Arquivo diários:1 de novembro de 2017

Arábia Saudita planeja cidade artificial para o futuro.

Criada do zero, NEOM faz parte do Vision 2030, programa nacional para transformar o país em um modelo de excelência.
 
Cidade artificial planejada pela Arábia Saudita

(Divulgação/NEOM)

Na Arábia Saudita, os 26,5 mil quilômetros da NEOM se estenderão até o Egito e a Jordânia, fazendo do projeto, a primeira cidade artificial do mundo, a também primeira zona privativa a ocupar três países.

O projeto, intitulado “o destino do futuro”, faz parte do Vision 2030, programa nacional para transformar o país em um modelo de excelência e prevê uma conexão entre Ásia, Europa e África.

Cidade artificial planejada pela Arábia Saudita

(Divulgação/NEOM)

Além de se tornar referência econômica e científica, espera-se que a cidade se torne a capital do comércio da Arábia Saudita. Acessível pelo ar, pelo mar e pela terra, NEOM se concentra em 9 pontos: energia e água; mobilidade; biotecnologia; alimento; ciências tecnológica e digital; produção avançada; mídia e entretenimento.

Cidade artificial planejada pela Arábia Saudita

(Divulgação/NEOM)

“NEOM será construída a partir do solo, em permitindo que seja uma oportunidade única de se distinguir de todos os outros lugares que foram desenvolvidos e construídos ao longo de centenas de anos e usaremos esta oportunidade para construir um novo modo de vida com excelentes perspectivas econômicas”, explica o príncipe Mohammed bin Salman.

Cidade artificial planejada pela Arábia Saudita

(Divulgação/NEOM)

“As tecnologias futuras constituem a pedra angular do desenvolvimento da NEOM: soluções disruptivas para o transporte desde a condução automática até os drones de passageiros, novas formas de crescimento e processamento de alimentos, cuidados de saúde centrados no bem-estar holístico dos pacientes, internet de alta velocidade sem fio como um bem livre chamado “ar digital”, educação on-line contínua de classe mundial gratuita, governança eletrônica em grande escala, colocando os serviços da cidade ao alcance de seus dedos, códigos de construção que fazem das casas sem emissão de carbono um padrão, um layout de cidade que incentiva caminhadas e ciclismo e todos alimentados exclusivamente por fontes renováveis de energia apenas para citar alguns. Tudo isso permitirá que surja um novo modo de vida que leve em conta as ambições e as perspectivas da humanidade emparelhadas com as melhores tecnologias do futuro e as excelentes perspectivas econômicas”, completa.

Cidade artificial planejada pela Arábia Saudita

(Divulgação/NEOM)

Pensada para funcionar de forma independente, a área tem vista para o Mar Vermelho, o Golfo de Aqaba e para as montanhas, que ficam ao leste. Dentro da cidade, todos os serviços e processos serão 100% automatizados.

No projeto, a sustentabilidade é uma prioridade: apesar do clima, os futuros moradores poderão aproveitar avanços tecnológicos como agricultura árida e de água do mar, estufas que utilizam a luz solar, fazendas urbanas verticais e meios de transporte 100% sustentáveis.

Fonte: casaclaudia.abril.com.br

Por Mariana Bruno

As cidades mais caras da América Latina para comprar imóvel.

Ranking mostra o preço médio do metro quadrado em 15 cidades da América Latina. Confira onde estão as cidades brasileiras.

Imóvel; apartamento

Imóveis: Rio de Janeiro, Santiago e Montevidéu são as cidades com o metro quadrado mais caro (vicnt/Thinkstock)

São Paulo – O Rio de Janeiro tem o preço médio dos imóveis mais caro entre 15 cidades da América Latina. Em segundo lugar, está Santiago, no Chile, seguida por Montevidéu, no Uruguai.

A conclusão é de um estudo realizado pelo grupo argentino Navent, do qual o portal imobiliário Imovelweb faz parte, em parceria com o  Centro de Investigação em Finanças (CIF) da Escola de Negócios da Universidade Torcuato Di Tella, de Buenos Aires.

Outra cidade brasileira também ocupa uma das primeiras posições no ranking dos imóveis mais caros da América Latina: São Paulo, em quinto lugar.

“Apesar da crise, a economia brasileira é mais desenvolvida em comparação ao demais países da América Latina, por isso os preços do mercado imobiliário no Brasil são tradicionalmente mais altos”, explica o CEO do Imovelweb, Mateo Cuadras.

As cidades com o metro quadrado mais barato da América Latina entre as 15 pesquisadas são Caracas, na Venezuela, Guadalajara, no México, e Quito, no Equador.

Entre março e setembro, as cidades que tiveram o maior aumento no preço médio dos imóveis em dólares foram a Cidade do México (22,2%), no México, Rosário (13,4%), na Argentina, e Córdoba (12,9%), também na Argentina.

A pesquisa considerou os anúncios nos portais do grupo Navent de imóveis à venda em bairros com características socioeconômicas semelhantes nas diferentes cidades.  

Confira a seguir o preço médio do metro quadrado em dólares em 15 cidades da América Latina:

Cidade Preço médio do metro quadrado (em US$)
Rio de Janeiro (Brasil) 3.961
Santiago (Chile) 3.352
Montevidéu (Uruguai) 2.933
Buenos Aires (Argentina) 2.842
São Paulo (Brasil) 2.645
Cidade do México (México) 2.315
Lima (Peru) 1.949
Cidade do Panamá (Panamá) 1.947
Rosário (Argentina) 1.828
Córdoba (Argentina) 1.741
Monterrei (México) 1.529
Bogotá (Colômbia) 1.432

Fonte: exame.abril.com.br