Arquivo mensais:fevereiro 2019

‘Arranha-céu horizontal’ da China está quase concluído

O Raffles City Chongqing é uma coleção de 8 edifícios e uma gigantesca passarela que os conectam e está sendo chamada de um “arranha-céu horizontal”.

&nbsp‘Arranha-céu horizontal’ da China está quase concluído
Foi desenvolvido pelo reconhecido arquiteto Moshe Safdie (CapitaLand Group)

Apelidado de maravilha da engenharia, o tão aguardado projeto Raffles City Chongqing está quase concluído.

Desenvolvido pelo reconhecido arquiteto Moshe Safdie, ele consiste de uma coleção de oito edifícios e uma gigantesca passarela que os conectam e está sendo chamada de um “arranha-céu horizontal”.

A passarela de 250 metros de extensão, Crystal, é uma das mais altas do mundo.

Quando inaugurada, ela terá uma galeria de exibição, jardins, uma piscina de borda infinita e vários restaurantes.

Como se não fosse suficiente, a ponte também se transforma em um gigante feixe de luz à noite, iluminando o céu com um show de brilho.

O complexo Raffles City Chongqing também inclui um shopping de 230 mil metros quadrados, 1.400 apartamentos residenciais, um hotel de luxo e 160 mil metros quadrados de luxuoso espaço para escritórios.

O oitavo e final arranha-céu da megaestrutura de 3,8 bilhões de dólares foi recentemente colocado no topo, e isso indica que o Raffles City Chongqing está em curso para inaugurar neste ano.

O design foi inspirado pelas tradicionais embarcações chinesas, um aceno para o passado de Chongqing como centro comercial.

O desenvolvimento ambicioso fica no centro da cidade chinesa de Chongqing, face à confluência do Rio Yangtze e do Rio Jialing.

A desenvolvedora CapitaLand, uma das maiores da Ásia no mercado imobiliário, anunciou que agora está focando no interior elaborado da estrutura, com a conclusão planejada para o segundo trimestre de 2019.

O trabalho na megaestrutura de 3,8 bilhões de dólares começou há seis anos (CapitaLand Group)

De acordo com Lucas Loh, CEO da CapitaLand China, árvores estão atualmente sendo transportadas para “dar vida à ponte”, a qual aparentemente incluirá a plataforma de observação mais alta no oeste da China.

“Após seis anos de construção usando tecnologia de engenharia de ponta, temos orgulho de apresentar em Raffles City Chongqing uma icônica forma arquitetônica que lembra uma vela poderosa avançando no histórico Chaotianmen”, disse Loh em uma declaração.

Destino imperdível

“Posicionado como um destino imperdível para residentes locais, assim como turistas do exterior, o Raffles City Chongqing vem acumulando forte resposta de nossos clientes”.

Ocupando 9.2 hectares de local de área, o Raffles City Chongqing é o oitavo desenvolvimento Raffles City da CapitaLand na China.

Os outros estão em Pequim, Chengdu, Hangzhou, Ningbo, Shenzhen e Xangai, o qual tem dois.

Fonte: CNN Travel

Recalques em edificações

Antes da construção de qualquer obra de engenharia é necessário um estudo por completo para que a mesma seja realizada da forma mais segura, durável, econômica, dentre outras atribuições. Um erro em alguma das fases do planejamento, como na análise do local, do solo, das situações disponíveis para a construção pode acarretar problemas graves, sendo um desses os recalques em edificações.

Todas as estruturas são edificadas sob solos dos mais diversos e cada um com características próprias. Todos eles são submetidos a cargas e nossos, geralmente sofrem o conhecido recalque, que nada mais é do que uma deformação vertical do terreno, deformação do solo.

O recalque é bastante comentado na Engenharia Civil e Arquitetura por diversas vezes influenciar nas construções. Ocorre quando uma edificação sofre um rebaixamento devido ao adensamento do solo sob sua formação.

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Existem alguns tipos de recalque, que são:

Recalque diferencial – Quando parte dos elementos que compõem a base da edificação se move e outros permanecem em seus lugares. Mais comum nas estruturas.

Recalque por distorção angular – É a diferença entre o recalque diferencial e a distância entre os elementos de fundação.

Recalque total – Movimento absoluto de um elemento de fundação. Geralmente não causam danos ao edifício.

Esse efeito pode causar danos sérios a estrutura dependendo do tipo e magnitude, podendo gerar fissuras ou trincas na mesma, ruptura de esgotos e galerias, emperramento de portas e janelas, e ainda, desaprumo da estrutura.

Em busca de evitar os recalques é preciso atentar para as diversas causas, pois os mesmos podem acontecer devido a solos colapsíveis, a escavações em áreas próximas à fundações e escavações de túneis.

Principalmente quanto ao solos sob os quais serão construídos, deve-se haver uma atenção maior com o intuito de precaução. Baixo índice de resistência a penetração, granulometria aberta e grande porosidade são indicativos de solos colapsíveis. Além do mais, métodos, já empregados, como compactação e adensamento prévio das camadas de solos menos resistentes e a utilização de fundações profundas são consideradas medidas preventivas.

Alguns recalques bastante conhecidos são a Torre de Pisa e a Catedral do México. No Brasil tem-se os edifícios de Santos – SP e em Amsterdam, os edifícios “dançantes”.

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Fonte: civilizacaoengenheira.wordpress.com

Bichos no apê

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Eles são fiéis. Não importa se seu dia no trabalho foi horrível, se o trânsito estava complicado, se choveu ou se seu time foi rebaixado. Sempre ao seu lado, lá estarão eles. Na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. Em tempos nos quais cães e gatos representam mais do que apenas animais de estimação e ganham status de membros da família, a velha polêmica entre vizinhos, síndicos e donos de bichinhos ainda provoca indigestões em muitos condomínios em Curitiba. Afinal, quais são os limites para manter animais em apartamentos sem desrespeitar as regras da boa convivência? E mais, até onde os administradores dos edifícios podem interferir na situação sem violar os direitos dos tutores?

Latidos, xixis, avançadas, mau cheiro. Muita gente que tem cachorro em apartamento já recebeu interfonadas de porteiros e vizinhos por conta desses problemas. Em casos mais críticos, a surpresa veio pela caixa de correio, em forma de multa. É o que aconteceu com a empresária curitibana Alinne Olvieira, que no ano passado teve de pagar R$300 à administração do condomínio onde mora, no Centro, por conta dos latidos de seu cachorro, o vira-latas “Carlos”. “Foram algumas ocasiões que eu saí de casa e ele ficou latindo. Quando me disseram eu estranhei muito porque ele é bonzinho e raramente fica sozinho já que eu trabalho em casa. Fiquei chateada e desconfiei um pouco porque eu sei que ele não faz escândalo, mas, regras são regras”, contou.

Bom seria se tudo se resolvesse com a mesma tranquilidade. Em alguns casos, a bronca entre síndicos e donos de animais chega a extremos, transformando corredores e elevadores em verdadeiros campos de guerra. A empresária B.S., 24, hoje, mora numa chácara, em Palmeira. A quase 90 quilômetros do bairro Vila Izabel, onde residia há um ano e meio, ela cria soltos seus três cãezinhos Zwiebel, Kekes e Gnocchi, que circulam livremente pelo gramado em frente à sua casa. Realidade bem diferente de 2014, quando a circulação do único cachorro que tinha, no condomínio onde morava, era totalmente restrita e quase chegou a ser proibida.

“Primeiro a síndica proibiu que o cachorro andasse pelo térreo, mesmo que fosse na coleira. Depois as regras foram mudando e de repente não podíamos mais nem pegar o elevador com ele. Era só pela escada e no colo”, lembra. O problema ficou mais grave quando misteriosos xixis começaram a surgir no elevador do prédio. “Ela me notificou alegando que o cachorro estaria fazendo as necessidades no elevador mas aquilo era impossível porque eu nunca desrespeitei a regra de descer pelas escadas e ele era educado a fazer xixi no lugar certo”, conta.

A desagradável surpresa veio depois que, cansada das brigas com a síndica, uma médica e amiga, que dividia apartamento com B.S. recolheu amostras da urina no elevador, que indicaram que os dejetos seriam, na verdade, humanos. “Fomos tirar satisfação com a administração pra saber o que estava acontecendo e, milagrosamente, os xixis pararam de aparecer no elevador”, lembra.

Códigos

Para o síndico profissional e membro do Sindicato dos Empregados em Condomínios e Edifícios Residenciais e Comerciais em Curitiba e Região (Sindicon), Marcelo da Silveira, o inusitado caso desrespeita não apenas o código de gestão condominial, mas a própria legislação civil. “Não existe isso de ficar mudando as regras toda a hora. Para estabelecer o estatuto de um prédio, edifício ou condomínio, é necessário respeitar a legislação constitucional e também o código civil nacional que garantem direitos e deveres de todos os cidadãos brasileiros. Discutido em assembleia e assinado, o regimento interno deverá ser respeitado tanto pelo síndico, quanto pelos moradores”, explica.

Regras são regras

Figurando no “top 4” da lista de problemas que assombram os síndicos, cães e gatos estão longe de ser assunto neutro quando a discussão diz respeito à política da boa vizinhança. Para ajudar a entender um pouco melhor os direitos e deveres dos síndicos e moradores, a Tribuna esclareceu algumas questões importantes.

1 – É proibido proibir

Garantido pela Lei Maior, o “Direito de Propriedade” está previsto nos artigos 5º e 170 da Constituição Federal (CF). A norma garante, a quem quiser, o direito de possuir um bichinho de estimação. “Nenhuma convenção ou síndico pode proibir a permanência de cachorros em apartamento ou casa. Isso violaria o direito de propriedade e liberdade individual do cidadão de utilizar sua área privativa de acordo com seus interesses”, afirma Marcelo. Mesmo que o regimento interno proíba a presença de animais, apenas um juiz pode determinar a retirada dos mesmos dos condomínios e edifícios, após comprovação de que os bichos representem perigo ou incômodo.

2 – Área comum

Obrigar o dono a levar o animal no colo ou apenas pelas escadas é inconstitucional e pode configurar constrangimento ilegal (art. 146 do decreto-lei Nº 2.848/40) e maus-tratos (art. 146 do decreto-lei Nº 2.848/40). Garantido pela própria Constituição (art. 5º) o direito de ir e vir, acompanhado do cão, não deve ser desrespeitado. “Quando, porém, o dono sabe que o cachorro costuma latir ou se aproximar dos vizinhos, não custa nada pegar elevador de serviço ou encurtar a guia”, ressalta.

3 – Segurança em primeiro lugar

Segundo as leis 4.591/64 e 10.406/02, cães agressivos devem usar focinheira e, mesmo se forem dóceis, não podem ficar soltos e nem em guias longas para não atentar contra a segurança dos moradores.

4 – Sujou? Limpe!

É responsabilidade do tutor, limpar os dejetos de seu cão nas áreas comuns. Isso não vale somente para a área interna do condomínio mas também para as vias públicas.

5 – O que o condomínio pode determinar?

  • Proibição da circulação livre sem coleira – de animais pelas áreas comuns;
  • Exigência do uso de focinheira nos casos necessários;
  • Exigência de carteira de vacinação para garantir que o animal não vai transmitir doenças aos moradores e demais animais;
  • Obrigação aos donos de transitarem com os animais pelos elevadores e acessos de serviço;
  • Estabelecer penalidades caso as normas não sejam cumpridas

6 – Diálogo é essencial

De acordo com Marcelo, como em qualquer relação interpessoal, é importante que qualquer discussão relativa à convivência em condomínio seja resolvida, primeiramente com diálogo. Aos moradores, ele recomenda bom senso. “É importante que todos pensem no impacto que atitudes individuais exercem sobre todos os que moram num mesmo edifício. Se uma regra existe, ela deve ser cumprida e bom senso nunca é demais. Quando se discorda de alguma norma geral, nada impede que isso seja revisto junto à administração”, pondera.

Já para os síndicos, ele recomenda equilíbrio. “A atividade é voluntária, ou seja, na maioria dos casos o síndico está na função por vontade própria. Não adianta estar ali se você não se sente confortável com isso. Para administrar um condomínio é necessário ser imparcial e flexível. Converse com os condôminos, evite brigas. Busque analisar o regimento interno e avaliar a necessidade de uma atualização. É trabalhoso, mas hoje existem advogados e consultorias especializados nisso”, ressalta.

Fonte: http://www.tribunapr.com.br

Por Maria Luiza Piccoli

Prefeitura de SP tomba 38 imóveis; entre eles Paulistano, MuBE e Pasteur.


Instituto Pasteur

A Prefeitura de São Paulo homologou nesta terça-feira, 26, o tombamento de seis projetos modernistas e de outras 32 imóveis. A decisão inclui cinco obras de Paulo Mendes da Rocha e o Club Athletico Paulistano, nos Jardins, zona sul da capital paulista.

Os tombamentos foram aprovados pelo Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp) em março de 2018. Das obras de Mendes da Rocha, a decisão abarca as casas Paulo Mendes da Rocha, Mario Masetti e James Francis King, respectivamente no Butantã, Pacaembu (ambos zona oeste) e Santo Amaro (zona sul). Além disso, inclui a Escola Presidente Roosevelt, na Liberdade, região central, e o Museu Brasileiro da Escultura e Ecologia (MuBE), nos Jardins.

No caso das obras modernistas, as decisões consideraram a “importância do conjunto da contribuição arquitetônica paulista e paulistana à história da Arquitetura Moderna Brasileira que se intensifica a partir de meados dos anos 50”. Além disso, ressaltam que são uma forma de “salvaguardar” as obras como “bens culturais importantes da cidade” e de “transmiti-las como herança às sociedades futuras”.

No caso do Paulistano, o tombamento recai sobre o Ginásio Antônio Prado Júnior e a sede social, no Jardim América. O projeto é de Gregori Warchavchik, conhecido pela Casa Modernista. Com a decisão, intervenções nos elementos tombados somente poderão ser feitas mediante autorização do Conpresp.

Conpresp tomba Vila Holandesa, Parque Lina e Paulo Raia e Instituto Pasteur

As listas dos demais 32 tombamentos são de áreas de Zona Especial de Preservação Cultural (Zepec), cujo tombamento foi pleiteado em audiências públicas durante a discussão da Lei de Uso e Ocupação do Solo e do zoneamento. Dentre eles, está o Palacete da Família Almeida, na Granja Julieta, e o Parque Lina e Paulo Raia (que tem edificações do polonês Lucjan Korngold), no Jabaquara, ambos na zona sul.

A decisão também inclui o Instituto Pasteur, na Avenida Paulista, centro expandido, e 19 imóveis da Vila dos Holandeses e a Capela do Colégio Santana, ambos em Santana, zona norte. Já na zona leste, inclui o Abrigo da Rua Uruguaiana e um conjunto de sobrados na Rua Jairo Góis, no Brás, e a Paróquia Nossa Senhora do Carmo de Itaquera, em Itaquera.

Na Avenida Pompeia, zona oeste, o tombamento contempla a Igreja Nossa Senhora do Rosário e um casarão que fica no número 925, na esquina com a Rua Coronel Melo de Oliveira. Na Melo de Oliveira, está determinada também a preservação das características externas de um conjunto de três residências.

Fonte: istoe.com.br

Indicadores apontam para recuperação do mercado imobiliário

Crescimento da oferta de crédito e redução de estoques sustentam melhora da confiança do setor este ano

Um conjunto de indicadores econômicos indica que o setor imobiliário pode iniciar uma trajetória de retomada este ano. O índice de confiança dos empresários do segmento voltou ao nível de janeiro de 2018, puxado pela melhora da carteira de contratos no fim do ano passado. Outros indicadores, como demanda por crédito, saldo de empregos no setor, baixa taxas de juros, retomada de preços e redução da inadimplência também apontam recuperação, ainda que moderada.

A perspectiva de desempenho para o ramo da construção civil será um dos temas debatidos no Summit Imobiliário, que será realizado pelo Estadão, em parceria com o Secovi-SP.

Um dos indicadores considerados positivos pelo setor foi a retomada da oferta de crédito em 2018, que subiu 33% em relação a 2017, para R$ 57,4 bilhões, com a venda de 228 mil imóveis entre novos e usados, 30% mais do que no ano anterior. Como comparação, a concessão de crédito era da ordem de R$ 110 bilhões no fim de 2013, auge do boom imobiliário no Brasil.

“O PIB da construção está negativo, mas em recuperação. Os indicadores estão distantes do pico, mas muitos retomam aos patamares de antes do boom de mercado, o que é uma sinalização de melhora”, diz o presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Gilberto Duarte de Abreu Filho.


Um dos indicadores considerados positivos pelo setor foi a retomada da oferta de crédito. Foto: TIAGO QUEIROZ/ESTADÃO

Segundo dados do Sindicato da Habitação (Secovi-SP), houve crescimento das vendas de 26,7% ao longo do ano passado – superando o volume dos quatro anos anteriores – e de 4,4% nos lançamentos. “Pode se falar em consolidação da recuperação do mercado, com retomada de empreendimentos no último trimestre do ano, embora boa parte das vendas tenha sido concentrada em obras do Minha Casa Minha Vida”, destaca o presidente da entidade, Basilio Jafet.

Para o Secovi, o desempenho ao longo do ano vai depender do nível de confiança. “Isso está fortemente ligado à condução das reformas e da política econômica, principalmente em relação à oferta de crédito e nível das taxas de juros, comportamento da inadimplência e aspectos em relação à regulação, como o aperfeiçoamento da lei do zoneamento”, afirma.

Para a coordenadora de Projetos da Construção na Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre), Ana Maria Castelo, a confiança do empresário do ramo da construção está mais próxima do campo da neutralidade, após a retomada da carteira de contratos verificada no fim de 2018 – isto é, da contratação de novas obras. “A gente inventou o termo ‘despiora’ para se referir à situação atual. Ainda estamos no campo do pessimismo moderado, longe do nível pré-crise.”

Reformas
Embora haja expectativa de que o avanço das reformas macroeconômicas, como a da Previdência, possa impulsionar o setor, o economista-chefe da Necton Investimentos, André Perfeito, acredita que o cenário macroeconômico para 2019 já está dado. Segundo ele, mesmo que houvesse rápida tramitação e aprovação da reforma, a atual ociosidade da indústria dispensa investimentos, não é esperada forte retomada do emprego ou consumo e a perspectiva é de contenção de gastos públicos. “Como esses componentes do PIB não devem ser alterados, mesmo com uma eventual reforma, esperar um aquecimento mais forte da economia está fora de questão.”

‘Estado’ debate assunto
O Summit Imobiliário, evento realizado em parceria entre o Estadão e o Scovi-SP, será realizado em 16 de abril, no Hotel Hilton, em São Paulo. Serão seis painéis, que contarão com especialistas, entidades de classe, epresários e autoridades. Dentre os nomes confirmados, está o do governador de São Paulo, João Dória. os painéis vão debater a Política Econômica como Alavanca da Indústria Imobiliária; Perspectiva para o Mercado Imobiliário na Visão de Investidores Nacionais e Internacionais; Os Dessafios da Construção Civil e Imobiliária frente às Mudanças nas Leis de Zoneamento; Insegurança Jurídica como Obstáculo ao Desenvolvimento Urbano; Inovação e Tecnologia na Construção. As inscrições podem ser feitas pelo site do evento: summitimobiliario.com.br.

Fonte: economia.estadao.com.br
Neusa Ramos, especial para o Estado

Primeiro eco-parque flutuante do mundo será construído em Chicago.

Mile selvagem Birdseye

Autoridades municipais e promotores privados estão planejando transformar um trecho sombrio e cheio de lixo do rio Chicago em um “parque ecológico” de um quilômetro de extensão, um projeto que eles dizem que seria o primeiro no mundo desse tipo.

Na quinta-feira, os planejadores revelaram suas primeiras representações do parque “Wild Mile Chicago”, que incluiria novas adições de vida selvagem, recreativas e educacionais à Filial Norte do rio.

“Imagine um parque que você pode andar e andar de caiaque flutuando ao longo das margens do rio Chicago”, afirma um site do projeto .

Estendendo-se ao longo do lado leste de Goose Island entre as avenidas de Chicago e North, a ideia foi incluída pela primeira vez no North Branch Framework Plan da cidade , aprovado em 2017 pela Chicago Plan Commission.

Representação do Artista da proposta "Wild Mile Chicago".  |  Fornecido por Skidmore, Owings & amp;  Merrill

Representação do Artista da proposta "Wild Mile Chicago".  |  Fornecido por Skidmore, Owings & amp;  Merrill

Representação do Artista da proposta "Wild Mile Chicago".  |  Fornecido por Skidmore, Owings & amp;  Merrill

Representação do Artista da proposta "Wild Mile Chicago".  |  Fornecido por Skidmore, Owings & amp;  Merrill

Representação do Artista da proposta "Wild Mile Chicago".  |  Fornecido por Skidmore, Owings & amp;  Merrill

Em junho daquele ano, uma equipe chamada Urban Rivers – um grupo de ecologistas e empresários que procuravam converter rios da cidade feia em refúgios de vida silvestre – trabalhou independentemente para instalar cerca de 1.500 metros quadrados de vegetação no rio.

Agora, a Urban Rivers está formando uma parceria com a cidade e construtores privados para estender o que já foi adicionado – jardins flutuantes que se destacam entre muros de contenção de concreto e água suja – em um plano que pretende ser concluído em meados de 2020.

Juntando-se à Urban Rivers e ao Departamento de Planejamento e Desenvolvimento da cidade para o extenso parque, há uma equipe de desenvolvedores e consultores – incluindo Skidmore, Owings & Merrill; Amigos do Rio Chicago; Rios Urbanos; Parceiros da Comunidade OH; Programa Near Unity do Norte; Ecossistemas Omni; Tetra Tech; e d’Escoto.

Os moradores analisam as propostas para o "Wild Mile Chicago" na noite de quinta-feira no Leslie Hall, na Cidade Velha.  |  Fornecido por Skidmore, Owings & Merrill

Os moradores analisam as propostas para o “Wild Mile Chicago” na noite de quinta-feira no Leslie Hall, na Cidade Velha. | Fornecido por Skidmore, Owings & Merrill

Esses grupos discutiram suas idéias com os moradores quinta-feira à noite no Leslie Hall, na Cidade Velha, a segunda das três reuniões da comunidade.

A cidade – que, segundo os desenvolvedores, apóia o plano desde o início – já destinou US $ 200 mil para programas educacionais no rio.

Os grupos pretendem finalizar os planos até março.

Correções: Uma versão anterior deste artigo se referia ao grupo Urban Rivers como “Urban Planners”. Os 1.500 metros quadrados originais adicionados ao rio eram independentes do plano inicial da cidade.

Fonte: chicago.suntimes.com

Lerner projeta transformação de Minhocão de São Paulo em parque

Minhocão: custo estimado da obra é de R$ 38 milhões e a previsão de entrega é dezembro de 2020

Minhocão: custo estimado da obra é de R$ 38 milhões e a previsão de entrega é dezembro de 2020 (Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil)

A Prefeitura de São Paulo anunciou que o Elevado João Goulart, mais conhecido como Minhocão, deixará de servir exclusivamente como local de passagem de veículos para dar lugar a um Parque Linear. O projeto estrutural, que contempla iluminação, acessos, sistema viário e transporte público, deve começar a ser executado ainda este mês. Ele tem conceito urbanístico e referências do arquiteto e ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná Jaime Lerner. O custo estimado é de R$ 38 milhões e a previsão de entrega é dezembro de 2020.

Concebido na década de 70 para ligar as zonas leste e oeste da cidade, a desativação do Minhocão vem sendo debatida há décadas. O elevado prejudica moradores das redondezas, que convivem com poluição sonora, atmosférica e visual provocada pela constante circulação de veículos. A via, no entanto, tem importância na fluidez do trânsito, sobretudo no centro da capital paulista.

Por isso, o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu esclarecimentos ao secretário municipal de Urbanismo e Licenciamento, Fernando Barrancos Chucre. A preocupação é, justamente, os impactos provocados ao tráfego de automóveis com a desativação do Minhocão. O secretário foi chamado para comparecer ao MP-SP na próxima quarta-feira (27) para apresentar os estudos sobre o assunto.

Fonte: www.bemparana.com.br

Jundiaí fornece roteiro turístico para os amantes de vinho.

Rota da uva conta com adegas, restaurantes e lojas tradicionais mantidas por imigrantes italianos

ColunaViagens

Istock Photos

Se você é daqueles que adora um vinho, com certeza já ouviu falar das bebidas produzidas pela serra gaúcha. No interior de São Paulo, no entanto, a produção também é intensa e uma das cidades que mais se destaca é Jundiaí, há aproximadamente 50 km da capital. Com belas paisagens e aspecto interiorano, o município guarda tradições trazidas pelos imigrantes italianos.

A rota da uva passa por importantes bairros povoados por imigrantes italianos no século XIX: Caxambú, Colônia, Toca e Roseira. Até hoje, essa região é marcada pelas tradições e pela gastronomia italiana. Apesar do principal aspecto ser a fruta e o vinho, na rota da uva você encontra uma boa variedade de bolos, pães, massas, doces e geleias.

A hospitalidade da população jundiaiense se mistura com os gostos, cheiros e com a atmosfera própria do campo. A maior parte das adegas disponíveis na rota da uva são familiares. Para quem gosta da bebida, é possível conhecer vinhos tintos, brancos, suaves e secos, cada um com uma particularidade em relação a produção, história ou comercialização. Em alguns casos, você pode até conhecer o processo de produção das bebidas.

Se você quiser levar os vinhos para casa, não se preocupe. As adegas vendem os produtos de forma separada. A maior da região é a Adega Maziero, com produção anual que gira em torno de 60 e 70 mil litros. Pratos fartos da culinária italiana também estão nos arredores em restaurantes especializados, assim como lojas especiais para quem quiser levar alguma lembrança para casa.

Se engana, no entanto, quem acredita que a cidade de Jundiaí é apenas um destino turístico para os amantes da cultura italiana e de vinhos. O município já se tornou lar de muitos brasileiros. Ano a ano, cresce a procura por casas a venda em Jundiaí.

Segundo estudo divulgado pelo Sindicato de Habitação (Secovi-SP) entre dezembro de 2017 e dezembro de 2018, foram lançadas 750 unidades no período, o que representa 53% a mais do que no último levantamento, quando a cidade registrou 489 novas residências. Além disso, 1.080 imóveis novos foram comercializados no município.

O estudo foi desenvolvido por Robert Michel Zarif, em parceria com o Departamento de Economia e Estatística do Sindicato da Habitação. Os dados começaram a ser coletados em 2015. Até o ano passado, em três anos Jundiaí registrou 2.606 imóveis residenciais lançados, sendo que 2.094 unidades foram comercializadas (80,4% do total).

Fonte: http://www.capitalnews.com.br

Preços dos imóveis devem subir na Grande São Paulo

O mercado de construção da região metropolitana está reaquecendo, após quedas nas vendas em 2015 e 2016, conforme dados divulgados pelo Secovi

Os preços de venda de imóveis em toda a região metropolitana de São Paulo tendem a aumentar em 2019. O cenário demonstra que o mercado de construção está voltando a se aquecer, prevendo uma recuperação gradual dos resultados perdidos nos anos de recessão, entre 2015 e 2016.

A análise é do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi SP). Segundo a entidade, na cidade de São Paulo, os lançamentos em 2019 devem se manter em números próximos do que foi percebido em 2018, de 32,8 mil unidades.

O valor registrado em 2018 e a projeção deste ano foram bem recebidos pelo setor, visto que a média de lançamentos gira em torno de 30 mil unidades desde 2004. Já o Valor Geral de Vendas (VGV) neste ano deve aumentar até 10% em relação a 2018, que fechou em R$ 14,4 bilhões. As outras cidades da região metropolitana de São Paulo, como Santo André e São Bernardo, também apresentam tendências de aumento no preço dos imóveis.

Segundo o presidente do sindicato, Basilio Chedid Jafet, os reajustes esperados são ainda mais altos do que os valores da capital. O mercado de construção nas cidades da região metropolitana de São Paulo deu “uma afrouxada” nos últimos anos, segundo ele.

“Muitas cidades não modernizaram sua infraestrutura e seu jeito de construir. Além disso, muitas delas fazem exigências que dificultam ou impossibilitam a construção de prédios do Minha Casa Minha Vida, projeto que ajudou a manter as vendas durante os anos de crise”, diz.

Na cidade de São Paulo, os apartamentos de até 45 metros quadrados, que abrangem os imóveis do Minha Casa Minha Vida, representaram 62% dos lançamentos em 2018.

Recuperação

Jafet diz que, após os anos de recessão em 2015 e 2016, o mercado começou a reacender em 2017, o que alavancou os resultados até maio de 2018, quando houve a greve dos caminhoneiros. Mesmo com os altos e baixos nos lançamentos e vendas do ano passado, o encerramento foi positivo. “Esperávamos um ano medíocre que, no fim, se tornou razoável e puxou as vendas em janeiro de 2019”, diz.

Segundo o vice-presidente de incorporação e terrenos urbanos do Secovi SP, Emílio Kallas, as incorporadoras estão trabalhando com uma baixa margem de lucro e, muitas vezes, sem considerar as atualizações de preços de terrenos para enfrentar a crise. Situação que deve começar a mudar em 2019, explica ele.

Kallas diz que a melhora do setor em 2019 ainda depende de algumas questões. A primeira delas é a aprovação da reforma da Previdência, que vai atrair mais investidores para o segmento, explica. As outras envolvem a flexibilização do Plano Diretor e do zoneamento da cidade junto a prefeitura. “Esperamos que até março isso se resolva”, diz.

Caso a flexibilização não seja aprovada pela prefeitura, as incorporadoras não terão terrenos o suficiente para a demanda de São Paulo, explica Jafet. “Os espaços vazios próximos da região central da cidade e de bairros mais valorizados têm muitas exigências para iniciar uma construção. A obrigatoriedade de recuos é uma delas, o local que realmente pode receber uma edificação é muito pequeno”, diz.

Segundo a entidade, o Plano Diretor implementado durante a gestão de Fernando Haddad (PT) não corresponde as necessidades de moradia da cidade.

Fonte: www.dci.com.br

Rebecca Emy • São Paulo

5 motivos para investir no mercado de loteamentos neste ano.

(Pixabay)

O mercado de loteamento, responsável pela criação e expansão das cidades, existe há mais de 100 anos no Brasil e é um setor que ainda tem muito a crescer. Pensando nisso, Mariana Tanaka, Head of Growth, Product & Marketing da Glebba Investimentos, apresenta cinco motivos para que você, pequeno investidor, comece a ficar de olho no mercado.

1. O mercado de loteamentos é quase tão grande quanto o de incorporação

Pode não parecer, já que não se vê muitos loteamentos nas grandes metrópoles, como São Paulo e Rio de Janeiro, mas existem muitos terrenos espalhados nas cidades vizinhas, o que faz esse mercado ser tão grande quanto o de incorporação.

Segundo o Sindicato da Habitação do Estado de São Paulo (Secovi-SP), em 2015 e 2016, foram lançados 63,9 mil lotes para comercialização na região.

2. O mercado imobiliário promete para 2019

2019 é um bom ano para começar a investir em imóveis, aponta Tanaka. Desde 2017, o mercado imobiliário vem dando mostras de recuperação. Só no primeiro semestre de 2018, de acordo com a Associação Brasileira de Incorporação (Abrainc), o número de unidades comercializadas na cidade de Sâo Paulo subiu 52% frente ao mesmo período do ano anterior.

Outros fatores, como a inflação em baixa, a diminuição da taxa de juros e de financiamento, o aumento do PIB Nacional e a regulamentação da Lei de Distrato fizeram com que a confiança de empresários e consumidores subisse.

3. O setor de loteamentos resiste muito bem a qualquer tipo de crise econômica

Em tempos de crise, um dos setores que continua resistindo é o de loteamentos, justamente porque o preço do lote é inferior ao preço de uma casa ou apartamento. “Os baixos preços permitem que os consumidores adquiram um imóvel próprio mesmo com a crise, e também atrai consumidores que têm o sonho do imóvel próprio mas, com a crise, não têm condições de adquirir uma casa ou um apartamento”, explica Tanaka.

4. Loteamentos podem ser mais rentáveis do que incorporações para o empreendedor

O custo de obra de um loteamento é muito menos expressivo do que o de uma incorporação. Por isso, as rentabilidades dos terrenos conseguem ser superiores, mesmo com preços de venda mais baixos.

5. Os loteamentos fomentam a economia local

Um bairro planejado pode fazer a economia de uma cidade girar. “Sua implantação beneficia não só seus futuros moradores, como toda a população do município, pois cria uma nova centralidade, levando infraestrutura a uma região da cidade que, até então, não a possuía”, ressalta a executiva.

Além dos moradores, comerciantes e prestadores de serviço locais e regionais também acabam se beneficiando, tendo a oportunidade de desenvolver seus negócios e, por consequência, agregar valor tanto ao bairro planejado quanto às regiões vizinhas.

Fonte: moneytimes.com.br

Diana Cheng