Arquivo diários:5 de outubro de 2017

Construções sustentáveis: A tendência que veio que veio para ficar na região.

O tema sustentabilidade é cada vez mais difundido na sociedade como tentativa de reparar os danos causados ao meio ambiente ao longo dos anos de ocupação nos grandes centros urbanos, sem responsabilidade ecológica.

Com o avanço da tecnologia e estudos científicos conseguimos realizar melhorias importantes no assunto a favor do meio ambiente. É possível incorporar práticas que incluem o conceito de sustentabilidade em nosso cotidiano, inclusive no setor imobiliário, com as conhecidas construções sustentáveis, que podem não apenas ser construídas assim desde seu projeto inicial, mas também realizar a transição de um imóvel convencional em “casa verde”.

Segundo o portal Agente Imóvel, a incorporação de técnicas ecologicamente corretas nos empreendimentos vem crescendo exponencialmente ao longo dos últimos 20 anos, especialmente com a adoção de hábitos que levam em consideração o meio ambiente e ainda favorecem a economia doméstica de muita gente, por exemplo, o uso de painéis solares para gerar energia e armazenamento de água da chuva para lavar o quintal e regar as plantas.

As regiões de Osasco, Cotia e Granja Viana, vêm crescendo no mercado imobiliário, são tidas como boas localidades para o investimento, por serem próximas a São Paulo, com boa infraestrutura e ainda assim possuírem o metro quadrado com valor mais baixo se comparado a capital. E como é aposta de investidores atraem construtoras que engrossam o número de empreendimentos nas localidades, e que precisam cada vez mais se adequar as necessidades e aos anseios de um publico informado e que busca acima de tudo, qualidade de vida e economia em médio prazo, o que a sustentabilidade domestica proporciona.

Empresas do ramo imobiliário especializadas pelos projetos e construção de imóveis “amigos do meio ambiente” registram um crescimento acelerado neste modelo de negócio.

O que só reforça a preocupação com o meio ambiente na área da construção civil, que além de se modernizar para atender as demandas do mercado, precisa se enquadrar para agradar esse novo público, muito mais consciente de seu papel em relação ao equilíbrio ambiental.

Por Patrícia Sousa

Fonte: http://www.planetaosasco.com

Armários são substituídos por araras e caixotes.

Recursos dão um toque moderno no ambiente

Para quem tem pouco espaço em casa, ou quer economizar no mobiliário, abrir mão do guarda-roupa pode ser uma alternativa. Dispensar os armários tem surgido como tendência de decoração a partir de ambientes minimalistas, ou com inspiração industrial. Araras, ganchos, caixas e prateleiras mantêm roupas e sapatos expostos e dão um toque moderno ao ambiente.

Mas seu uso não se resume à estética, e esses recursos, além de baratos, podem ajudar a manter o ambiente organizado e utilizar melhor o espaço. O fotógrafo Luã Lima aderiu ao uso de araras quando se mudou para a casa de sua mãe e se viu em um espaço muito menor.

“Sou dono de um brechó e tenho muitas roupas. Percebi que um armário ocuparia muito espaço no quarto”, conta. Luã, dono do Boss In Brechó, se inspirou em ambientes no site Pinterest e tem três araras que suportam todas as suas roupas, além de um gancho para bolsas. Para os sapatos, ele fez uma plataforma com pallets, outra opção econômica.

Para a psicóloga Sílvia Braga, não ter guarda-roupa começou como uma medida provisória: ela tinha acabado de se mudar para um novo apartamento com a família e não tinha condições de comprar armários. Araras e uma estante com caixas foram utilizadas para as roupas de todos os moradores.

“Hoje meu marido e meu filho já têm armários, mas eu prefiro assim. As roupas ficam mais visíveis, sempre à mão, e a organização é simples”, conta Sílvia. Para organizar o ambiente, ela contou com a ajuda da personal organizer Mirella Guedes, que trouxe algumas soluções práticas para manter o ambiente arrumado.

Caixas com etiquetas

Uma das áreas que ganharam a atenção da organizadora foram as prateleiras de roupa: “As roupas precisam ser separadas em categorias e organizadas em caixas específicas para evitar que fiquem amontoadas nas prateleiras, causando bagunça e dificuldade na hora de escolher que peça usar”, explica Mirella. As roupas que não podem ser penduradas ganharam caixas de plástico transparente, com etiquetas indicando conteúdo.

No caso das roupas nas araras, que ficam expostas, Mirella também recomenda o cuidado com a poeira. “Minha recomendação é que a pessoa mantenha penduradas as peças que mais usa no dia a dia, para que sejam usadas e lavadas com mais frequência”, explica.

Luã diz não ter maiores problemas com a poeira, mas utiliza um aspirador de pó para manter os sapatos limpos, já que eles ficam expostos em pallets embaixo das roupas. Para dar um ar de organização às araras, Luã utiliza cabides iguais para todas as roupas. “As araras acabam ficando bagunçadas rápido quando se mexe muito. Cabides iguais dão um ar de unidade. Também tento separar as roupas por cor”, conta.

No entanto, manter as roupas expostas pode exigir também mais consciência sobre o que se compra: “Acho que esse tipo de solução pode servir para aqueles que já são mais minimalistas, têm menos objetos e são mais seletivos”, reflete o arquiteto paulista Alan Chu. “Não é agradável conviver com uma montanha de roupas constantemente à vista”, argumenta.

*Sob supervisão da editora Cassandra Barteló

Fonte: http://atarde.uol.com.br