Arquivo diários:6 de novembro de 2017

Centro de Estudos e Pesquisas de Petróleo Rei Abdullah / Zaha Hadid Architects.

Centro de Estudos e Pesquisas de Petróleo Rei Abdullah / Zaha Hadid Architects, © Hufton + Crow
  • Arquitetos

  • Localização

    University Road, Riyadh, Arábia Saudita
  • Projeto de arquitetura

    Zaha Hadid, Patrik Schumacher
  • Direção de projeto

    Lars Teichmann, Charles Walker
  • Direção de desenho

    DaeWha Kang
  • Área

    70000.0 m2
  • Ano do projeto

    2017
  • Fotografias

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Descrição enviada pela equipe de projeto. KAPSARC (King Abdullah Petroleum Studies and Research Center) é uma instituição sem fins lucrativos de apoio à pesquisa independente em políticas que tem como objetivo o uso mais eficaz da energia na promoção do bem-estar social ao redor do mundo.

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O KAPSARC desenvolve políticas e estruturas econômicas que visam a redução do impacto ambiental e os custos globais no fornecimento de energia, permitindo seu uso de forma mais eficiente a partir de soluções práticas baseadas em tecnologia.

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Colaborando com centros internacionais de pesquisa, organizações de políticas públicas, instituições governamentais e indústria do mundo todo, o KAPSARC reúne os melhores especialistas da atualidade para enfrentar desafios energéticos; compartilhando livremente seus conhecimentos, ideias e análises.

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Com uma área de 70.000 m², a sede da KAPSARC organiza-se em cinco edifícios: o Centro de conhecimento energético; o Centro de energia computacional; um Centro de Conferências com espaço expositivo e auditório para 300 pessoas; uma biblioteca de pesquisa com um arquivo de 100.000 volumes; e o Musalla, um espaço inspirador para a oração dentro do campus.

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O projeto da KAPSARC foi desenvolvido a partir de importantes considerações técnicas e ambientais, uniformizando as características dos cinco elementos do campus. Este foi o primeiro projeto da ZHA a receber a certificação LEED Platinum pelo US Green Building Council. A sede da KAPSARC foi projetada levando em conta às condições ambientais do Riyadh Plateau, tornando-se um exemplo para a redução do consumo de energia e recursos na região.

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A principal estratégia projetual foi a composição de um sistema celular, parcialmente modular, que integra diferentes edifícios da sede criando espaços públicos e conectados entre si.

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As estruturas hexagonais, como de uma colmeia, utilizam a menor quantidade possível de material para criar uma rede de células interconectadas dentro de um mesmo volume. Este princípio estrutural determinou a composição do KAPSARC como uma amálgama de formas cristalinas que emergem da paisagem desértica, procurando melhor responder às condições ambientais e os requisitos internos do programa. A grade hexagonal foi comprimida em direção ao eixo central do projeto, como uma extensão local do “wadi”, um canal natural de drenagem, que corre para o oeste.

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Um centro de pesquisa é por si só, uma instituição voltada para o futuro, e a arquitetura do KAPSARC também está voltada nesta direção através de sua composição formal que pode ser expandida ou adaptada sem comprometer o caráter principal da estrutura como um todo.

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A modularidade do projeto cria estratégias organizacionais, espaciais e estruturais consistentes que são responsáveis por coordenar cada um dos elementos do edifício. Os seis lados das estruturas hexagonais também oferecem maiores oportunidades de conectividade quando comparadas a células retangulares com apenas quatro lados.

Os cinco edifícios do KAPSARC diferem no tamanho e na organização interna, isto porque foram pensadas para melhor responderem as suas distintas demandas. Cada edifício é dividido em componentes funcionais que podem ser adaptados para responder às possíveis mudanças nas demandas ou métodos de trabalho. Células adicionais podem ser facilmente introduzidas, estendendo a grade hexagonal para futuras expansões do campus.

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O arranjo da estrutura e a forma dos edifícios do KAPSARC contribuem para suavizar a intensidade da luz e do calor características marcantes do Riyadh Plateau.

Os edifícios do campus se organizam ao redor de um grande pátio público sombreado por uma série de coberturas apoiadas em uma floresta de colunas de aço. Configurando uma envoltória sólida e protetora da incidência direta da luz do sol vinda do sul, o campus do KAPSARC se abre para norte e oeste; favorecendo a ventilação natural, oriunda predominantemente da direção norte, para resfriar o pátio durante os meses de temperatura mais amena e facilitando possíveis conexões futuras para a expansão do campus em direção norte, além de criar conexões com o conjunto residencial de pesquisadores localizados na direção oeste.

De modo a privilegiar o pedestre, cada um dos edifícios é acessado a partir do pátio central que também serve como espaço para reuniões e de conexão entre os edifícios durante as estações mais amenas. Uma passagem subterrânea também conecta os principais edifícios do campus para um maior conforto dos usuários nos períodos mais quentes do ano.

Mesmo com sua resistente envoltória, que abriga o edifício das temperaturas extremas, a arquitetura do KAPSARC é porosa por dentro. Células hexagonais abertas foram estrategicamente localizadas dentro de cada edifício para criar uma série de pátios protegidos que permitem a iluminação natural de forma controlada dos espaços internos.

Voltadas para as condições de sol e vento mais favoráveis, as formas cristalinas das células arquitetônicas prismáticas são mais altas na porção sul, oeste e leste do campus, protegendo os espaços internos da incidência direta dos raios solares, enquanto os pátios internos são orientados para o norte e o noroeste, proporcionando iluminação indireta dos seus espaços.

Os “coletores de vento”, integrados nos perfis da cobertura de cada pátio e voltadas para o sul, captam os ventos predominantes vindos do norte, resfriando os espaços internos dos pátios.

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A arquitetura translúcida do KAPSARC promove um convívio ativo entre pesquisadores e visitantes. Através de uma série de vazios nos pavimentos sucessivos, é possível criar conexões visuais verticais no interior dos edifícios; oferecendo transparência entre os pavimentos em áreas públicas projetadas como zonas coletivas para que os pesquisadores se encontrem informalmente e troquem idéias. As áreas de segurança e os dormitórios privados estão situados dentro das áreas fechadas, quando os pavimentos se sobrepõem. 

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O KAPSARC recebeu a certificação LEED Platinum do US Green Building Council (USGBC) através da aplicação de soluções passivas e ativas, incluindo:

  • Uma redução de 45% no desempenho energético (em comparação com os padrões de base ASHRAE) obtidos através da construção e orientação do edifício do KAPSARC, otimização da fachada, seleção do sistema e o conjunto solar fotovoltaico localizado na cobertura do Centro de Conferência Sul com uma capacidade de 5.000MWh /ano;
  • Toda a água potável do KAPSARC é reciclada e reutilizada no local e 100% da água de irrigação é proveniente de fontes não potáveis;
  • 40% dos materiais de construção do KAPSARC foram obtidos em um raio de 800 quilômetros, e 30% dos materiais utilizados são reciclados;
  • 98% de toda a madeira utilizada na construção é de origem certificada pelo Forest Stewardship Council (FSC;.
  • 4.000 toneladas de resíduos foram separados evitando aterros sanitários.

O KAPSARC também foi nomeado o edifício mais inteligente da Arábia Saudita no programa Honeywell Smart Building Awards. Com base em critérios que incluem sustentabilidade ambiental, segurança e produtividade, o KAPSARC recebeu pontuações excepcionais nas três categorias.

Fonte: www.archdaily.com.br

Conheça os microapartamentos e saiba por que eles estão virando tendência.

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Chegando como tendência no mercado imobiliário, os microapartamentos são alternativas atraentes para um novo perfil de consumidor que se consolida. Isso torna fundamental que corretores conheçam tais soluções e seus benefícios.

Esses empreendimentos variam de tamanho e podem ter entre 40 m² e 10 m² — ou até menos, sendo que essas metragens não são fixas, mas indicam que o imóvel tem uma extensão menor do que a de apartamentos tradicionais.

Entre 2010 e 2017, foram 26 mil lançamentos em São Paulo de apartamentos com menos de 40 m², o que indica que o setor está aquecido para esse tipo de imóvel. Apesar da área reduzida, os microapartamentos são considerados investimentos de luxo, pois possuem boas localizações (próximas ao metrô e regiões mais disputadas).

Os condomínios em que se localizam tal modalidade de empreendimento valorizam a experiência em áreas comuns, como piscina, academia, lounge para receber visitas e lavanderia. Quer saber mais sobre o assunto? Continue a leitura!

Por que os microapartamentos estão virando tendência?
Muitos corretores se perguntam se os microapartamentos são uma tendência que veio para ficar ou se refletem um momento econômico de difícil acesso ao crédito imobiliário.

Para especialistas, a grande inovação dos microapartamentos é proporcionar um estilo de vida que está se consolidando na nossa sociedade. Nele, cada vez mais pessoas estão morando sozinhas e em busca de independência, ao mesmo tempo que muitos casais não desejam ter filhos, por exemplo.

Para esse público, um imóvel bem localizado e que ofereça facilidades na área comum é mais interessante do que uma propriedade grande, de difícil acesso e que exija horas diárias no trânsito — ocorrência frequente nas grandes cidades do país.

Existem ainda mais alguns fatores que ajudam a explicar a motivação para a compra desses imóveis, como:

Acessibilidade
Um elemento central na escolha do imóvel é a acessibilidade do local. O acesso facilitado ao transporte público de mais qualidade, como o metrô, é um fator importante na decisão do comprador, sendo que quanto melhor localizado, melhor o custo/benefício de um microapartamento.

Qualidade de vida
Morar perto do trabalho, evitar horas no trânsito e ter locais próximos de casa para lazer, prática de esportes, compras e confraternização proporcionam mais qualidade de vida para quem quer um dia a dia menos estressante.

Praticidade
A praticidade relacionada à localização, aos espaços comuns e ao fato de o apartamento ser pequeno fazem que essa opção habitacional simples se torne bastante aconchegante e confortável para os moradores.

Otimização de espaços
Pessoas que moram sozinhas ou casais sem filhos não veem necessidade de imóveis grandes, caros, com localização ruim e serviços comuns escassos. Dessa forma, os apartamentos menores, mas que valorizam múltiplas funções em áreas comuns, permitem otimizar os espaços internos e externos.

Valor
Outro aspecto determinante na difusão desses imóveis é o valor e a redução da oferta de terrenos em capitais. Uma propriedade grande em uma localização valorizada teria um preço final muito elevado, inviabilizando as vendas. Já os microapartamentos tornam essas regiões mais acessíveis.

Atualmente, a concepção de luxo está mais atrelada a ter qualidade de vida e um cotidiano menos estressante do que a morar em imóveis grandes à custa de reduzir a satisfação pessoal no dia a dia. Isso faz com que esse tipo de empreendimento seja bastante associado à vida urbana, sendo mais comum em grandes cidades e regiões metropolitanas.

Portanto, diversos compradores optam por espaços internos reduzidos com o benefício de estarem em uma localização privilegiada, podendo desfrutar com comodidade dos recursos externos oferecidos tanto pelo próprio condomínio quanto pela região.

Quais clientes podem se interessar por esse tipo de imóvel?
Um bom corretor de imóveis é aquele que consegue conhecer muito bem as expectativas dos clientes para indicar opções que sejam compatíveis com as necessidades do público. Assim, conhecer os perfis que podem ter interesse pelos microapartamentos é fundamental para explorar esse segmento e expandir o negócio.

Inicialmente, o corretor deve conversar com o cliente para entender o que ele espera do imóvel e da região. É preciso perceber se o comprador deseja diminuir o tempo gasto no trânsito, morar perto do trabalho, ter uma experiência social maior ou outros aspectos nesse sentido.

Alguns perfis de compradores que podem optar por um apartamento menor são:

  • pessoas solteiras: no geral, esses apartamentos são indicados para pessoas solteiras e que desejam morar sozinhas, sem abrir mão do convívio social;
  • executivos: profissionais que passam a semana na capital a trabalho também podem ter interesse em um local menor, com facilidades em áreas comuns e de localização;
  • idosos: idosos que moram sozinhos, por exemplo, formam um público em potencial deste tipo de empreendimento, pois terão facilidade de acesso, praticidade de organização e poucos móveis;
  • casais sem filhos: outro segmento da população que costuma desejar morar em microapartamentos são casais sem filhos e que preferem uma boa localização à vida corrida de quem mora longe do trabalho.                                                                                    

    Pessoas com esses perfis podem preferir um imóvel pequeno e com facilidades. Nesse caso, é essencial que o corretor conheça muito bem as características do apartamento, do condomínio e da região, para apresentá-las aos clientes.

Como apresentar tal proposta ao público?
Inicialmente, a ideia de morar em um microapartamento pode não ser atrativa. Mas, quando o corretor informa sobre as facilidades e vantagens desse tipo de empreendimento, tal visão pode mudar.

É fundamental ressaltar os benefícios das áreas sociais do prédio, como lavanderia, lounge, piscina e academia, por exemplo. Também é necessário conhecer a região e as vantagens relacionadas a ela, como acessibilidade ou proximidade a parques, restaurantes, cinemas e outros.

Quanto melhor o corretor entender o perfil do cliente, considerando sua faixa etária e suas necessidades, mais poderá indicar imóveis relevantes e personalizar a apresentação feita ao comprador. Por exemplo, se o cliente for um jovem de 25 anos e solteiro, pode ser interessante ressaltar fatores como baladas, pubs e restaurantes próximos.

Um aspecto importante quando se trata da venda de microapartamentos é não subestimar o potencial do empreendimento e nem do comprador. Os imóveis de 10 m² vão ficar mais frequentes, sendo que algumas propriedades do Japão, por exemplo, têm 6 m² — e é possível que projetos similares cheguem ao Brasil nos próximos anos.

O corretor deve conhecer o cliente e o empreendimento para indicar as opções certas para os clientes certos. Também é fundamental saber explicar os diferentes tipos de imóveis para o público. Confira nosso texto a respeito e prepare-se para boas vendas!

Fonte: http://www.ingaia.com.br