Arquivo diários:11 de fevereiro de 2019

Mercado Imobiliário apresenta sinais de retomada.

Considerado por muitos como um dos principais indicadores do momento econômico nacional, o mercado imobiliário brasileiro já apresenta sinais de que retomará com força o crescimento em 2019.

As expectativas de especialistas são que ocorram uma grande valorização do metro quadrado para quem investe em áreas estruturadas. “Depois de um período de estagnação, temos observado uma maior procura pelos loteamentos que oferecemos, sejam habitacionais ou corporativos. Isso demonstra que melhorou o otimismo com a economia, sendo que geralmente loteamentos e imóveis são os primeiros que se valorizam com retomada econômica”, explica Marcus Cunha, Diretor de Marketing do Grupo Realibras/Conspar, especializado em empreendimentos imobiliários.

Para a consultoria Cushman & Wakefield na América do Sul, a tendência de crescimento no setor já se mostra assertiva e números de 2018 já comprovam esse fato, com a demanda por imóveis subindo. Somando-se a isso o fato de que ocorreu uma redução na oferta por empreendimentos, em função da recessão, o que deve ser observado nos próximos ano é que o preço do metro quadrado deve subir e o setor viverá uma recuperação.

Dados da Cushman & Wakefield apontam que em 2018 a venda de imóveis residenciais cresceu cerca de 10%. Já nos imóveis corporativos os números apontam uma queda de espaços a serem ocupados em São Paulo estando atualmente em 21,4% (já atingiu 29,5% em 2016). Considerando contratos assinados sem mudança, a taxa já cai para 18%.

Marcus Cunha confirma essa tendência. “A busca por nossas áreas Industriais e comerciais vem se mostrando aquecida, já estamos fechando os primeiros negócios, mas o que impressiona é a procura e o maior ânimo dos administradores. Isso faz com que esse seja o momento ideal para compra, pois, se a demanda continuar a crescer, a tendência é que os preços também aumentem”, finaliza.

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Fonte: www.segs.com.br

IPTU Verde: veja se você pode usufruir desta vantagem.

Desconto no principal imposto municipal é uma prática que começou em 2008 e avança pelas principais cidades do país

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IPTU Verde: nos estados das regiões sul, sudeste e centro-oeste, todas as capitais já adotam desconto no imposto municipal. Crédito: Divulgação

 

No Brasil, já são 65 municípios com mais de 200 mil habitantes que adotam o IPTU Verde. Trata-se de desconto sobre o valor do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) na medida em que a edificação faz uso de soluções sustentáveis, seja em construções novas ou reformadas. As exigências impostas pelas prefeituras não variam muito para casas individuais, condomínios horizontais ou verticais. O que muda de cidade para cidade é o valor do desconto, que pode ir de 5% até a isenção total do imposto.

A adoção do IPTU Verde é uma prática recente. Começou em 2008 e veio se espalhando pelo país. Tornou-se mais comum nos estados do sul e sudeste e gradativamente foi alcançando outras regiões. No entanto, ainda é novidade em algumas partes do Brasil. Em Pernambuco, por exemplo, a cidade de Caruaru será a primeira do estado a dar desconto para construções sustentáveis ou que preservem áreas verdes. A novidade será implantada a partir de 2020, com desconto máximo de 20%.

Além de IPTU Verde, o imposto predial diferenciado também recebe outros nomes pelo país afora, como IPTU Ambiental, IPTU Sustentável ou IPTU Ecológico. A primeira cidade brasileira a adotar o sistema foi São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, em 2008. Depois vieram Guarulhos, também na região metropolitana de São Paulo-SP, e Poços de Caldas, em Minas Gerais. No ranking de municípios que mais oferecem descontos, dois paulistas também lideram a lista: Tietê, a única que concede isenção total do imposto, e Campos do Jordão, onde o abatimento pode chegar a 90%.

Edificações com certificações sustentáveis obtêm melhores descontos

Nos estados das regiões sul e sudeste do Brasil, todas as capitais já possuem o IPTU Verde, assim como no centro-oeste. No nordeste, a capital que tem o programa mais consolidado é Salvador, na Bahia. Outras cidades possuem um sistema de desconto menos abrangente e focado principalmente no aproveitamento da energia solar em residências, como é o Palmas Solar, na capital do Tocantins. Nos municípios com ampla cobertura do IPTU Verde, edificações com certificações sustentáveis, com LEED e AQUA-HQE, asseguram melhores descontos no imposto. Quanto mais graduada a certificação, maior o percentual de abatimento.

Para as construções que se credenciam aos descontos, os requisitos para obter os benefícios do IPTU Verde são os seguintes:

  • Captação de água da chuva e utilização
  • Reúso de água
  • Aquecimento com uso de painéis fotovoltaicos
  • Uso de materiais sustentáveis na construção
  • Separação e encaminhamento de resíduos sólidos inorgânicos para reciclagem (sistema de coleta seletiva de lixo)
  • Plantios de espécies arbóreas nativas
  • Disposição de áreas verdes de acordo com a extensão total do imóvel
  • Sistema para manutenção de áreas permeáveis
  • Permitir recarga do lençol freático
  • Construção de calçadas ecológicas
  • Arborização no calçamento
  • Instalação de telhado verde
  • Uso de lâmpadas de LED

Entrevistado
Reportagem com base no seminário “Sustentabilidade? Isso já fazemos. Agora a busca é por inovação”, ocorrido dentro do GreenBuilding Brasil 2018

Contato: contato@gbcbrasil.org.br

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

 

Fonte: www.cimentoitambe.com.br