Arquivo mensais:junho 2017

Engenheiro britânico usa plástico reciclado para criar asfalto 60% mais resistente.

O produto tem chamado atenção de grandes investidores, entre eles o bilionário Richard Branson.

O uso de plástico reciclado tem sido cada vez mais testado na construção sustentável. Um dos exemplos mais recentes veio de um trio de empreendedores do Reino Unido. Trata-se do desenvolvimento de um asfalto de excelente qualidade produzido de uma maneira muito mais barata, uma vez que utiliza resíduos plásticos.

O asfalto é feito com materiais 100% reciclados. | Foto: Divulgação/ MacRebur

O asfalto é feito com materiais 100% reciclados. | Foto: Divulgação/ MacRebur

Batizado de MR6, o asfalto ecológico possui menos betume do que uma pavimentação tradicional. A empresa desenvolvedora, MacRebur, afirma que o resultado é um produto mais fácil de ser aplicado, em comparação com os outros. Também garante que o asfalto é mais 60% mais resistente, tendo melhores resultados em diversos quesitos – o que aumenta a vida útil da estrada.

Foto: MacRebur

Foto: MacRebur

Apresentado como um asfalto ecônomico e duradouro, ele é feito com materiais 100% reciclados, o processo é benéfico por diversas razões, entre eles ajuda a reduzir: o uso de combustíveis fósseis, a pegada de carbono e a quantidade de lixo que iria para o aterro sanitário. Além disso, ele não tem custos de infra-estrutura maiores do que um asfalto comum e ainda requer menor investimento em manutenção.

A ideia da tecnologia veio do engenheiro Toby McCartney quando trabalhava no sul da Índia com uma instituição de caridade que ajudava trabalhadores de um aterro sanitário. Quando voltou ao Reino Unido ele se juntou a dois amigos para criar uma mistura de resíduos de plásticos que pode ser adicionada ao material base da produção de asfalto e assim surgiu o MR6.

Foto: MacRebur

Foto: MacRebur

“Após 18 meses de testes e testes, tivemos o nosso produto que é dentro dos padrões britânicos e europeus e é um aditivo de alto desempenho que melhora as estradas que conduzimos hoje”, explica a companhia.

O produto tem chamado atenção de grandes investidores, entre eles o bilionário Richard Branson que premiou a MacRebur com o primeiro lugar em uma competição de startups promovida pela sua empresa.

Fonte: http://www.ie.org.br

Após segunda suspensão, Caixa irá retomar linha de crédito mais barata para imóvel.

Linha Pró-Cotista foi suspensa por falta de recursos do FGTS em maio e em junho.

O presidente da Caixa Econômica Federal, Gilberto Occhi, afirmou nesta quinta-feira (29) que “nos próximos dias” será restabelecida a linha de crédito imobiliário com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), a linha pró-cotista. A informação é do portal UOL.

occhi“Nos próximos dias está voltando”, disse Occhi, em entrevista na saída de evento no Palácio do Planalto em comemoração a um ano de vigência da nova Lei das Estatais.

No começo de maio, a Caixa informou a suspensão do financiamento da linha. “Os recursos disponíveis da modalidade atualmente são suficientes apenas para atender as propostas de financiamento já recebidas pelo banco”, afirmou o banco em nota.

Mesmo após a injeção de R$ 2,54 bilhões em dinheiro extra ainda em maio, o dinheiro acabou novamente e o banco suspendeu novos créditos para compra de imóveis de até R$ 950 mil no último dia 19.

O financiamento pela linha Pró-Cotista pode ser contratado por trabalhadores com pelo menos 36 meses de vínculo com o FGTS. Também é preciso ter saldo na conta do FGTS de pelo menos 10% do valor do imóvel ou estar trabalhando. A taxa de juros é de 8,66% ao ano.

Fonte: http://www.jornalopcao.com.br/

Londres tem o maior projeto de engenharia civil em construção.

Uma das maiores malhas ferroviárias do mundo vai ganhar mais uma linha. Os correspondentes do Jornal Hoje tiveram acesso à obra monumental.

Uma das maiores malhas ferroviárias do mundo, em Londres, vai ganhar mais uma linha. A obra monumental é o maior projeto de engenharia civil atualmente em construção. Os correspondentes Paulo Pimentel e Cecília Malan tiveram acesso a essa obra que, respeitando a tradição britânica, deve ser entregue no prazo. Saiba mais sobre esse trabalho faraônico, assistindo a esse vídeo.

Fonte: http://www.ie.org.br

POR JORNAL NACIONAL

Como foi construído o primeiro metrô do mundo?

Ele foi construído em Londres, há mais de 150 anos. O trecho inaugural tinha 6 quilômetros de extensão, que foram abertos seguindo o traçado das ruas do centro da capital inglesa, o que facilitou bastante as obras. Logo essa linha pioneira se transformou numa malha metroviária para valer. Ainda em 1900, já eram sete linhas e 84 estações – bem mais do que o metrô de São Paulo hoje. A construção desse novo sistema de transporte foi essencial para Londres, a maior cidade do mundo na época. Só ao longo do século 19, a metrópole passou de 1 milhão de habitantes para 6,5 milhões. Por volta de 1850, o trânsito de pedestres, cavalos e carroças já estava insuportável – ainda mais que o odor do “escapamento” de tantos cavalos não devia ser dos mais agradáveis… Para acabar com o tormento, a administração local pensava em uma forma de levar para o centro as linhas ferroviárias que passavam nos limites da cidade.

primeiro metrô

A ideia de fazer isso no nível do solo logo foi descartada, pois metade de Londres precisaria ser demolida se fossem colocados trilhos e estações na superfície. Algo pouco prático, né? Uma outra proposta, um tanto exótica para a época, era colocar os trens para circular em túneis debaixo da terra. Na falta de alternativa melhor, essa ideia emplacou. Mas precisou vencer resistências. Muita gente acreditava que os tais túneis não suportariam o peso da cidade e os jornais aproveitaram a onda para publicar manchetes sensacionalistas, como “Londres vai afundar!”. Apesar dessa e de outras dificuldades – como arrumar dinheiro para a obra faraônica – a construção começou em 1860 e a inauguração, três anos depois, foi um sucesso: 40 mil passageiros no primeiro dia. Não demoraria para a novidade contagiar o mundo e, em 1896, Budapeste, na Hungria, abriria o segundo metrô do planeta. Por aqui, o metrô só chegaria muito tempo depois, em 1974.

Locomotiva subterrânea

1. A construção da primeira linha de metrô do mundo, em Londres, começou em 1860. Os buracos dos túneis tinham 10 metros de largura e 6 de profundidade. Para facilitar o trabalho de escavação e diminuir os danos na superfície, as trincheiras eram abertas seguindo a trajetória das ruas do centro da cidade.

2. O método de escavação não era muito eficiente, tanto que os desabamentos eram constantes – só em 1866 entrariam em cena grandes máquinas de escavação (chamadas por aqui de “tatuzão”), que tornaram o trabalho bem mais ágil. Quando estavam firmes, as paredes laterais dos grandes buracos eram então revestidas com tijolos para segurar a terra.

3. Essa estrutura inicial ganhava uma estabilidade maior ao ser reforçada por grandes vigas e arcos de ferro. Depois, tudo era coberto por tijolos novamente. Na superfície, a pavimentação da rua destruída já podia ser refeita.

4. Os trens usados no primeiro metrô ainda eram a vapor. Para diminuir a fumaça lançada pelas locomotivas, parte dos gases eram direcionados para um tanque de água no próprio trem. A fumaceira diminuía, mas o ar não chegava a ser exatamente respirável. Só em 1905 todos os trens a vapor já tinham sido substituídos pelos elétricos.

5. Por causa da fumaça, as janelas das estações tiveram que ser adaptadas como saídas de ar. Cerca de 26 mil passageiros circulavam todos os dias pela linha pioneira no seu primeiro ano de funcionamento. Nos trens, eles se dividiam em vagões de primeira, segunda e terceira classes. Era possível percorrer as sete estações da linha em 33 minutos.

primeiro metro

Por: https://civilizacaoengenheira.wordpress.com

Fonte: Mundo Estranho

Caixa vai liberar mais recursos para setor de construção e para Estados.

O banco deve lançar nos próximos dias uma nova linha de R$ 1,5 bi para financiamento de loteamentos.

PRÉDIO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL NO CENTRO DO RIO DE JANEIRO (FOTO: PILAR OLIVARES/REUTERS)

PRÉDIO DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL NO CENTRO DO RIO DE JANEIRO (FOTO: PILAR OLIVARES/REUTERS)

Em meio ao recrudescimento da crise política, com o presidente da República sendo denunciado pela Procuradoria-Geral por corrupção, a Caixa anunciará a liberação de novos recursos para tentar estimular a economia. O banco deve lançar nos próximos dias uma nova linha de R$ 1,5 bilhão para financiamento de loteamentos. Além disso, também vai liberar empréstimos para Estados e municípios que ainda têm capacidade de endividamento.

De acordo com o presidente da Caixa, Gilberto Occhi, occhiesses financiamentos podem contribuir para que a retomada da economia não seja interrompida. “O Brasil precisa ter um pouco de tranquilidade e não dá pra interromper este processo”, afirmou. Segundo Occhi, no caso dos loteamentos, os recursos serão do próprio banco, e não do FGTS. Segundo ele, a Caixa já mapeou mais de 500 empresas que poderiam tomar o crédito.

A liberação de recursos viria em um momento de fortes incertezas para a economia. Com a crise política, medidas consideradas essenciais para a retomada da confiança e, consequentemente, do nível de atividade, como a aprovação das reformas trabalhista e previdenciária, passaram a correr mais risco. Os analistas já vêm reduzindo suas projeções de crescimento do PIB tanto deste ano quanto de 2018.

Para os Estados, segundo Occhi, os recursos poderão ser usados para bancar obras de infraestrutura e também reforçar o caixa. Na lista dos contemplados estão o Piauí (R$ 700 milhões), Goiás (R$ 600 milhões), Alagoas (R$ 500 milhões) e Paraná (R$ 100 milhões). A Prefeitura do Rio de Janeiro está negociando um empréstimo de cerca de R$ 1 bilhão. Em situação financeira delicada, os Estados têm pressionado há tempos o governo para liberação de recursos. E um agrado aos governadores, no momento em que batalhas pesadas precisarão ser travadas no Congresso, pode ser uma forma de angariar mais apoio político.

Lotes

Flavio Amary (SJC)Segundo o presidente do Secovi-SP (Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo), Flavio Amary, a linha para financiar os loteamentos está sendo estudada pelo banco com o setor há três meses. “Financiar o lote urbanizado é fundamental para diminuir o déficit habitacional no País, assim como programas de habitação popular, como o Minha Casa Minha Vida“, afirmou.

 

José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), afirmou que o setor carece de uma linha de financiamento para viabilizar investimentos de infraestrutura nos lotes, como terraplenagem, esgoto, iluminação e água. De acordo com Martins, esse tipo de crédito poderia aumentar o número de investidores nesse negócio, o que reduziria o preço do valor do terreno, responsável em média por 50% do custo da venda do imóvel.

“Não é qualquer um que tem fôlego para tocar um loteamento, que precisa muito de capital José-Carlos-Martins-presidente-CBIC1inicial e demora de três a quatro anos apenas para aprovar as licenças necessárias”, afirmou. “Se a linha for desenvolvida para atender a essa necessidade, rapidamente se transformará em obras e gerará novas vagas.”

 

Juros

A Caixa informou que deve colocar em prática taxas de juros personalizadas para o crédito imobiliário, de acordo com o risco do cliente e da carteira. A ideia é cobrar juros com base no perfil de risco de cada cliente, que pode variar de acordo com o montante do empréstimo, tamanho da entrada e prazo de pagamento.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com

Doria quer modelo de habitação social de Paris e Londres.

João Doria: ele quer implantar sistema de aluguel social (William Volcov/Brazil Photo Press/LatinContent/Getty Images)

João Doria: ele quer implantar sistema de aluguel social (William Volcov/Brazil Photo Press/LatinContent/Getty Images)

Gestão vai apostar em locação social

João Doria enviou à Câmara de Vereadores um projeto que pretende criar locações de baixo custo para famílias com renda de até seis salários mínimos. A Locação Acessível Residencial (LAR) deverá consumir, no máximo, 30% da renda dos moradores.

O projeto tem como inspiração iniciativas semelhantes já colocadas em prática em cidades como Los Angeles, Paris e Londres. A ideia é que os apartamentos sejam bancados tanto pelo poder público quanto pela iniciativa privada.

É também uma alternativa ao Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, que enfrenta falta de recursos.

“A iniciativa terá um fundo garantidor para quem for investir. Ele será formado pela venda de imóveis que não tenham utilidade social”, explica o vereador José Police Neto (PSD).

Fonte: http://veja.abril.com.br

Barueri será a primeira cidade brasileira com rede inteligente de distribuição de energia.

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Nova estrutura de distribuição de energia trará benefícios para distribuidores e consumidores

A cidade de Barueri, no estado de São Paulo, deverá ainda esse ano ser a primeira cidade brasileira a ter toda a sua distribuição de energia formada por redes inteligentes, também conhecido como Smart Grids. O projeto da Eletropaulo, iniciado em 2013, será o primeiro grande teste deste tipo de estrutura no Brasil, que também conta com o investimento de outras distribuidoras de energia espalhadas pelo país, como a CPFL e a CEMIG.

O smart grid é uma nova arquitetura de distribuição de energia elétrica, que irá permitir que imóveis comerciais e residenciais “comuniquem-se” com a rede elétrica, o que irá trazer vários benefícios, como, por exemplo, poder saber, em tempo real, o quanto seu imóvel consumiu de energia no mês. Além disso, será muito mais fácil para a operadora detectar e solucionar falhas na distribuição de energia, inclusive remotamente. No futuro, também será possível o modo de tarifação pré-paga por parte da operadora.

A previsão da Eletropaulo é de finalizar a estruturação de smart grid em Barueri no segundo semestre deste ano, dando início ao próximo passo, que será a instalação dos primeiros medidores inteligentes. Com esses medidores, que substituirá o tradicional relógio de luz, além de saber o consumo mensal, o consumidor poderá inclusive acionar remotamente aparelhos eletrônicos de sua residência. Esse maior controle sobre o consumo de energia deverá proporcionar maior economia ao consumidor a médio e longo prazo.

Escritórios e empresas também deverão se beneficiar com essa nova tecnologia, pois impedirá desperdícios de energia, como iluminação elétrica desnecessária, e equipamentos eletrônicos que ficam ligados sem necessidade após o expediente. Somado ao uso de equipamentos modernos, com menor consumo energético, possibilitará uma imensa economia mensal para os imóveis comerciais. Segundo Adriana Maia, da OfficeTotalShop , há um aumento do interesse dos consumidores sobre a média de consumo dos produtos que pretendem comprar.

“Atualmente o consumo de energia já é um diferencial de venda em nossa loja, o cliente procura saber qual modelo é o mais econômico nesse quesito, chegando inclusive a ser o fator de decisão final. Eles têm um maior entendimento sobre a diferença que isto pode fazer nas finanças da empresa a médio e longo prazo”, explica Maia.

Com 250 mil habitantes, Barueri está entre as 30 maiores cidades do país. No planejamento da Eletropaulo, o sistema de Smart Grid estará totalmente instalado até 2019. Em outras regiões do Brasil também estão sendo instalados sensores inteligentes para os clientes do Grupo A, onde estão enquadradas os maiores consumidores de energia, como indústrias e estabelecimentos comerciais de grande porte. Porém, não há previsão para implementação em imóveis residenciais.

Fonte: www.terra.com.br

A arte de se adaptar.

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Conhecida por lançar empreendimentos de alto padrão, assinados por arquitetos premiados, a construtora paulistana Idea! Zarvos parece ter encontrado a fórmula ideal para combater a crise que tomou conta do mercado imobiliário: a aposta na chamada economia criativa. A companhia, que neste ano vai lançar três empreendimentos residenciais num total de R$ 230 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV), está se especializando em criar prédios comerciais para alugar. “Empresas da nova economia como Spotify, Airbnb, NuBank, entre outras, nos procuram e alugam espaços em nossos prédios”, diz Otavio Zarvos, zarvossócio-fundador da construtora. “Isso já representa metade do nosso negócio. Surfar na onda desses clientes foi uma saída.”

 

De olho nas startups

As startups e as empresas voltadas ao universo do compartilhamento buscam prédios com design por fora e espaços de convivência dentro. “São companhias formadas por jovens da geração millenials e não querem nada com uma cara muito corporativa”, diz Zarvos. Todos os 12 prédios comerciais da construtora, num total de 50 mil metros quadrados, ficam no bairro da Vila Madalena, Zona Oeste de São Paulo, e são de autoria de arquitetos como Isay Wenfield, Gui Mattos e do estúdio Triptyque. Até o fim do ano, mais quatro empreendimentos deverão ficar prontos. A julgar pela experiência da construtora, a nova geração de consumidores poderá significar uma guinada nos negócios.

Mudança de foco

No futuro, a empresa pode virar uma administradora de seus próprios empreendimentos. “Até mesmo na área residencial, estamos pensando cada vez mais em criar empreendimentos para alugar”, diz Zarvos, que enxerga os millenials como consumidores com pouco apetite para comprar. “Eles não se preocupam em ter um apartamento.” Por isso, a companhia está desenvolvendo o que chama de “habitação social”. São prédios com 100 unidades, cada uma com 28 metros quadrados, mobiliadas e voltadas exclusivamente para aluguel – com valores mensais de, em média, R$ 2 mil. “Teremos um espaço para café da manhã e para almoço, coworking e lavanderia conjunta.” O investimento no primeiro prédio, com lançamento previsto para 2018, será de R$ 40 milhões e a construtora tem mais dois terrenos separados para isso.

Fonte: http://www.istoedinheiro.com.br

(Nota publicada na Edição 1024 da Revista Dinheiro, com colaboração de: Machado da Costa)

Isay Weinfeld e Idea!Zarvos recuperam via de pedestres na Vila Madalena.

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Cortesia de Idea!Zarvos

A incorporadora Idea!Zarvos, conhecida por seus edifícios emblemáticos no bairro paulistano da Vila Madalena, realizou as obras de recuperação de uma via pública peatonal no mesmo bairro, a partir de um projeto doado pelo arquiteto Isay Weinfeld. Degradada, a travessa era uma ladeira asfaltada e ganhou degraus nos 220 metros reformados, no trecho mais íngreme que abrange a Rua Fradique Coutinho até a Rua Senador Cesar Lacerda Vergueiro.

Em parceria com a prefeitura, a iniciativa prevê melhorar a segurança com a implementação de uma lombofaixa (lombada na faixa de pedestres na Rua Girassol) e aprimorar a iluminação.

Cortesia de Idea!Zarvos

Cortesia de Idea!Zarvos

A instalação de corrimãos visa auxiliar, principalmente, o trânsito de mães que utilizam muito a via por estar ao lado da Escola Municipal Prof. Olavo Pezzoti e também por ser passagem para a estação de metrô Vila Madalena. A Travessa Tim Maia tem 450 metros e compreende o trecho entre a Rua Fradique Coutinho e a Rua Paulistânia.

Cortesia de Idea!Zarvos

Cortesia de Idea!Zarvos

Fonte: http://www.archdaily.com.br

Elevador sem cabos e que anda também na horizontal será inaugurado hoje na Alemanha.

O MULTI economiza espaço e energia, aumenta a eficiência do sistema e deve promover uma revolução na arquitetura das grandes construções nas cidades.

A Thyssenkrupp inaugura hoje (22), em sua torre de testes em Rottweil, na Alemanha, a primeira operação do MULTI, um novo sistema de elevadores que dispensa cabos, abriga diversas cabinas em trânsito simultâneo e pode se mover também na horizontal.

O MULTI lembra um sistema de metrô dentro dos prédios. Em vez de cabos, as cabinas se movimentam por trilhos que, em alguns pontos rotacionam 90º, permitindo o trânsito horizontal delas. A segurança é garantida por um sistema de freios de vários níveis redundantes.

Segundo a Thyssenkrupp, o MULTI pode atingir uma capacidade de transporte até 50% maior, reduzir o gasto com energia em até 60% em relação a elevadores convencionais e ocupar 25% menos espaço. E por permitir o trânsito horizontal e não ter limitações de altura, seu uso pode impulsionar uma nova fase na arquitetura moderna de grandes construções nas cidades.

Veja o funcionamento do MULTI:

Assista ao vídeo.

A Thyssenkrupp classifica o MULTI como “uma das inovações mais avançadas do setor do século XXI.” Antony Wood, diretor executivo do Conselho sobre Edifícios altos e Habitat Urbano (CTBUH), foi além: “Este é talvez o maior desenvolvimento na indústria de elevadores desde a invenção do elevador há cerca de 165 anos.”

A inauguração do MULTI em Rottweil será na torre de testes da empresa, que tem 246 metros e conta com 12 poços para testes com velocidade de viagem de até 18 metros por segundo. Três desses poços serão usados para o teste do MULTI. A solenidade terá a presença de 200 representantes da indústria, incluindo Andreas Schierenbeck, CEO da Thyssenkrupp; Coen van Oostrom, CEO da OVG Real Estate, e Antony Wood, diretor executivo do CTBUH.

A OVG Real Estate, empresa de negócios imobiliários com grande atuação na Europa, aproveitará a ocasião para assinar o primeiro contrato comercial do MULTI. A empresa pretende instalar o MULTI em seu novo empreendimento, um prédio no East Side Tower, em Berlim, Alemanha.

Fonte: incorporacaoimobiliaria.com