Arquivo diários:12 de julho de 2017

A primeira cidade flutuante do mundo pode virar realidade em 2019.

A ideia surge como solução para um grave problema ambiental: o aumento do nível do mar, que tende a extinguir territórios e diminuir a extensão de países.

(Seasteading Institute/Divulgação)

aumento do nível do mar é uma constatação feita pela comunidade científica em todas as partes do mundo. Enquanto os cientistas alertam para a necessidade da redução da emissão de gases poluentes na atmosfera, há comunidades que já exploram as possibilidades de mover seus habitantes para uma verdadeira cidade flutuante.

É o caso da Polinésia Francesa. Com 2/3 do território ameaçados pela elevação dos níveis oceânicos, o governo local decidiu apoiar o Seasteading Institute, organização que reúne nomes influentes do Vale do Silício, como o de Peter Thiel, que desenvolveu o projeto desenvolvendo o projeto de uma “comunidade permanente e inovadora que flutua no mar”.

(Seasteading Institute/Divulgação)

O acordo, assinado pelo ministro Jean-Christophe Bouissou, estipula que os estudos devem ser concluídos este ano e deverão ser incorporados à legislação do país. Caso o projeto seja aprovado até o final de 2018, a estimativa é que as obras se iniciem já em 2019. 

Randolph Hencken, diretor executivo do Seasteading Institute, afirmou que a iniciativa não só salvaria os habitantes de ilhas como Taiti de ter que fugir de suas casas nas próximas décadas, mas também ofereceria uma experiência única de turismo, que incrementaria a renda de países afetados pelo aumento do nível do mar. 

(Seasteading Institute/Divulgação)

“Estamos planejando criar uma nova indústria de ilhas flutuantes que permitirá que as pessoas permaneçam atadas à sua soberania, em vez de ter que fugir para outros países”disse ele à ABC News. “É certamente por isso que os taitianos estão interessados em nós. Eles querem a resiliência ambiental, bem como as oportunidades econômicas”.

A primeira cidade flutuante seria construída pela holandesa Deltasync sobre uma rede de 11 plataformas em formas geométricas, sendo que cada uma destas plataformas poderia ser reorganizada de acordo com as necessidades do país. As estruturas serão construídas com concreto armado e darão suporte para edifícios de três andares, que podem funcionar como apartamentos, terraços, escritórios e hotéis.

(Seasteading Institute/Divulgação)

O projeto deverá custar US$ 167 milhões e, de acordo com um relatório de viabilidade divulgado pela empresa, cada plataforma custará menos de US $ 15 milhões, gerando um preço por metro quadrado similar ao de terrenos em Londres ou Nova York.

Assista ao vídeo de apresentação do projeto da primeira cidade flutuante do mundo, em inglês:

Fonte: http://casaclaudia.abril.com.br

Imóveis residenciais novos de SP apresentam bons resultados.

imoveis novos apresentam bons resultados

De acordo com a Pesquisa do Mercado Imobiliário do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), em maio foram vendidas 2.170 unidades residenciais novas – resultado 79% superior ao total de vendas de abril (1.212 unidades) e 104,9% acima do resultado de maio de 2016 (1.059 unidades comercializadas).

O VGV (Valor Global de Vendas) de maio foi de R$ 1.067,4 milhão, volume 49,5% superior ao de abril (R$ 713,8 milhões comercializados) e 56,7% acima do VGV de maio de 2016 (R$ 681,4 milhões) – valores atualizados pelo INCC-DI (Índice Nacional de Custo da Construção) de maio de 2017.

Dados da Embraesp (Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio) mostram que na cidade de São Paulo foram lançadas 2.300 unidades residenciais em maio, volume 139,8% superior ao registrado em abril (959 unidades) e 97,3% acima do resultado do quinto mês do ano passado (1.166 unidades).

No acumulado de janeiro a maio de 2017, foram lançadas 5.045 unidades residenciais na capital paulista, alta de 34,4% em relação ao mesmo período de 2016 (3.755 unidades); e foram comercializadas 6.035 unidades, representando aumento de 18,4% em relação ao mesmo período de 2016, quando as vendas totalizaram 5.097 unidades.

Em maio, a oferta na Capital foi de 21.960 unidades para venda, entre imóveis na planta, em construção e prontos (estoque), lançados nos últimos 36 meses (junho de 2014 a maio de 2017). Houve redução de 2,5% em relação a abril (22.528 unidades) e de 11,4% em comparação a maio do ano passado (24.799 unidades).

O indicador VSO (Vendas sobre Oferta), que apura a porcentagem de vendas em relação ao total de unidades ofertadas, foi de 9% em maio, apresentando alta em relação ao mês de abril deste ano e maio de 2016, quando foram registrados, respectivamente, 5,1% e 4,1% de VSO.

Apesar de não superarem a média histórica, os resultados de maio do mercado de imóveis novos da cidade de São Paulo foram bons comparativamente aos meses anteriores. No entanto, essa oxigenação no mercado, com mais lançamentos e vendas, não indica que o desempenho se repita em junho.

celso petrucci“Os imóveis com melhores desempenhos de venda são os de tíquetes mais baixos, comprovando que a demanda para esta faixa de preço continua alta e respondendo positivamente à oferta. Infelizmente, há muita dificuldade para viabilizar no município empreendimentos com preços abaixo de R$ 240 mil, enquadrados no programa Minha Casa, Minha Vida, devido aos valores dos terrenos e insumos”, avalia Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

O movimento nos plantões de venda demonstra crescimento não só em número de visitantes, mas de clientes com real interesse na aquisição, ainda que em patamares inferiores aos índices históricos.
“Para os corretores, isto significa que os ativos imobiliários ‘congelados’ há quase três anos representam excelentes oportunidades para quem não pode mais adiarFlavio-Prando a compra para morar e por aqueles que, prevendo a continuidade da queda da taxa de juros, decidem investir em imóveis, que, neste momento, têm maior potencial de valorização”, avalia Flávio Prando, vice-presidente de Intermediação Imobiliária e Marketing da entidade.

 

Para Emilio Kallas, vice-presidente de Incorporação e Terrenos Urbanos, se a demanda permanecer reprimida, haverá agravamento emiliokallas-2012no déficit habitacional da cidade de São Paulo. “O lançamento de novas unidades, além de atender parte da necessidade de moradias, gera empregos e aumenta a arrecadação de impostos. Mas há gargalos que ainda precisam ser resolvidos, como os distratos e a calibragem das legislações urbanísticas da Capital.”

“Os dados da pesquisa sinalizam a volta da confiança dos empresários frente aos indicadores positivos da economia, bem como maior segurança dos compradores para efetivar negócios. No entanto, ainda estamos longe de Flavio Amary (SJC)atingir a capacidade de produção e comercialização de imóveis em volume que represente plena retomada do setor e que seja suficiente para atender à crescente demanda por moradia”, observa o presidente do Secovi-SP, Flavio Amary.

 

Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br

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