Arquivo diários:3 de dezembro de 2018

Impressora 3D monta casas ecológicas em menos de dez dias que custam apenas mil euros.

Uma grande impressora 3D, com 12 metros de altura e 7 de largura, é capaz de criar uma casa ecológica em 10 dias e com um custo total que não chega a mil euros, segundo o tecnólogo italiano Gianluca Pugliese, que participa do festival de tecnologias criativas em Bilbao.

Os criadores dessa casa, a empresa italiana Wasp3D, iniciaram a criação de Sahmballa, seu projeto de construir uma cidade inteira com impressoras 3D (na Itália). Eles já têm a primeira das casas, e no próximo ano vão criar vários módulos para começar a construir o resto da cidade.

Isto é explicado em uma entrevista pelo parceiro da Wasp e especialista em manufatura digital e impressoras 3D Gianluca Pugliese, que está participando neste final de semana na sexta edição do Maker Faire Creative Technologies Festival, que acontece em Bilbao.

Pugliese detalha que a casa é construída em “um processo totalmente natural”, usando lama, palha, água, areia e acrescentando farinha de arroz. Desde o início, eles pensaram em suas casas para levá-los a zonas de emergência, onde ocorreu uma catástrofe.

Pugliese explica que uma equipe de quatro pessoas é necessária para montar a máquina, para a qual leva dois dias, e em dez dias a casa já está totalmente construída.

O resultado é a estrutura de uma casa de 22 metros quadrados, que é então adicionado o telhado, adaptando-o às necessidades urbanas do local onde a casa está localizada.

A parceira de Wasp ressalta que sua principal vantagem é que o cimento não é utilizado a qualquer momento, algo que “ajuda muito, porque em muitos lugares é impossível”. Além disso, não há necessidade de mover caminhões para transportar materiais, pois eles podem ser obtidos no lugar, como a lama e água.

Fonte: http://engenhariae.com.br

Conheça a solução da Austrália para acabar com a contaminação de plástico.

As autoridades da cidade australiana Kwinana instalaram um novo sistema de filtro na reserva de Henley. Além de útil ele é muito simples. Tanto o governo como os cidadãos já conheceram os benefícios que o filtro representa e ficaram muito felizes com a novidade.

O sistema consiste em uma rede que é colocada na saída de um tubo de drenagem que ajuda a conter grandes objetos, protegendo assim o meio ambiente.

Esses tubos drenam a água das zonas residenciais e também das áreas naturais. O lixo e os restos, sempre muito prejudiciais ao meio ambiente, ficam presos no novo sistema. Essa inovação também ajuda a evitar as fortes inundações que acontecem por causa do excesso de lixo.

As autoridades da cidade começaram com apenas duas redes e ficaram impressionadas com os resultados, foram mais de 362.873 quilos de lixo em algumas semanas.

Portanto, foi decidido que o sistema seria instalado em toda cidade do país, para conter a contaminação e proteger o meio ambiente. Apesar do custo da instalação inicial, cerca de 10 mil dólares australianos (equivalente a 28 mil reais), o sistema oferece importantes economias para o futuro. Por exemplo, hoje há uma grande economia com mão de obra, já que a quantidade de lixo que precisava ser recolhida era muito grande.

Para o recolhimento do lixo é necessário caminhões especiais. O lixo então é levado a um centro de classificação, onde o material reciclado é separado do não reciclado.

Este novo sistema mostra mais uma vez a importância das pequenas ações na hora de cuidar do meio ambiente. Esperamos que as cidades do Brasil sigam o mesmo exemplo.

Fonte: http://engenhariae.com.br