Arquivo diários:4 de dezembro de 2017

5 dicas para gastar pouco no marketing imobiliário.

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Dá para fazer marketing imobiliário gastando pouco? Diogo Souza Gomes, diretor da imobiliária Souza Gomes, mostra que é possível. Confira no vídeo abaixo!

 

Dica 1 – Online x Offline

Os conceitos de marketing online e offline são muito debatidos entre as agências e os profissionais da área. O corretor de imóveis precisa se questionar o que vai funcionar para ele. Diogo explica que não há uma receita básica. O que funciona para um profissional pode não funcionar para outro.

O marketing muda sua dinâmica dependendo do contexto no qual está inserido. Vamos pegar como exemplo cidades pequenas. Nelas ainda funcionam muito carros de som, por exemplo. Já nas cidades grandes não funciona tanto uma panfletagem. É importante então entender o nosso local de atuação, para definirmos qual marketing usar, qual ação fazer.

Dica 2 – Foco na pessoa

Devemos focar sempre nosso marketing na pessoa e não no produto. Diogo explica que esse cuidado deve ser tomado principalmente quando se fala de redes sociais. Ninguém está dentro de uma rede social para comprar um imóvel. As pessoas não acessam o Facebook com o intuito de procurar uma casa ou apartamento. Ou seja, a pessoa não quer ver propaganda na rede social. Então o que devemos fazer com o marketing nas redes sociais?

Atrair a pessoa para ela descobrir que às vezes ela busca um imóvel e nem sabe ou para perceber que quer trocar de imóvel, mas não descobriu isso ainda. O Facebook está ali para ajudar a atrair essa pessoa. Depois que ela foi atraída, redirecionamos para nosso site. Assim que acessar nosso site, landing page, ou qualquer outro fluxo, aí ela vai passar a interagir com nosso canal de vendas ou do produto.

Fonte: http://www.vivareal.com.br

 

Minha Casa Minha Vida responde por quase 78% dos lançamentos imobiliários desde 2008.

Os empreendimentos de médio e alto padrão corresponderam a 20,7% dos lançamentos

UNIDADES DO PROGRAMAÇÃO DE MORADIA POPULAR MINHA CASA MINHA VIDA (FOTO: RICARDO STUCKERT/PR)

As incorporadoras imobiliárias lançaram um total de 6,3 milhões de unidades entre 2008 e 2017, sendo que 77,8% dentro do programa habitacional Minha Casa Minha Vida, mostrou estudo divulgado nesta terça-feira pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Os empreendimentos de médio e alto padrão corresponderam a 20,7% dos lançamentos desde 2008 até agosto deste ano, enquanto imóveis comerciais representaram 1,6%, destacou o economista da Fipe, Eduardo Zylberstajn, ao apresentar o estudo “Cadeia de valor e importância socioeconômica da incorporação imobiliária no Brasil”, em São Paulo.

Segundo Zylberstajn, o setor respondeu pela criação média de 1,9 milhão de empregos por ano em todo o país entre 2010 e 2017. “O pico da geração de empregos foi em 2014, quando foram gerados 2,5 milhões de vagas”, comentou o economista.

O estudo apontou, ainda, que a arrecadação de impostos com incorporação imobiliária e atividades relacionadas foi de 157,4 bilhões de reais entre 2010 e 2017, o equivalente a uma media de 19,7 bilhões de reais por ano. O auge também foi observado em 2014, quando o setor arrecadou 25,1 bilhões de reais.

Recuperação e distratos

O presidente Abrainc, Luiz Antonio França, disse no mesmo evento que a retomada da economia já pode ser percebida nos indicadores industriais e que as atividades de incorporação imobiliária e as reformas são cruciais para o Brasil sair da recessão.

“O governo está ciente dos problemas enfrentados e busca reduzir os custos… A reforma da previdência é o próximo marco dessa fase”, afirmou França durante o lançamento da campanha “Do mesmo lado”, na qual a entidade se posiciona “ao lado do crescimento do país”.

Ele disse, contudo, que as incorporadores e investidores do setor imobiliário precisam da regulamentação dos distratos para se sentirem seguros em aplicar dinheiro nos empreendimentos. “A regra trará recursos e segurança para os investimentos no setor”, disse França.

(Por Gabriela Mello; Edição de Raquel Stenzel)

Fonte: http://epocanegocios.globo.com