Arquivo mensais:novembro 2017

Entenda como o consumidor busca imóveis.

Entenda como o consumidor busca imóveis

Marcelo Dadian, diretor da suahouse, fala sobre os pilares para aumentar a conversão prestando atenção na qualidade do atendimento.

Em torno de 61% dos clientes estão comprando imóveis pela primeira vez, e muitos pela única vez. Esse dado mostra que com a pouca experiência na aquisição desse bem de alto valor, o cliente com certeza vai precisar ser bem atendido e ter todas as dúvidas esclarecidas pelos vendedores.

Assista ao vídeo para saber como atender bem os clientes!

 

1 – Velocidade do Atendimento

Ao atender um contato em 5 minutos, as chances de conversão são 100 vezes maior do que atender o mesmo lead em meia hora. Estudos americanos mostraram que 47% dos contatos não são atendidos.

Velocidade é tudo. Nossos estudos mostram que, na média, cada cliente gera até 3 leads, mas apenas 11% deles são atendidos em até 1 hora e 47% deles são atendidos no mesmo dia.

Imagina aquele cliente que gerou o lead e que está super ansioso para receber uma resposta do seu corretor. É igualzinho ao nosso comportamento quando a gente reserva um hotel ou um restaurante. Nós queremos a resposta na hora. E não é isso que está acontecendo, não é isso que os nossos estudos detectaram.

2 – Resiliência

A gente sabe que o corretor é insistente. Porém, ele tem que ser insistente de uma forma organizada, como por exemplo nas ligações. Ao retornar para o cliente apenas uma vez, existe 48% de chance de encontrá-lo, mas se o corretor tenta 6 vezes, as chances aumentam para 93%.

Nossos estudos mostraram que os corretores ligam, em média, menos de 2 vezes.

O que demonstra que esses contatos serão descartados e as chances de conversão serão menores. É importante saber o quanto os corretores insistem com os clientes dos leads que foram enviados para eles.

Fonte: VivaReal 

Prédio verde já tem a preferência em vendas e locações.

Empreendimentos corporativos com certificação sustentável começam a se tornar tendência na cidade de São Paulo e se espalham pelo país.

Até 2020, prédios verdes serão maioria entre os empreendimentos corporativos na cidade de São Paulo

As empresas que compram e alugam lajes em edifícios corporativos estão optando por prédios verdes. As edificações com certificação de sustentabilidade registraram taxa de vacância de 20,6% no terceiro trimestre de 2017 (julho, agosto e setembro) contra 32% dos edifícios convencionais. Em quatro anos, a curva sofreu uma drástica inversão. Até 2013, os prédios de escritórios A e A+ (alto e altíssimo padrão) mas que não possuíam selos verdes, registravam vacância de 11,4%.

A razão desta guinada a favor dos edifícios sustentáveis é a economia. Não está relacionada apenas com o impacto da crise econômica, mas com o desejo das corporações em gerar economia com a logística que envolve seus negócios. Um exemplo: prédios verdes têm taxas de condomínio que custam entre 15% e 25% a menos que os valores cobrados por edifícios convencionais. Os dados foram apurados pela Engebanc Real Estate, com base em dados levantados em uma pesquisa condominial na cidade de São Paulo-SP.

Apesar de abranger lajes corporativas na capital paulista, o levantamento reflete uma tendência nacional: a de que os projetos para prédios corporativos estão preferindo buscar os selos de sustentabilidade para ganhar mercado. O motivo é que as empresas multinacionais, que são as que mais compram ou alugam lajes, estão preferindo os empreendimentos com certificação. É uma tendência que cresceu sobremaneira nesta década. Conectadas com essa preferência dos locatários, as construtoras estão optando por erguer prédios verdes.

Segundo o levantamento da Engebanc Real Estate, atualmente na cidade de São Paulo 72% dos edifícios construídos a partir de 2012, ou em construção, têm certificação de sustentabilidade. Quando todos os empreendimentos forem concluídos, o que deve ocorrer até 2020, a capital paulista terá mais prédios verdes do que edifícios convencionais nas novas regiões corporativas da cidade, que englobam Pinheiros, Faria Lima, Avenida Paulista, Jardins, Jardim Paulistano, Itaim Bibi, Vila Olímpia, Berrini, Roque Petroni, Santo Amaro, Chácara Santo Antônio e Morumbi.

Sustentabilidade ainda é mito

Nestas localidades há 138 imóveis comerciais, dos quais 63 já possuem certificação sustentável. Para 2018, o estudo da Engebanc Real Estate estima que a oferta de lajes novas em prédios verdes crescerá mais 11%. Nas regiões pesquisadas, há mais seis edifícios em fase final de construção, e que possuem selos de sustentabilidade, o que vai acrescentar mais 150 mil m2 a favor dos empreendimentos certificados. “Essa movimentação aconteceu por uma tendência mundial e, principalmente, pela necessidade das empresas estrangeiras que, ao vir para o Brasil, trazem a premissa de ocupar prédios com essas características, por um posicionamento já consolidado lá fora”, destaca Leandro Angelino, gerente de inteligência de mercado e marketing da Engebanc Real Estate.

A projeção é que em dez anos o m2 dos edifícios sustentáveis esteja igual ou até mais barato que dos edifícios convencionais. Hoje, as construções com certificação têm custo 10% maior. Para Angelino, o encarecimento ainda se deve ao fato de que a sustentabilidade ainda é muito subjetiva na hora de precificar uma obra. “Conforme ela (a sustentabilidade) for deixada de ser tratada como mito, e incorporada ao dia a dia das pessoas, os custos tendem a diminuir”, avalia. 

Entrevistado
Engebanc Real Estate 
(via assessoria de imprensa)

Contato: escritorios@engebanc.com.br

Crédito Foto: Divulgação

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

Fonte: http://www.cimentoitambe.com.br

Um panorama sobre o mobile no Brasil e no mundo.

Na quarta edição do Conecta Imobi, Rafael MagdalenaCCO e Co-founder da Muv, empresa que realiza a ligação entre operadoras de telefonia móvel, fabricantes de aparelhos celulares e anunciantes, trouxe dados sobre a tecnologia mobile. Durante a palestra Panorama sobre o mobile no Brasil e no mundo, Rafael falou de comportamentos das gerações em relação aos dispositivos móveis e as oportunidades que eles oferecem para vendas.

O que precisamos saber sobre o mobile?

Para os profissionais que trabalham com marketing, publicidade e propaganda, uma informação de Rafael mostra que o investimento em mídia precisa se adaptar e que ela tem espaço. Por quê? Porque as gerações Z e Y já nasceram acostumadas com propagandas e anúncios nos vídeos. Vale lembrar que são essas as gerações que mais usam dispositivos móveis.

Rafael mostrou que 98% dos aplicativos disponíveis na Apple Store e na Play Store, lojas de apps da Apple e Google, respectivamente, são gratuitos para baixar. Isso representa uma grande oportunidade para a publicidade, pois os aplicativos acabam se tornando uma plataforma mais simples de anúncio.

Mas apesar da grande conectividade e do crescimento de interação das pessoas, o uso do 4G em 2016 representava apenas 16% da utilidade no mundo. Para o ano de 2020, a previsão é de que 38% das pessoas já utilizem internet 4G.

Fonte: http://www.vivareal.com.br

Região está entre as melhores para se investir em imóveis.

Cidades possuem grandes atrativos para investimentos no setor (foto: Ascom Osasco)

De acordo com dados do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), no mês de agosto de 2017 foram comercializados 8,7% a mais de imóveis na região, em comparação com o mesmo mês de 2013.

Isso mostra que as cidades da região possuem excelentes atrativos para se investir em imóveis. Esses municípios possuem características importantes que possibilitam essa avaliação, tais como renda per capita elevada, população com alto nível de instrução e de vínculo empregatício, além de um número considerável de empresas atuantes e déficit imobiliário elevado.

Alia-se a isso, o fato de que Osasco, Barueri, Santana de Parnaíba e Cotia figuram em uma lista, elaborada por consultorias de inteligência imobiliária, que traz as cem melhores cidades brasileiras para se investir em imóveis agora, e também nos próximos anos, dada a gama de atributos que elas possuem em sua estrutura urbana e também de população.

O Sindicato aponta ainda que entre os meses de janeiro e julho deste ano, foram lançados e comercializados cerca de 700 imóveis residenciais na região, em apenas dois municípios, Osasco e Barueri. No restante, há previsão de novos lançamentos no início do próximo ano.

Fonte: www.girosa.com.br

Por Julio Rezende

Como a tecnologia está mudando a indústria da construção.

 

Nem mesmo um dos mais tradicionais dos setores, o de construção, está livre da revolução digital. Pelo contrário. Essa indústria tem sido fortemente impactada pela tecnologia tanto por meio da criação de startups quanto a partir da inovação de gigantes do setor. Representantes de empresas da área falaram sobre o assunto nesta segunda-feira (27/11), durante a primeira edição do Construsummit, em São Paulo.

 

Apesar de a indústria de construção ser responsável por 10% do PIB mundial, ela conta com alta taxa de improdutividade. “O segmento é o segundo pior em termos de adoção de tecnologia. Temos de promover uma revolução digital para mudar esse cenário”, defende Bruno Loreto, diretor de operações da Construtech Ventures. A empresa se dedica a apoiar o desenvolvimento das chamadas construtechs, startups que buscam solucionar problemas da cadeia de construção de maneira inovadora (como as fintechs, no setor financeiro). Atualmente, conta com oito empresas em seu portifólio.

O segmento é promissor. Os investimentos em construtechs nos Estados Unidos já somam mais de US$ 1 bilhão. “No Brasil, a revolução também já começou. Você pode escolher participar ou ficar de fora”, diz Loreto. “Temos mais de 250 construtechs mapeadas no país.” Ele acredita que, nos próximos anos, deverá haver um boom das startups do setor.

Novatas

O que não falta são novas companhias de olho nesse mercado. É o caso da ZeroDistrato, que tenta solucionar um dos principais problemas da cadeia imobiliária. Segundo o cofundador Yan Carlomagno, a empresa estima um prejuízo de R$ 6 bilhões por ano no setor por causa dos distratos (a desistência de compra de um imóvel). Treinada com 110 mil contratos, a plataforma alia inteligência artificial e big data para prever o risco de um cliente encerrar o seu contrato.

Por sua vez, o empreendedor Glauco Farnezi criou um aplicativo chamado Facilita, a fim de deixar a vida dos corretores de imóveis mais simples. Trata-se de uma ferramenta que propõe que todo o processo de venda de uma propriedade seja feita com a ajuda de um aplicativo, tornando mais eficiente a gestão de atendimento. A plataforma automatiza funções que antes os corretores tinham de fazer de maneira analógica. “O processo de vendas do mercado imobiliário é muito complicado, cheio de burocracias”, diz Farnezi. “A intenção do Facilita é descomplicar, deixar o processo o mais óbvio possível.”

Gigantes

As mais tradicionais empresas do setor não querem ficar de fora das transformações. No começo desse ano, a Andrade Gutierrez começou a desenvolver um programa de inovação com o objetivo de se aproximar de startups. “Queríamos fomentar uma cultura de inovação tanto dentro como fora da empresa. (…) Queríamos realmente construir o futuro do setor”, diz Gabriel Villas Boas, diretor de inovação da Andrade Gutierrez. Além de realizar um evento de inovação chamado Digital Day, a empreiteira criou o Vetor AG, um programa de incubação e aceleração corporativa, cuja seleção de startups começa em breve. “Buscamos excelência e economia nas nossas obras.”

Por sua vez, a Alphaville Urbanismo criou o Alpha Inova, um programa também de conexão com startups, a fim não de comprá-las, mas de fechar parcerias para solucionar problemas específicos. “Desde o início focamos em excelência operacional e valor para o cliente”, afirma Patrícia Hulle, gerente geral de negócios da Alphaville Urbanismo. “Queríamos também auxiliar as startups em seu desenvolvimento.” A empresa fez um processo de seleção e, agora, desenvolve projetos pilotos com 10 finalistas. O próximo passo é decidir quem serão os futuros novos fornecedores da companhia.

Mudança de estrutura

A transformação digital impactará até o tamanho dos imóveis sendo vendidos. “As pessoas estão extremamente conectadas”, diz Marcos Araújo, presidente da Datastore, empresa especializada em inteligência e pesquisa de mercado. Segundo ele, ao mesmo tempo em que essa mais vida digital leva cria oportunidades de anunciar lançamentos imobiliários em dispositivos móveis, por meio das redes sociais, também pode levar à compra de apartamentos menores, uma vez que as pessoas circulam menos, pois ficam mais tempo no celular. “Com os aplicativos, as vendas imobiliárias estão prontas para serem desestruturadas como nós as conhecemos.”

Fonte: http://epocanegocios.globo.com

Preço do imóvel deve subir com lançamentos em baixa.

 
 
A recuperação das vendas de imóveis descolada de uma retomada nos lançamentos pode levar a um deficit de oferta e, assim, ao aumento dos preços de imóveis novos e para locação pelo Brasil.
 
A crise e o alto número de distratos (quando o cliente cancela a compra) forçaram as construtoras a segurar os lançamentos e investir na comercialização de seus imóveis em estoque.
 
Com isso, as vendas aumentaram 8,5% no terceiro trimestre do ano, ante mesmo período de 2016, e 3,4% no acumulado de 2017 até setembro, de acordo com levantamento da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) em 22 áreas do país.
 
A oferta final disponível – as unidades em construção ou prontas não vendidas, ou seja, o estoque – caiu 3,4% na comparação trimestral.
 
“Não temos dúvidas de que há demanda e, se a oferta final continuar caindo dessa forma, teremos um aumento de preços”, diz Celso Petrucci, presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da CBIC, responsável pela pesquisa.
 
No outro lado da balança, os lançamentos subiram 4,1% no terceiro trimestre, mas no ano acumulam queda de quase 13%. Segundo João da Rocha Lima Jr., do Núcleo de Real Estate da Poli-USP, um déficit na oferta é consequência da menor capitalização das empresas, que não conseguem erguer empreendimentos na mesma escala em que faziam, e da redução do empréstimo às construtoras.
 
Os preços em algumas regiões já estão pressionados. Na área metropolitana de João Pessoa, na Paraíba, o valor médio do metro quadrado passou de R$ 4.367 no segundo trimestre para R$ 8.245 no terceiro. No Distrito Federal, os preços passaram de R$ 8.570 para R$ 9.193.
 
O peso maior tem sido sobre os imóveis de dois quartos porque, com a restrição no crédito imobiliário também à pessoa física, houve uma migração de demanda de apartamentos maiores para a tipologia mais em conta.
 
Dos lançamentos no país no terceiro trimestre deste ano, 65,3% tinham dois quartos, e a modalidade representou 60,8% dos imóveis vendidos no período. “Essa participação de dois e três dormitórios já foi quase meio a meio. Se continuar assim [vendas em alta e baixos lançamentos de três quartos], os preços dos imóveis maiores podem explodir”, diz José Carlos Martins, presidente da CBIC.
 
ALUGUEL 
 
A escassez de unidades entrando no mercado afeta também o aluguel. Na cidade de São Paulo, por exemplo, o valor de novos contratos de locação reverteu a tendência de queda do primeiro semestre e em outubro acumulava alta de 0,7% em 12 meses.
 
Segundo José Augusto Viana Neto, presidente do Creci-SP (conselho dos corretores), os imóveis disponíveis para locação no Estado não serão suficientes.
 
“Se houver uma retomada da construção e mais imóvel novo, ajuda, porque o preço do aluguel pode cair com a procura por locação diminuindo um pouco.”
 
 

Fonte: http://www.ademi.org.br

Folha de São Paulo, Anaïs Fernandes

Qual a importância de integrar marketing e vendas no mercado imobiliário?

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Assim como em qualquer outro segmento, o setor de imóveis vem evoluindo constantemente e uma dúvida que profissionais do ramo têm é se vale a pena a integração da área de marketing e vendas no mercado imobiliário. O trabalho de forma isolada tende a ser menos eficaz e traz poucos resultados para os negócios. Por isso, essa união só tem a acrescentar em benefícios para a sua imobiliária.

A adoção de estratégias de marketing aliada às vendas tende a destacar a imobiliária, como também captar mais clientes, pois o trabalho conjunto é mais expressivo e fica mais fácil conquistar os objetivos.

Dessa forma, pensando em ajudá-lo, preparamos este post para que você saiba a importância que essa integração pode proporcionar. Confira agora!

Quais são as responsabilidades de vendas e marketing?

Para falar de integração, é preciso ter conhecimento dessas duas áreas de forma isolada.

Marketing

O setor de marketing tem a responsabilidade de gerar campanhas para captar possíveis compradores de imóveis. Os profissionais envolvidos utilizam estratégias e técnicas para qualificar leads e deixá-los aptos para o fechamento de uma compra.

Para a imobiliária, essa área auxilia melhorando a credibilidade e ampliando a visibilidade e o alcance do seu negócio, o que a torna fundamental para o sucesso da venda de imóveis.

Vendas

Esse setor é responsável pelo fechamento da venda. Ele recebe o potencial comprador, após o trabalho desenvolvido pela equipe de marketing, e faz a conversão dessa procura por um imóvel em uma negociação concretizada.

Dessa forma, não adianta você ter uma ótima casa em disponibilidade, por exemplo, se não consegue vendê-la. Essa é a importância dessa área para uma imobiliária, pois o objetivo de todo esse trabalho é a geração de lucro.

Quais os benefícios em integrar marketing e vendas no mercado imobiliário?

Essa união nas imobiliárias pode gerar muitos benefícios, trazendo resultados e melhorando o seu destaque perante o mercado. Confira os principais deles:

Qualificação dos leads mais eficiente

Os leads são os potenciais compradores de imóveis que a área de marketing busca no mercado. Uma das reclamações do setor de vendas é que os leads chegam com informações limitadas. Dessa forma, esse setor passa a ter que desenvolver uma atividade de conscientização e informação para criar a necessidade de compra do possível cliente.

Trabalhando em conjunto, as duas áreas podem planejar estratégias e analisar os resultados para gerar campanhas mais eficientes e fortalecer melhor o lead, até que ele esteja pronto para uma compra. Isso vai ampliar a taxa de conversão da imobiliária.

Melhor comunicação interna

Quando as duas equipes trabalham juntas, as informações são compartilhadas e usadas da melhor maneira possível. Esse é um ótimo ganho da integração.

Atuando de forma isolada, os setores acabam retendo dados valiosos, o que atrapalha muito o desempenho da imobiliária como um todo.

Resultados mensuráveis

O setor de marketing tem a meta de gerar excelentes oportunidades, mas, várias vezes, não segue todo o ciclo de vendas de um imóvel e isso atrapalha a mensuração dos resultados. Assim, fica difícil fundamentar investimentos e ações de comunicação na imobiliária.

Quando essa integração funciona, de fato, os dois setores conseguem comprovar sua atividade-fim, que é a captação e a venda de um imóvel, e os resultados ficam evidentes para o segmento. Isso tudo é possível com o uso da tecnologia, com alguns sistemas que proporcionam o acompanhamento dos resultados.

Conhecimento dos clientes

No momento em que a área de marketing e de vendas trabalham em separado, as duas equipes ficam muito afastadas do seu público-alvo. Isso ocorre com certa frequência, tudo por causa da distância natural existente entre os setores.

Mas o que isso significa precisamente? Que a área de vendas não saberá abordar corretamente os futuros compradores da imobiliária, fazendo uma prospecção eficiente. Em contrapartida, o marketing vai ter dificuldade com suas campanhas se não souber quem atingir e qual a melhor tática.

Unindo esses dois setores, a informação é compartilhada e todos terão conhecimento de quais são os possíveis clientes da imobiliária, quem atingir e como abordá-los. A integração é a peça fundamental para que seu negócio alcance os melhores resultados!

Criação de metas mais precisas

Ambas as áreas necessitam uma da outra para conseguirem alcançar o sucesso. Se o marketing não gera leads qualificados, o setor de vendas vai ter muito mais trabalho para converter o comprador em cliente ou, até mesmo, não conseguirá fazê-lo. No entanto, um lamento do marketing é quando os leads são trabalhados e a área de vendas não consegue realizar a conversão.

Sendo assim, fica claro que os setores precisam exercer atividades em conjunto e ter objetivos em comum. Só assim, os profissionais vão ter em mente que várias engrenagens fazem girar um mesmo mecanismo e, quando uma delas falha, as outras são afetadas.

Maior lucratividade

Integrar os setores de vendas e marketing vai proporcionar mais oportunidades de negócio para a imobiliária, compradores qualificados e diminuição no custo de campanhas, consequentemente, gerando aumento das vendas e maior lucratividade.

Assim, essa prática é fundamental no cenário atual. Em um mercado cada vez mais competitivo, não há mais espaço para conflitos internos entre os setores. Vendas e marketing precisam um do outro para conquistarem seus objetivos.

Essa união traz a geração de leads mais qualificados, acesso mútuo às informações e criação de objetivos em comum — tudo isso gerando maior lucratividade para a imobiliária. Se você ainda não integrou essas áreas no seu negócio, não perca mais tempo.

Como unir os dois setores?

Agora você já tem uma noção dos benefícios da integração de marketing e vendas no mercado imobiliário, dos resultados que ela oferece para o seu segmento e de como essa união pode facilitar o trabalho de ambos os setores.

Então, a melhor maneira de unir as duas equipes é por meio da tecnologia. Por isso, existem ferramentas de gestão imobiliária, como softwares de gestão, CRM, cursos on-line para corretores de imóveis, entre outros, que ajudam a integrar e mensurar resultados com muito mais qualidade.

Fonte: http://www.ingaia.com.br

Com mais de 6 mil m2, Goiânia tem um dos maiores estandes do Brasil.

A Euroamérica Incorporadora criou para um dos seus principais projetos imobiliários, o Euro Park, um dos maiores estandes de vendas do Brasil. De acordo com a empresa, o estande recebeu um investimento 60% maior do que a média praticada pelo mercado de Goiânia na hora de construir um estande. 

 
 

O local possui alguns diferenciais:

  • Mais de 6 mil metros quadrados;
  • Caminhos sensoriais;
  • Redário;
  • 3 apartamentos modelos;
  • 2 salas de cinema com telas de exibição de vídeo e tecnologia de ultradefinição + tecnologia 3d;
  • Complexo esportivo com quadras de areia para práticas de esportes e torneios abertos à comunidade;
  • Bar e restaurante estilo praiano;
 

Caminhos sensoriais

Um dos diferenciais do estande do Euro Park, é a possibilidade de levar ao cliente experiências sensoriais que fazem a pessoa se sentir como se estivesse dentro do empreendimento pronto. “A visita começa com uma passagem por um cinema enorme, que explica como os parques foram e ainda são importantes para o desenvolvimento dos bairros e a valorização dos imóveis. Nesse momento o cliente começa a se preparar para entender o contexto em que o Euro Park se insere hoje. A segunda sala de cinema conta a história da Euroamérica, afinal é muito importante saber sobre a empresa que está por trás de um projeto desse tamanho, e suas inspirações”, conta o gerente comercial do empreendimento, Denis Branco.
 
Na sequência, o visitante segue um percurso montado com estímulos reais como os sons da água que representam o lago, o piso de madeira sobre o pátio, a vegetação das áreas de lazer e as redes estendidas do redário. Tudo para fazer menção ao parque privativo que será implantado dentro do complexo, só para os moradores. “Reproduzimos a miniatura do lago com cascata que será implementado no parque privativo. É um momento muito interessante, que os clientes sempre comentam”, afirma Denis.
Em seguida, os visitantes do estande do Euro Park seguem para os apartamentos decorados.
 
Euro Beach, a “praia”do Euro Park
 
O estande do Euro Park também conta com o Complexo Esportivo de Areia Euro Beach, com quadras de areia para prática de futevôlei, cross beach, vôlei de praia, futebol de areia e funcional. Para se montar o espaço foram usadas 40 carretas de areia de praia. No lugar, são realizadas também aulas, torneios esportivos e até eventos ao estilo praiano, trazendo assim os consumidores para perto do projeto imobiliário.
 
De acordo com a incorporadora, por ter fundadores de origem espanhola, o Euro Beach também incluiu uma quadra de Pádel no espaço para estimular a interação entre culturas.  O Euro Beach conta ainda com um bar e restaurante ao estilo quiosque, com sombreiros para contemplar o pôr do sol nos fins de tarde e curtir o tradicional happy hour. Para a decoração do espaço, a inspiração foi a Ilha espanhola de Ibiza.
 
 

Uma série de eventos realizados

Com um espaço deste tamanho, uma série de eventos foram e são realizados para despertar o interesse de atuais clientes, futuros compradores e da comunidade. Veja abaixo alguns exemplos:

 

 
 

“Colmeia” gigante pode virar casa para moradores de rua em Nova York.

Comunidades formadas por módulos hexagonais instaladas em paredes vazias são alternativa habitacional proposta por agência de publicidade.

Projeto propõe a criação de mosaicos urbanos em paredes sem uso. Fotos: Reprodução

Projeto propõe a criação de mosaicos urbanos em paredes sem uso. Fotos: Reprodução

A agência de publicidade Framlab, fundada pelo designer norueguês Andreas Tjeldflaat, desenvolveu um projeto que propõe uma solução para a crescente população sem-teto de Nova York. Trata-se de uma estrutura parecida com uma colmeia instalada na parede lateral de um prédio que, à primeira vista, parece uma obra de arte urbana. Dentro dos módulos hexagonais tridimensionais, porém, encontram-se pequenas unidades habitacionais.

 

Módulos podem ser impressos em 3D a partir de bioplásticos reciclados.

Módulos podem ser impressos em 3D a partir de bioplásticos reciclados. Foto: Reprodução

Os módulos podem ser adaptados às necessidades e desejos do residente. O espaço diminuto pode receber móveis e equipamentos tecnológicos especialmente criados para a perfeita integração ao local, garantindo o conforto e segurança do morador. As unidades podem abrigar diferentes tipos de cômodos, como um quarto com área de estudo, quarto loft ou banheiro.

O número de pessoas sem-teto em Nova York subiu 39% em um ano.

Número de pessoas sem-teto em Nova York subiu 39% em um ano. Foto: Reprodução
 

O projeto permitiria a criação de comunidades de habitação que poderiam ser realocadas e expandidas com rapidez e facilidade nas paredes cegas de edifícios. Os módulos propostos pela Framlab, que tem sede em Nova York e Oslo, são impressos com tecnologia 3D a partir de bioplásticos reciclados, oferecendo uma montagem ecológica e econômica.

Módulos podem ser adaptados para diferentes funções.

Módulos podem ser adaptados para diferentes funções. Foto: Reprodução

“Enquanto o exterior é revestido por alumínio oxidado, o interior oferece um ambiente agradável e amigável”, informa o estúdio. Os designers responsáveis pelo projeto admitem que a proposta não seria capaz de resolver sozinha a crise da população sem-teto. “A enorme extensão e complexidade da situação requer trabalho em um nível de regulamentação e elaboração de políticas. Mas é fundamental que a comunidade de design seja parte do processo”.

Durante a noite, fachada pode servir como tela para exibição de anúncios.

Durante a noite, fachada pode servir como tela para exibição de anúncios. Foto: Reprodução
 

De acordo com a agência de publicidade, uma parede de 15 por 21 metros poderia hospedar até 95 unidades hexagonais. Durante a noite, o mosaico urbano ainda poderia servir como uma tela para a apresentação de arte digital, informações públicas ou publicidade.

*Especial para a Gazeta do Povo.

A importância de um bom gerenciamento de projetos na construção civil.

Um bom gerenciamento de projetos faz com que você comande a sua obra e não a obra comande você.
Créditos: Shutterstock

É possível reduzir custos, evitar erros e minimizar possíveis imprevistos no decorrer da obra.

Na hora de optar por uma nova construção, ou uma reforma de grande escala, o ideal é pensar em como percorrer esse caminho. Algumas pessoas ou empresas ainda desconhecem a real importância de um bom gerenciamento de projetos, que, resumidamente, envolve a coordenação eficaz de recursos diversos, como materiais, equipamentos, financeiro, recursos humanos e esforços necessários para obter a obra construída, atendendo aos padrões pré estabelecidos de prazo, custo, qualidade e risco.

Alguns benefícios que um bom gerenciamento de projetos oferece a sua obra

  • Reduz custos: o gerenciamento é um aliado para quem deseja gerar economia na obra, mesmo que, muitas vezes, certo materiais tenham um custo elevado.
  • Antecipar situações desfavoráveispermite que eventuais erros ou problemas possam ser solucionados antes do início da obra, fazendo com que o cronograma seja realizado dentro do previsto.
  • Controla o estoque de materiais: evita o desperdício e ajuda a manter a obra com os gastos dentro do orçamento. Através do gerenciamento é possível saber quando é necessário comprar algum item ou material, sem causar desperdício.

gerenciamento de projetos da construção civil apresenta alguns pilares importantes, sendo necessário que gestores da área o conheçam e o apliquem em suas atividades, como planejamento, gestão de pessoas e gestão de obra.

 Planejamento

O primeiro pilar é pensar na eficiência que um bom planejamento pode oferecer ao projeto colocando em um documento os seguintes tópicos:

  • Objetivo.
  • Dificuldades.
  • Melhores fornecedores.
  • Prazos adequados.
  • Terceirização de serviço.
  • Custos.
  • Mão de obra qualificada.
  • Prevenção de riscos.

Gestão de pessoas

O mercado é competitivo e a qualificação, muitas vezes, abaixo do esperado. Esse é um dos problemas que muitas empresas encontram quando o assunto é recursos humanos. As pequenas e médias companhias são afetadas pela falta de bons profissionais, já que funcionários que se destacam são rapidamente captados por grandes empresas.

Uma maneira de driblar esses entraves é estabelecer um bom plano de carreira, que mostre ao candidato as possibilidades de crescimento profissional.

Gestão de obra

Todos os pilares são importantes, porém, aqui, é preciso atenção. A equipe de gestão de obras é a que necessita de maior vivência no setor e entendimento dos processos, pois são eles quem vão lidar e resolver possíveis problemas no dia a dia da obra que, muitas vezes, são imprevisíveis.

  • Onde a obra está perdendo produtividade?
  • Qual material está sendo mais gasto?
  • A qualidade está conforme os padrões planejados?

 

Utilizar um software de gestão de obras pode facilitar a administração, com ele é possível controlar o rendimento dos equipamentos, as horas trabalhadas pelos funcionários, a entrada e saída de matéria-prima, ocorrências abertas, documentação da empresa, entre outras coisas.

Fonte: http://www.mapadaobra.com.br