Arquivo diários:7 de novembro de 2017

Internet e pontos de recarga de smartphones em locais públicos? Conheça as palmeiras inteligentes de Dubai.

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Uma das 20 melhores cidades do mundo para turistas, Dubai, nos Emirados Árabes, é conhecida por ser um destino de luxo. Seus hotéis exclusivos, restaurantes de alta qualidade e as inúmeras atrações oferecidas atraem cerca de 11,95 milhões de pessoas por ano.

Pensando na facilidade tecnológica disponível para os itinerantes e também para os moradores, a cidade resolveu possibilitar o fornecimento de conectividade de forma sustentável em suas belas praias. Dubai optou pela implantação de “palmeiras inteligentes” que distribuem Wi-Fi gratuito e permitem o carregamento de dispositivos móveis.

Em cada palmeira – com cerca de seis metros – há oito pontos de carramento, sendo que o sinal de Wi-Fi pode ser acessado a até 100 metros de distância. Durante o dia, a energia solar é capturada, e, à noite, essa carga é armazenada nas “árvores”. De acordo com os representantes da empresa Smart Plan – responsável pela inovação – as “palmeiras inteligentes” oferecem uma recarga de bateria para telefones móveis duas vezes mais rápida do que o carregamento normal.

Até o momento, estas árvores inovadoras – que contam com telas e câmeras de segurança – já foram implantadas em diversos lugares como em Surf Beach e em um parque próximo à orla. Um detalhe: uma das primeiras palmeiras foi instalada na praia próxima ao Burj AI Arab, onde fica um dos hotéis mais altos do planeta .

A ideia da cidade é que haja, em breve, 103 locais ao redor de Dubai com esta forma sustentável de conectividade. O objetivo é possibilitar internet sem fio e gratuita em toda a metrópole para que, principalmente os turistas, possam postar fotos de forma instantânea, assim como ter acesso a mapas e aplicativos que facilitam a vida de quem viaja.

Nessa onda tecnológica, o Monte Fuji, no Japão, já ganhou sinal Wi-Fi no seu topo para ajudar turistas e esportistas, assim como o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, também já possibilitou o acesso a internet para seus visitantes.

Fonte: Pure viagem 

Morar sozinho não é mais tabu.

Laís e Dante fazem parte do grupo de pessoas que optou por morar sozinho.

A casa de Laís se transformou após sua mãe mudar de cidade. “Fiz pequenas coisas que deram outro astral ao ambiente”, conta.

A casa de Laís se transformou após sua mãe mudar de cidade. “Fiz pequenas coisas que deram outro astral ao ambiente”, conta. (Gui Morelli/Revista CASA CLAUDIA)

Já em 2012 o jornal britânico The Guardian anunciava: “Pela primeira vez na história, um grande número de pessoas – de todas as idades, em todos os lugares e de diferentes posições políticas – passou a viver desacompanhado. Desde então, essa quantia aumenta no mundo todo e o Brasil não fica fora.

Nos últimos dez anos, a taxa passou de 5,5 milhões para 9,9 milhões de pessoas, segundo o IBGE. Diversos fatores estão por trás disso, como a reconfiguração das famílias, a emancipação feminina e a pequena metragem dos apartamentos. E, claro, a vontade de curtir um mundo particular.

Afinal, morar sozinho por opção não é mais um tabu. O perfil desses moradores vai de jovens adultos com renda suficiente para se bancar a pessoas que se divorciaram e preferiram permanecer sozinhas. Há também os casais que moram em casas separadas.

No apartamento de 48 m², o projeto do MN arquitetos priorizou a rotina prática de Dante com estantes planejadas e móveis versáteis.

No apartamento de 48 m², o projeto do MN arquitetos priorizou a rotina prática de Dante com estantes planejadas e móveis versáteis. (Gui Morelli/Revista CASA CLAUDIA)

“Isso anda ao lado de uma tendência maior de autodescobrimento, em que as pessoas se desconectam do mundo caótico e acham oportunidades para desenvolver autossuficiência e bem-estar”, explica Bia Bezamat, executiva sênior do bureau Stylus.

São muitas as histórias de quem vive assim. No caso do administrador de empresas Dante Lima, essa solução vem pela praticidade. “Tenho uma rotina intensa e moro sozinho há anos. Meu apartamento é todo integrado e me permite trabalhar com calma pela manhã antes de ir para o escritório”, explica.

Já a relações-públicas Laís Bemerguy ficou no apartamento após a mãe mudar de cidade e, aos poucos, percebeu uma nova sintonia com o ambiente. “Tomei conta do espaço. Pintei as paredes e pendurei meus quadros, que deram outra vida ao décor”, explica. Laís gosta de redescobrir a casa quando volta de viagem. “Abro um vinho e aproveito o silêncio para relaxar e ler livros”, diz.

Fonte: casaclaudia.abril.com.br