Arquivo diários:15 de maio de 2019

5 vantagens em investir no aquecedor solar para sua casa

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O uso do aquecimento solar da água utilizada em residências, seja para o banho, seja para outros fins, é uma medida que impacta em diversos benefícios. Da economia ao conforto, confira 5 vantagens em instalar o aquecedor solar na sua residência na cidade, no campo ou na praia!

1) Economia

A economia financeira resultando do uso do aquecedor solar é imbatível. Apesar da necessidade de um investimento inicial maior do que nos sistemas elétricos ou gás – gasto este que se paga em no máximo cinco anos de uso do sistema – o aquecimento solar é eficaz tanto para volumes pequenos quanto grandes de água. A vida útil média de um sistema de aquecimento solar de água é de 25 anos, podendo ultrapassar esse período dependendo dos cuidados dispensados.

2) Manutenção

A manutenção no equipamento deve ser feita constantemente, mas é muito prática, barata e simples. A limpeza dos vidros presentes nos coletores solares é basicamente o que precisa ser feito, otimizando a captação da energia solar e mantendo o potencial do sistema.

3) Valorização

Cada vez mais as pessoas estão buscando soluções sustentáveis em novos imóveis, seja para locação ou compra. Portanto, instalar um sistema de aquecimento solar em sua residência torna-se um grande diferencial para o imóvel no mercado imobiliário, determinando os valores a serem pagos para aluguel ou em uma negociação de compra e venda.

4) Meio ambiente

Enquanto a construção e o funcionamento de usinas termelétricas e hidrelétricas trazem impactos ao meio ambiente – como o desmatamento, a energia solar é um recurso totalmente limpo, abundante e gratuito. O sistema utilizado para captá-la também respeita o meio ambiente, trazendo conforto aliado à sustentabilidade.

5) Conforto

Falando em conforto, não resta dúvidas de que essa é uma das maiores vantagens do uso da energia solar. A água aquecida fica armazenada em um boiler térmico que mantém a temperatura da água constante, ou seja, nada de esperar o chuveiro esquentar ou se preocupar em gastar muita energia com banhos mais quentes e relaxantes.

Fonte: http://jornaldiadia.com.br

PorRay Santos

Aline Matos
(Assessora de Imprensa;) 

(11) 3060-5890

www.ablab.com.br

Como mensurar a produtividade no canteiro de obras


A entrega de projetos de qualidade acaba esbarrando no desafio da produtividade

Para aumentar a produtividade é preciso ter capacitação e mão de obra qualificada
Créditos: Shutterstock

Após a crise que afetou a construção civil em 2014, uma das maiores preocupações do setor atualmente é conseguir gerar novos empregos. Segundo Haruo Ishikawa, vice-presidente de Relações Capital Trabalho Responsabilidade Social do SindusCon-SP – baseado em dados divulgados pelo IBGE – em 2014 eram 3.640.000 trabalhadores com carteira assinada e hoje, quase cinco anos depois, esse número baixou para 2.350.000: “perdemos muita mão de obra nesse período; e como o setor da construção civil é o que mais movimenta a economia do País, então é preciso que se olhe com bons olhos para o setor para que a gente consiga voltar a crescer e se desenvolver”, destaca. Logo, o profissional que atua na obra acaba tendo como desafio entregar projetos de qualidade e com menos tempo, mas acaba esbarrando no desafio da produtividade. Para isso, a questão do planejamento do canteiro de obras, produtividade e novas tecnologias precisa estar completamente integrada, além dos processos organizados de maneira estruturada a fim de promover os avanços necessários para o setor.

Para Ishikawa, em todas as áreas que estão ligadas a atividades mais operacionais da construção civil é preciso estar qualificado para atender às demandas de um mercado cada vez mais competitivo. Na parte operacional do canteiro de obras, por exemplo, é importante que o profissional da construção civil esteja bem qualificado para atender às expectativas do empregador. Como toda a cadeia da construção civil está em amplo desenvolvimento, principalmente da parte tecnológica, o profissional da área também precisa se antecipar para poder se adaptar a essas novas tendências; e para aumentar a produtividade é preciso ter capacitação e qualificação da mão de obra, então é preciso estar ligado às novas tendências do mercado. “Em projetos MCMV, por exemplo, não contratamos carpinteiros e pedreiros e, sim, montadores de fôrma; então são novas atividades que vão surgindo no mercado, além de atividades ligadas a novas tecnologias”, destaca. “Existem cursos muito bons no Senai-SP”, ressalta Ishikawa. “Então, é muito importante que o profissional faça cursos de qualificação em vários setores”, orienta.

O drama da reforma da previdência

O Brasil está muito ligado à questão da reforma previdenciária e o andamento do setor está dependendo da aprovação e da retomada da confiançapor parte dos investidores, fazendo com que a expectativa melhore bastante. “Por enquanto, tudo está meio morto no setor da construção civil”, ressalta o vice-presidente do SindusCon-SP. Ele ressalta, ainda, que no momento estão sob uma tendência de tentar desenvolver o setor da construção civil, pois em 2018 a expectativa era melhor, mas não foi muito bem. Para 2019, no entanto, é positiva, mas há a precaução em aguardar um posicionamento no governo devido a questão da reforma previdenciária. Para o responsável pelo departamento de responsabilidade social do Sinduscon-SP, como o setor da construção civil depende muito da confiança e dos investimentos, então, se não há a questão da credibilidade o mercado não cresce.

Fonte: www.mapadaobra.com.br