremos um crescimento sustentável”, explicou.

Segundo o representante do Sinduscon-MS, no ano passado o setor criou 2 mil vagas em Mato Grosso do Sul.  “Foi um ano para esquecer, mas neste ano vamos mais que dobrar o número de empregos”, afirmou Melo.  

Para o presidente da Associação dos Construtores de Mato Grosso do Sul (Acomasul), Adão Castilho, o ano será de crescimento e o setor da construção deve gerar mais de 5 mil empregos diretos. “Nós, os pequenos construtores, representamos 40% da cadeia da construção civil aqui no Estado. Tenho certeza que depois de ensaiar nos últimos anos, em 2020 vamos decolar. O cenário no País está favorável, no Brasil serão geradas de 150 a 200 mil empregos e aqui em MS teremos pelo menos 5 mil empregos diretos”

Fonte: https://www.correiodoestado.com.br/

Crédito imobiliário prefixado da Caixa deve ter taxas entre 8% e 9% ao ano

Banco, que é líder em concessão de financiamento para casa própria, planeja bater a marca de R$ 10 bilhões com nova modalidade de financiamento

A Caixa Econômica Federal já bateu o martelo quanto aos juros que serão cobrados na nova modalidade de crédito imobiliário, sem correção, conforme apurou o Estadão/Broadcast. As taxas mínimas devem começar entre 8% e 9% ao ano e o banco da habitação mira, de acordo com fontes próximas à instituição, bater a marca dos R$ 10 bilhões em empréstimos na linha prefixada para a compra da casa própria no primeiro ano de operação.

O lançamento do crédito imobiliário sem correção ocorrerá na próxima semana, durante cerimônia no Palácio do Planalto. Deve contar, inclusive, com a presença do presidente Jair Bolsonaro, em evento similar ao do anúncio da modalidade com lastro no índice de inflação, o IPCA, realizado em agosto do ano passado.

Crédito Imobiliário
Caixa planeja administrar R$ 10 bilhões em nova linha de financiamento imobiliário préfixada Foto: Chico Lelis/Estadão

 

O evento foi antecipado, antes ocorreria em março, por causa do processo de abertura de capital da Caixa Seguridade, holding de seguros do banco. Há quase que um mantra nos corredores da instituição: “foco no IPO (oferta pública inicial de ações, na sigla em inglês)”.

A data do lançamento do crédito imobiliário sem correção ainda está sendo fechada e já mudou algumas vezes por causa da agenda de Bolsonaro. A última opção cogitada e que chegou a ser reservada, dia 19 de fevereiro, foi descartada justamente por isso.

Hora extra

Nesse primeiro ano de governo, Bolsonaro e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, estreitaram relações. O executivo, que investiu a maioria de seus fins de semana em 2019 conhecendo a rede física do banco público Brasil afora, passou a acompanhar o presidente em viagens e também em algumas lives pelo Facebook, feitas tradicionalmente às quintas-feiras.

Uma apresentação com mais de dez slides está sendo preparada para a cerimônia oficial que ocorrerá no Planalto. O foco da Caixa, conforme fontes, é mostrar que o banco tem “segurança” e “tranquilidade” para lançar a nova modalidade de crédito imobiliário, aposta para ampliar a oferta de crédito imobiliário no País.

Além disso, o lançamento vai marcar a ampliação da família de produtos no banco público. A Caixa terá três modalidades de crédito imobiliário: Taxa Referencial (TR) mais juros; com lastro no IPCA e sem correção (prefixada). A ideia do banco público, conforme uma fonte, é colocar no mercado taxas diferentes, conforme os prazos da linha prefixada – por exemplo, de 20 anos, cujos juros serão mais atrativos que a de 30 anos.

TR zerada

O lançamento do crédito imobiliário sem correção é também mais uma ofensiva da atual gestão da Caixa de confrontar a linha tradicional, que cobra juros mais TR. O presidente do banco tem chamado atenção para o tema de forma recorrente, desde antes do lançamento da modalidade que tem lastro no IPCA. Ele defende que a TR está zerada, mas que isso pode mudar, o que representaria um risco para os bancos.

Durante evento no fim de janeiro, o presidente da Caixa confirmou que a perspectiva do banco é de que os juros da modalidade prefixada ficassem abaixo de 10% ao ano. Disse ainda que, embora a oferta do banco compreenda prazos mais longos, a expectativa era a de que o prazo médio ficasse ao redor dos 8,5 anos.

Concorrentes observam

Entre os bancos privados, o crédito prefixado é visto com mais bons olhos que o anterior, com lastro no índice oficial de inflação, o IPCA. Questionado pela reportagem, o Bradesco informou que estuda a nova modalidade. O Itaú Unibanco afirmou que não tem planos de operá-la no curto prazo, mas que está sempre atento aos movimentos do mercado.

“O crédito imobiliário prefixado desperta mais interesse que o IPCA porque é mais seguro aos clientes. O risco é da curva de juros, que fica com o banco e a tesouraria tem como controlar, ao menos no cenário atual”, diz o executivo de um grande banco, na condição de anonimato.

Em outra frente, o presidente da Caixa também defende, nos bastidores, que os juros da linha TR caiam mais, considerando o atual patamar dos juros básicos no País, a Selic, que sofreu um novo corte na semana passada, caindo para o nível histórico de 4,25% ao ano, conforme uma fonte. Guimarães tem defendido a redução de taxas em várias modalidades, principalmente, no imobiliário, que tem o imóvel como garantia, e ainda outras linhas que penalizam os mais pobres como o cheque especial.

Líder de mercado

Com a ofensiva nos juros e maior foco no imobiliário, a Caixa retomou, no ano passado, o posto de líder no crédito imobiliário com recursos da poupança (SBPE), ao conceder R$ 26,6 bilhões em 2019 ante R$ 13,3 bilhões no exercício anterior, conforme dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip). Assim, desbancou, o concorrente Bradesco – líder em 2018, com cerca de R$ 17,9 bilhões, seguido por Itaú Unibanco, com R$ 16,7 bilhões.

Procurada, a Caixa não comentou. Disse que as taxas da modalidade prefixada ainda estão sendo fechadas e confirmou que o evento de lançamento não será no dia 19 de fevereiro.

Fonte: https://economia.estadao.com.br/

Trisul acelera obras com investimento em tecnologia

Industrialização e modernização dos sistemas construtivos dá ganho de eficiência e reduz prazo de entrega

O setor da construção civil, no Brasil, ainda conta com uma defasagem quando se fala em eficiência e tempo. Geralmente, as obras tradicionais de empreendimentos demoram, no mínimo, dois anos para serem concluídas, consomem tempo e muitas vezes geram gastos desnecessários. Essa realidade começa a mudar a partir da inserção de novos processos construtivos nos canteiros de obras. A tecnologia possibilita hoje construir mais em menor tempo, com mais eficiência na previsão de custos, sem comprometer a qualidade e a sustentabilidade.

A Trisul é uma das pioneiras na implementação de novos sistemas de construção – movimento esse reconhecido como industrialização do canteiro de obras – diminuindo o ciclo de obra e entregando com alta qualidade.

“É como se transformássemos o canteiro de obras em uma linha de montagem, como no setor automobilístico. O material já chega na obra pronto para ser usado e montado”, explica Roberto Jr, Diretor de Engenharia da Trisul e responsável pela implantação dos sistemas construtivos na empresa. A racionalização de processos e a mecanização das atividades no canteiro otimiza e reduz o tempo de obra. “Na obra Elev Brás, por exemplo, conseguimos reduzir alguns prazos – o que antes levávamos 24 meses, reduzimos para 21 no começo da obra e agora, já otimizamos para 15 meses. Ou seja, pouco mais de um ano para concluir um empreendimento com duas torres e 400 apartamentos”, conta Roberto.

A obra também conta com painéis arquitetônicos como alternativa às fachadas tradicionais de alvenaria. “As peças são pré-fabricadas de acordo com a estrutura do prédio, são içadas por gruas, ou seja, não dependem de mão-de-obra para ser posicionado, o que garante maior precisão e evita acidentes. Sem contar que o processo é mais rápido, pois quem faz força é a grua”, explica o diretor. Com a vantagem do material utilizado ser concreto ao invés de alvenaria, não há necessidade de acabamentos robustos e tem durabilidade melhor já que é resistente às intempéries climáticas (sol, chuva e vento).

Mais economia e sustentabilidade, em menos tempo

O preenchimento dos painéis por cimento é feito com máquinas – a Trisul utiliza um Mastro que faz a concretagem, sendo um dos poucos canteiros de obra no Brasil que possuem essa ferramenta. “O Mastro coloca o concreto no ponto certo, dando mais precisão à obra. É mais rápido, mais racional. Tal processo também leva a praticamente zero o índice de acidentes, devido aos moldes serem preenchidos industrialmente e o espaço já ficar fechado, sem risco de quedas”, diz Roberto.

O Drywall é utilizado na demarcação dos ambientes e por também ser um material industrializado que já vai pronto para a obra, permite uma construção muito mais limpa, que não demanda a utilização de argamassa ou outro material. A execução é mais limpa: enquanto a alvenaria produz cerca de 20% de resíduos de obra, o Drywall produz apenas 5% e seus resíduos são 100% recicláveis. Não há estoque de material, portanto não existe a deterioração e a quebra de materiais é evitada, já que a utilização é imediata.

A hidráulica e a elétrica já vem pronta da indústria também. “Nas obras normais, o processo é outro, aqui a única coisa que falta na parte elétrica, por exemplo, é o espelho do interruptor”. continua o Diretor de Engenharia. As portas são entregues embaladas e pintadas, direto da fábrica: é só colocar no apartamento. “As dobradiças são feitas por máquinas, o que dá precisão e evita contornos desiguais e mau acabamento, e a vedação já vem colocada”, explica Roberto.

Todo o projeto da obra pode ser acessado por aplicativo no celular, através da metodologia BIM, que mostra o projeto em 3D. O ganho de qualidade e produtividade é alto, assim como o maior controle sobre os custos e a execução. “Aqui na Trisul, temos um canteiro de obras semi-industrializado. É um sistema construtivo alternativo e novo para os parâmetros brasileiros, reduzimos com isso o tempo de obra e os valores gastos. São 160 funcionários para 400 apartamentos. A obra é feita praticamente em linha de montagem”, conclui Roberto.

Fonte: https://www.segs.com.br/

São Paulo mantém bom desempenho no mercado imobiliário

Quem hoje anda por São Paulo consegue observar a mudança do mercado imobiliário, isso porque a cidade vem se transformando em um canteiro de obras dada a quantidade de novos empreendimentos que estão sendo feitos em todas as regiões da capital paulista.

Isso é mostrado no levantamento da Pesquisa do Mercado Imobiliário, realizada pelo departamento de Economia e Estatística do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), no qual é revelado que em novembro de 2019 houve a comercialização de 4.974 unidades residenciais novas, ou seja, 43,5% maior do que o total comercializado em outubro de 2019 (3.467 unidades) e superior em 29,4% as vendas de novembro de 2018 (3.843 unidades).

Vale destacar que já no mês de outubro, a capital paulista havia conseguido um bom desempenho no mercado imobiliário, ou seja, é possível observar a retomada de crescimento de compras e vendas de imóveis, não só na cidade de São Paulo como em outras partes do país.

Segundo a sócia da Akamines Advogados e Negócios Imobiliários e especialista em Economia da Construção Civil, Daniele Akamine, “o mercado imobiliário depende de um tripé composto por taxa de juros baixas, confiança do consumidor e emprego em alta, além da segurança jurídica nas operações”.

Vale mencionar que os resultados de imóveis comercializados no mês de novembro atingiu um recorde, sendo considerado o melhor desempenho de toda a série histórica iniciada em 2004. Ao todo foram 4.974 unidades residenciais novas comercializadas e 8.131 unidades lançadas.

Se observarmos ao longo de 2019, o número de imóveis comercializados obteve o melhor desempenho desde 2005, é o que explica Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP: “Esse é o melhor resultado em 15 anos. Os 11 meses do ano passado superaram os recordes anteriores de 2007, quando foram vendidas 31.187 unidades, e de 2008, que registrou o lançamento de 31.812 imóveis”. Ao todo, o ano de 2019 comercializou 38.930 unidades novas e lançou 44.605 unidades.

Já para Basilio Jafet, presidente do Secovi-SP, apesar das medidas apresentadas pelo atual governo, para o mercado imobiliário continuar em alta é preciso que aconteça uma reação mais robusta da economia, com ampla geração de emprego, redução da burocracia na análise e aprovação de projetos, segurança jurídica nos processos imobiliários e simplificação tributária a partir da aprovação das reformas Tributária e Administrativa.

Fonte: https://www.jornalspnorte.com.br/

Como a queda da inflação e dos juros no Brasil abriu espaço para o mercado imobiliário

Impactos vão desde o financiamento, para a aquisição de novas unidades, até o retorno do investimento, com o aluguel

 

Em tempos nos quais o país enfrenta a menor taxa de juros de sua história, alguns setores econômicos acabam tendo maior ou menor estímulo. Cada vez menos atrativos, os investimentos de renda fixa têm perdido rendimento nos últimos anos, acirrando a disputa por produtos do mercado financeiro que garantam maiores retornos.

Entre as opções disponíveis está o mercado imobiliário. O setor tem sido diretamente afetado pela queda da taxa de juros e da inflação, com impactos que vão do financiamento para a aquisição de novas unidades até o retorno com o aluguel. A taxa de juros média de 0,38% ao mês, observada na locação residencial, já supera tanto o CDI quanto os juros pagos pelo Tesouro Direto de médio prazo, como o IPCA+.

Outro setor que tem sido diretamente impactado pelos cortes na taxa de juros é o mercado de crédito imobiliário. Com as mudanças na economia, os pedidos de portabilidade junto às instituições financeiras disparou. Segundo dados do Banco Central, de janeiro a novembro do ano passado, a movimentação em transferências de dívida imobiliária  entre bancos somou R$ 1,46 bilhão, aumento de 175,43% ante o mesmo período do ano anterior.

De acordo com especialistas, os juros mais baixos têm permitido reduzir o custo das parcelas de financiamentos mais antigos, contraídos quando a taxa Selic encontrava-se acima de 10% ao ano. A transação é permitida pelo Banco Central justamente como uma forma de garantir a competitividade no mercado de crédito do país, o que tem surtido efeito, já que a agressividade dos bancos para captar novos clientes também tem sido apontada como agente catalisador do aumento nos pedidos de portabilidade.

Financiamento

Se as condições são favoráveis para renegociar dívidas, o mesmo vale para a contratação de novos financiamentos. De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), entre dezembro de 2018 e novembro de 2019, foram vendidos 44,1 mil imóveis em São Paulo, um recorde para o período.

Só em novembro, foram 5 mil unidades vendidas, o que representou um valor de R$ 2,9 bilhões — avanço de 29,4% ante igual mês de 2018 e o segundo melhor resultado de 2019. Do lado da oferta, contudo, foram lançadas 8,1 mil novas unidades no mesmo período, segundo informações da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

Avaliação pessoal

Antes de investir em imóveis, contudo, é preciso avaliar se a opção se encaixa ou não no seu perfil, além de riscos e custos envolvidos que passam despercebidos na hora da aquisição. É o caso do Imposto de Renda, que incide sobre ganhos com aluguéis.

Outro risco é a possibilidade de o imóvel ficar vago por muito tempo. Nesses casos, os encargos tributários e de condomínio passam a ser de responsabilidade do proprietário, o que pode corroer ganhos. Uma saída é avaliar a taxa de vacância na região e no perfil de imóvel no qual se pretende investir, para, assim, evitar ficar muito tempo sem receber o tão esperado aluguel.

Um conselho dado por consultores financeiros tem sido o de optar por fundos imobiliários que investem no ramo de aluguéis. Nesses casos, os ganhos e dividendos são isentos de Imposto de Renda, além de apresentarem risco de inadimplência mais diluído. Além do investidor ter retorno mais garantido do que alugando imóveis por conta própria, pode lidar com um investimento inicial bem menor do que o necessário para adquirir uma casa ou apartamento sozinho.

Fonte: https://www.horabrasil.com.br/

Queda da taxa Selic e mudanças no sistema de financiamento aquecem venda de imóveis

A queda da taxa Selic e mudanças no sistema de financiamento brasileiro têm incentivado a compra e a construção de imóveis no país.
 
Segundo os economistas, a diminuição da taxa Selic, que é o índice que o Governo Federal paga para quem compra títulos da dívida pública, pelo Banco Central aqueceu o mercado imobiliário.
 
Com isso, segundo a economista Naiara Fracaroli, quando a Selic cai, as outras taxas também tendem a diminuir por efeito cascata.
 
Há alguns anos, a taxa estava com juros de 10% ao ano. Agora, a diminuição é uma estratégia do governo para aquecer o setor de construção e habitação, o que deixa o momento favorável para quem pretende comprar um imóvel.
 
“É uma excelente oportunidade por conta da redução dos juros, é um custo de financiamento menor”, garante a economista.
 
Por outro lado, Naiara explica que quem já tem contratos firmados com a taxa anterior que era mais alta, tem a chance de renegociar o financiamento ou pedir a portabilidade para outro banco que ofereça algum tipo de benefício.
 
De acordo com o gestor comercial de uma empresa que comercializa apartamentos uma das explicações para a melhora no mercado imobiliário também está na política de financiamento habitacional.
 
A partir de agora, segundo ele, os clientes com renda mensal entre R$ 3,5 mil e R$ 7 mil estão conseguindo condições interessantes de financiamento. “Dentro da primeira semana que teve essa redução, a gente já conseguiu finalizar 88 contratos”, comemora Rafael Menezes.
 
Pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), por exemplo, é possível pleitear cálculos com juros de 6,5% ao ano. Antes, o índice para esta faixa de rendimento era de 9,5%.
 
Nessa modalidade de crédito, as instituições financeiras captam recursos por meio da poupança. Além disso, a correção não é feita pelo IPCA. Em síntese, o reajuste também tende a ser menor.
 
O designer gráfico André Mucheroni, por exemplo, optou pela compra de um apartamento em Bauru, em vez de pagar aluguel. O futuro morador conseguiu um financiamento em 260 meses, com parcelas de R$ 560.
 
“Seria praticamente o dinheiro de um aluguel, mas é um imóvel que eu estou adquirindo. Então é um dinheiro que estou guardando na verdade, além do principal que é ter um lugar para recomeçar minha vida”, se empolga André.
 
Construção civil
 
O clima também está bom no setor de construção civil. Diretor regional de uma construtora de Bauru, Mauri Leite espera um aquecimento do setor, já que clientes com rendimento maior do que os contemplados por programas sociais podem conseguir financiamentos com taxas mais em conta.
 
A empresa de Mauri comercializa apartamentos com preços que variam de R$ 200 mil até R$ 1 milhão. Neste contexto, investidores também estão enxergando no setor imobiliário uma forma mais interessante de rendimento do que só as aplicações financeiras.
 
“Os investimentos hoje pré-fixados tem um rendimento menor e deslumbram no mercado imobiliário com ganho de valorização, ou trocar por renda de aluguéis, ou outro investimento”, completa o diretor.
 

Construção sustentável: 5 dicas para melhorar a eficiência

A busca por soluções sustentáveis tem crescido exponencialmente na construção civil Créditos: Shutterstock

Os cuidados com a sustentabilidade vão desde economia de água à responsabilidade social

A sustentabilidade tem sido tema importante na realidade de várias indústrias da construção civil e também das construtoras. Exemplo disso é o crescimento de construtoras consideradas AQUAs, em que todos os seus empreendimentos são feitos de acordo com a certificação Alta Qualidade Ambiental, fornecida pela Fundação Vanzolini.

“A Certificação AQUA-HQE propõe uma série de medidas que visam à melhoria do desempenho ambiental da edificação ao longo de todo o seu ciclo de vida, tanto em sua execução quanto durante sua vida útil quando estiver em uso e operação”, explica Gabriel Novaes, analista técnico da Fundação Vanzolini.

Ainda segundo Gabriel, para que seja certificado, o empreendimento deve levar em conta as condições ideais de conforto térmico, acústico, economia de energia e de água, bem como outros diversos elementos do desempenho que o edifício terá quando estiver sendo utilizado.

Os cuidados com a sustentabilidade do edifício, no entanto, começam logo no canteiro-de-obras. Confira 5 dicas de como melhorar a eficiência das construções e, consequentemente, reduzir custos e resíduos.

 Construção sustentável: 5 dicas para adequar seus processos na obra 

  1. Economia de energia e água

Obras de grande porte geram, naturalmente, muitos gastos com água e energia. Entretanto, há possibilidade de reduzir esses gastos com algumas iniciativas simples. “A água utilizada no dia a dia das áreas administrativas do canteiro-de-obras, como lavagem de rodas de caminhão, de pisos, vasos sanitários e mictórios, por exemplo, pode ser servida de aproveitamento de águas pluviais para usos não-potáveis”, indica o analista..

Ele também indica o uso de equipamentos com dispositivos economizadores, como torneiras com arejadores e/ou com temporizador, bacias com descargas de duplo fluxo e caixa acoplada, entre outros.

Para economia de energia o ideal é optar por equipamentos mais eficientes nas áreas administrativas, como luminárias e condicionadores de ar com uso de sensores de presença e iluminação intermitente nestas áreas. “Há também o uso de equipamentos com etiquetagem de eficiência energética, do Inmetro, Selo Procel, da Eletrobras”.

  1. Gestão dos resíduos

Uma das etapas mais trabalhosas para quem gerencia obras é assegurar a correta gestão e destinação dos resíduos da construção e demolição, garantindo a destinação correta.

Gabriel recomenda fazer esse trabalho de forma controlada e, claro, dentro de todas as exigências legais de transportadoras e de destino final. “É fundamental buscar a maior taxa de valorização possível dos resíduos, por meio de reciclagem, reaproveitamento ou reutilização, ou por meio da reinserção do resíduo da cadeira produtiva”.

  1. Uso de materiais regularizados

A escolha de fornecedores com materiais regularizados faz toda diferença. Além desse produto ter maior garantia, ele certifica o fornecedor como responsável ambiental.  “Deve-se conhecer suas procedências e a regularidade de seus fornecedores, adotando sempre materiais e componentes que possuam os respectivos selos ou certificações de controle de qualidade”.

Além disso, Novaes recomenda buscar conhecimento dos aspectos ambientais dos produtos utilizados e de seus respectivos impactos no processo produtivo e ao longo do ciclo de vida, por meio da busca de informações junto aos fornecedores e por meio das Declarações Ambientais de Produto (EPDs). A Votorantim Cimentos, por exemplo, possui EPDs para seus produtos. Confira aqui!

  1. Redução de impactos sobre o espaço urbano

Reduzir os impactos que a obra causa sobre o espaço urbano também diz respeito a sustentabilidade, já que uma obra causa muitos resíduos o tempo inteiro e outras sujidades decorrente do frequente tráfego de veículos de grande porte.

“Lavar as ruas em torno do canteiro-de-obras para evitar o acúmulo de terra, planejamento e controle dos horários de tráfego de caminhões, entregas, carga e descarga respeitando legislações locais também são atitudes sustentáveis”.

  1. Responsabilidade social

O último item – e que casa perfeitamente com o tópico acima – é assegurar a formalidade fiscal e trabalhista de todos os envolvidos na obra, incluindo fornecedores e subcontratados.

“Afinal, a sustentabilidade também diz respeito à responsabilidade social da empresa e de seus intervenientes. Isto deve ser feito por meio do controle de qualificação e avaliação de fornecedores e prestadores de serviços”, comenta.

O Papo Construtivo fez uma edição especial sobre o empreendimento que recebeu a primeira certificação AQUA Social. Quer saber quais foram as suas iniciativas? Confira:

https://www.mapadaobra.com.br/papoconstrutivo/primeiro-residencial-minha-casa-minha-vida-com-certificacao-aqua-social/

Fonte: https://www.mapadaobra.com.br/

Por: Carla Rocha

Novas regras para ter acesso ao Minha Casa Minha Vida

Novas regras para ter acesso ao Minha Casa Minha Vida. O governo federal anuncia neste mês a reformulação do programa habitacional “Minha casa, minha vida”, que passa a ter como prioridade municípios com até 50 mil habitantes. Uma das principais novidades é que os beneficiários terão mais liberdade para definir como será o imóvel,pois haverá três tipos de vouchers: para comprar, para construir ou para reformar. As informações são da Agência Brasil.

No atual formato, o beneficiário recebe a casa pronta da construtora. Com o novo programa, que ainda não teve o nome definido, o beneficiário receberá um voucher (documento fornecido para comprovar um pagamento ou comprovante que dá direito a um produto) para definir como a obra será tocada, o que inclui a escolha do engenheiro e a própria arquitetura do imóvel.

Segundo o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, a disponibilização do voucher permitira àquele que vai receber a unidade habitacional participar da construção, escolher onde a casa será feita e até mesmo o projeto da casa.

“Muitas vezes a família precisa ou quer uma casa mais simples e maior. Outra, com cômodos menores e mais qualidade de acabamento. A gente quer deixar isso a critério do beneficiário”, afirmou.

Valor médio

O ministro disse que o valor do voucher dependerá dos preços correntes no mercado imobiliário no local onde o imóvel será construído. O programa trabalha com valor médio de R$ 60 mil por beneficiário, em três tipos de voucher: o de aquisição, para comprar o imóvel já pronto; o de construção, para começar a casa do zero; e o de reforma, para melhorar ou ampliar a casa já existente.

A princípio, o governo pretende oferecer vouchers a famílias com renda mensal de até R$ 1.200. Já as famílias com renda entre R$ 1.200 e R$ 5 mil mensais entrarão no programa de financiamento do programa.

Juros podem ser menores

Segundo Canuto, a ideia é oferecer também juros abaixo dos cobrados atualmente.

“Hoje a faixa é de 5% (ao ano). A gente quer baixar isso para 4,5% ou 4% para ficar mais competitivo. Essa é a premissa base”, ressaltou.

A expectativa do governo é que o novo programa resulte na construção de 400 mil unidades já em 2020. De acordo com a pasta, em 2019, foram entregues 245 mil residências pelo modelo atual, e 233 mil estão em construção

Fonte: https://www.mixvale.com.br/