Arquivo diários:15 de fevereiro de 2019

COHOUSING X COLIVING: Como essas comunidades influenciam no mercado.

Cohousing x Coliving: Como essas comunidades influenciam no mercado

Empreendimentos compartilhados são novo tipo de configuração observado pelo mercado imobiliário Créditos: Shutterstock

Mudanças no comportamento da demanda abrem espaço para novos tipos de modelos de empreendimentos

As mudanças comportamentais da população se refletem nos novos tipos de demandas que chegam ao mercado imobiliário. Prova disso é a demanda crescente que tem solicitado empreendimentos do tipo cohousing e coliving. “Esse segmento do coliving foi bastante procurado e teremos uma amostragem maior quando o mercado voltar com mais força. O mais importante, no fim das contas, é que as pessoas não buscam hoje apenas o tijolo na hora de comprar o apartamento. Toda a parte referente aos serviços e como elas vão morar no dia a dia, ganha uma relevância muito grande”, afirma Alexandre Lafer Frankel, coordenador dos Novos Empreendedores do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP).

Os dois novos modelos no mercado têm aspectos semelhantes. O cohousing, de acordo com Frankel, é um tipo de empreendimento que traz o conceito de república, onde pessoas alugam o imóvel, que é, geralmente, menor, e compartilham como se fosse um espaço de convivência. Além disso, existe uma administração conjunta dividida entre os moradores e pode-se considerar um aspecto familiar.

Já o coliving é um tipo de empreendimento que consiste em um prédio multifamiliar que tem como conceito a promoção de um encontro em uma série de áreas de convivência. “Ele já é uma versão mais evoluída do que a gente conhece como prédios tradicionais no quesito sociabilidade, explica o coordenador dos Novos Empreendedores do Secovi-SP.

A diferença principal com relação aos empreendimentos convencionais que já possuem áreas de convivência, é que no caso do coliving, essas áreas não são de uso exclusivo justamente para gerar convivência entre os moradores do empreendimento. Ou seja, a área de lazer que possui churrasqueira também não será exclusiva. Esses empreendimentos também têm espaços como coworking, que proporciona mais interação.

Projeto e Sistema Construtivo

Do ponto de vista de concepção, o cohousing não é um tipo de empreendimento que necessita de alterações de layout ou especificações de sistemas construtivos. A sua construção é igual a uma obra de empreendimento comum, sendo que a alteração do modelo se dá de acordo com a sua forma de utilização. Ou seja, as adaptações que são feitas, do ponto de vista de como o imóvel será utilizado, é que devem classificá-lo como cohousing.

Já no caso do coliving, além de ser pensado em projeto, onde deve-se considerar as áreas de convivência, geralmente, localizadas no térreo dos empreendimentos, é preciso pensar no sistema construtivo que será executado, no caso de alvenaria estrutural pode se restringir a realização. “Por termos uma compartimentação maior, principalmente, no térreo, temos uma restrição com alvenaria estrutural. Porque a alvenaria tem que chegar até a fundação, então, ela dificulta bastante a concepção do coliving”, explica Frankel.

Quer saber mais sobre esses tipos de empreendimentos? Confira: https://www.mapadaobra.com.br/inovacao/cohousing/

Fonte: www.mapadaobra.com.br

Por Carla Rocha/Agência Visia

São Paulo terá o primeiro empreendimento com apartamentos Compartilhados à Venda pelo sistema de Multipropriedades desenvolvido pela SmartSharing e BKO.

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O compartilhamento imobiliário é uma tendência mundial que está em processo de expansão no Brasil

A economia Compartilhada já não é mais uma tendência, mas sim uma realidade. O mundo vive uma nova era, onde as gerações atuais vêm buscando novas formas de utilizar ou adquirir seus bens. Investir com inteligência e pertencer a uma comunidade. No fim das contas as pessoas buscam experimentar mais por menos. E com o crescimento urbano e a redução de espaços, o compartilhamento imobiliário – que é uma tendência mundial – vem ganhando mais adeptos e novos formatos. A cidade de São Paulo, maior metrópole brasileira, costuma ser o berço de inovações nesta área e agora passa a abrigar o primeiro projeto de Multipropriedades e Apartamentos do Brasil. Quem está implantando a novidade é a SmartSharing, que em 2018 desenvolveu o primeiro Time Sharing Urbano Multidestinos no país.

O projeto de Multipropriedades e Apartamentos se iniciará com um edifício contemporâneo, em construção pela Incorporadora BKO em parceria com o Fundo BREI, com apartamentos modernamente decorados para até quatro pessoas nas proximidades da Avenida Paulista e da Rua Consolação. “O sistema terá, a princípio, 20 unidades para comercialização de cotas de Multipropriedade, com todos os benefícios que o compartilhamento proporciona, como o rateio dos custos do condomínio e todas as demais despesas. “Quem investe neste tipo de empreendimento são pessoas que querem usufruir de um apartamento bem localizado em São Paulo sem, porém, ter que arcar com os custos e trabalhos que teriam em um apartamento adquirido de forma tradicional, principalmente quando é para uso ocasional”, ressaltam Clovis Meloque e Fabiano Cordaro, da SmartSharing.

Nesse jeito novo de investir em imóveis, as pessoas têm a opção de comprar somente a quantidade de dias que irão utilizar, sem deixar de ter a escritura regularizada em mãos. “Imagine ter um apartamento mobiliado a seu dispor, com escritura em seu nome — bem localizado em São Paulo —, no qual investe menos de 50 mil reais e paga um condomínio inferior a 70 reais por mês! Vamos exemplificar aqueles profissionais ou empresários que precisam vir à capital com frequência para reuniões de negócios, feiras, congressos, entre outras atividades, e não querem mais perder tempo com reserva, pesquisa, cotação — ou outros trabalhos envolvidos — e todo o desconforto que envolve a hospedagem em hotéis. Neste novo sistema eles poderão baixar o aplicativo e, sempre que necessário, desbloquearão o uso, conforme já previsto na escritura”, explica Cordaro.

O mercado imobiliário é um dos setores mais dinâmicos da economia e tem se adequado gradualmente às novas tendências mundiais na área de compartilhamento: “O mercado de Multipropriedades deverá ter uma consolidação, tendo em vista que houve uma lei complementar sancionada em dezembro de 2018 reforçando a estabilidade do setor imobiliário e de compartilhamento. Desde 2017, quando decidimos investir neste segmento, já tínhamos esta perspectiva positiva em mente“, declara ele.

O projeto de Multipropriedades irá se expandir para locais como o interior e litoral de São Paulo, Rio de Janeiro e no sul da Bahia. “Seguindo a disposição da modernidade no ramo de compartilhamento no Brasil, em 2018 a SmartSharing abriu uma loja em Fortaleza para comercializar as primeiras unidades na modalidade de Time Sharing Vacation e, em seis meses, foram comercializadas todas as unidades. Agora retornamos à capital paulista para este novo investimento, no qual já estamos trabalhando há cerca de um ano”, finaliza Cordaro.

Para conhecer mais, acesse: http://www.smartsharing.com.br/.

Fonte: www.segs.com.br

Escrito ou enviado por  Aryane Costa