Arquivo diários:11 de julho de 2018

Pesquisa: quem são os Millennials e quais são suas prioridades de vida?

 

Em 2018, os mais novos da geração Millennial (os nascidos em 1994 estarão com 24 anos em 2018) se formarão na faculdade e entrarão no mercado de trabalho. No entanto, a geração Millennial enfrenta um mar de desafios à medida que entra na vida adulta, tal como fragilidade financeira e acessibilidade para adquirir imóveis. O estudo da empresa de pesquisa de mercado Euromonitor International, “How to Sell Home and Garden Products to Millennials”, aborda quem são os Millennials e quais são suas prioridades de vida. No estudo, a consultoria também apresenta oportunidade para que os fabricantes e varejistas possam conquistar os corações (e carteiras) da geração mais conectada, diversificada e instruída da história.  Veja abaixo alguns destaques do estudo.

Há uma diferença marcante nas atitudes dos Millennials de países desenvolvidos e emergentes. 
Em mercados emergentes como a Índia e a China, os Millennials recebem salários comparativamente mais baixos em relação aos padrões internacionais, mas possuem um maior poder aquisitivo em comparação aos seus pais e avós. Esses Millennials desfrutam de um padrão de vida mais alto que ultrapassa seus antecessores e veem o futuro com otimismo. No entanto, muitos Millennials em mercados desenvolvidos possuem renda menor do que seus pais Baby Boomers; eles também enfrentam o desafio da alta taxa de desemprego entre os jovens, assim como os encargos da dívida estudantil, inacessibilidade à moradia, baixos salários e um ambiente econômico incerto.

Nem crianças, nem adultos: Millennials na crise de um quarto de vida
Apesar de possuírem o desejo de independência, muitos Millennials estão saindo de casa cada vez mais tarde. Este atraso no estabelecimento de suas próprias famílias significa que a maioria dos lares em todo o mundo ainda são liderados por Baby Boomers, que representam apenas 18% da população, mas lideram mais de 40% dos lares em todo o mundo em 2018. Os Millennials fazem parte de uma geração que não segue as normas sociais tradicionais. As tendências de adiar o casamento e ter menos filhos e mais tarde na vida levaram ao aumento do número lares com somente uma pessoa – perfil de lar que apresenta as taxas mais rápidas de crescimento. O número de apartamentos também apresentou um crescimento, de 12% entre 2012-2017, e representou o tipo de moradia que mais cresceu nesse período.

Geração “aluguel” sonha em de se tornar “geração proprietária”
À medida que as moradias se tornam cada vez mais inacessíveis nas grandes cidades, os Millennials, que deveriam estar no pico dos anos de aquisição de imóveis, estão alugando até depois dos 30 anos ou vivendo com seus pais – uma tendência chamada de “boomerang kids” (em tradução livre, “filhos bumerangues”). Não é que os Millennials relutem em comprar imóveis; assim como Baby Boomers e a Geração X, eles compartilham o mesmo sonho de eventualmente ter sua casa própria, mas eles simplesmente não estão com pressa. Ao adquirir os imóveis mais tarde, eles podem aproveitar a juventude e esperar pelo casamento e renda mais confortável antes de sair da casa dos pais.

Fonte: https://revistanews.com.br

Na capital paulista indicadores do início de 2018 são animadores.

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O movimento bastante lento no setor da construção civil em São Paulo nos últimos três anos trouxe certa insegurança por parte dos consumidores. Imóveis encalhados, quedas nas vendas desaceleraram o mercado de imóveis. As compras de apartamentos em São Paulo caíram substancialmente mostrando a retração do mercado.

Momentos difíceis

O mercado imobiliário na capital paulista chegou a um momento tenso após experimentar três anos seguidos marcados por uma retração bastante séria. As vendas na cidade caíram de 33.300 unidades no ano de 2013 para 21.600 no ano de 2014, 20.100 em 2015 e 16.000 em 2016.

Quanto aos lançamentos de novas unidades os números não foram mais animadores: Eles recuaram de 34.200 em 2013 para 34.000 em 2014 e 23.000 em 2015 e 17.600 em 2016.

Frente a tais estatísticas o setor da maior cidade do país registrou em 2016 a quantidade de vendas mais baixas de lançamentos de uma série que vem sendo monitorada desde o ano de 2004.

Momentos bem melhores

Mas, já nos últimos meses de 2017 e início de 2018 o mercado voltou a dar sinais de reaquecimento e os números apresentados são bastante animadores. As vendas de imóveis superaram a marca de mais de 23 mil unidades, o que representa um aumento de mais de 46% com relação ao ano de 2016.

Em Março de 2018 foram vendidas mais de 2600 unidades residenciais novas, as quais, comparadas às 1448 vendidas em Fevereiro representam um aumento de 80,5%. E se a comparação for feita com o ano passado, onde no período foram vendidos 1.233 imóveis o aumento foi de 111,9%.

Quanto aos valores o preço nominal aumentou em 1,5% nos últimos 12 meses. Porém, só nos dois primeiros meses do ano o preço dos aluguéis residenciais aumentou 2,3%, percentual bem acima do IPCA de 0,7% e do IGPM de 1,5% no mesmo período.

Os lançamentos de novos projetos atingiram um total de 28.657 unidades, o que representa um aumento de 48,0%, e R$ 13,8 bilhões em valor geral de vendas (VGV), ou seja, um avanço de 29%. Também com relação ao ano de 2016. Esses números consideram apenas imóveis residenciais novos.

Os avanços verificados nos números relativos aos lançamentos e as vendas ficaram bem acima de projeções realizadas por instituições do setor de construção civil que, no início de 2017, previam um crescimento entre 5% e 10%. ao ano.

O ano de 2017 apresentou resultados os quais, além de bastante positivos, também causaram impactos bastante substanciais no mercado. Mas, a que se pode atribuir essa recuperação que aconteceu de maneira tão expressiva?

Muitos envolvidos no mercado imobiliário em São Paulo a atribuem à recuperação da própria economia brasileira. Algumas medidas macroeconômicas implementadas recentemente e de forma bem acertada impulsionaram novamente o setor.

A redução na taxa dos juros e a estabilidade no nível de empregos, por exemplo, são algumas dessas medidas que vem ajudando a recompor, ainda que de maneira parcial, a necessária confiança estabelecida pelos consumidores numa recuperação sustentada do mercado.

Como um “termômetro” dessas melhorias, profissionais do setor argumentam que nos plantões de venda dos imóveis é possível perceber uma nítida melhoria no comportamento dos consumidores os quais demonstram mais confiança no momento de fechar os contratos para aquisição de seus imóveis.

Auxílio importante por parte de programas

É quase unânime a opinião do setor quanto ao fato de que boa parte do reaquecimento do mercado em São Paulo deu-se em virtude de parte significativa dos novos projetos estarem relacionados ao crescimento do Programa “Minha Casa Minha Vida”.

Uma vez que o mesmo apresenta uma demanda mais aquecida e boas condições de crédito, O programa habitacional foi responsável por números animadores. No ano de 2016, por exemplo, houve 4.154 lançamentos em São Paulo, ou 23% do total. Em 2017, foram 10.343 unidades comercializadas, ou 36% do total.

Outro aspecto positivo observado junto ao reaquecimento do mercado é quanto aos valores das unidades residenciais. É possível observar que o preço das moradias, no âmbito geral, não tem subido de maneira tão expressiva quanto o tem o ritmo do reaquecimento do mercado.

No tocante ao comportamento dos mesmos é possível afirmar que os preços ainda não vêm acompanhando a recuperação, e seguem de maneira estável.

Conclusão

Espera-se que com a realização das eleições presidenciais, novas medidas macroeconômicas sejam tomadas e favoreçam o desenvolvimento econômico que sustente um aquecimento mais sustentado a longo prazo.

Com a expectativa de que as reformas se mantenham e outras sejam realizadas todos os fatores proporcionam um cenário que se apresenta bastante favorável para a aquisição de apartamentos em São Paulo nesse momento.

Fonte: https://portogente.com.br