Arquivo mensais:novembro 2018

De olho no fim de ano, setor imobiliário prevê avanço de até 10% nos lançamentos.

(Foto: Divulgação) Mercado imobiliário registra melhora em outubro

Com o fim das eleições e a redução das incertezas, o mercado de imóveis residenciais deve entrar em um novo ciclo a partir do ano que vem. Em São Paulo, o número de novas unidades, até outubro, já havia superado o ano passado, e os lançamentos devem encerrar 2018 com alta de 5% a 10%, segundo analistas.

“Há sinais de um fim de ciclo para o setor e o crescimento mais expressivo do País no ano que vem, acompanhado de uma maior organização das contas públicas, deve favorecer a compra de imóveis”, avalia o executivo Carlos Terepins, da incorporadora Nortis, de São Paulo. “Algumas regiões, como a fronteira agrícola e São Paulo, devem se recuperar mais rápido.”

Nos dez primeiros meses do ano, foram lançadas 18.011 unidades em São Paulo. Apesar de ser um ano eleitoral, em que as vendas costumam ser mais fracas, o número foi 21% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, quando foram lançados 14.856, segundo a Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp).

A venda de imóveis também teve uma recuperação. Os dados mais recentes, que vão até setembro, apontam que nos nove primeiros meses do ano foram vendidas 18.067 unidades, alta de 41% em comparação ao mesmo período de 2017, quando as vendas totalizaram 12.810 unidades, segundo o Secovi-SP.

Para Luciano Amaral, da Benx Incorporadora, que tem foco em empreendimentos de valor mais baixo, o cenário é mesmo de otimismo, porque as incertezas diminuíram. A empresa projeta encerrar o ano com R$ 400 milhões em Valor Global de Vendas (VGV) e cinco novos empreendimentos, um a mais do que no passado.

“Como o represamento nas vendas e nos lançamentos foi grande, o ano que vem e o próximo devem ser de expansão”, diz. “Caso nada de grave aconteça na economia e se o novo governo der respostas aos problemas fiscais do País, com reformas, o mercado tende a deixar os anos de crise para trás.”

O presidente do conselho de administração da Cyrela, Elie Horn, é ainda mais otimista. Em entrevista publicada nesta quarta-feira, 28, pelo jornal O Estado de São Paulo, ele disse que espera um “boom” para o setor. As vendas acumuladas da companhia, de outubro a novembro, são de cerca de R$ 800 milhões.

Na Gafisa, nos nove primeiros meses de 2018, os lançamentos somaram R$ 609,7 milhões, um volume 31,5% superior ao que foi lançado no mesmo período do ano passado.

Fim de ano

Novembro e dezembro de 2018 devem concentrar mais da metade dos lançamentos do ano, fazendo com que 2018 supere o ano passado. “As incorporadoras deixam os lançamentos para o fim do ano, quando o consumidor tem mais dinheiro no bolso. Além disso, este ano ainda tem essa particularidade de representar um fim de ciclo na política”, diz Reinaldo Fincatti, da Embraesp.

Para Flavio Amary, do Secovi-SP, que representa as empresas do setor, o mercado está pronto para lançar mais, após ter se concentrado nos últimos anos em zerar o estoque e evitar novos distratos (como é chamada a desistência da compra).

As incorporadoras esperam que a regulamentação dos distratos saia até o fim do ano, o que também deve ajudar a aumentar a segurança para lançar mais. Na última semana, o texto foi aprovado pelo Senado e o projeto voltou para discussão na Câmara dos Deputados.

Amary também avalia que, a partir do ano que vem, o aumento da procura por novos imóveis pode pressionar os preços para cima. “Vai acontecer um novo movimento de valorização imobiliária. A expectativa é que a confiança do consumidor suba e a alta do preço dos imóveis volte a superar a inflação.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: www.em.com.br

Estadão Conteúdo

Fundador da Cyrela aposta na retomada no setor imobiliário.

Elie Horn, fundador da incorporadora Cyrela Foto: Hélvio Romero/Estadão

Em entrevista ao Estadão, Elie Horn afirma que “nada vai segurar o boom imobiliário”; com nova marca, incorporadora entra no ‘Minha Casa, Minha Vida’

A indústria da Construção Civil pode voltar a respirar sem aparelhos a partir de 2019. É o que aposta o fundador e presidente do Conselho Administrativo da Cyrela, Elie Horn. Em entrevista ao jornal Estadão, o empresário judeu afirmou: “nada vai segurar o boom imobiliário”.

Segundo Horn, que se afastou das atividades executivas da empresa para cuidar do Mal de Parkinson – doença que o acomete há seis anos -, a retomada da economia e a solução para a devolução de imóveis, que está em fase final de tramitação no Congresso, são indícios de novos e bons ares para o setor. “Acho que estamos vivendo uma virada. Nos últimos dois meses, temos visto muitos lançamentos e muitas vendas. Os números são muito bons. Tudo nos leva a crer que teremos ótimos quatro anos”, afirmou.

Minha Casa Minha Vida

E para ganhar ainda mais espaço no mercado, a Cyrela lançou a marca Vivaz, com foco em empreendimentos populares. A ideia é alcançar os imóveis do programa federal ‘Minha Casa, Minha Vida’. “Temos de aproveitar todas as faixas do mercado. Erramos ao atrasar a entrada no ‘Minha Casa Minha Vida’, mas finalmente entramos. Esse mercado é a cara do País”, disse Horn, em entrevista ao Estadão.

“Olhando o futuro da Cyrela nos próximos cinco anos, acreditamos que os lançamentos do ‘Minha Casa’ sejam em torno de 30%, enquanto os projetos de médio e alto padrão, 70%”, completou o empresário.

Fonte: novonoticias.com

Lançamentos de imóveis no País crescem 30,1% no 3º trimestre, diz CBIC.

Foto: divulgação Lançamentos e vendas de imóveis novos mantêm trajetória de alta no ano

O mercado imobiliário nacional manteve a trajetória de recuperação dos lançamentos e das vendas de moradias nos últimos meses e tende a continuar com bom desempenho neste fim de ano, de acordo com dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Os lançamentos de novos projetos totalizaram 21,463 mil unidades no terceiro trimestre de 2018, avanço de 30,1% em relação aos mesmos meses de 2017. No acumulado dos últimos 12 meses até setembro, os lançamentos atingiram 102,552 mil unidades, ante 85,602 mil unidades no acumulado dos 12 meses anteriores.

Por sua vez, as vendas alcançaram 26,187 mil unidades no terceiro trimestre de 2018, crescimento de 23,1% em comparação com igual período de 2017. No acumulado dos últimos 12 meses até setembro, foram vendidas 118,462 mil unidades, ante 93,500 mil no acumulado dos 12 meses anteriores.

Como resultado de vendas maiores do que lançamentos, o estoque de imóveis residenciais novos recuou 13,8% em um ano, chegando a 118,590 mil unidades. Desse total, 23% são unidades na planta, 47% em obras e 30% prontas. Se mantido o ritmo atual de vendas, o estoque seria suficiente para abastecer o mercado por 14 meses.

De acordo com o presidente da Comissão Imobiliária da CBIC, Celso Petrucci, o mercado deve ter um desempenho positivo também no fim deste ano, baseado na continuidade da recuperação da economia brasileira, melhora gradual do nível de emprego e disponibilidade de financiamento.

“Tudo indica que devemos ter um quarto trimestre forte em lançamentos e vendas”, afirmou nesta segunda-feira, 26, durante apresentação do estudo.

O levantamento da CBIC considera os números de 21 cidades e regiões metropolitanas do País.

 

Otimismo

Os lançamentos e as vendas de imóveis no País devem crescer na ordem de 10% a 15% na comparação de 2019 com 2018, de acordo com projeções da CBIC. “Esperamos que seja um crescimento paulatino, que irá acompanhar a demanda por imóveis e a recuperação da economia do País”, disse Petrucci.

Ele ponderou, entretanto, que o avanço esperado do setor daqui para frente dependerá da garantia de disponibilidade de recursos para financiamento da compra e da construção de imóveis, especialmente dentro do programa Minha Casa Minha Vida, que hoje representa cerca de dois terços dos lançamentos e das vendas.

No último mês, a falta de recursos do FGTS paralisou temporariamente as atividades do programa habitacional, o que só foi normalizado após o remanejamento do orçamento do fundo.

O presidente da CBIC, José Carlos Martins, acrescentou que está otimista com as perspectivas para o ano que vem. “O País está entrando em um período de normalidade econômica. É nesse tipo de cenário que o mercado imobiliário mais cresce, pois depende da confiança dos agentes”, afirmou.

 

 

Fonte: www.em.com.br

Estadão Conteúdo

Modelo sustentável para Minha Casa Minha Vida terá energia solar e 98% do esgoto tratado no local.

O protótipo, realizado pelo Tecpar, tem 44m² e atinge ao mesmo tempo condições do Minha Casa Minha Vida e metas de desenvolvimento sustentável da ONU.

“Um protótipo da nova Casa Sustentável, desenvolvida pelo Tecpar. Foto: divulgação

“Habitações sociais e tecnologias sustentáveis”: o paradigma de duas áreas que não costumam se cruzar foi quebrado com o novo protótipo da Casa Sustentável apresentado nesta terça-feira (9) pelo Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar). Com 44 m², a ideia é que os custos da casa possam enquadrá-la nas condições de construção dentro do programa Minha Casa, Minha Vida. Ao mesmo tempo, o objetivo do projeto é torná-la o mais sustentável possível, produzindo sua própria energia elétrica e tratando o esgoto produzido.

A iniciativa integra o projeto Smart Energy Paraná, e foi realizada em uma parceria da Tecpar com a Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar) e a Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti).

Nove soluções sustentáveis

A residência inclui sala, dois quartos, cozinha e banheiro. São nove principais medidas sustentáveis aplicadas na casa: iluminação LED, ventilação cruzada, painéis fotovoltaicos, aproveitamento de água da chuva, tinta com baixo nível de Compostos Orgânicos Voláteis, chuveiro com vazão de 8 litros/minuto, vaso sanitário com descarga de dois tempos, telhado branco (para refletir o calor) e madeira de reflorestamento certificada.

“Além disso, 98% do esgoto gerado é tratado na própria casa e a água que sai não polui. Esse sistema ainda utiliza pneus, um resíduo de descarte complicado na natureza, e restos de construção”, destaca o diretor-presidente do Tecpar, Júlio Felix.

Segundo Felix, a estimativa é de que essas soluções façam o orçamento de construção da residência ser apenas 5% maior do que o de uma casa convencional — o custo da construção do protótipo foi de R$ 99,6 mil, financiados pela Seti. Além disso, elas abrangem sete dos 17 objetivos sustentáveis do milênio — a chamada Agenda 2030, criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) e que estabeleceu metas a serem cumpridas para diminuir o impacto humano sobre o planeta.

Para o secretário de Desenvolvimento Urbano, Silvio Barros, o desafio é transferir as soluções sustentáveis que já funcionam em edifícios públicos para residências particulares de baixa renda. “Cerca de 15% do custo da vida útil de um edifício é a construção. Os 85% restantes são a sua manutenção ao longo do tempo. Quando você investe um pouco mais na construção e torna esses edifícios sustentáveis, a gente reduz a manutenção de uma forma muito significativa. Se você faz uma casa que gera a própria energia, a economia de luz já representa um impacto muito positivo”, acrescenta.

Próximos passos

O protótipo, construído dentro do campus da Tecpar em Araucária (PR), passa agora por uma fase de testes. Segundo Barros, essa etapa inclui validações e estudos de eficiência a serem realizadas pelo Tecpar, verificando, por exemplo, se os painéis de energia solar realmente atendem as necessidades de uma família de quatro pessoas.

Além desta unidade, outras duas Casas Sustentáveis com mesmo projeto serão construídas para dar esse feedback. Uma será construída no campus da Tecpar em Jacarezinho (PR) e outra pela Cohapar na Região Metropolitana de Curitiba. “Com as três, nós temos condições de fazermos um estudo estatístico dos resultados e ter um projeto que vem a ser imediatamente incorporado para os conjuntos habitacionais do Paraná”, aponta Felix.”

Fonte: https://www.gazetadopovo.com.br

Imóvel com banda larga por fibra óptica vale até 11% a mais.

 

Parcerias entre construtoras e operadoras para levar Internet rápida até a tomada dos apartamentos valoriza os imóveis e aumenta a satisfação dos compradores

Depois de comprar o apartamento dos seus sonhos, finalmente seu time chega à final do campeonato de futebol. É a deixa perfeita para convidar os amigos para inaugurar a varanda gourmet e ver o jogo. Tudo vai muito bem até que, logo no primeiro tempo, seus vizinhos gritam gol. Na sua TV, a bola ainda está sendo disputada no meio de campo. Só alguns segundos depois é que você pode finalmente comemorar: ufa, o gol foi do seu time.

A demora na transmissão, você logo descobre, ocorre porque seu vizinho é cliente de uma operadora de TV que utiliza fibra óptica e você não. No fim do jogo, a alegria pela vitória do seu time acaba ofuscada pelo “atraso” tecnológico.

Quando você comprou e equipou o apartamento, pensou em muitos detalhes: na economia de água e de energia, em equipamentos que gastam pouca eletricidade, no modem mais moderno para garantir wi-fi em todo apartamento… Mas não observou um detalhe fundamental: como levar a banda larga para dentro do seu imóvel.

O dilema só aumenta quando a opção é por uma casa inteligente, com sistemas de iluminação, ar-condicionado, vigilância, controle de eletrônicos e até a distribuição de mídia (imagem e som) para todos os cômodos – tudo controlado pelo celular. As casas inteligentes exigem conexão de banda larga e a fibra óptica é a melhor opção para quem procura qualidade e confiabilidade.

Segundo dados recentes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), oito em cada dez novos acessos são feitos por conexões que utilizam fibra óptica. Em julho, o Brasil contava com 30,5 milhões de conexões ativas, o que significa uma adição líquida de 1,65 milhão de novos assinantes desde janeiro. E, segundo o relatório, a maioria dessas adições ocorre em conexões por fibra óptica, que somaram 1,36 milhão de acessos – um crescimento de 82% das redes. Ao todo, o País conta com 4,4 milhões de conexões em fibra óptica, ou 14,4% do total de 30,5 milhões.

No entanto, apesar de popular, a banda larga por fibra óptica ainda enfrenta vários obstáculos até chegar dentro da casa do cliente. Dutos entupidos, falta de espaço, restrições estéticas para a colocação de equipamentos na fachada ou nas áreas comuns são alguns dos empecilhos encontrados para quem quer modernizar seu acesso à Internet. Por isso, engenheiros, arquitetos e empreiteiros vem apostando na adoção de redes FFTx, preparando os empreendimentos para oferecer a melhor conexão possível.

Como as redes habituais (metálicas) não dão mais conta de transmitir tantos dados quanto necessários, estão sendo amplamente adotadas as redes do tipo PON (Passive Optical Network), chamadas redes FTTx. O nome “Fiber To The x” (em português, “fibra até o x”), significa que há uma fibra óptica ligando um ponto ao outro, onde o x pode ser B (Building ou prédio), C (central, gabinete ou Cabinet), N (Nó ou Node) ou H (Casa ou Home).

Mais do que melhorar o acesso à Internet, o acesso à banda larga pode agradar o bolso, também. Estudo da consultoria norte-americana RVA LLC, o “Relatório de Fibra Norte-Americana para Casa e Análise e Previsão Avançada de Banda Larga para 2021” – realizado com 4,5 mil propriedades – mostra que se as operadoras são autorizadas a instalar redes FTTH no imóvel, seu preço pode subir até 11%. Além disso, compradores aceitam pagar até 2% a mais e locadores pagam até 15% a mais por imóveis com FTTH já disponível.

As vantagens aos compradores não se limitam à valorização extra do imóvel. No modelo adotado no Per, o consumidor poderá exercer a livre escolha, já que a operadora que ele escolher terá facilidade e segurança para conectar o habitante rapidamente à rede externa. Com isso, poderá desfrutar de forma imediata da conexão de alta velocidade e bom desempenho, streamings em tempo real, aproveitar vídeos em 4k e – melhor –, ter vários dispositivos conectados à uma rede de alta velocidade simultaneamente. Além de ficar preparado para a IoT (Internet das Coisas), você poderá comemorar o gol do seu time junto com o vizinho.

Fonte: www.aecweb.com.br