Arquivo mensais:dezembro 2017

Quer investir em imóveis? Conheça os principais termos utilizados no mercado.

Conheça os 12 termos mais utilizados por profissionais que atuam no mercado imobiliário.

O mercado imobiliário está se recuperando da crise econômica. Os números do primeiro semestre de 2017 são positivos. Desta forma, os investidores e interessados em se mudar estão apostando na compra, venda e aluguel de imóveis. Quem deseja investir no ramo precisa ficar atento às suas particularidades.

Foto: DINO

Como em toda profissão, o corretor de imóveis também tem um linguajar próprio de sua área. Tarik Faraj, sócio fundador da imobiliária TRK Imóveis explica algumas palavras e expressões que fazem parte da vida de quem atua ramo imobiliário. 

Confira os termos mais usados por corretores e investidores de imóveis

Alienação fiduciária

A alienação fiduciária é um tipo de garantia de propriedades: “É um acordo fechado entre credor e devedor e acontece quando o devedor transfere um bem móvel ou imóvel como garantia do pagamento de uma dívida”, explica Tarik. O imóvel fica disponível para o devedor usar, porém, não pode ser vendido a terceiros até que a dívida seja liquidada.

Benfeitorias

“Como o próprio nome sugere, é quando um imóvel passa por obras para conservar ou melhorar seu espaço”, conta Tarik.

Escritura

Escritura é termo muito utilizado no ramo imobiliário. É um documento público, registrado em cartório ou não, que prova um ato referente a um imóvel ou bem.

DCE

A sigla significa “dependência completa de empregada” indica que o imóvel tem quarto e banheiro para o uso da empregada doméstica.

Pé direito

O pé direito de um imóvel é a medida entre o piso e o teto. No padrão brasileiro, o pé direito costuma ser de 2,7 metros em quartos, cozinhas e banheiros e 3 metros em salas e corredores. Uma variante da expressão é o pé direito duplo, o que significa que a medida é o dobro do comum.

Formal de partilha

O formal de partilha é um documento que determina a divisão de um imóvel. É formulado por um juiz ou cartório e sacramenta a divisão entre os herdeiros, em caso de morte do proprietário ou quando os proprietários estão se divorciando. Ele que redefine os direitos do proprietário e do uso.

Quórum

É a quantidade mínima de membros em uma assembleia para que suas decisões sejam validadas. A palavra é bastante usada em condomínios, onde acontecem reuniões para determinar questões de interesse de todos os moradores.

Valor de mercado

É o preço de compra e venda de um imóvel baseado na lei de oferta e procura.

Habite-se

É o documento que atesta que um imóvel está apto a ser habitado. Após o término de sua construção, a casa ou apartamento precisa passar pela análise de agentes públicos. Caso seja aprovada é emitido um documento oficial com este nome.

Nota promissória

É um documento que oficializa um acordo de pagamento. É descrito nele a quantia, a data de pagamento e o nome de pessoa física ou jurídica que será beneficiado.

Hipoteca

A hipoteca é quando alguém coloca o imóvel como garantia para o pagamento de uma dívida. Caso a dívida não seja paga, a hipoteca poderá ser efetivada e o imóvel transferido ao credor. 

Website: http://www.trkimoveis.com.br

Bitcoins ganham espaço na compra de imóveis de alto padrão.

Ilustração da moeda virtual bitcoin

Bitcoin: a moeda acumula valorização de cerca de 1.500% neste ano (Benoit Tessier/Illustration/Reuters)

A mineira Katz Construções anunciou nesta quinta-feira que passou a aceitar bitcoin como pagamento em todo seu portfólio de imóveis já lançados e futuros.

O bitcoin começa a ser aceito por construtoras de imóveis residenciais de alto padrão do país, que apostam no uso da moeda digital para diversificar opções financeiras e usar a crescente popularidade da criptomoeda como forma de promoção da imagem de inovação.

A mineira Katz Construções anunciou nesta quinta-feira que passou a aceitar bitcoin como pagamento em todo seu portfólio de imóveis já lançados e futuros, apesar do custo da transação com a moeda ser maior que o realizado em reais, afirmou o presidente da companhia, Daniel Katz.

“Na verdade, o custo (da venda com bitcoin) é um pouco maior, porque vou pagar 1 por cento de comissão para transformar em real…Mas é uma diversificação de ativos pois vamos manter parte do lucro da venda em bitcoins”, disse o executivo, filho do fundador da empresa fundada em 1975.

O bitcoin é a criptomoeda mais usada no mundo. A moeda acumula valorização de cerca de 1.500 por cento neste ano, mas não sem passar por forte volatilidade como a ocorrida na quarta-feira, quando perdeu quase 20 por cento do valor em relação à máxima atingida três dias antes, de 19.666 dólares.

Na semana passada, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, fez um novo alerta para o risco de bolha no mercado de moedas digitais e chegou a classificá-las como “pirâmide” e passíveis de serem usadas em crimes.

A Katz, que tem uma carteira de 50 milhões de reais em imóveis, não é a única a aceitar bitcoins como pagamento. A rival de maior porte Tecnisa começou a vender apartamentos por meio de bitcoins em 2014, mas só nesta semana conseguiu as duas primeiras vendas, em meio ao que chamou de “crescimento exponencial” no volume de consultas de interessados em fazer negócio com a moeda no mês passado.

“Quando lançamos essa opção tivemos muita procura, mas pouco negócios porque o valor da moeda estava baixo e não tinha tanta liquidez. Agora, com a valorização que teve, elevou a liquidez”, disse Romeo Busarello, diretor de marketing da Tecnisa.

“Quem estava com bitcoin há algum tempo, está realizando esse ganho transformando em apartamento”, disse o executivo.

Os imóveis vendidos com bitcoin pela Tecnisa, que afirma ser a primeira construtora listada em bolsa do mundo a aceitar a moeda digital, foram um apartamento na cidade de São Paulo e um outro em Jundiaí, no interior paulista.

Katz afirmou que a empresa decidiu aceitar bitcoin mesmo sem uma demanda específica de clientes, mas apostando no potencial de valorização da criptomoeda e na atração de investidores internacionais com interesse em empreendimentos como um condomínio de luxo lançado por sua construtora no sul da Bahia.

“Hoje, com juro a 7 por cento, estamos em um dos melhores momentos para se comprar imóvel. E o investidor que comprou bitcoin a 80 dólares tem oportunidade de ganho gigantesco que poderá transferir para o mercado imobiliário”, disse Katz.

Ele acrescentou que a Katz, que cobra preço médio de 700 mil a 1 milhão de reais por apartamento, vai ingressar no mercado paulistano em 2018, com um edifício residencial a ser lançado no bairro classe média alta de Moema e que também poderá ser adquirido com bitcoins.

Na Tecnisa, os novos negócios com bitcoins envolvem outros 11 imóveis que estão sendo negociados com 10 clientes, dos quais metade estão em fase avançada de conclusão e o restante deve ficar para 2018, disse Busarello. A Tecnisa tem 25 mil imóveis em estoque, formando uma carteira de 1 bilhão de reais.

“Ninguém arrisca o valor das criptomoedas no futuro, mas elas vieram para ficar”, disse o executivo da Tecnisa. “Não temos ambição nenhuma de transformar bitcoin em nossa principal forma de negócio, mas aceitar a moeda viraliza, dá ‘buzz’ (notoriedade).”

Diferente da Katz, e por ser empresa listada em bolsa, a Tecnisa precisa converter todas as bitcoins que recebe em reais antes de concluir a operação, trabalhando com a corretora brasileira Bitfox. “Nunca tivemos intenção de transformar a bitcoin em vantagem competitiva”, afirmou o executivo.

Segundo ele, a Tecnisa paga um “ágio” de 5 por cento ao comprador de imóveis da empresa que usem bitcoins e está pensando e elevar este percentual para 2018 “para vender mais”.

Fonte: exame.abril.com.br

Entenda por que a sustentabilidade chega com força na construção civil.

Geração fotovoltaica vai fazer com que as edificações passem de consumidoras a geradoras de energia

Entenda por que a sustentabilidade chega com força na construção civil

Até 2030, a estimativa é que 10% da energia produzida no Brasil seja solar, aquela produzida através de placas fotovoltaicas. E a construção civil será fundamental nesse processo. Grande parte da energia limpa virá do alto de edifícios, dos telhados de casas, de prédios comerciais, de indústrias, shoppings e estacionamentos. Essas construções funcionarão como edificações-usinas, uma prática pra lá de sustentável.

De Norte a Sul do país, cada vez mais o compromisso com o meio ambiente ganha espaço na hora de começar uma obra. É o que se costuma chamar de projeto inteligente. Não necessariamente precisa ser algo sofisticado. Pode ser uma janela bem posicionada, que garanta maior entrada de luz e ventilação. É o edifício híbrido, com apartamentos residenciais e salas de coworking, reduzindo deslocamentos dos moradores. Ou até mesmo a reutilização de pneus no recobrimento asfáltico.

São muitas as soluções, ações, atitudes que hoje podem ser classificadas como sustentáveis em um canteiro de obras. A indústria da construção vem investido em tecnologia para oferecer às empreiteiras materiais com longa vida útil, menos poluentes e gerando menos resíduos. Por sua vez, durante a obra, arquitetos e engenheiros põem de pé boas práticas como telhados verdes, inclusão de energias renováveis e uso de isolantes térmicos. Posturas que fazem bem ao meio ambiente e trazem conforto aos clientes, cada vez mais exigentes e comprometidos com um futuro sustentável.

Edificações-geradoras

A expansão da geração fotovoltaica, por exemplo, vai fazer com que as edificações deixem de ser simplesmente consumidoras de energia. A ideia é que elas se transformem em geradoras de eletricidade. O aprimoramento das tecnologias e a queda nos custos nos próximos anos devem fazer com o que o Brasil consiga expandir o uso. A demanda é crescente no país, tem avançado em média 300% ao ano desde 2015, conforme estimativa da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica.

A energia solar térmica, utilizada em sistemas de aquecimento de água, também é perfeitamente viável e tem alta adesão sempre que o balanço de disponibilidade de áreas para captação da energia (local para a instalação das placas) se equilibra com a demanda por água quente e a disponibilidade de insolação.

Na opinião de Clarice Degani, engenheira e consultora de projetos para a área de Sustentabilidade do Secovi-SP e do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável, o tema deixou de ser visto como simplesmente a adoção de medidas ecológicas ou de mitigação de impactos ambientais. Hoje, o termo sustentabilidade deve ser visto de uma forma mais ampla, porém associado a desempenho e inovação tecnológica.

Nesse campo, tem muita coisa boa que veio para ficar. Segundo Clarice, o desenvolvimento de projetos pelo processo BIM (Building Information Modeling – Modelagem de Informações da Construção) e a realização de simulações de desempenho para conforto e eficiência energética já são realidade.

Prédios cada vez mais inteligentes

Mas nem só de novidades e alta tecnologia se alimenta o setor da construção civil. Boas práticas como o uso de brises para trazer conforto térmico aos moradores, como existe no edifício Copan, em São Paulo, projetado na década de 50, continuam atuais. “Os brises são soluções para evitar a incidência solar direta e diminuir o uso de ar-condicionado”, detalha Carlos Borges, vice-presidente de Tecnologia e Sustentabilidade do Secovi-SP. “A própria iluminação natural, o posicionamento correto da edificação contribui da mesma forma”, complementa.

Países ricos como a Inglaterra, destaca Borges, já estão caminhando para um prédio considerado de energia zero. Toda energia consumida será produzida por ele. Além das opções tradicionais como cobertura de painel solar, os elevadores da edificação também serão geradores. “O atrito do sobe e desce do elevador vai gerar energia para alimentar os próprios elevadores”, revela.

É preciso mudar os hábitos, diminuir o impacto para garantir um futuro melhor para todos, afinal de contas, a população do planeta já ultrapassou os 7,5 bilhões de pessoas. Essa é a opinião de Olavo Kucker Arantes, presidente do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS) – entidade que se movimenta entre a academia, a indústria e os órgãos de governo como Ministério do Meio Ambiente e o de Minas e Energia.

Através do conselho, Arantes ajudou a desenvolver a ferramenta que desde 2011 auxilia as empresas a selecionar fornecedores seguindo critérios de responsabilidade social e ambiental. É um check list em seis passos que verifica a idoneidade do negócio, desde a licença ambiental até a existência de propaganda enganosa. “Ser sustentável não é só montar um projeto bacana, diminuir os resíduos na obra. Passa também pela escolha dos fornecedores”, destaca Arantes, engenheiro de produção civil.

Bons ventos partem das universidades

Na academia, há um número grande de pessoas que vão para fora, se especializam e depois voltam. Prova disso é que o Brasil está na quarta posição em volume de projetos no ranking mundial de construções sustentáveis, que reúne 165 países.

De acordo com o Green Building Council Brasil, um projeto sustentável médio poderá reduzir em 40% o uso de água, 35% em CO2 e 65% em desperdício. A tecnologia e a sustentabilidade devem caminhar de mãos dadas porque os prédios que estão sendo erguidos hoje terão que ser adaptáveis às novidades no setor daqui a 50 anos. “A sustentabilidade não pode ser só para bonitinho, cada vez mais tem que ter impacto no bolso, no sentido de pagar um valor menor de condomínio porque parte da energia será gerada no local, assim como a água, que pode ser de reuso”, exemplifica José Carlos Martins, presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Ele também chama atenção para a presença de carregadores de carros elétricos nos prédios. “Hoje isso só acontece em construções de alto padrão, mas será uma realidade, uma necessidade daqui a 50 anos”, projeta.

Fonte: g1.globo.com

Confira as carreiras que serão mais procuradas na retomada da construção civil.

Profissões conectadas que unem tecnologia e sustentabilidade estão entre as que mais devem gerar vagas

Confira as carreiras que serão mais procuradas na retomada da construção civil

No embalo da retomada na indústria da construção civil a partir de 2018, os setores que mais devem gerar empregos na cadeia são os de sustentabilidade, infraestrutura, mobilidade e habitação.

Como as áreas são macro, as vagas devem abranger uma gama muito grande de profissões. No topo da lista estão as Engenharias e suas especialidades, elas aparecem nos quatro segmentos e estão muito ligadas à construção civil, uma atividade na qual a mão-de-obra humana é necessária e fundamental para a recuperação da economia.

Os sinais de que os próximos anos serão melhores aparecem em várias frentes. O Índice de Confiança da Construção, da Fundação Getulio Vargas, indica que vão aumentar as contratações em 2018. “O avanço não foi grande, mas os resultados representam uma sinalização importante de melhora da atividade da construção nos últimos meses do ano, o que, por sua vez, traz perspectivas mais positivas para o setor em 2018”, avaliou, Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.

A recuperação da atividade deverá ser gerar oportunidades de trabalho em outros segmentos próximos, como saneamento básico, desenvolvimento urbano e mobilidade. O esforço para reduzir o déficit habitacional também será um grande gerador de mão-de-obra. Até 2025, o Brasil precisa construir 14,5 milhões de novos domicílios para suprir essa necessidade, conforme estimativa do Secovi-SP em parceria com a FGV.

Para se beneficiar dessa onda positiva de emprego, no entanto, é preciso estar preparado. Assim como em qualquer segmento, a qualificação é uma exigência. “As vagas que vão crescer são dos profissionais qualificados, os informais não conseguem operar uma máquina cara, é preciso treinamento para isso”, destaca o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção, José Carlos Martins.

Entre as profissões que estarão em alta, destaque para o engenheiro projetista, assim como especialistas em automação residencial e técnico em edificação, o novo mestre de obras. Em alta também profissionais ligados à área de sustentabilidade, com experiência em BIM – planejamento e execução usando novas tecnologias.

“Hoje não adianta ser um exímio desenhista para fazer um projeto usando um esquadro. É preciso saber Autocad, que daqui a pouco será totalmente substituído pelo BIM”, avalia Martins.

O BIM é a abreviação para Building Information Modeling – Modelagem de Informações da Construção – software de criação de modelos virtuais que permite melhor análise e controle do que os processos manuais. Uma ferramenta que minimiza o desperdício, a ineficiência, uma deficiência do setor que deve ser vencida. Profissionais que chegarem ao mercado munido de conhecimentos para atacarem nessa frente serão bem-vindos.

No último boom da construção civil, dizem os especialistas, a combinação de juro baixo, bastante crédito – até 30 anos para pagar – permitiu que as pessoas comprassem imóveis pagando mais caro pela ineficiência do setor, porque a prestação cabia no bolso. Mas agora a situação é diferente. E essa mudança vai impactar diretamente na hora de contratar profissionais. O mercado vai priorizar a eficiência.

“Se as empresas quiserem vender, vão ter que trabalhar no custo. Elas devem melhorar a eficiência, a produtividade e os profissionais precisam atender à essa demanda”, destaca o presidente da CBIC.

Um dos problemas do setor é o grau de informalidade. Em 2014, no começo da recessão, 57% dos ocupados não recolhiam para a Previdência Social. De lá pra cá, cerca de 1 milhão de vagas com carteira assinada foram perdidas (de 3,3 milhões para 2,3 milhões). Esse contexto aumentou a quantidade de profissionais trabalhando como informais.

Tendências

Para Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, as perspetivas são muito boas nos segmentos de Sustentabilidade, Infraestrutura, Mobilidade Urbana. Ele aposta na carreira de Engenheiro Ambiental, com especialização em tratamento de resíduos, replantio, proteção de mananciais, o que é uma tendência mundial. No que se refere à infraestrutura, a demanda por estradas, portos e aeroportos é uma necessidade para permitir o crescimento do país, assim como o aporte em mobilidade é fundamental para a expansão e melhoria de qualidade de vida nas cidades.

“Como em qualquer profissão, a qualificação, as experiências internacionais são bem vistas e rendem melhores colocações e remunerações”, avalia Amary.
Calcula-se que de forma direta, indireta e contabilizando os informais, a cadeia tenha cerca de 12,5 milhões de trabalhadores.

Seja qual for sua capacitação no setor, uma coisa é certa: o mercado está reagindo e terá espaço para profissionais preparados, mais eficientes e de olho nas novas tecnologias.

Profissionais com alta demanda

Sustentabilidade: engenheiro de sustentabilidade, engenheiro ambiental, especialista em tratamento de resíduos, especialista em replantio, especialista em proteção de mananciais, especialista em reutilização de materiais, especialista em gestão de resíduos sólidos e especialista reaproveitamento de águas

Infraestrutura: engenheiros especialistas em construções de estradas, portos e aeroportos, topógrafo agrimensor, arquitetos, engenheiro projetista, técnico ambiental, advogado especialista em direito ambiental

Mobilidade: engenheiros e arquitetos especialistas em arquitetura urbanística, engenheiro projetista, técnico em segurança do trabalho, engenheiro de transporte

Habitação: pedreiro, encarregados, serventes, eletricistas, carpinteiros, mestre de obras, técnico em edificações, engenheiro civil, automação residencial, engenheiro BIM especializados em planejamento e execução, designer de interiores

Fonte: g1.globo.com

Quando a Rua Augusta foi acarpetada para o Natal.

Ação ousada dos lojistas é lembrada até hoje.

(Reprodução/Veja SP)

O Natal de 1973 foi um tanto diferente na Rua Augusta, já naquela época um dos maiores centros de comércio da capital. Os lojistas inovaram com uma ideia inusitada: acarpetar toda a extensão do Alto-Augusta, ou seja, da Avenida Paulista até o fim da rua, na esquina com a Rua Estados Unidos, onde se concentravam grandes lojas que atraíam compradores de toda a cidade.

A ideia veio da Companhia City, uma empresa de urbanismo presente em São Paulo desde 1912, de origem inglesa, que trouxe para nossa cidade as técnicas de urbanismo da Inglaterra, e foi responsável pela urbanização de bairros como o Jardim América e o Pacaembu.

(Reprodução/Veja SP)

O trabalho foi feito em apenas uma noite. O dia terminou com uma rua comum de asfalto que, no dia seguinte, amanheceu coberta com um carpete quadriculado por quase um quilômetro. O slogan para a ousada empreitada era: “Nosso visitante é tão ilustre, que acarpetamos a rua”. Se hoje em dia a cidade se tornou preta e prata, por falta de cores nos carros, naqueles tempos não só os carros tinham cores, como também a rua!

(Reprodução/Veja SP)

Elaborada para ser uma decoração de curto prazo, ela durou ainda menos do que se esperava. Com as chuvas de verão, o carpete foi aos poucos se soltando da rua, inclusive dificultando ainda mais o trânsito, e, em pouco tempo, o bom e velho asfalto estava de volta. Apesar disso, mais de quatro décadas se passaram e esta ação inédita dos lojistas ainda é lembrada como uma das mais espetaculares decorações de Natal que esta cidade já teve.

Fonte: vejasp.abril.com.br

Lançamentos e vendas de imóveis novos mantêm trajetória de alta no ano.

Foto: divulgaçãoLançamentos e vendas de imóveis novos mantêm trajetória de alta no ano

De acordo com informações de empresas associadas à Abrainc, os lançamentos de imóveis novos totalizaram 58.971 unidades entre janeiro e outubro de 2017, alta de 18,0% em relação ao registrado no mesmo período do ano anterior. 

Na mesma base de comparação, as vendas de imóveis novos totalizaram 87.618 unidades, volume 5,3% superior comercializado no mesmo intervalo em 2016. Os resultados apresentados até o momento reforçam a trajetória positiva observada nos últimos 12 meses, período em que tanto os lançamentos (78,8 mil unidades) quanto as vendas (107,5 mil unidades) de imóveis novos cresceram – respectivamente, 15,8% e 5,1% em relação ao registrado no período imediatamente anterior.

Pela ótica por segmento, contudo, ainda é possível identificar diferenças no desempenho dos empreendimentos residenciais de médio e alto padrão (MAP) e dos empreendimentos residenciais vinculados ao programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). De um lado, os lançamentos residenciais de médio e alto padrão recuaram 9,7% nos últimos 12 meses, enquanto as vendas do segmento ainda acumulam queda de 13,6% frente ao período precedente. Por outro lado, o número de lançamentos residenciais do programa MCMV aumentou 25,5% nos últimos 12 meses em relação ao período anterior, tendência positiva acompanhada pelo aumento expressivo no volume de vendas (+29,7%), na mesma base de comparação.

Considerando todos os segmentos, foram contabilizados 35,6 mil distratos nos últimos 12 meses, o equivalente a 33,1% das vendas de imóveis novos. No mesmo período, a relação entre distratos e vendas do segmento MAP foi de 45,6% enquanto esse percentual foi de 18,1% entre empreendimentos MCMV. Levando-se em conta a safra de lançamentos mais antiga na série histórica (1º trimestre de 2014), a proporção de distratos entre as unidades vendidas do segmento MAP é de 34,0%, percentual que supera o registrado para a mesma safra de empreendimentos do programa MCMV (20,8%).

Fonte: http://www.investimentosenoticias.com.br

(Redação – Investimentos e Notícias)

Publicado por Marina Shimamoto

Descontos nos preços dos imóveis devem acabar em 2018.

Casa própria: preços devem parar de cair e ficar estáveis. Falta de recursos para financiar é preocupação (Cronislaw/Thinkstock)

Contudo, retomada de preços será lenta e depende da solução de entraves. Afinal, é um bom ano ou não para a compra da casa própria?

São Paulo – Inflação e juros em queda e um aumento de vagas no mercado de trabalho trazem um otimismo para a economia do país e, consequentemente, para o mercado imobiliário.

Para reforçar o cenário positivo, as vendas das unidades ao longo de 2017 cresceram, enquanto os estoques foram reduzidos, auxiliados pelo menor número de lançamentos de novas unidades. Segundo dados do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), divulgados nesta quinta-feira (14), as vendas de apartamentos em outubro cresceram 8,9% em relação a setembro e 31% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

É o fim de um ciclo de super produção de apartamentos e, como resultado, imóveis encalhados. Em algumas praças, já há falta de imóveis à venda, enquanto em grandes cidades, como São Paulo, é possível observar obras sendo retomadas e finalizadas. Por outro lado, é também o fim de grandes descontos concedidos a clientes pelas construtoras, ávidas para se livrarem de imóveis prontos que começavam a dar prejuízos. Ou seja, o melhor momento para barganhar já passou.

A reversão da tendência pode ser comprovada pela última pesquisa do índice FipeZap, que mostra que os preços dos imóveis registraram leve alta após meses em queda.

Em novembro, o Índice FipeZap, subiu 0,03%. No entanto, ao considerar a inflação esperada para o mês, de 0,38%, o índice registrou queda real de 0,35%.

Essa tendência de preços é uma média de 20 cidades. Dependendo da praça, a queda de preços continua (caso do Rio de Janeiro e Distrito Federal). Em outras, os preços já estão em alta, como Belo Horizonte e Florianópolis, conta Caio Bianchi, VP de Analitycs do Grupo ZAP Viva Real. “As praças que continuam a cair formaram uma alta expectativa antes do boom imobiliário e não entregaram o prometido, enquanto as que estão valorizando agora tiveram um reconhecimento tardio”.

O Grupo Zap Viva Real aposta nesta estabilidade dos preços no ano que vem e em um aumento gradativo nas vendas. Um exemplo de cidade que já está mais perto desse cenário de preços estáveis é São Paulo.

O que pode jogar contra o cenário

Apesar dos bons indícios de recuperação da economia, a falta de solução para reformas estruturais, como a da Previdência, e um ambiente político ainda instável, com candidatos indefinidos para a corrida à presidência, pode jogar sombra sobre um cenário de crescimento do mercado imobiliário para o próximo ano, previsto pelos especialistas. Por isso, a aposta de especialistas é na estabilidade.

Para o Secovi-SP, a retomada do setor também depende da solução de outros entraves, como recursos e taxas adequadas para o financiamento imobiliário, além de segurança jurídica em distratos.

O ano de 2017 foi marcado por uma série de anúncios de restrição de financiamentos na Caixa Econômica Federal, que passa por um processo de capitalização. Um deles foi a suspensão da linha de financiamento Pró-Cotista, a linha mais barata quando desconsideramos os incentivos do programa Minha Casa Minha Vida. Outra medida importante foi a diminuição no porcentual do valor de imóveis usados financiado pelo banco. Essas medidas têm grande impacto no mercado, já que o banco responde por 70% dos financiamentos no país.

Fonte: exame.abril.com.br

Por Marília Almeida

Entenda como a tecnologia reinventa uma cidade e traz melhorias.

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Soluções já estão em prática no Brasil e no mundo e devem alcançar uma evolução na relação entre a cidade e a população.

Virou rotina ouvir os cidadão reclamando das cidades onde vivem, por falta de infraestrutura adequada. Mas o futuro promete ser mais caótico se não houver uma organização, já que a ONU prevê que a população alcance 8,3 bilhões de habitantes até 2030. As tecnologias se mostram como grandes aliadas para soluções que visem a melhoria da qualidade de vida nos grandes centros urbanos. Elas são capazes de fazer com que uma cidade se reinvente e as respostas precisam ser pensadas desde já para que haja, em um futuro próximo, uma evolução na relação entre a cidade e a população.

Segundo Francisco Cunha, formado em Arquitetura e Urbanismo e sócio da TGI Consultoria, as primeiras, como Nova York (Estados Unidos), Paris (França) e outras cidades europeias e americanas já resolveram os problemas básicos econômicos e ambientais. O nível de tecnologia aplicado para elas já está em um patamar mais avançado. “Porém, as cidades que ainda não atingiram nem o básico, como muitas no Brasil, vai precisar primeiro tratar de questões anteriores, já que não se resolve um problema com aplicativos e software, apesar que eles podem ser agregados”, afirma.

O Waze está mudando a percepção de espaço (Foto: Shutterstock)

Segundo o consultor, as soluções precisam ser traduzidas na dimensão espacial de um território. É preciso ter conhecimento de quais perspectivas a longo prazo essas cidades têm para aplicar as soluções necessárias. Já James Wright, professor de Estratégia da Universidade de São Paulo (USP) e coordenador do Profuturo-Fia, reforça a ideia de que é necessário educar e integrar os cidadãos em processos que vão se aprimorando com o tempo, como em políticas econômicas e sociais para gerar qualidade de vida sustentável no futuro. “Precisamos construir uma sociedade que saiba dialogar e achar soluções integradas que melhorem a vida de todos”, diz.

Os resultados e soluções já começam a aparecer. Francisco Cunha aponta dois aplicativos que já estão desempenhando esse papel revolucionário. O primeiro deles é o Waze, um sistema de navegação que, segundo o consultor, está mudando a percepção de espaço. Ele é capaz não apenas de indicar a direção que deve ser seguida, mas também de mostrar o melhor caminho pegando o menor congestionamento. O segundo é o Uber. “É uma solução para carros que estão ociosos e, ao invés de ser usado para uma pessoa, seria para três. Essa é uma forma de economia compartilhada que deveria diminuir o fluxo de veículos. Mas, na prática, a realidade dos táxis estabelece uma disputa, que é saudável. O Uber melhorou os táxis, mas ainda não resolveu os problemas de trânsito nas cidades brasileiras”, afirma.

O Uber é uma solução para carros que estão ociosos e, ao invés de ser usado para uma pessoa, seria para três (Foto: Shutterstock)

O Airbnb é outro exemplo de tecnologia que busca solucionar problemas dos grandes centros urbanos e desponta como solução para a questão da hospedagem. Além de dar ocupação a espaços ociosos, assim como o Uber faria com os carros, ele faz a economia girar e gerar renda. Já o Tinder, programa voltado para relacionamentos, promete mudar a forma de as pessoas se relacionarem, gerando encontros através de um aplicativo.

Soluções

Algumas cidades já apontam soluções práticas na temática da tecnologia a favor de melhorias dos grandes centros urbanos. No Brasil, o Rio de Janeiro transformou a área portuária em um bairro inteligente, uma parceria entre a multinacional Cisco e a prefeitura da cidade. Chamado de Porto Maravilha, a ideia é que a conectividade faça com que a população tenha um maior engajamento com a cidade. No local, o wifi é liberado e existem vários serviços interativos. Os aplicativos alcançam áreas como sustentabilidade, planejamento urbano, mobilidade, turismo, colaboração e acessibilidade. A população pode ter acesso a um guia de serviços, rotas acessíveis, agenda cultural. Há ainda a gestão monitorada do meio ambiente e uso de energia renovável

Em Goiânia, já foi colocado em prática um sistema de ônibus inteligentes, que garante uma distribuição melhor da frota, gerando menos desperdício e garantindo informações mais precisas sobre a localização do transporte para os passageiros.

Já no exterior, também não faltam exemplos. A cidade britânica de Glasgow recebeu uma premiação de 24 milhões de libras para se tornar uma cidade mais inteligente. O objetivo é reduzir em 30% o consumo de energia até 2020. A cidade, dentre outras medidas, recebeu um sistema inteligente de iluminação: além de substituir as lâmpadas da iluminação pública por LEDs, elas contam com sensores que ajustam a quantidade de luz necessária de acordo com a claridade do local. Por lá ainda foi instalado um sistema câmeras e cabos de transmissão que ajudam a monitorar toda a cidade e diminuir o índice de vandalismo e criminalidade.

Na Holanda, existe a tradição do uso da bicicleta para os deslocamentos urbanos. Em Roterdã há um teste com um semáforo com sensores de temperatura infravermelho. A ideia é descongestionar as ciclovias da cidade, incentivando o tráfego não poluente. O sensor detecta o grau de calor dependendo da quantidade de bicicletas e, quanto mais, menor é o tempo de espera para que o sinal fique verde.

Em Barcelona, na Espanha, os semáforos são inteligentes porque são sincronizados com ambulâncias e carros dos Bombeiros. Em uma situação de emergência, quando os veículos se aproximam dos sinais, eles ficam verdes, deixando o caminho livre para um socorro mais ágil e para maior segurança dos demais usuários da via.

Fonte: www.zappro.com.br

O que você sabe sobre incorporação imobiliária?

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O profissional do ramo imobiliário é uma pessoa com inúmeros desafios diários. Um deles é dar conta de responder a todas as dúvidas dos clientes e entender as diferenças entre os diversos termos do setor.

Você sabe, por exemplo, o que é incorporação imobiliária e quais as diferenças desse para outros termos? Continue lendo nosso post e prepare-se para qualquer questionamento!

O que é incorporação imobiliária?

Esse termo é utilizado para designar um empreendimento de projeto imobiliário que vai negociar os imóveis sem que eles tenham sido finalizados.

Em uma incorporação, uma pessoa física ou jurídica fica a cargo de construir um prédio ou condomínio com unidades para moradia e áreas comuns, como salões de festas, churrasqueiras e demais espaços de convivência. Esses apartamentos podem ser negociados ainda na planta ou na fase de construção.

A incorporação também pode ser definida como um documento que assegura ao cliente a idoneidade e os conhecimentos técnicos da empresa. Nesse caso, são apresentadas, ainda, as condições legais da construção e as principais características dos imóveis.

Para uma melhor compreensão, podemos dizer que o nome vem de uma incorporação da construção ao terreno. E esse instituto só pode negociar as propriedades, também chamadas de unidades autônomas, após o registro em cartório como incorporação imobiliária.

Vale lembrar que, juntamente às demais documentações, a incorporação deve registrar, também, a convenção do condomínio.

Qual a diferença entre incorporadora, incorporação e construtora?

Antes de entrarmos nos detalhes e nas particularidades de uma incorporação, é importante entendermos as diferenças entre os termos incorporadora, incorporação e construtora. Acompanhe:

Incorporação

A incorporação é o instituto jurídico que promove e executa as construções de um empreendimento composto por unidades autônomas. É a formalização, no Cartório de Imóveis, dos detalhes do novo negócio, como o número de apartamentos, a metragem, as vagas de garagem e as áreas comuns.

Incorporadora

A incorporadora é responsável por viabilizar o projeto, estudar opções de terreno e verificar os aspectos físicos da construção. É com esta empresa que o consumidor faz negócio na hora de adquirir uma unidade autônoma.

Construtora

É a empresa contratada para a execução das obras, de acordo com o projeto. A construtora tem como obrigação trabalhar segundo as normas do setor, assegurando a segurança do trabalho e os pagamentos referentes à mão-de-obra. É bastante comum que as construtoras sejam também as incorporadoras do negócio.

Qual a documentação necessária?

Para que a incorporação imobiliária garanta o sucesso da construção, é necessária a apresentação dos seguintes documentos ao Cartório de Registro de Imóveis:

  • cópia autenticada do Título Aquisitivo do imóvel;
  • cópia autenticada do ato constitutivo, se for pessoa jurídica;
  • documentos de identificação pessoal do proprietário do empreendimento, se for pessoa física;
  • Certidão Negativa de Impostos;
  • certidão expedida pelos ofícios de protestos, pelos distribuidores forenses cíveis e pela
  • Justiça Federal em nome da incorporadora;
  • certidão de filiação vintenária de propriedade, relativa ao terreno destinado à incorporação;
  • projeto de arquitetura já aprovado;
  • alvará para construção;
  • cálculo das áreas de edificação;
  • quadro das frações ideais de terreno das unidades autônomas;
  • memorial descritivo das especificações da obra;
  • avaliação do custo global da obra;
  • minuta da futura convenção de condomínio;
  • declaração sobre o estacionamento coletivo;
  • declaração sobre o prazo de carência;
  • declaração sobre o pagamento do preço do terreno condominial;
  • declaração sobre o instrumento público de mandato;
  • declaração sobre as frações ideais de terreno;
  • atestado de idoneidade financeira expedido em nome da incorporadora;
  • histórico dos títulos de filiação;
  • Certidão Negativa de Débito (CND) em nome da incorporadora

Como é o procedimento para registro?

Em geral, as construtoras ou incorporadoras negociam os terrenos e usam algumas unidades autônomas como pagamento, podendo vender as que sobrarem. O valor adquirido com essas negociações é que vai financiar e viabilizar a construção.

Entretanto, o procedimento de incorporação é um pouco mais complexo. Ele pode ser compreendido por meio dos passos abaixo:

  • estudo da viabilidade econômica e comercial do projeto;
  • análise do terreno;
  • elaboração de estudos específicos sobre o empreendimento;
  • aquisição do terreno e certidão de matrícula atualizada;
  • aprovação do projeto;
  • elaboração do memorial de incorporação, de acordo com as plantas das unidades;
  • registro da incorporação, com os documentos exigidos pelo cartório;
  • promoção do lançamento do projeto;
  • alienação das unidades autônomas;
  • averbação de construção e registro da instituição do condomínio (após concluídas as obras).

Como convencer o cliente a comprar um imóvel que ainda não existe?

Concluídos os passos iniciais para uma incorporação imobiliária, é hora de convencer o consumidor de que essa unidade autônoma é um bom negócio. No início de uma construção, é comum que o cliente fique ressabiado em negociar um imóvel “virtual” — e é seu papel deixá-lo seguro com o negócio.

É importante salientar para o público que imóveis que ainda não saíram da planta são passíveis de personalização. É comum que se excluam paredes para ampliar os ambientes e até que incluam detalhes de acabamento.

Como a venda de tais unidades autônomas financia a construção, a empresa pode oferecer preços mais atrativos. Essa já é uma grande forma de atrair clientela interessada em seu novo empreendimento.

Em resumo, se o seu cliente não tem pressa para morar na propriedade e quer fazer negócio com um bom desconto, essa pode ser a sua chance de negociar os imóveis da incorporação mais rapidamente.

Certifique-se de que ele esteja ciente de todas as cláusulas do contrato, como prazos para início da construção, data limite para entrega das chaves e até o direito da incorporação de desistir do negócio. É importante, também, apresentar toda a viabilidade econômica do projeto e mostrar propriedade no assunto, a fim de assegurar ao consumidor que se trata de um bom negócio.

Muna-se de sua experiência e deixe claro que a segurança é um dos pilares de sua empresa. Com um bom planejamento financeiro, é possível oferecer aos clientes bons apartamentos, a preços acessíveis, ainda no início da construção.

Fonte: http://www.ingaia.com.br