Arquivo diários:5 de fevereiro de 2018

Os 6 passos para uma estratégia digital de sucesso em 2018.

Marketing Digital 2018 Silicon Minds – mohamed_hassan – Foto: Divulgação

Sua estratégia de marketing digital consiste em uma série de ações que o ajudarão a atingir seus objetivos através do marketing on-line. O termo “estratégia” pode parecer um pouco intimidante, mas o desenvolvimento de uma estratégia digital eficaz não precisa ser difícil.
Em termos simples, uma estratégia é basicamente um plano de ação para atingir um ou vários objetivos. Por exemplo, seu objetivo principal deste ano poderia ser gerar 25% mais oportunidades de vendas através do seu site, em comparação com os gerados no ano anterior.

O que é uma estratégia digital?

Em um ambiente digital em constante evolução, o sucesso comercial geralmente depende do que você faz (ou não faz) para promover sua empresa na rede.

Devido a tudo o que o marketing digital engloba (SEO, marketing de conteúdo, análise, etc.), pode ser difícil decidir por onde começar e, o mais importante, escolher o que mais ajudará sua empresa. Para que o marketing digital seja eficaz, você precisa de uma estratégia.

Dependendo do tamanho da sua empresa, a estratégia de marketing digital pode incluir vários objetivos e muitos elementos no desenvolvimento, mas pensar em sua estratégia como algo simples pode ajudá-lo a acompanhar os objetivos.

No entanto, apesar da nossa simplificação do termo “estratégia”, não há dúvida de que começar a criar uma pode ser uma tarefa muito complexa. É por isso que resumimos um conjunto de seis dicas fundamentais que o ajudarão a criar uma estratégia efetiva de marketing digital e colocar sua empresa no caminho certo para o sucesso na Internet.

O que é uma campanha de marketing digital?

É normal confundir uma estratégia digital com campanhas de marketing digital, mas é importante conhecer as diferenças.

Como já explicamos, sua estratégia digital é a série de ações que você realiza, que o ajudam a alcançar seu principal objetivo de marketing. Suas campanhas de marketing digital são os elementos ou ações fundamentais dentro de sua estratégia que são aplicadas para atingir esse objetivo.

Por exemplo, você poderia iniciar uma campanha compartilhando alguns de seus conteúdos protegidos com melhor desempenho no Twitter para gerar mais oportunidades de vendas através desse canal. Essa campanha seria parte de sua estratégia para gerar mais oportunidades de vendas.

É importante enfatizar que, mesmo que uma campanha tenha durado alguns anos, isso não a transforma em uma estratégia.

Agora que você conhece o básico de uma estratégia digital e campanhas de marketing digital, vamos discutir como criar sua própria estratégia.

Os 06 passos para uma estratégia digital de sucesso em 2018!

De acordo com Lelio Vieira Carneiro Junior, uma boa campanha de marketing digital tem evoluído para se firmar nos 06 pilares abaixo:

1) SEO: SEO é o trabalho de otimização de sites para mecanismos de busca. Este trabalho leva em consideração os acertos técnicos que um site deve ter para ser bem visto ao olhos do Google, como também a estratégia de fatores de ranqueamento externos sobretudo backlinks que são links vindos de outros sites apontando para o site da campanha.

2) Conteúdo: O trabalho de conteúdo para um cliente deve ser sempre de altíssima qualidade buscando gerar valor para o cliente ou conteúdo viral.

3) Assessoria de Imprensa: Uma vez com conteúdo afiado, a empresa pode partir para a assessoria de imprensa e gerar viralidade na internet, além de backlinks de qualidade para a campanha.

4) Redes Sociais: A gestão de redes sociais deve ser usada para criar confiança gerando valor para os seguidores e mostrando valores similares. Afinal, fazemos negócios com quem confiamos.

5) Youtube: Cada vez mais e mais forte, videos no Youtube com conteúdo de qualidade, conteúdo viral e edição moderna vem se tornado indispensáveis.

6) Ads e Remarketing: Essa é o passo mais caro, mais difícil de gerir e onde a maioria dos erros acontecem. Ter propagandas atingindo o publico alvo e seguindo os visitantes do seu site deve ter um custo de aquisição que justifique estes gastos.

Uma equipe de gestão qualificada e experiente também pode custar caro. Testes A/B devem ser feitos constantemente e análises do perfil dos clientes que realmente fecham a compra para continuo ajustes e evolução das propagandas.

Além disso, Lelio Vieira Carneiro Junior informa que as propagandas não podem aparecer desesperadas nem apelativas. Na verdade, elas servem somente para manter um lembrete para o lead que ele pode ganhar valor fechando o negocio que você oferece.

Fonte: http://www.revistaebs.com.br

 

Muito além de carnaval, copa e eleição.

De volta do recesso, os parlamentares têm a oportunidade de evitar um ano perdido e votar ao menos dez projetos fundamentais para garantir uma retomada sustentável da economia. Haverá disposição?

Basta uma rápida folheada no calendário de 2018 para ter a sensação de que o ano será perdido. Com o carnaval em fevereiro, a Copa do Mundo em junho e julho, e a campanha eleitoral entre agosto e outubro, não haverá tempo para mais nada. Certo? Errado. Apesar de um cenário de recuperação econômica, que vai proporcionar um crescimento anual de 3% do PIB, o Brasil não pode se dar o luxo de cruzar os braços à espera do próximo governo. Ao contrário do setor privado, no qual tempo é dinheiro e o ano começou efetivamente no dia 2 de janeiro, no setor público, a rotina de trabalhos vai sendo retomada lentamente. A boa notícia é que, com um pouquinho de boa vontade, os políticos de Brasília podem ter um ano bem produtivo, legando um ciclo virtuoso para 2018.

Na segunda-feira 5, uma sessão solene vai marcar o início do ano legislativo. Findo o recesso parlamentar, deputados federais e senadores terão pela frente uma extensa e importante lista de votações (leia quadro ao final da reportagem), cuja prioridade do governo é a reforma da Previdência Social. Para que a votação das novas regras das aposentadorias ocorra no dia 19 de fevereiro, como havia previsto o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é preciso que o relator Arthur Maia (PPS-BA) apresente a versão final do seu texto na terça-feira 6. “O único problema da reforma é o tema da Previdência, que é polêmico”, disse Maia na quinta-feira 1º. “Tem que esclarecer a sociedade.”

Embora reconheça não ter ainda angariado os 308 votos necessários (três quintos dos deputados) para aprovar a reforma, o presidente Michel Temer tem liderado uma frente de comunicação para esclarecer a população sobre as novas regras que não prejudicarão os mais carentes. “Quero registrar muito fortemente que este projeto não alcança os mais pobres, que ganham até um, dois ou três salários mínimos”, afirmou Temer, no domingo 28, em entrevista ao apresentador Silvio Santos, do SBT. No dia seguinte, no programa do Ratinho, da mesma emissora, o emedebista pediu apoio da população ao tema. “Assim, os parlamentares, sentindo o clamor popular, vão se sentir confortáveis em votar a proposta”, disse o presidente. Na avaliação do economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, se a reforma não for aprovada, o caminho será o aumento de impostos. “Nas urnas, a população precisará decidir se quer que o País volte para o buraco ou se prefere um presidente reformista”, diz Vale.

 
Batalha da comunicação: o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (à esq.), e o presidente do Senado, Eunício Oliveira, dizem que vão votar os projetos de interesse do governo, mas nem sempre demonstram empenho. Enquanto isso, o presidente Temer concede entrevistas a programas populares (Crédito:AFP Photo/Nelson Almeida | Picasa)

Embora a reforma da Previdência Social seja o principal projeto do ponto de vista fiscal , há outros temas econômicos importantes que dependerão do aval dos parlamentares. Dois deles são ligados à área energética: a reforma do setor elétrico e a privatização da Eletrobras. Os técnicos do Ministério de Minas e Energia devem concluir nas próximas semanas um projeto de lei que terá, dentre vários itens, uma proposta de solução para o risco hidrológico, que hoje representa perdas de R$ 6 bilhões. Antes disso, o governo já encaminhou o projeto de lei de privatização da Eletrobras, que pode render R$ 12 bilhões aos cofres públicos.

O Banco Central (BC) também tem demandas no Congresso Nacional, que incluem a aprovação do cadastro positivo. A ideia é que todos os brasileiros sejam automaticamente inseridos no banco de dados de bons pagadores. Quem não quiser, terá de solicitar a exclusão do seu nome. Aprovado no Senado Federal, o texto aguarda votação na Câmara dos Deputados. Outro item que consta da agenda do BC é a regulamentação da duplicata eletrônica. O mecanismo, quando estiver em vigor, vai evitar que um mesmo bem seja dado como garantia em dois empréstimos diferentes. Isso aumenta a qualidade das garantias e, por tabela, reduz os juros dos financiamentos.

Na construção civil, há uma enorme expectativa sobre a regulamentação da Letra Imobiliária Garantida (LIG), que se tornará mais uma fonte de financiamentos para imóveis. Além disso, os empresários clamam por novas regras para os distratos, que foram o maior problema enfrentado pelas construtoras nos anos de crise. São medidas que tornarão o ano ainda mais promissor para o setor, após longa recessão. “Os lançamentos e as vendas terão crescimento de 10% em 2018”, diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP. O governo prepara ainda uma Medida Provisória sobre o novo marco legal do saneamento básico, uma Lei Geral para o Licenciamento Ambiental e uma proposta de simplificação tributária, um antigo anseio do empresariado. “Num ano eleitoral, a janela para aprovação de projetos é mais curta”, diz Rafael Cortez, cientista político da Tendências Consultoria. “Não há tempo a perder.”

Entre março e abril, haverá a possibilidade de os parlamentares trocarem de partidos sem perder o mandato. Além disso, ministros sairão do governo para participar das eleições, o que levará o presidente Temer a promover uma reforma ministerial. “Toda essa movimentação vai alterar o tamanho das bancadas”, afirma Cortez. No último bimestre do ano, após as eleições, haverá ainda um pequeno espaço para que o Congresso aprove medidas reformistas. Isso, é claro, se as urnas tiverem escolhido um candidato com esse perfil. De concreto, até agora, há apenas a expectativa de que os parlamentares não resumam o ano ao trinômio Carnaval, Copa e eleições.

Fonte: www.istoedinheiro.com.br