Arquivo diários:31 de maio de 2019

Governo estuda aumentar número de faixas de renda para o Minha Casa, Minha Vida


Ministro do Desenvolvimento Regional confirmou que programa terá novo nome. Mudanças serão apresentadas na próxima terça-feira


Casas populares do programa do governo Minha Casa, Minha Vida Foto: Givaldo Barbosa / Agência O Globo

O ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, confirmou nesta quinta-feira que o governo estuda aumentar o número de faixas de renda para atender as diferentes demandas de comercialização dos imóveis do programa Minha Casa, Minha Vida. Com a reformulação, o programa também ganhará um novo nome. Os detalhes serão apresentados na próxima terça-feira, dia 4, na Comissão de Desenvolvimento Urbano na Câmara de Deputados.

O ministro negou que haja possibilidade de exclusão de alguma faixa, mas informou que os estudos que vêm sendo feitos desde a transição apontam falham na execução do programa.

“O que identificamos foi um diagnóstico preciso das falhas que existem, vão-se dez anos de execução do programa. A nossa proposta é um maior número de faixas, de categorias para melhor atender as diferentes demandas”, disse sem adiantar o número de faixas.

Canuto afirmou que, ao dar moradia, o governo precisa resolver situações como a comercialização irregular de imóveis,  invasão dos lotes por facções criminosas, conflitos sociais nos condomínios e problemas de violência doméstica.

Então são questões que o governo não pode aceitar. Ele cria uma moradia, quer dar moradia digna para pessoas para melhorar a qualidade de vida delas. A gente não pode ver uma situação dessa acontecendo e simplesmente não fazer nada. A mudança do programa é para melhorar, é para aperfeiçoar” , disse.

Uma das alterações que estão sendo estudadas é alugar para famílias de baixa renda (até 1,8 mil) sete mil unidades do Minha Casa, Minha Vida que já estão prontas e ainda não têm indicação de demanda por parte de estados e prefeituras.

A medida faz parte do conjunto de alternativas, diante da falta de recursos no orçamento federal e do alto índice de irregularidades no programa. Nessa faixa de renda, a casa é praticamente doada, os beneficiados pagam uma prestação simbólica. Mas o percentual de inadimplência, segundo fontes do setor da construção, atinge 50% e quem fica com o calote é a União.

O ministro confirmou que o nome “Minha Casa, Minha Vida” será mudado para se adequar à visão do novo governo, que vai buscar resolver o déficit habitacional de maneira diferente.

“É um novo governo, um novo programa. Ele está sendo reformulado. Então não é apenas uma mudança do nome por mudar. É porque é uma nova visão. Como eu disse: hoje a gente inaugura aqui um Plano Regional de Desenvolvimento, uma política nacional que tem uma outra visão de mundo. O governo atual tem uma outra visão de mundo. Ele quer que os programas principais reflitam isso”, disse o ministro.

As declarações foram dadas após evento no Palácio do Planalto em que o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que editou a Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). O novo texto substitui um anterior de 2007 e tem como foco a atuação nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

A medida faz parte do conjunto de alternativas, diante da falta de recursos no orçamento federal e do alto índice de irregularidades no programa. Nessa faixa de renda, a casa é praticamente doada, os beneficiados pagam uma prestação simbólica. Mas o percentual de inadimplência, segundo fontes do setor da construção, atinge 50% e quem fica com o calote é a União.

O ministro confirmou que o nome “Minha Casa, Minha Vida” será mudado para se adequar à visão do novo governo, que vai buscar resolver o déficit habitacional de maneira diferente.

As declarações foram dadas após evento no Palácio do Planalto em que o presidente Jair Bolsonaro assinou um decreto que editou a Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR). O novo texto substitui um anterior de 2007 e tem como foco a atuação nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

Fonte:oglobo.globo.com

Jussara Soares e Gustavo Maia

Glebba anuncia primeira oferta de investimento imobiliário em São Paulo

De acordo com dados do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), entre 2015 e 2016, o setor de loteamento lançou 67,4 mil unidades habitacionais, enquanto as incorporadoras de prédios construíram 109,6 mil. De olho nesse mercado, a Glebba Investimentos, fintech de investimento imobiliário que viabiliza a construções em loteamentos, começou atuar em 2017.

A startup já contribuiu para a construção de três empreendimentos e acaba de anunciar a quarta oferta, primeira no estado de São Paulo.  O empreendimento é o Reserva Jatobás, loteamento residencial localizado no município de Louveira, interior paulista, e o objetivo é captar R$1,2 milhão.

“A cidade de Louveira apresenta o melhor índice de desenvolvimento socioeconômico do Brasil, tendo a economia baseada principalmente na indústria logística. É uma região que está em forte expansão e por isso, após passar por todos nossos critérios de análise, abrimos o primeiro round de investimento em São Paulo”, explica Francisco Perez, head de investimentos da Glebba.

Para os investidores, é uma ótima oportunidade para diversificar a carteira, já que a Glebba não cobra taxas e a rentabilidade é maior que o CDI. “Antes, este mercado de investimento em loteamento só era disponível aos grandes investidores. Com a chegada das fintechs, a situação mudou. Agora investidores individuais podem participar da etapa mais rentável do mercado imobiliário” finaliza Perez.

As obras de infraestrutura da Reserva Jatobás  já estão prontas e os recursos captados serão destinados à conclusão e acabamento do clube, da portaria e da área de lazer. Os interessados em investir poderão se cadastrar até a primeira semana de julho, no site: glebba.com.br/oferta/reserva-jatobas/.

Fonte:ecommercenews.com.br