Arquivo mensais:abril 2018

Feirão da Caixa vai oferecer quase 203 mil imóveis; veja o calendário.

A 14ª edição do Feirão da Casa Própria vai oferecer 202.793 imóveis novos e usados, informou o presidente da Caixa Econômica, Nelson Antônio de Souza, na quinta-feira (26). No ano passado, a oferta foi de 230 mil unidades. A expectativa é atrair R$ 15 bilhões em volume de negócios, ante R$ 13 bilhões no ano passado.

O evento ocorrerá em 15 cidades, durante três finais de semana de maio, e reunirá ofertas de 422 correspondentes imobiliários, 559 construtoras e 124 imobiliárias. Serão ofertados cerca de 179 mil imóveis novos (inclusive na planta) e 23 mil usados.

Veja abaixo o calendário:

  • São Paulo, Salvador e Porto Alegre: de 4 a 06/05 (10h às 20h)
  • Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Uberlândia, Goiânia e São Luís: de 18 a 20/05 (10h às 20h)
  • Brasília, Belém, Campinas, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza e Recife: de 25 a 27/05 (10h às 20h)                                                                                                              

De acordo com o presidente da Caixa, a expectativa é superar R$ 15 bilhões em volume de negócios este ano. “Entendemos que em 2018 vamos superar todos os feirões dos anos anteriores”.

As condições de financiamento serão as mesmas exigidas nas agências da Caixa. O prazo máximo para financiar a casa própria é de 35 anos, e o comprometimento da renda não pode ultrapassar 30%, sendo possível compôr a renda familiar.

Os interessados devem levar um documento de identidade (CPF), comprovante de renda e de endereço.

O Feirão da Caixa é considerado o maior evento do mercado imobiliário brasileiro. Os negócios realizados no feirão costumam representar cerca de 12% dos financiamentos efetivados no ano pelo banco.

Segundo a Caixa, a aprovação do crédito durante o feirão será baseada nas informações do perfil do cliente, como renda, capacidade de pagamento e ausência de restrições cadastrais.

A Caixa lembra que no site do banco os interessados em adquirir um imóvel podem fazer simulações e acessar informações sobre o uso do FGTS no financiamento imobiliário e a documentação necessária. Em caso de dúvida, a Caixa oferece ainda o telefone 0800 726 0101.

No ano passado, o feirão ofereceu cerca de 230 mil imóveis em 14 cidades, reunindo ofertas de 548 construtoras e 185 imobiliárias.

Queda nos juros

A Caixa anunciou no último dia 16 a redução dos juros para financiamento da casa própria e o aumento do percentual do valor a ser financiado para compra de imóvel usado. As mudanças são para linhas de financiamento que utilizam recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo.

Para o presidente da Caixa, a redução dos juros já teve reflexos no mercado de crédito imobiliário. ” A Caixa reduziu as taxas de juros com funding SBPE. Isso não acontecia desde novembro de 2016Já tem bancos reduzindo as taxas de juros também e quem ganha é quem está comprando o imóvel, acreditamos que as taxas estão competitivas e é momento adequado para realização do sonho da casa própria”.

Para compra de imóveis pelo Sistema Financeiro Habitacional (SFH), onde estão enquadrados os imóveis residenciais de até R$ 800 mil para todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, cujo limite é de R$ 950 mil, a taxa mínima de juros caiu de 10,25% para 9% ao ano.

Para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), cujos valores dos imóveis são acima dos limites do SFH, a taxa mínima caiu de 11,25% para 10% ao ano.

O percentual do valor a ser financiado dos imóveis usados subiu de 50% para 70%. Para unidades novas, foi mantido o percentual de 80% no teto do financiamento.

O banco informou que possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional neste ano.

A mudança ocorre após a Caixa reduzir duas vezes o teto de financiamento de imóveis em 2017, deixar de ter as taxas mais baixas do mercado e perder a liderança nas linhas de crédito com recurso da poupança entre novembro do ano passado e janeiro deste ano.

Por concentrar a grande maioria das operações financiadas com recursos do FGTS, a Caixa ainda segue com folga como o principal agente financeiro de crédito imobiliário, com participação historicamente ao redor de 65%. No segmento de financiamentos com recursos da poupança, entretanto, o banco viu sua fatia de mercado cair para 19,5% em janeiro, ante um patamar de 38% nos dois últimos anos.

O encolhimento da Caixa preocupa as incorporadoras porque acontece num momento de recuperação do mercado, após 3 anos consecutivos de queda no volume de empréstimos imobiliários. O crédito no setor fechou 2017 em R$ 43,15 bilhões, queda de 7,4% ante o ano anterior e menos da metade do patamar de 2014 (R$ 112,9 bilhões).

Em janeiro, o total de financiamentos imobiliários com recursos da poupança somaram R$ 3,84 bilhões em janeiro, uma alta de 23,7% em relação ao mesmo mês de 2017. No acumulado de 12 meses, entretanto, o montante ficou em R$ 43,9 bilhões, 5,5% abaixo do apurado nos 12 meses anteriores.

Fonte: https://g1.globo.com

Conheça um pouco mais a história e a construção da Torre Eiffel.

 

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Mesmo se você ainda não visitou Paris, certamente consegue visualizar a Torre Eiffel em sua memória. O ícone da capital francesa é também uma das grandes obras de engenharia civil e arquitetura do mundo moderno. A torre tornou-se símbolo de romantismo e glamour, sendo protagonista de quadros, pedidos de casamento, objetos de decoração e moda. Mas se ela está lá,  exibindo 324 metros de altura, foi graças ao projeto do engenheiro civil Gustave Eiffel e sua equipe. Eiffel já havia trabalhado em projetos inovadores, como a Estátua da Liberdade. O projeto da torre foi escolhido entre mais de cem concorrentes para ser o monumento que celebraria o centenário da Revolução Francesa, em 1889.

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Na época, surgiram inúmeros protestos de pessoas que consideraram a torre como uma ameaça à estética da cidade. Foi publicada uma carta intitulada “Carta de Protesto dos Artistas contra a torre do Sr.Eiffel”. Confira um trecho: “Nós, escritores, pintores, escultores, arquitetos e amantes das belezas de Paris – que até então estavam intactas – protestamos com toda nossa força e toda nossa indignação, em nome do subestimado bom gosto dos franceses, em nome da arte francesa e da história sob ameaça, contra a construção, no coração de nossa capital, dessa inútil e monstruosa Torre Eiffel…”.

Como resposta, o engenheiro resumiu o propósito da torre. “Não só a arte do engenheiro moderno, mas também o século da Indústria e Ciência em que estamos vivendo, e para o qual foi preparado o caminho pelo grande movimento científico do século XVIII e pela Revolução de 1789, para a qual este monumento será construído como uma expressão de gratidão da França”, disse Eiffel.

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A obra

Na primeira etapa da construção foi feita uma fundação de concreto, em um buraco gigante a alguns metros abaixo do nível do solo. Por cima, uma camada compacta de cascalho. Mais de uma centena de homens trabalhou no local por cinco meses. Cerca de 300 operários começaram a montar a estrutura de ferro fundido, utilizando andaimes de madeira. Outra centena de metalúrgicos forjava as 18 mil peças que iriam compor a torre. O complexo desenho das vigas foi projetado para garantir estabilidade contra ventos fortes. Já o design arqueado dos pés da base tinha caráter puramente estético. Em 21 meses a estrutura metálica de 10 mil toneladas estava pronta!

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As reformas da Torre Eiffel

Parte do chão do primeiro andar da torre passou a ser de vidro transparente, para permitir aos visitantes verem Paris debaixo dos seus pés, a 57 metros de altura. A partir de 2014 passou também a produzir parte da energia de que precisa para funcionar e também ganhou adaptações para facilitar o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ao primeiro andar.  Os próximos passos são a inclusão de pequenas turbinas eólicas, painéis solares e um mecanismo para aproveitar a água da chuva e as águas utilizadas pelos serviço da torre, que pretende aumentar a eficiência energética do monumento em 30%. Além disso, a grelha de ferro que hoje protege o centro da torre será substituída por vidro para que a vista fique mais ampla.

Você sabia que a Torre Eiffel quase foi demolida?

O monumento foi erguido com tempo de validade. Ao final do contrato, em 1909, a torre quase foi demolida. O que salvou foi a antena de rádio, colocada posteriormente. Mal sabiam que ela se tornaria uma verdadeira mina de ouro. Até o final de 2017, foram 300 milhões de visitantes. Isso dá um lucro médio de mais de 70 milhões de euros por ano.

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Fonte: https://civilizacaoengenheira.wordpress.com

Casas feitas por impressoras 3D ficam prontas em apenas 48 horas.

Site da BBC

Imóvel de médio e alto padrão segue inerte e ‘Minha Casa’ vai salvar vendas.

Enquanto a vazão dos apartamentos de maior valor agregado ainda se mostra reticente e com longo período para fechar o negócio, comércio dos populares pode saltar 25% na soma deste ano

Enquanto a vazão dos apartamentos de maior valor agregado ainda se mostra reticente e com longo período para fechar o negócio, comércio dos populares pode saltar 25% na soma deste ano

Enquanto o segmento residencial de médio e alto padrão (MAP) enfrenta dificuldade para fechar negócios e trabalha para uma estabilidade nas vendas este ano ante a 2017, os negócios envolvendo imóveis do “Minha Casa, Minha Vida” devem saltar 25% no período, ajudando o setor no longo caminho para voltar ao patamar visto antes da recessão.

De acordo com o coordenador de pesquisa da Fipe, Eduardo Zylberstajn, assim como um número comedido de lançamentos, o segmento MAP não pode esperar uma “propulsão dos preços” no curto ou médio prazo. Hoje o patamar de preços, diz ele, está em seu pior momento.

Para Zylberstajn, o contexto está aquém do observado no ciclo de incorporação anterior, que teve um aumento robusto e rápido de preços provocado pela queda da taxa de juros. “Qualquer variação de preço mais forte [neste ciclo] no MAP precisaria passar por uma redução ainda maior da taxa de juros no curto ou longo prazo.”

Outro caminho para o aumento de preços, que tampouco deve ocorrer, ao menos não rapidamente, é a retomada do mercado de trabalho. “Aqui dificilmente teremos esse motor ajudando”, analisa.

Emprego

Acompanhando as altas taxas de desemprego do mercado brasileiro, o presidente Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz França, destaca que não apenas os canteiros de obra, mas toda a cadeia produtiva passou por uma baixa de vagas considerável. “Perdemos em cerca de três anos – devido à redução das vendas do mercado de médio padrão – quase 1 milhão de empregos”, aponta.

De acordo com ele, esta tem sido a principal argumentação do setor para discutir com o governo a necessidade de regulamentar os distratos. “Se a gente não resolver esta questão o mais rápido possível, infelizmente toda essa melhora que estamos vendo vai ser muito pequena perto do que pode ocorrer.”

Além deste fator, o executivo ressalta que a insegurança jurídica está insustentável. “Cada dia acordamos com uma novidade e a última é sobre o direito de protocolo”, comenta ao se referir à suspensão do artigo 162, da Lei de Uso e Ocupação do Solo, que autoriza que os projetos protocolados antes da vigência da nova lei sejam analisados e aprovados com base na legislação anterior.

Financiamento

Uma notícia um pouco mais alentadora é a possibilidade de uma nova fonte de captação de recurso: as Letras Imobiliárias Garantidas (LIG). “Achamos que sai rápido. Estão faltando mais uma ou duas regulamentações do Banco Central e nos próximos dois ou três meses imaginamos que as condições mínimas necessárias para a emissão de um papel estarão prontas”, destacou Luiz França ontem, durante coletiva de imprensa em São Paulo.

Sobre a possibilidade de capital externo, no entanto, as notícias não são tão alentadoras. O analista sênior do Bradesco BBI, Luiz Maurício Garcia, destaca que atualmente o sentimento do investidor estrangeiro é de cautela. “No residencial eles devem ficar mais restritos a fundos de private equity ou via ações [nas empresas listadas em bolsa]”, diz. No caso de aportes em nível de ativo, as movimentações serão mais prováveis em escritórios e galpões logísticos.

Para ele, o investidor estrangeiro tinha há alguns meses uma expectativa de retomada mais rápida e consistente, contudo, as revisões de expectativas do Boletim Focus e a possibilidade de um cenário eleitoral pulverizado mudaram o sentimento otimista. “Ele veio se decepcionando.”

Fonte: https://www.dci.com.br

Entenda a diferença entre SFH, SFI e Carteira Hipotecária.

 

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Um ponto que deve ser de conhecimento obrigatório de todo corretor de imóveis, especialmente daqueles que querem prestar um serviço de consultoria a seus clientes, são as características do SFH, SFI e Carteira Hipotecária, que dizem respeito às diferentes formas de financiar imóveis no Brasil.

Isso porque, apesar de a maioria dos brasileiros ter o sonho da casa própria, muitos possuem limitações financeiras que os impedem de realizar a compra à vista. Então, é comum que eles precisem recorrer a um financiamento imobiliário.

A escolha do tipo de financiamento depende de fatores como renda, valor do imóvel, capacidade de pagamento, entre outros. É aí que entra o papel do corretor, que precisa orientar seu cliente, garantir sua fidelização e, assim, realizar o fechamento da venda.

A pergunta é: você, corretor, conhece bem os diferentes tipos de financiamento imobiliário disponíveis no mercado?

Neste post, vamos explicá-los detalhadamente para que você entenda as vantagens e desvantagens dos principais sistemas e esteja mais do que preparado para ajudar seu cliente da melhor maneira possível. Confira!

Sistema Financeiro de Habitação (SFH)

O Sistema Financeiro de Habitação (SFH) é uma alternativa do Governo Federal, criado a partir da Lei 4.380, de 1964. Ele tem como objetivo facilitar a aquisição da moradia própria, voltado principalmente para a população de baixa renda.

O financiamento imobiliário, feito por meio do SFH, conta com regras estipuladas pelo governo e fiscalizadas pelo Banco Central, o que configura credibilidade a esse tipo de crédito. Nesse sistema, os recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que utiliza a Caderneta de Poupança e FGTS, são empregados para emprestar capital àqueles que vão adquirir imóveis.

O programa Minha Casa, Minha Vida se enquadra entre os financiamentos do SFH, por exemplo.

As taxas de juros são tabeladas e podem chegar até 12% ao ano. A correção das prestações é feita com base no mesmo índice, que corrige a caderneta de poupança, a TR (taxa referencial de juros).

Uma informação muito importante é que esse tipo de financiamento possui um valor máximo de avaliação do imóvel. Esse valor é de R$ 750 mil para Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. Nos demais estados, pode atingir até R$ 650 mil. Há também um valor máximo de concessão de financiamento que é de R$ 585 mil.

O prazo máximo para o pagamento do financiamento é de 35 anos (420 meses) e o refinanciamento é permitido em até 50% do prazo inicial. O FGTS pode ser utilizado para abater o valor das prestações e do saldo devedor.

Quem pode realizar financiamentos pelo SFH?

O SFH financia imóveis para brasileiros, maiores de 18 anos, sejam natos ou naturalizados. Os estrangeiros também podem se enquadrar nas exigências, desde que possuam visto permanente no Brasil. Menores de idade acima de 16 anos podem usufruir do SFH para financiar sua moradia própria, desde que emancipados.

Para pleitear o financiamento, o proponente não pode ter restrições cadastrais, como negativação no SPC, Serasa, no Banco Central, nem alguma irregularidade junto à Receita Federal.

Além disso, há exigências adicionais para quem pretende utilizar os recursos do FGTS em seu financiamento. São elas:

  • Ter trabalhado pelo menos três anos de carteira assinada sob o regime do FGTS. Os anos não precisam ser consecutivos ou todos na mesma empresa.
  • Não ser titular de nenhum financiamento pelo SFH, em qualquer parte do país.
  • Não ser proprietário de imóvel residencial urbano, construído ou em construção, na região onde trabalha nem onde reside, incluindo áreas metropolitanas ao redor.

Também há exigências para o imóvel, que são:

  • Ser de uso residencial e localizado em área urbana.
  • Estar registrado no Cartório de Registro de Imóveis.
  • Não ter sido objeto de financiamento pelo FGTS, seja para aquisição ou construção, nos últimos três anos.
  • Estar localizado na mesma região onde o proponente trabalha ou reside há pelo menos um ano.

Como é feito o cálculo das parcelas?

As instituições bancárias praticam dois tipos de sistemas de amortização, que são os métodos de cálculo das prestações mensais. Para entendê-los, é importante saber que a prestação mensal paga é composta por duas partes:

  • uma referente à amortização da dívida — valor que é subtraído do saldo devedor;
  • outra referente aos juros, calculados sobre o restante a pagar.

Dito isso, vamos aos sistemas de amortização praticados:

SAC (SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO CONSTANTE)

No SAC, a parte da prestação que se refere à amortização da dívida fica fixa durante 12 meses. No aniversário do contrato, o banco consulta o saldo devedor restante e o divide pelo tempo que ainda falta para findar o contrato. Esse valor vai, novamente, permanecer fixo até o próximo aniversário.

Já a parte relativa aos juros é recalculada todo mês, sempre aplicando a taxa de juros contratada sobre o saldo devedor.

TABELA PRICE

A Tabela Price também é conhecida como o Sistema Francês de Amortização. Nela, as prestações que o devedor paga não sofrem alterações durante todo o tempo de contrato.

Para que isso aconteça, as partes que formam as mensalidades se alteram. No começo do contrato, elas são compostas basicamente por juros. À medida que os pagamentos evoluem, os juros diminuem, e a parcela de amortização aumenta, mantendo o valor total fixo.

Sistema Financeiro Imobiliário (SFI)

O Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) foi criado em 1997, pela Lei 9.514, e é uma alternativa para aqueles que não se enquadram nas exigências do SFH. Isso inclui quem deseja financiar imóveis que custam acima de 500 mil reais, uma vez que não há limite para o valor do imóvel.

Também não há limites para os juros, que em média variam de 12% a 16% ao ano. O fator de decisão do montante financeiro será a renda do cliente.

Nesse tipo de financiamento, a renda não vem da Caderneta de Poupança e nem do FGTS, mas de investimentos dos clientes do banco financiador. Além disso, o imóvel sofre alienação fiduciária, ou seja, o cliente só será dono do imóvel quando pagar a última parcela, o que proporciona aos bancos maior proteção contra a inadimplência.

Principais diferenças entre SFH e SFI

Vamos revisar as características de cada forma de financiamento? Confira a tabela comparativa abaixo:

  SFH SFI
Lei de criação Nº 4.380, de 1964 Nº 9.514, de 1997
Quem tem acesso Apenas pessoa física Pessoa física e jurídica
Tipo de garantia Hipoteca ou alienação fiduciária Alienação fiduciária
Prazo de financiamento Até 35 anos (420 meses) Até 35 anos (420 meses)
Taxa de juros a.a. Até 12% a.a. Livre (negociação caso a caso)
Tipo de imóvel Residencial, desde que possa ser alienado, legalizado e livre de ônus Sem restrição desde que possa ser alienado, legalizado e livre de ônus. Exemplos: comercial, misto, rural
Limite de financiamento De 650 mil a 750 mil Sem limite
Limite de avaliação Até 585 mil Sem limite
Renda máxima que pode ser comprometida 30% Sem limite
Tipo de contrato Instrumento Particular com Poder de Escritura Pública ou Escritura Pública Escritura Pública
Tipo de execução de dívida Extrajudicial ou Judicial (se a garantia for Hipoteca); via Intimação do Registro de Imóveis e Consolidação da Propriedade ao Credor (se garantido por alienação fiduciária) Via Intimação do Registro de Imóveis e Consolidação da Propriedade ao Credor

Vantagens e desvantagens de cada sistema

No caso do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), o lado bom é que o mutuário recebe o dinheiro na hora, ou seja, pode comprar seu imóvel de imediato e os juros atingem, no máximo, 12%. Em contrapartida, a desvantagem desse sistema é que os bancos exigem muitas informações para o cadastro e não costumam financiar mais que 70% do valor total.

Já no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), a vantagem é que o financiamento pode ser feito também para a compra de um segundo imóvel ou para um imóvel comercial. Não há limite no valor do financiamento, nem no preço do imóvel. O lado negativo fica por conta dos juros mais altos e da comprovação de renda por parte dos bancos.

Carteira Hipotecária (CH)

Além do SFH e SFI, outra opção é a Carteira Hipotecária. A Carteira Hipotecária é semelhante ao SFI, pois os recursos vêm de investimentos e poupança, e o contrato possui condições mais livres. Não há regras prefixadas por lei, ou seja, o contrato segue as regras internas dos bancos, que utilizam os próprios recursos para conceder o crédito.

São outras características da CH:

Valores e prazos máximos

Não há limite para o valor máximo do imóvel a ser financiado nem limite do financiamento. Em média, os bancos financiam de 30% a 60% do valor do imóvel. Também não há limite de prazos.

Comprometimento máximo da renda

São as instituições financeiras que avaliam o grau de comprometimento da renda para pagar as prestações.

Percentual de juros

Os juros são maiores e oscilam entre 14% a 18%. Na assinatura do contrato, o comprador, que paga o imóvel com dinheiro emprestado pelo banco, assume a condição de proprietário, mas o imóvel fica hipotecado no banco como garantia.

Dúvidas sanadas? Agora vai ficar mais fácil responder às questões de seus clientes sobre SFH, SFI e Carteira Hipotecária. Aproveite também para conhecer a consultoria gratuita para financiamento imobiliário do inGaia Imob.

E quer uma dica? Compartilhe este post nas suas redes sociais: ele pode alcançar muita gente que pretende financiar um imóvel em breve e gerar excelentes prospecções!

Fonte: http://www.ingaia.com.br

A próxima crise da sustentabilidade: nós estamos usando tanta areia que ela pode realmente acabar.

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A areia é o recurso natural mais consumido no mundo depois da água e do ar. Cidades modernas são construídas a partir dela. Somente na indústria da construção, estima-se que 25 bilhões de toneladas de areia e cascalho sejam utilizados a cada ano. Isso pode soar muito, mas não é um número surpreendente quando você considerar como quase tudo o que está ao seu redor provavelmente tem o material em sua constituição.

Mas está se esgotando.

Este é um fato assustador para se pensar quando você percebe que a areia é necessária para fazer tanto concreto como asfalto, para não mencionar todos os vidros do planeta. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente descobriu que de 2011 a 2013, somente a China usou-se mais cimento do que os Estados Unidos usaram em todo o século 20 e em 2012, o mundo usou concreto suficiente para construir uma parede ao redor da Linha do Equador com 27 metros de altura e 27 metros de espessura.


Muitos de nós têm o equívoco comum de que a areia é um recurso infinito, mas a dura realidade é que não é. No ritmo em que o estamos usando, países como o Vietnã poderiam esgotar-se até 2020, como estimado pelo Ministério da Construção do país. Um tipo específico de areia é necessário para uso na construção e, infelizmente, a abundância de areia dos desertos do mundo é de muito pouco uso para nós, pois os grãos são lisos e finos demais para se unirem. A areia utilizável que precisamos pode levar anos para se formar e com nosso consumo atual, isso não é sustentável.

Esta questão só foi levantada nos últimos dez anos. Na Semana Holandesa de Design do ano passado, o Atelier NL realizou um simpósio em que discutiram o assunto e chamaram a atenção da mídia: “À medida que a urbanização do nosso mundo moderno se expande, cresce a necessidade desse recurso singelo”, disseram Nadine Sterk e Lonny van Ryswyck, do Atelier NL. “No entanto, a areia está sendo escavada a uma velocidade maior do que a que pode se renovar. Ela está desaparecendo das linhas costeiras, rios e fundos marinhos, causando efeitos desastrosos para o sistema ambiental e humano”.

Como a demanda por areia continua inabalável, também aumentam os problemas mundiais associados a ela. A indústria multibilionária está causando o esgotamento das fontes em terra e os garimpeiros estão se voltando para suprimentos menos favoráveis. Dezenas de ilhas já desapareceram na Indonésia, de acordo com um artigo do WIRED de 2015, e os danos aos ecossistemas foram tão grandes que países como Vietnã, Malásia e Indonésia colocaram restrições ou proibições às exportações de areia.

No entanto, as restrições às exportações de areia estão apenas adicionando gasolina ao fogo; A mineração ilegal de areia atraiu grupos criminosos para vender o material no mercado negro e inúmeras vidas foram perdidas indiretamente. Além das preocupações da “máfia de areia”, estão as preocupações de que restrições mais rígidas às exportações de areia farão com que o preço da areia aumente. Naturalmente, esse não é um fenômeno novo – temos visto esse padrão repetido com outros materiais não renováveis.

Se quisermos evitar mais danos aos ecossistemas e à vida das pessoas, precisamos reavaliar a quantidade de areia que estamos usando e de onde ela vem. No século 21, é quase impossível olhar para além de um mundo em que nossos recursos de areia anteriores estão esgotados, por isso várias empresas e startups começaram a buscar alternativas, usando a “areia selvagem” que normalmente seria considerada inutilizável. Atelier NL, que apresentou seu projeto Para Ver um Mundo em um Grão de Areia (To See a World in a Grain of Sand) na Semana do Design holandesa do ano passado, convidou as pessoas a enviarem amostras de areia de todo o mundo para estudar as variedades em suas composições quando derretidas em vidro, com o objetivo final de desestimular as importações de longa distância. Os resultados são simplesmente lindos, com cores e texturas exclusivas de sua localização.

Um grupo de quatro estudantes do Imperial College London também tem aproveitado a abundância de “areia selvagem” que é frequentemente ignorada. A startup desenvolveu um material compósito, batizado de “Finite”, feito de areia desértica que compartilha a mesma resistência de tijolos de habitação e concreto residencial. No entanto, em comparação com o concreto, o material tem menos da metade da pegada de carbono devido ao processo simples usando ligantes orgânicos, com a vantagem adicional de ser reutilizável – oferecendo uma escolha de material ecologicamente correta para projetos de infraestrutura de curto prazo.

Embora ambas as alternativas estejam nos estágios iniciais de desenvolvimento, elas procuram encontrar uma solução para esse problema do século XXI. Assim como os outros recursos não renováveis da Terra, precisamos mudar nossa perspectiva sobre a areia. Então, da próxima vez que você decidir usá-lo na construção, reserve um momento para pensar em todas as implicações, não apenas no planeta, mas na vida das pessoas.

Fonte:  www.archdaily.com.br

Comprar apartamento na planta pode ser um bom negócio neste ano.

Após o mercado imobiliário apresentar um crescimento de 81,5% em fevereiro de 2018 se comparado ao mesmo mês do ano anterior, segundo o Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo), comprar apartamento na planta voltou a ser uma excelente opção de investimento.

A princípio, ao adquirir alguma propriedade em fase de projeto, a pessoa tende a pagar um valor menor pelo bem. Isso é possível pois, em alguns casos, a valorização quando o mesmo estiver concluído pode ser de até 30%, dependendo da localização, itens da área de lazer e outros fatores.

Na atualidade, tais oportunidades são consideradas bastante vantajosas para o advogado especialista em direito imobiliário, Paulo Akiyama, devido à alta “demanda de oferta e procura e também dos preços baixos”.

Contudo, antes de fechar negócio em uma propriedade, é preciso pensar em questões relacionadas ao financiamento. Na maioria dos casos, imóveis na planta possuem condições mais facilitadas de financiamento, desde que o futuro morador tenha se planejado financeiramente para isso.

Segundo o Banco Central do Brasil (BCB), desde o último dia 22 de março, a taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e Custódia) está estacionada em 6,5% – a menor desde 1998.

Tal fator é um dos contribuintes para o mercado imobiliário ter crescido 9,4% em 2017 e com tendência a atingir 10% esse ano, de acordo com Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP.

Além disso, as mudanças no programa Minha Casa Minha Vida, do governo Federal, também impulsionaram um aumento nas vendas de imóveis mais acessíveis. Para quem não sabe, no fim do ano passado, o presidente Michel Temer (MDB) anunciou que o limite de renda para usufruir desse benefício passa a ser R$ 9 mil, ante R$ 6,5 mil.

O incentivo federal também permite o uso do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para dar entrada em uma nova construção. No entanto, antes de fazer uso desse benefício, o requerente precisa atender quatro exigências importantes, são elas:

  • Ter trabalhado com carteira assinada, sob o regime CLT, por pelo menos três anos não consecutivos;
  • Não ter nenhum processo de financiamento imobiliário aberto em qualquer estado brasileiro;
  • Não ter nenhuma propriedade registrada em seu nome no mesmo município que você pretende comprar a habitação,
  • É preciso trabalhar na mesma cidade onde o negócio será fechado.

Geralmente, todas as instituições que aceitam financiar um novo imóvel solicitam o pagamento de 30% do valor total como entrada. Por exemplo: se determinado apartamento é avaliado em R$ 700 mil, o proprietário precisará ter em mãos R$ 210 mil.

Personalizar a planta da habitação contribui para alavancar as vantagens de fechar negócio em algo que não começou a ser construído. Isso possibilita o futuro proprietário a sugerir alterações no projeto de decoração dos ambientes comuns e, dependendo da situação, até propor mudanças no projeto estrutural.

Todavia, apesar de comprar apartamento na planta ser um bom negócio, alguns cuidados precisam ser tomados para nenhum prejuízo atingir o futuro morador ou investidor diante do atual período de recessão econômica.

Conforme informado do Código de Defesa do Consumidor, a construtora e incorporadora responsáveis pelas obras de um condomínio, deverão cumprir o prazo inicial de entrega oferecido ao comprador.

Em casos de atrasos, o mesmo não pode exceder 180 dias pois, caso contrário, todas as despesas ficarão sob responsabilidade da empreiteira até o termo de entrega de chaves for assinado.

Outro ponto a ser analisado sob o ponto de vista econômico diz respeito aos impostos a serem pagos enquanto o empreendimento estiver em construção. Dentre todos, o mais famoso é o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção), responsável por aumentar ou diminuir o valor mensal das prestações de acordo com o preço dos materiais de construção.

Nos três primeiros meses de 2018, o INCC acumulou 0,68% – índice relativamente menor ao do mesmo período do ano passado (1,22%) – segundo informações extraídas do site Portal Brasil.

O segundo imposto corrente durante as obras é o Serviço de Assessoria Técnico-Imobiliária (Sati), correspondente a 0,8% do valor total da propriedade. A finalidade desse tributo é pagar os advogados que irão supervisionar todo o processo de construção do bem e analisar todos os contratos assinados.

Ainda, atente-se com relação a duas tarifas que podem ser cobradas infringindo o Código de Defesa do Consumidor: a interveniência e a anuência.

A primeira é cobrada em situações em que o futuro proprietário opta por não financiar a compra do imóvel na mesma instituição financeira escolhida pela construtora para custear as obras. Já a segunda ocorre em situações onde cliente decide vender a propriedade quando ela ainda não começou a ser construída.

Na tentativa de evitar a cobrança dessas ilegalidades, o presidente da Amaspa (Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências), Marco Aurélio Luz afirma a importância do comprador sempre contratar serviços de advocacia especializados no setor.

Ele ainda cita que, atualmente, como poucas pessoas se interessam por esses serviços, o número de cobranças abusivas durante a assinatura de contratos para comprar apartamento na planta tem aumentado significativamente.

Fonte: www.terra.com.br

As 8 maiores tendências para o mercado imobiliário em 2018.

Este ano promete ser promissor para o mercado imobiliário e para o setor de construção civil. Recuperando-se de uma crise econômica, esse segmento agora promete experiências positivas tanto para investidores quanto para consumidores e profissionais do ramo.

Quer saber quais são as oito maiores tendências para o mercado imobiliário em 2018? Confira o post!

1. Facilidade no crédito imobiliário

A taxa Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic) esteve em queda durante o ano de 2017 e promete chegar a 8% no próximo ano. Como esse índice é a taxa básica de juros, sua diminuição auxilia o crédito imobiliário e dá mais recursos para o consumidor.

Pequenos e grandes investidores podem ficar atraídos pela poupança — que estará melhor cotada — e isso pode aumentar a economia das famílias e o otimismo ao poupar.

Uma dica para quem quer conquistar a casa própria é ficar atento às oportunidades dos bancos e das financeiras. Eles prometem facilitar ainda mais a vida de quem deseja adquirir uma propriedade.

2. Aumento da renda para o Minha Casa Minha Vida

As regras do programa habitacional do governo federal foram atualizadas e agora o benefício pode chegar a mais pessoas. Enquanto antes a renda familiar máxima era de R$ 6,5 mil, hoje as famílias participantes podem receber até R$ 9 mil.

Além de o público-alvo ter sido ampliado, o nível de confiabilidade no programa cresceu em razão dos anos em funcionamento. Por isso, mais pessoas prometem se inscrever e tentar o financiamento do governo para conseguir as tão sonhadas chaves da casa própria.

3. Queda da inflação

Especialistas afirmam que a inflação pode chegar a 4,3% em 2018. O resultado dessa queda é que o consumidor vai ganhar poder de compra. Com isso, o setor de construção civil deve atrair novos investidores e estimular aqueles que querem comprar o primeiro imóvel.

Outra vantagem da queda da inflação é que as incorporadoras e as construtoras acabam aproveitando para lançar novos empreendimentos. Isso movimenta a economia e facilita a vida de quem aposta no mercado imobiliário.

Mais do que pensar em novos empreendimentos, os empresários acabam oferecendo mais facilidades e criam estratégias especiais para atrair mais pessoas.

4. Maior confiança do consumidor

Depois de o mundo experimentar uma crise econômica que obrigou as pessoas a pouparem para evitar riscos, a retomada da economia faz o consumidor voltar a ter confiança e procurar apostar suas economias em um empreendimento.

A queda das taxas e a facilidade oferecida por empresas do setor imobiliário aumentam a confiança e deixam o consumidor com todo o poder de compra e de barganha. Assim, a compra de imóveis é facilitada e muitas unidades acabam sendo vendidas por um preço menor.

5. Aperfeiçoamento do marketing digital

O mercado imobiliário não é feito somente das ações de compra e venda. Muitas imobiliárias, assim como seus consultores e corretores, têm precisado se mexer para atrair a atenção do consumidor digital.

Com essa mudança de comportamento das pessoas, as empresas precisaram aderir às técnicas de marketing digital, uma tendência cada vez mais em alta.

A ideia é oferecer uma experiência diferenciada às pessoas que procuram por serviços imobiliários — como conteúdo especializado e novas formas de interação com as empresas. Por isso, em 2018 as empresas devem apostar ainda mais em sua presença digital.

6. Modernização da automação domiciliar

Na ânsia de atrair cada vez mais compradores, as construtoras têm investido em tecnologia e outros diferenciais em seus empreendimentos. Ao unir modernidade e sustentabilidade, os conceitos de automação domiciliar e casa inteligente, por exemplo, ganham cada vez mais adeptos.

É natural que a consciência ambiental esteja em alta — por isso, o ideal é que as casas e os apartamentos ofereçam segurança e respeito ao meio ambiente. Entre as tendências cada vez mais utilizadas estão os controles de iluminação (que possibilitam que os moradores definam a intensidade das lâmpadas) e o uso de água de reúso.

Para o próximo ano, as construtoras prometem aumentar a oferta de unidades inteligentes e de recursos de sustentabilidade, segurança e conforto.

7. Uso de realidade virtual

Já imaginou poder visitar um apartamento que ainda nem foi construído? Essa é a aposta de incorporadoras e construtoras para atrair compradores no próximo ano.

As empresas procuram vender unidades imobiliárias ainda na planta, mas com uma experiência diferenciada: o consumidor coloca óculos de realidade virtual e consegue circular por um apartamento idêntico ao que será construído.

A ideia, além de atrair os aficionados por tecnologia, ajuda as pessoas a entenderem como ficará seu apartamento e ver se a unidade atenderá às suas necessidades. O tour virtual de 360 graus também acompanha a tendência e permite que os consumidores visitem os imóveis de forma realista e a qualquer hora do dia.

8. Criação de mais plataformas imobiliárias

A criação de plataformas imobiliárias também promete oferecer uma experiência ainda mais completa para as imobiliárias que gostam de conhecer as novidades das imobiliárias virtuais.

Além de anúncios mais atraentes, com realidade virtual e tour de 360 graus, as plataformas imobiliárias oferecem atendimento exclusivo e on-line. O resultado disso é o suprimento das necessidades da clientela de acordo com o imediatismo que o mundo de hoje exige.

Outra funcionalidade das plataformas imobiliárias é que elas integram site otimizado para vender imóveis e softwares especializados no setor. Isso facilita o trabalho dos corretores e, consequentemente, faz que o atendimento ao consumidor seja rápido e efetivo.

Algumas plataformas oferecem simulações de crédito imobiliário, envio de propostas e documentos on-line e radar de imóveis para encontrar automaticamente o empreendimento que mais se adequa ao perfil do cliente.

O mercado imobiliário é um dos que mais movimenta a economia. Embora seja um setor que não sofreu tanto com a crise econômica, promete recuperar o fôlego em 2018.

Entender sobre as tendências do mercado imobiliário em 2018 é importante tanto para quem quer seguir por esse caminho de investimento quanto para quem trabalha no segmento. Atualizar-se é fundamental para oferecer um serviço de excelência.

Fonte: http://www.ingaia.com.br

Queda de juros é inevitável para setor imobiliário na visão de banco.

Bradesco fez apresentação para corretores de imóveis

Em uma semana em que a queda de juros para o financiamento de imóveis tomou conta do noticiário econômico do País, os bancos se movimentam para tentar atrair corretores e futuros clientes com “diferenciais”. Em um workshop realizado nesta quinta-feira (19), organizado pela Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC), o Bradesco demonstrou otimismo com o mercado imobiliário. O gerente regional Hamilton Gimenes considera que as últimas atitudes de empresas bancárias é algo “inevitável”.

“Estamos com uma taxa de juros mais atraente em relação àquilo que o mercado apresenta. É inevitável essa queda de juros e essa concorrência maior no mercado. O que torcemos é que a economia possa aquecer mais rápido e a geração de emprego cresça maneira que esperamos. O Bradesco é muito otimista com o crescimento do Brasil e isso tudo acontecendo, vai ter espaço para que todos possam crescer e assim ajudando o mercado”, explicou.

Nesta semana, a Caixa Econômica Federal anunciou corte nos juros em relação aos financiamentos para casa própria, a primeira redução em 17 meses. Assim os cinco principais bancos do País – Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander -, estão com juros abaixo dos 10% para financiamentos de até R$ 950 mil para imóveis localizados no Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo ou até R$ 800 mil para os demais Estados.

“As notícias recentes de queda de juros mostram o humor dos agentes de créditos imobiliários de emprestar dinheiro para o setor. Os juros ainda estão altos e consideramos que ainda tem campo para reduzir ainda mais, não na mesma velocidade da Selic, mas tem campo para abaixar a taxa ainda mais. A cada 1% da taxa de juros que você abaixa, torna mais ou menos 1 milhão de famílias elegíveis para contratar um financiamento. Então cada redução de juros é cada vez mais importante e mostra para o mercado que melhorou o humor para o setor”, disse o presidente da Acigabc, Marcus Santaguita.

O setor imobiliário tenta retomar o crescimento após um boom no início da década, que foi sucedido de uma forte crise. A intenção é tentar vender o estoque ainda retraído, antes de retomar o crescimento de lançamentos. Segundo Santaguita, existe uma boa expectativa para vendas até maio. Uma parada com o início da Copa do Mundo, em junho, e uma retomada no segundo semestre, mesmo com um período eleitoral a vista.

Workshop

A coordenadora regional do Bradesco, Kelly Romano, ministrou palestra em que explicou para os corretores sobre todo o programa de financiamento do banco. Além de uma taxa de juros que gira entre 9,3% e 9,7%, foi apresentadas medidas que a entidade bancária vem realizando para reduzir o tempo para a aprovação do financiamento, apostando na tecnologia para auxiliar corretores e demais clientes.

“Acho interessantíssimo esse canal que o Bradesco abriu conosco, abriu com o setor, passando esse diferencial do banco. O Bradesco sempre teve entre as duas principais colocações no crédito imobiliário no país, então é um dos maiores players do mercado”, comentou Santaguita.

“É muito importante essa parceria com a Acigabc, junto com os corretores e donos de imobiliária. Mostramos aquilo que o banco pode oferecer para o cliente final deles e mostrar também que eles podem ter no banco um parceiro confiável e forte que pode facilitar essa negociação”, completou Gimenes.

Fonte: www.reporterdiario.com.br

Coliving: Uma tendência urbana em compartilhamento de moradias.

Viver em comunidade é um ato que acompanha o ser humano desde as eras mais longínquas. A convivência em tribos e clãs, no entanto, foi sendo adaptada à vida urbana e ao aumento da densidade demográfica. As construções de habitações próprias supriram a necessidade de construção de identidades e atenderam demandas privadas específicas. Hoje, porém, os resultados provocados por esse comportamento nos levam a refletir: ainda vale a pena manter uma moradia particular, com altos gastos e pouca socialização?

Como alternativa, surge uma tendência (não tão nova) que pretende derrubar, além de paredes, a crise da falta de espaços físicos e os ideais de individualização e desperdício. Trata-se do coliving, um movimento que estimula a integração, a sustentabilidade e, claro, a colaboração.

Mas, afinal, o que é coliving?

Apesar de extremamente atual, o conceito de coliving teve origem em 1972. Tudo a partir de Sættedammen, o primeiro projeto cohousing (termo similar ao coliving, que se refere ao compartilhamento de habitações) do mundo. Em uma comunidade com 35 famílias, na Dinamarca, a ideia era manter as moradias privadas e compartilhar espaços de convivência e atividades, como refeições e limpeza de ambientes, com o objetivo de estimular o relacionamento entre vizinhos.

Acreditando nesse modelo de habitação, em 1988, o arquiteto norte-americano Charles Durrett passou a adotar a filosofia em empreendimentos nos Estados Unidos. Até hoje mantém a The Cohousing Company, uma organização que acredita no convívio compartilhado como elemento essencial para uma sociedade mais sustentável.

É quase inevitável comparar o coliving a repúblicas estudantis, casas de repouso ou mesmo iniciativas de hospedagem compartilhada (movimento de aluguel temporário de imóveis). No entanto, apesar de manter pensamentos comuns, o coliving apresenta diferenças na prática. A ideia de comunidade é bastante forte e, geralmente, surge no momento de consideração das necessidades e compartilhamento de expertises de diferentes pessoas, que projetam imóveis em cocriação.

LILAC Cohousing, Inglaterra. Imagem via ESBG 2015

LILAC Cohousing, Inglaterra. Imagem via  ESBG 2015

O manifesto coliving, criado pela Coliving.org, resume bem os principais fundamentos desse movimento:

  • Comunidade em harmonia com a individualidade
  • Aproximação de pessoas e troca de experiências
  • Consumo pensado na colaboração
  • Projeção compartilhada de residências
  • Economia de recursos naturais
  • Divisão de decisões e tarefas

É possível notar que todas as bases do coliving se aproximam dos ideais de reaproveitamento e consumo consciente. Isso se assemelha bastante à cultura da economia colaborativa, uma tendência que ganha cada vez mais força.

Coliving como estímulo à economia colaborativa

Se olharmos em uma linha do tempo, percebemos que a primeira grande virada na vida humana aconteceu lá atrás, quando o homem deixa de ser nômade e passa a investir na agricultura e em moradias fixas. O segundo momento de revolução acontece com a industrialização e o estímulo ao capitalismo e a competição. Atualmente, podemos dizer que estamos entrando em uma terceira era: a do compartilhamento. Algumas iniciativas, principalmente ligadas à construção civil já não se sustentam, e carecem de alternativas para alcançar a lógica do ganha-ganha, onde todas as partes envolvidas, da criação à compra, saiam beneficiadas.

Do ponto de vista econômico, o coliving apresenta-se como uma excelente opção. É comum que empreendimentos projetados sob a ideia sejam construídos com materiais de baixo impacto ambiental e contenham sistemas de reaproveitamento de água e captura de energia renovável, o que acarreta em imóveis mais econômicos e acessíveis.

Divisão de tarefas básicas entre os moradores de uma casa compartilhada. Consumo colaborativo de suprimentos. Trocas de objetos e equipamentos. Uso otimizado de meios de transporte, são muitas as atitudes que beneficiam tanto os participantes quanto a sociedade em geral.

Aspectos do cohousing. Imagem via UK Cohousing Network

Aspectos do cohousing. Imagem via UK Cohousing Network

Para quem se destina o coliving?

De modo geral, é comum que iniciativas de coliving tendam a atrair um público mais jovem. Este demonstra-se mais disposto a assumir novos modos de vida. A maior parte dos novos empreendimentos que seguem o movimento, como o The Collective, em Londres, são projetados para jovens e autônomos. Eles buscam espaços inteligentes para troca de experiências, aprimoramento de habilidades e oportunidades profissionais. Misturam-se, muitas vezes, com espaços de coworking – ambientes de trabalho compartilhados.

The Collective, Londres. Imagem via Curbed

The Collective, Londres. Imagem via www.curbed.com

No Brasil, o conceito de coliving vem sendo ativado pela arquiteta Lilian Lubochinski, fundadora da Cohousing Brasil, uma consultoria para projetos na área. Uma das ideias da organização, inclusive, é criar espaços de coliving para idosos, seguindo uma tendência já existente nos Estados Unidos e Canadá. Assim como para o público jovem, a ideia é proporcionar espaços de convivência acessíveis e que atendam necessidades do público-alvo. Já iniciativas como a Casoca, por exemplo, baseada no Rio de Janeiro, pretendem focar em experiências de coliving que investem na educação colaborativa de crianças.

Casoca, Rio de Janeiro. Imagem via Agência O Globo

Casoca, Rio de Janeiro. Imagem via oglobo.globo.com

Fato é: iniciativas de coliving têm ganho muitos adeptos e empreendimentos pelo mundo. No Brasil, ainda há poucos projetos nas grandes cidades, mas muitos estudos em andamento, o que demonstra o potencial do país em abraçar essa tendência.

 

Fonte: wikihaus.com.br