Arquivo mensais:março 2018

O que pode mudar no Brasil com o juro baixo.

O Brasil nunca teve condições tão favoráveis para reduzir o custo do dinheiro e manter a inflação domada — bases para uma economia com mais crescimento

Aeroporto para drones é o novo salão de festa.

O empresário Alexandre Lafer Frankel, CEO e fundador da construtora Vitacon, já era conhecido no mercado imobiliário por tornar os imóveis compactos em objetos de desejo de um público mais jovem. Foi dessa maneira que a companhia já entregou 45 empreendimentos na capital paulista. Agora, o empresário, que se prepara para um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2 bilhões até o fim do ano, vai lançar mais uma tendência. “Os nossos próximos empreendimentos virão com aeroporto para drones e áreas de embarque e desembarque de carros autônomos e de automóveis de aplicativos”, diz Frankel.

 

Aposta nas mudanças de comportamento

À primeira vista, as ideias parecem excêntricas. Mas não são. Frankel, que voltou recentemente do South by Southwest (SXSW), festival de tecnologia e criatividade que aconteceu em Austin, no Texas, quer estar preparado para as mudanças comportamentais e tecnológicas que virão pela frente. “Os deliveries acontecerão por drones e os carros autônomos e serviços de aplicativos vão ganhar cada vez mais espaço na vida das pessoas”, diz ele. Outras novidades estão sendo desenvolvidas pela empresa e devem ser lançadas até o fim do ano.

Fonte: www.istoedinheiro.com.br

Perspectivas para o mercado de imóveis no primeiro semestre.

O mercado imobiliário é um setor fundamental para a economia brasileira, gerando negócios e empregos. Por isso, é interessante conhecer as perspectivas para o mercado de imóveis no primeiro semestre de 2018, tornando possível compreender as novas demandas e oportunidades desse setor.

Com a retomada do crescimento da economia, o aumento no número de empregos e a estabilização financeira, o mercado imobiliário começa a aquecer, possibilitando que novas negociações sejam realizadas.

De acordo com José Romeu Ferraz, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo, as perspectivas do mercado de imóveis no primeiro semestre são animadoras, principalmente em função da redução da taxa anual de juros básicos, pois isso, geralmente, aumenta o acesso aos recursos de crédito imobiliário.

Ou seja, quando o rendimento financeiro diminui, as pessoas tendem a investir o próprio dinheiro no mercado de imóveis. Além disso, há a recuperação do setor, que começou já no segundo semestre de 2017.

Isso se dá, também, em razão do programa Minha Casa Minha Vida, que registrou atualização de regras feita pelo Governo Federal. Agora, o limite da renda dos consumidores que podem adquirir uma propriedade pelo programa passou de R$ 6,5 mil para R$ 9 mil.

Outro fator que melhora a perspectiva para o mercado de imóveis no primeiro semestre é referente à inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que deve chegar a 4,5% em 2018. Isso porque a inflação reflete diretamente no poder de compra dos brasileiros, e torna o investimento em imóveis mais viável e atraente.

Portanto, com as perspectivas para o mercado de imóveis no primeiro semestre estando tão positivas, se torna interessante compreender, também, as tendências do mercado para esse ano, possibilitando que sejam realizados bons investimentos – levando em consideração a realidade e as tendências do setor, como veremos a seguir.

As tendências do mercado de imóveis no primeiro semestre de 2018

Existem várias tendências interessantes para o mercado de imóveis no primeiro semestre deste ano, principalmente em função das perspectivas favoráveis que vimos anteriormente. Assim, é esperado um poder de compra maior e uma capilaridade de novos perfis de cliente.

O poder de compra se dá pelo fato da queda da inflação, enquanto os novos perfis de cliente dizem respeito às novas finalidades de compra e aluguel dos espaços. Por isso, cabe à gestão do mercado imobiliário ter, em seu portfólio, produtos e imóveis que atendam às necessidades diferenciadas, contando, também, com equipes de vendas mais consultivas para compreender e identificar o imóvel ideal para cada segmento de clientes.

Além disso, outras tendências que estão se destacando para esse ano são a inteligência de mercado e a estratégia de automação imobiliária, como veremos a seguir.

Diversas vezes, o mercado imobiliário muda sem aviso prévio. Não há garantias perenes de um bom negócio, e as tendências predominantes determinam o sucesso ou o fracasso das vendas. Em muitos casos, os pequenos negócios locais podem, até mesmo, ser afetados por economias internacionais.

Para corretores e desenvolvedores de imóveis, isso representa sérios problemas, tornando mais difícil antecipar as tendências e propor transações aceitáveis.

A inteligência de mercado, ou business intelligence (BI), diz respeito ao ato de transformar dados brutos (sobre mercados, concorrentes e comportamento de consumo, por exemplo) em informação relevante, insights para as empresas – sendo definida como o processo de procurar, analisar e realizar a aplicação de muitas informações dentro da atuação de mercado.

Com ela, é possível, por exemplo, gerar perspectivas para o futuro, inovar positivamente, conquistar o consumidor e, principalmente, ter um diferencial de mercado.

As ferramentas de BI são benéficas para vendedores e corretores. Os dados de mercado são amplos, por isso, é muito difícil escolher tendências importantes sem algum tipo de assistência. Infelizmente, nem todos podem se dar ao luxo de contratar uma equipe dedicada de analistas de mercado de imóveis profissionais.

Por essa razão, softwares de inteligência de mercado se tornam recursos financeiramente mais viáveis, e que trazem retornos bastante significativos para os negócios. Essas soluções tecnológicas acompanham as estatísticas de desempenho do mercado, como as vendas em uma determinada área, e ajudam os vendedores a estabelecerem preços que são realmente competitivos – além de também facilitarem o marketing.

A obtenção de dados de análise sobre estilo de vida, como a porcentagem de pessoas que se deslocam para o trabalho de diferentes bairros, ou a densidade de escolas na região, por exemplo, pode ajudar a convencer os compradores de que uma propriedade vale a pena, e é a melhor escolha para ele.

Já a estratégia de automação imobiliária se refere à utilização de softwares e outros dispositivos para a execução automática de uma série de tarefas, permitindo a economia de recursos e mão de obra. Automatizar processos contribui para alavancar negócios ao permitir fácil acesso e otimização de informações.

Assim, a automação facilita o trabalho das imobiliárias e, principalmente, dos corretores. A principal vantagem dela em uma imobiliária é o aumento das vendas. Um software de CRM (Customer Relationship Management), por exemplo, permite que os dados do cadastro e de atendimento ao cliente feitos anteriormente sejam processados e comparados, com o fim de amparar futuras abordagens e obter oportunidades de vendas.

Atualmente, em um mercado competitivo, muitas empresas estão, de forma gradual, abandonando seus computadores locais a favor de plataformas e serviços baseados na internet. Ao longo do caminho, elas vêm percebendo como a tecnologia pode melhorar as suas receitas.

Como vimos, as perspectivas para o mercado de imóveis no primeiro semestre de 2018 estão positivas, apresentando tendências interessantes. Mas, para se destacar, é preciso investir em novos processos e ferramentas, permitindo que se tenha um diferencial em relação à concorrência e, claro, possibilitando maior rapidez no momento de realizar o negócio imobiliário.

Fonte: exame.abril.com.br

Como tornar sua incorporadora referência no mercado de imóveis.

As mídias sociais facilitam a comunicação com as pessoas. Para as empresas, ajuda no contato direto com o público que desejam fazer negócios. Grande parte dos consumidores ficam cerca de 4 horas do seu dia “conectado” nas redes sociais.Só que ao mesmo tempo, os concorrentes também têm o mesmo espaço para atrair estes potenciais clientes. Então, como usar a mídias sociais de um jeito que a sua incorporadora se destaque?

Separamos 3 dicas que ajudarão sua incorporadora a ter sucesso nas mídias e ganhar relevância entre os potenciais clientes. Confira!

1 – Preferencie suas mídias digitais

São muitas as plataformas digitais e dar conta de gerenciar todas elas demanda atenção de uma equipe. Portanto, comece escolhendo as mais estratégicas para o seu negócio. Então ao invés de abraçar Facebook, Instagram, Youtube e blog de uma única vez, veja em qual delas faz mais sentido investir tempo.

Se a ideia é trabalhar com vídeos que destacam os empreendimentos, vale explorar o Youtube. Crie um canal para a sua incorporadora! As outras redes podem servir como complementares. Caso a ideia seja focar em fotos e vídeos curtos, o Instagram pode servir como o canal ideal. Agora se os seus leads em potencial utilizam com frequência o Facebook, então comece por aí para a divulgação dos seus empreendimentos. Se sua incorporadora ainda está em dúvida sobre qual plataforma escolher, é possível realizar testes e monitorar os resultados, por meio de um CRM com foco em gestão e relacionamento, de forma rápida e prática

2 – Acompanhe o engajamento

Após identificar as melhores plataformas e adotar as melhores práticas do mercado, é hora de acompanhar seus resultados de perto e identificar novas oportunidades. O consumidor segue tendências, para manter o seu interesse você deve acompanha-lô. A maioria das mídias digitais oferecem dados sobre o comportamento do público. É possível saber se um vídeo teve uma boa audiência ou uma postagem foi lida. Estas informações conseguem “nortear” qual o tipo de conteúdo que a sua incorporadora deve trabalhar para ter maior atenção das pessoas.

3 – Produza conteúdo interessante para o seu público-alvo

Cada incorporadora tem um perfil de público-alvo. O conteúdo precisa estar alinhado com o perfil dessa pessoa para que seu resultado seja eficiente Segmentando da forma correta, o público impactado se encarrega de promover a sua marca e compartilhar seu conteúdo.

E como ter ideias de temas? Produza conteúdos que ajudem o seu cliente em toda a jornada. Você quer falar com quem está na fase de busca por imóveis? Mostre dicas de compras e financiamento. Quer dar dicas de decoração para o imóvel recém-comprado? Leve arquitetos para falar sobre como aproveitar da melhor forma o espaço disponível no imóvel. Aproveite as mídias sociais como um canal de relacionamento e não deixe também de responder aos comentários do seu público.

Você sabia que a USP tem uma usina de energia solar?

Sistemas que a compõem estão localizados na Cidade Universitária e produzem 1% da energia elétrica do campus

Composta de quatro subsistemas que convertem a luz do sol em energia elétrica, a Usina Solar Fotovoltaica do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP faz parte da paisagem da Cidade Universitária desde 2014.

São três sistemas instalados no prédio do IEE e um no Instituto de Estudos Brasileiros (IEB), no prédio da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, que se integram ao sistema de eletricidade do campus, representando o equivalente a 1% de sua demanda anual. Os sistemas totalizam 540 kW de potência.

Conheça melhor a iniciativa com o coordenador do projeto que implementou a usina, o professor Roberto Zilles:

Fonte: jornal.usp.br

 

Bom para cachorro.

 
Eles fazem parte da família brasileira. Segundo o IBGE, 44,3% dos lares no país têm, pelo menos, um cachorro – são mais de 52 milhões de cães. Há, ainda, aproximadamente 22 milhões de gatos. Faz sentido que as construtoras criem espaços especiais para os melhores amigos do homem. A última onda das incorporadoras é oferecer “pet places” nos lançamentos. A Tegra, por exemplo, criou espaços para treinamento e cuidados dos animais em seus dois lançamentos. O Soho residencial, na Barra, terá um local para banho e tosa. Já no residencial Stories, em Jacarepaguá, os bichos vão dispor de brinquedos para a recreação ao ar livre.
 
“Decidimos incluir estas áreas nos projetos porque pesquisas de mercado indicaram que cada vez mais pessoas têm animais de estimação. Também percebemos uma demanda de clientes que, durante nossas pesquisas de desenvolvimento, indicaram que seria importante ter um espaço exclusivo para os bichos” – explica Marco Adnet, diretor executivo da Tegra Incorporadora.
 
A Direcional Engenharia também entrou na moda e o Reserva Natura Camorim terá áreas para os animais. Lançamentos da Cury, o Completo Jacarepaguá II e o Dez Portal, em Belford Roxo, procuraram agradar não apenas os futuros moradores, mas também os seus bichinhos. As unidades oferecem o Espaço Pet, uma área para os bichos se exercitarem.
 
Área prevista na convenção
 
Por serem espaços recentes, é importante saber que esses espaços dedicados aos animais devem constar na convenção do condomínio. Segundo a advogada Bianca Cukier, da Cukier & Cukier Advogados Associados, o documento deve ter cláusulas que regem, por exemplo, como o local deve ser utilizado e quem deverá administrar (condomínio ou terceiros).
 
Segunda ela, proprietários que não pretendem usar a área precisam ratear a luz e água utilizados para o tratamento dos bichos do mesmo jeito que os usuários.
 
“Vale desde que conste na convenção do condomínio uma cláusula que faça menção da existência do espaço reservado aos animais domésticos e não havendo nenhuma ressalva com relação ao rateio da água proporcional aos donos dos animais que utilizam”.
 
É importante lembrar ainda que nenhuma convenção, síndico ou proprietário pode proibir a permanência ou entrada de cachorros em apartamento ou casa.
 
Isso faz parte do seu direito de propriedade. Mesmo que as regras do condomínio proíbam de alguma maneira a presença de cães, elas não podem ir contra e não são maiores do que a Constituição Federal ou o Código Civil, pois a Constituição Federal assegura o cidadão ao direito de propriedade, ou seja, o condômino pode manter animais em casa ou apartamento, contanto que a permanência deles não atrapalhe ou ponha em risco a vida de outros moradores.
 
Valor maior de revenda
 
Márcio Cardoso, presidente da Sawala Imobiliária, explica que o preço do imóvel independe de o condomínio ter ou não espaços para cachorros.
 
“Porém, no momento da revenda, uma área dedicada aos bichos de estimação pode ser, sim, uma vantagem para o proprietário e fazer diferença na hora do negócio” – considera ele.
 
No Recreio, o residencial Maui Unique Life Residences, da Calçada, terá duas áreas para bichinhos de estimação: um play dog (com rampas, obstáculos e túneis) e pet care, onde os moradores poderão dar banho em seus animais.
 
 

Extra, Ana Carolina Diniz

Conheça os bairros preferidos dos solteiros e dos casais.

Pesquisa inédita aponta as cinco localidades preferidas na hora de comprar um imóvel

A designer Andréa Soares e o oftalmologista Rafael Estevão, no Minhocão: o casal se conheceu em Santa Cecília (Flor Azul Fotografia/Veja SP)

Vai comprar um apartamento? O centro da cidade é o lugar mais procurado pela maioria dos solteiros e casais sem filhos. Bairros da Zona Leste lideram entre as famílias com filhos. A conclusão é de um estudo do Meu Imóvel, portal imobiliário que conecta clientes a construtoras de acordo com o perfil do usuário. A pesquisa foi feita com uma base de cerca de 301.298 consultas ao site e avaliou a busca por bairros de acordo com o perfil de quem deseja comprar um imóvel.

                                Veja abaixo os bairros mais procurados de acordo com o perfil:

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 (Divulgação/Veja SP)

O estudo também apresentou dados curiosos. Animais de estimação, por exemplo, são mais presentes conforme menor é o núcleo familiar – 72,4% dos solteiros têm algum bichinho como companhia. Esse índice diminui para 64,1% entre casais sem filhos e 59,2% nos que têm crianças.

Quanto ao valor que os compradores estão dispostos a pagar, a faixa de preço máxima estabelecida pela maioria dos solteiros é de aproximadamente 600 000 reais. A maioria dos casais sem filhos (88%) e com filhos (82%), por sua vez, procuram imóveis mais perto da faixa dos 800 000 reais. Com relação ao lazer oferecido pelos condomínios, todos os perfis de consumidor destacam piscina e área fitness com academia como principais diferenciais.

“Entendemos que solteiros e casais sem filhos em geral procuram um imóvel menor, localizado próximo a alguma estação de metrô e com várias opções gastronômicas, pois acabam passando menos tempo em casa”, diz José Eduardo, sócio fundador do Meu Imóvel. “Por outro lado, casais com filhos tendem a procurar apartamentos maiores, com áreas comuns mais completas para crianças, por exemplo”, completa.

Fonte: https://vejasp.abril.com.br

Bill Gates pretende construir “cidade inteligente” em pleno deserto do Arizona

Os modelos de urbanismo das cidades devem mudar ao longo do século XXI. Seus zoneamentos provavelmente assumirão um desenho muito mais flexível, que permita combinar melhor diferentes funções, como comércio, indústria e habitação. Questões como transporte público, geração de energia, áreas verdes, transmissão de dados e resiliência climática serão repensadas. Tudo isso de modo a atender as necessidades das populações das novas “cidades inteligentes”.

Esta é uma ideia que tem estado em mais evidência desde que importantes empresários – como os do Vale do Silício, na Califórnia – mudaram radicalmente o foco dos seus investimentos. A ideia deles é investir em propostas mais arrojadas, como o desenvolvimento de veículos autônomos, visando impulsionar a inovação e ampliar as possibilidades tecnológicas. Esses projetos futuristas devem ser testados muito em breve, dentro de áreas estrategicamente criadas para funcionarem como verdadeiros laboratórios vivos.

 

(imagem extraída de Sobre Trilhos)

A MEGACIDADE DE BILL GATES

Bill Gates é conhecido por ser o co-fundador e antigo CEO da Microsoft, multinacional que fabrica e vende produtos eletrônicos de qualidade para serviços pessoais, como computadores. Mas essa é só uma de suas empresas de investimentos. Um exemplo é o grupo imobiliário Belmont Cascade Investment – conhecido como Belmont Partners – que pretende gastar, nos próximos anos, aproximadamente 100 milhões de dólares para a construção de mais uma nova megacidade mundial, a Belmont.

Não se sabe até que ponto Gates está envolvido nas negociações para a construção da cidade de Belmont, e nem quando isso se iniciará. O que já foi divulgado pela imprensa mundial é que, se tudo der certo, o grande empreendimento deverá surgir no oeste dos Estados Unidos, no meio do deserto do estado do Arizona. O terreno gigantesco, já adquirido pela empresa, fica nos arredores de Buckeye, a cerca de 45 minutos de Phoenix.

(imagem extraída de OnInnovation em Flickr)

INFORMAÇÕES SOBRE A CIDADE DE BELMONT

Belmont deverá ter quase o tamanho de uma grande metrópole, como Paris. Serão mil e trinta e seis hectares de área construída. A maior parte será dedicada ao comércio, mas também haverá muito espaço destinado a escolas públicas e habitações. Estão previstas para serem erguidas, de acordo com o projeto inicial, oitenta mil residências. Todas essas edificações deverão abrigar uma população estimada de 182 mil pessoas.

(imagem extraída de The Hardtime)
(imagem extraída de Tree Hugger)

A configuração da cidade deverá assumir uma grade bem regular. Toda a infraestrutura implantada será de ponta. A comunicação entre os serviços contará com um sistema de internet de altíssima velocidade. E o transporte público, obviamente, será feito com carros robóticos. Aliás, os veículos poderão percorrer também a autoestrada que atravessará a cidade, seguindo diretamente para Las Vegas, em Nevada. Esse trajeto permitirá com que o local se desenvolva de modo independente, sem qualquer outro incentivo externo.

“Belmont criará uma comunidade com pensamento para frente, com comunicação e uma infraestrutura que abraça a tecnologia de ponta, criada ao redor de redes digitais de alta velocidade, data centers, novas tecnologias de produção e modelos de distribuição, veículos autônomos e centros de logísticas autônomos.” – a Belmont Partners, em comunicado para imprensa.

(imagem extraída de Softonic)

EMPECILHOS PARA A CONCRETIZAÇÃO DO PROJETO

A empresa de Bill Gates pagou relativamente pouco pelas terras perto de Phenix. Só que desenvolver uma nova cidade não é algo barato, ainda mais contanto com os problemas que a região apresenta. É que Buckeye tem enfrentado, nos últimos anos, um aumento populacional significativo – de 6 mil para 60 mil pessoas – devido a migração de trabalhadores tecnológicos de lugares como San Francisco e Seattle.

O problema é que o estado do Arizona está em meio a uma crise muito grave de recursos naturais, como água potável. Isso significa que a construção de uma cidade nessas proporções, em seu território, agravaria muito mais a situação. A exigência para a aprovação do projeto de Belmont é, justamente, de que os seus desenvolvedores encontrem o mais rapidamente possível uma solução para o abastecimento seguro de água nos próximos cem anos – e isso será uma tarefa bem difícil, talvez até impossível.

(imagem extraída de Curious Post)

A empresa de Bill Gates, a Belmont Partners, tem o desafio de materializar um sonho bastante complexo, e a partir do zero. Talvez a solução mais sensata não fosse expandir a área habitada no estado, mas melhorar a infraestrutura existente. Desse modo, todos sairiam no lucro. Os investidores teriam suas tecnologias testadas e a população americana viveria em cidades com qualidade ainda mais superior. Mas, existem opiniões contrárias.

“Imaginar infra-estrutura futura a partir do zero é muito mais fácil e mais rentável do que adaptar um tecido urbano existente. Este é um investimento muito longo e muito paciente.” – Grady Gammage, porta-voz do empreendimento, em reportagem de CNN.


OUTRAS CIDADES INTELIGENTES AO REDOR DO MUNDO

A Belmont não será a primeira megacidade ou “cidade inteligente” no mundo – até porque essa não é uma ideia tão nova assim. Países como China e Arábia Saudita já anunciaram planos de investimentos para novos centros globais. Ambos são destinados a impulsionar o mercado imobiliário, ampliar opções comerciais e inovar os modos de vida das populações. E na Malásia e em Toronto, a empresa Alphabet, da Google, está financiando planos muitos semelhantes ao de Bill Gates. Ou seja, é difícil saber quem ficará, afinal, para trás nessa corrida!

Fontes: blogdaarquitetura.com, NBCBusiness InsiderCNNRevista ÉpocaOlhar Digital.

Estudo de viabilidade econômica de obras civis é essencial para a saúde financeira da sua construção.

Antes de iniciar sua obra, faça o estudo de viabilidade econômica para evitar prejuízos
Créditos: Shutterstock

Verificar todos os custos e monitorá-los durante a construção garante qualidade financeira da obra

Saber se é a hora de tirar dos planos e começar a execução daquele empreendimento idealizado não é tarefa fácil. O primeiro passo, no entanto, para fugir dos erros, é realizar um estudo de viabilidade econômica para garantir que aquela obra não dará prejuízo para a sua incorporadora ou construtora.

“Os prejuízos de não ter um estudo de viabilidade ou de não segui-lo são altos. Os riscos podem incluir não concluir a obra, um aumento de custos, atrasar o pagamento dos empreiteiros, prejuízos para os destinatários dos empreendimentos, para os acionistas que estão arriscando seu capital em um empreendimento e aguardam receber o seu valor como uma remuneração, desdobramentos em ações judiciais, consumo de uma energia produtiva para administrar os problemas, entre outros”, ressalta Rodrigo Gomes de Abreu, diretor da VistaCorp Empreendimentos Imobiliários.

Por isso, trabalhar esse estudo de viabilidade econômica em detalhes só trará benefícios ao incorporador. Nessa primeira etapa é preciso considerar todos os custos que o empreendimento deve onerar.

O estudo de viabilidade econômica e financeira do empreendimento mede tanto o resultado econômico da construção, que é o valor do lucro final da obra, como também aponta de que forma o investimento financeiro deve se comportar no tempo do projeto. É preciso considerar fatores como: necessidade de capital, necessidade de investimento, custo de aquisição do terreno, custos dos materiais, custo da mão de obra, remuneração da construtora que realizará a gestão dentro da obra e também o impacto da inflação que flutua durante o tempo nos preços dos materiais. Após reunir todas essas informações e estruturá-las em uma linha do tempo dentro da obra, é possível calcular a sua viabilidade.

Execução do estudo de viabilidade

Tão importante quanto elaborar esse estudo é executá-lo. “Como nós buscamos sempre uma disciplina operacional para seguir o plano, a incorporadora tem que requerer a mesma disciplina dos engenheiros, da construtora que está fazendo a obra e dos seus empreiteiros”, aconselha Abreu. A ideia é que qualquer imprevisto seja descoberto pelos engenheiros antes que ocorra e haja margem para correção sem que afete o orçamento. Portanto, para o estudo de viabilidade funcionar, ele deve estar alinhado com o cronograma da obra – atrasá-la ou adiantá-la acarretará mudanças no seu escopo.

Outro ponto importante durante a execução é manter uma equipe entrosada e que se comunique com frequência. Quando todos sabem em que ponto está a obra fica mais fácil para escapar dos imprevistos. A comunicação horizontal entre diretoria e equipe de obras auxilia nesse momento.

Check List:

– Levante os valores de todos os itens do estudo de viabilidade econômica antes de iniciar o projeto;

– Após checada a viabilidade e iniciado o projeto, acompanhe o cronograma de obras;

– Tenha contato direto com a equipe de compras para ter o alinhamento dos custos de materiais – impactados pela inflação – em dia;

– Mantenha uma comunicação horizontal para que não ocorra imprevistos;

– Verifique a necessidade de materiais com antecedência, porém, realize as compras dentro do tempo necessário para não estocar materiais a mais e, possivelmente, perdê-los;

– Compre produtos que garantam um bom rendimento e qualidade para a sua obra;

– Não comece um projeto sem ter em mãos a segurança que o estudo de viabilidade econômica proporciona.

 

Fonte: http://www.mapadaobra.com.br/gestao/estudo-de-viabilidade-economica-de-obras/

De olho no futuro: Entenda o mercado da construção civil.

Expectativa é de que o empresariado retome a sua coragem e alavanque a economia com novos investimentos

Melhora na economia e estabilidade política devem ocorrer para alavancar setor da construção civil
Créditos: Shutterstock

Com impacto direto no mercado da construção civil, a instabilidade da economia brasileira foi o principal motivo para os resultados negativos que ocorreram nos últimos anos. A necessidade de estabilidade no governo, por sua vez, também é fundamental para que possam ser realizados mais investimentos em setores que movimentam obras de infraestrutura e programas de moradia. Se por um lado, a demanda necessita de financiamentos governamentais para compra de imóveis, por outro, as empresas necessitam de financiamentos para realizar as obras e também de uma demanda crescente para investir em novos projetos.

Inadiavelmente, 2018 será um ano de mudanças por conta das eleições. O Sebrae realizou a publicação Cenário Prospectivos: o setor de construção no Brasil de 2016 a 2018 que levanta os dois fatores citados acima e aponta três panoramas do que pode ocorrer nesse ano. De acordo com a visão da entidade, primeiramente, há expectativa de retomada da governabilidade com potencial estabilidade econômica; a política e a economia podem ficar em sintonia, gerando crescimento, na segunda alternativa; ou, no pior dos cenários, pode haver uma recessão econômica em meio à instabilidade política. Segundo informações extraídas do estudo do Sebrae, o PIB da Construção, em um cenário realista, deve crescer 2,6%; em um cenário otimista, deve ter aumento de 3,3%; e já em um cenário pessimista, deve ter queda de 0,5%.

Análise do mercado da construção civil

Para Nielsen Alves, professor de engenharia civil da Universidade Católica de Brasília, os empresários devem criar coragem para retomar os investimentos esse ano. “Desde o ano passado, nós já notávamos as empresas querendo voltar a investir no mercado porque como elas são construtoras ou investidoras, não podem ficar sem construir, e elas ficaram, por exemplo, de 2014 a 2016, paradas”, afirma Alves.

De acordo com o professor, a instabilidade política de 2017 foi a razão pelo adiamento da retomada, porém, a expectativa é de que agora, em 2018, o futuro presidente do país seja pró-mercado. Dessa forma, as empresas estão encorajadas a realizar investimentos. O cenário que se pode esperar tende a estar alinhado com a primeira e a segunda expectativa do Sebrae, que demonstra crescimento ou, pelo menos, estabilidade.

Diferenciais para 2018

Com uma demanda mais rigorosa, os projetos em 2018 precisam ser mais assertivos e é imprescindível que as empresas demonstrem aos seus clientes o valor de seus produtos atrelados em normatizações e sustentabilidade. Para Alves, as construtoras têm focado em projetos de alto padrão com uso de tecnologia e têm destacado a utilização da NBR 15575 – Norma de Desempenho da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em seus projetos. “Quando estávamos vivendo aquele boom em que tinha muita gente para comprar, qualquer tipo de empreendimento que fosse feito, vendia. Hoje, a construtora busca conquistar o cliente mostrando que sua obra usa produtos industrializados, normatizados, que atendem, principalmente, a Norma de Desempenho, que é uma norma que entrou em vigor em 2013 e veio organizar a bagunça que era com relação a procedimentos e produtos”, explica o professor da Universidade Católica de Brasília.

Algumas das tendências levantadas pelo estudo do Sebrae e que devem se propagar pelos próximos anos envolvem o aumento no número de mulheres como profissionais do mercado da construção civil; a concepção de construções sustentáveis; a utilização de construção enxuta; o desenvolvimento de e-learning na cadeia de construção para suprir a necessidade de qualificação de mão de obra; a criação de smart cities; e também, a realização de serviços agregados.

Fonte: http://www.mapadaobra.com.br