Arquivo mensais:junho 2019

Projeto de condomínios residenciais circulares na Dinamarca [fotos]

Na cidade de Copenhague, na Dinamarca, “Colony Gardens”: pequenos espaços de jardim que os cidadãos dinamarqueses podem alugar para cultivar seus próprios vegetais.

Todos nós sabemos sobre a escassez de espaços verdes nas grandes cidades, e essa tentativa bem-sucedida permitiu que os cidadãos voltassem à natureza. Ao mesmo tempo, é uma maneira de contribuir para o bem-estar do nosso planeta. Este jardim em colônia particular é projetado pelo arquiteto paisagista Erik Mygind e está localizado no subúrbio de Copenhague. Fotos por @henry_do

Fonte: engenhariae.com.br

Por Ademilson Ramos

O nascimento de um prédio, do papel ao concreto

Você, morador de um prédio, já se perguntou o motivo de o edifício ter as características que tem, de ter ou não área de lazer, acabamento de luxo ou mais simples, de ter sido construído no bairro onde está?

Em tese, nada é por acaso em um empreendimento. Desde a escolha de terreno até pormenores de acabamento, passando por áreas comuns e tipologias, todos os detalhes que compõem o que virá a ser um lar são pensados e planejados para responder às expectativas do futuro morador.

Com auxílio de entidades do ramo de incorporação, a reportagem listou os cinco passos principais de um projeto, do campo das ideias até chegar ao estande de vendas.

DNA da empresa. Cada construtora ou incorporadora possui uma especialidade. Por isso, antes de começar a incorporar, a empresa já tem certo direcionamento, definido de acordo com seu perfil, estratégia, filosofia ou DNA. Os diferentes termos significam uma coisa só. “É a definição do mercado em que a empresa atua”, diz Alexandre Suarez, diretor da Mar Incorporações.

A Mar, por exemplo, trabalha com o segmento de alto padrão e sabe que seu público está, na maioria, em bairros das zonas sul e oeste, como Jardins, Moema, Pinheiros, Itaim e Vila Olímpia. A partir da definição de “marca” da empresa, é possível identificar regiões onde procurar terrenos interessantes para implantação de um projeto que atenda ao gosto dos perfis imaginados de futuros compradores, além de média de preços de comercialização de imóveis nessa área geográfica.

Prospecção de terrenos. Uma vez definido o campo de atuação, é hora de procurar terrenos viáveis para o futuro empreendimento. Este é um passo importante, já que, de acordo com o diretor da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp), Reinaldo Fincatti, “a matéria-prima da construção civil é o terreno incorporado”.

Muitos fatores determinam o que, para os incorporadores, é um bom terreno. Boa infraestrutura no entorno, segurança da área, topografia, vista panorâmica da cidade e tráfego de carros e pedestres na rua escolhida são alguns. Para o sócio da Moby Incorporadora, Eduardo Carvalho, o terreno tem de ter cidade em volta. “Precisa ser um lugar agradável para sair a pé, passear com o cachorro.”

O diretor da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), Luiz Antonio França, ressalta a importância de conferir eventuais contaminações de solo no lote desejado. “Terrenos que já abrigaram postos de gasolina ou fábricas podem estar contaminados. Incorporador bom é aquele que deixa o terreno saudável.”

A empresa identifica a legislação em vigor na área do terreno e o zoneamento em que ela está enquadrada. O Plano Diretor e a Lei de Zoneamento definem todos os parâmetros urbanísticos para o desenvolvimento da cidade e interferem no projeto. “O plano e a lei determinam o potencial construtivo do empreendimento”, diz França. Terrenos em locais que as regras permitem maior potencial construtivo – em regiões com boa oferta de transporte público, é permitido construir até quatro vezes a área do lote – são mais procurados e, portanto, mais caros.

Com oferta de terrenos escassa, as empresas precisam, muitas vezes, partir para a estratégia de “formar terreno”, ou seja, comprar áreas contíguas até atingir a metragem ideal para poder erguer o empreendimento pensado. Conseguir conciliar as vontades de todos os donos de lote para venda simultânea pode ser complicado. “Esse é o desafio da montagem de área em São Paulo”, afirma Daniel Toti, diretor da Nortis Incorporadora.

Estudos e planta. Nesta fase, o projeto é definido. “Pesquisamos in loco os lançamentos e os prédios em construção na região e vamos ao banco de dados de imobiliárias. Temos de saber tudo: a velocidade de vendas, o preço ofertado, o tipo de produto que está vendendo mais e as características tipológicas”, comenta o diretor da Benx Incorporadora, Luciano Amaral.

Com a pesquisa de mercado, o incorporador identifica as demandas da região e começa a moldar o empreendimento. Público-alvo, tipologias das plantas e áreas de lazer são definidos. “Se pensamos em um perfil familiar, colocamos brinquedoteca, por exemplo. Se são unidades menores, oferecemos lavanderia coletiva, espaço para coworking”, conta Toti.

Nessa fase, também é definido o valor geral de vendas (VGV) do empreendimento. Ele se refere ao valor projetado pela soma potencial de venda de todas as unidades do conjunto. O preço é calculado de trás para frente. O incorporador analisa quanto o futuro comprador estaria disposto a pagar em um imóvel naquela região e, assim, define os gastos de obra. “É um processo inverso. Não é o valor da construção que determina quanto os clientes vão pagar, mas o que os clientes estão dispostos a pagar é que determina qual vai ser o custo de construção”, diz Suarez, da Mar.

Entre os gastos de obra, é necessário prever valor do terreno, materiais de construção e mão de obra, além de, se for o caso, pagamento de outorga onerosa (taxa cobrada pelo Município que permite edificar acima do limite).

Organização e aprovação. Com terreno prospectado e projeto decidido, é hora de organizar toda a papelada do empreendimento para aprovação na Prefeitura. O tempo médio de emissão de alvará para obras é de 500 dias. A Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), no entanto, diz que, com a aprovação do novo Código de Obras e Edificações, esse período deve diminuir.

Além disso, foi sancionado neste ano o projeto Aprova Rápido, que promete reduzir o tempo de emissão em terrenos com mais de 150 metros quadrados para até 130 dias.

Entre os itens analisados pela Prefeitura estão: atendimento às leis de acessibilidade e medidas de segurança, sustentabilidade, distância de edificações vizinhas, potencial construtivo da área e enquadramento na Lei de Zoneamento.

Rumo ao lançamento. Uma vez aprovado na Prefeitura, são realizados os ajustes finais, além de projetos complementares, como hidráulico, elétrico, fundações e paisagismo. Também é aqui que a equipe de marketing começa a moldar a identidade do empreendimento para publicidade.

“Fazemos a divulgação usual, nas ruas e em veículos de comunicação. Além disso, temos de ter uma presença muito boa na internet, produzindo conteúdo interessante por lá”, comenta Carvalho, da Moby. O estande de vendas é montado e, finalmente, chega o momento de fazer o lançamento.

Fonte: incorporacaoimobiliaria.com

Os avanços tecnológicos e a requalificação urbana


A Requalificação difere da Revitalização e do Retrofit. Enquanto o Retrofit se caracteriza por reformar um edifício, inclusive com mudança de uso/função, a Revitalização é mais completa, abrangendo também a melhoria física do ambiente urbano em uma dada área. Já a Requalificação vai mais além, buscando conferir ao ambiente urbano de uma região um desempenho otimizado para o conforto e felicidade de seus usuários.

Os avanços tecnológicos, as inovações, já chegaram e, com eles, a mudança de costumes e hábitos. No comércio, o e-commerce ganha espaço de forma acelerada. Como reflexo, os lojistas passam a precisar mais de galpões para estoque e menos de lojas para exposição de mercadoria. Muda o projeto físico das lojas, muda a opção de localização e interfere no ambiente urbano. Podemos dizer que os empregos migraram também, de vendedores para estoquistas ou para a área de tecnologia. Essas mudanças já ocorrem e tendem a acelerar. Eram os centros das cidades concentradores das lojas, foram substituídos por espaços em locais mais nobres das cidades, que foram seguidos por shoppings, que também estão em processo de remodelação para adaptação aos tempos do e-commerce.

Na indústria, já vislumbramos o ciclo 4.0. A robotização já é uma realidade, com maior ou menor avanço, dependendo do setor. Também essas transformações interferem na dinâmica das cidades, que passam a necessitar de colaboradores mais qualificados e menor espaço físico. Surgem as empresas de logística, que encurtam as distâncias entre a indústria e o comprador. Muda o fluxo das mercadorias produzidas, que reduzem o percurso, não mais passam pelas lojas sem, contudo, dispensá-las do processo.

A maior revolução ocorre na habitação. O conceito de ser proprietário vem sendo substituído pelo de ter o uso do imóvel, copiando modelos que já estão internalizados do uber, do e-commerce ou e-food.  As famílias são menores, muitas delas unifamiliares, formadas por jovens independentes, divorciados, idosos. As mulheres trabalham fora de casa. A disponibilidade de equipamentos para uso doméstico cada vez mais inteligentes, permitindo controle à distância, veio para permitir acomodar todas as necessidades de mudança de rotina da “nova família”.

Esses avanços de tecnologia também passam a permitir o trabalho em casa, interferindo na organização de novos espaços que acontecem na área privativa da habitação ou em áreas de compartilhamento. Aliás, o compartilhamento de serviços ganha espaço. Eram casas, viraram apartamentos que tendem a diminuir seu espaço físico e mudar as funções. Garagem, que eram indispensáveis, passam a não ser mais. Outras modalidades de transporte atendem melhor: bicicletas/ciclovias, patinetes elétricas, Uber – daqui a pouco, veículos pequenos, elétricos e sem motorista. O reflexo sobre o trânsito das cidades é obvio.

Os equipamentos de serviço para saúde, educação e lazer são afetados pelas alterações dos hábitos e costumes dos usuários. Ganham importância. As escolas tendem a assumir horário integral, a saúde, com apoio da tecnologia, passa a fazer atendimentos à distância, as áreas e locais de lazer tendem a ampliar-se.

Nas grandes cidades a disfunção de espaços urbanos são mais perceptíveis do que nas cidades menores. Na nossa opinião, a disfunção das cidades acelera a degradação de áreas urbanas consolidadas, que tendem à ampliação. Nesse sentido, a requalificação entrará na pauta do desenvolvimento urbano sustentável.

A vantagem da Requalificação Urbana, do ponto de vista social, está na recriação do ambiente e da dinâmica urbana, potencializando o bem-estar dos cidadãos. Do ponto de vista da cidade, moderniza a gestão e recupera áreas que já tenham infraestrutura, evitando a expansão do perímetro urbano. Do ponto de vista econômico, gera ambientes adequados ao crescimento da produtividade, melhorando a arrecadação municipal.

Maria Henriqueta Arantes Ferreira é arquiteta e urbanista. Consultora técnica da CBIC é pioneira e uma das mais importantes especialistas sobre o FGTS.

*Artigos divulgados neste espaço, não necessariamente correspondem à opinião da entidade.

Fonte: cbic.org.br

Unilever lança lavanderia da marca Omo e espera chegar a 500 prédios em um ano

A Unilever, dona da marca Omo, lançou terça-feira, 25, um novo modelo de negócios para aproveitar o crescimento dos serviços compartilhados nos condomínios residenciais. O projeto consiste na implantação de lavanderias com a marca do sabão em pó, ofertando o serviço de lavagem e secagem de roupa do tipo “pay per use” numa área comum aos moradores dos prédios.

A Unilever tem quatro lavanderias já em operação neste modelo e outras 20 em fase de instalação nos condomínios, todas na cidade de São Paulo. “Esperamos chegar a 500 prédios em um ano e vemos potencial de superar 8 mil em todo o País daqui dez anos”, afirmou o vice-presidente de Marketing da Unilever Brasil, Eduardo Campanella.

Na visão da companhia, há espaço para crescer na prestação de serviços compartilhados, um segmento que se consolidou no mercado imobiliário ao longo dos últimos anos, com a diminuição da área dos apartamentos e a migração de determinados itens para as áreas comuns dos condomínios, como são os casos de lavanderias, home offices, espaço para cuidado de animais, entre outros.

“Cerca de 70% dos imóveis lançados nos últimos dois anos são compostos por apartamentos de até dois quartos e cerca de 50 metros quadrados. Isso quer dizer que não há espaço sobrando para a lavanderia dentro dos apartamentos. O hábito de lavar roupa está mudando”, avaliou Campanella.

Já o usuário vai lavar suas roupas praticamente do mesmo jeito como utiliza bicicletas compartilhadas nas ruas: baixa um aplicativo da marca, cria uma conta pessoal, ativa o uso da lavadora e faz o pagamento via cartão de crédito. O ciclo de lavagem e secagem custará R$ 10 e dará conta de aproximadamente 12 quilos de roupa. Na programação da máquina, há botão para identificar roupas pouco sujas e muito sujas, básicas e delicadas, com ou sem aplicação de amaciante. “É um modelo que atende desde condomínios mais simples, dentro do Minha Casa Minha Vida, até imóveis de luxo”, diz Campanella.

As lavanderias compartilhadas da Omo estão sendo lançadas na sequência de um projeto anterior batizado de Omo Express, um negócio online que oferecia pacotes a preços de até R$ 460 para lavar roupa das famílias. A iniciativa não decolou, mas serviu para estudar novos perfis de consumidores.

“As lavanderias compartilhadas com a marca Omo fazem parte da estratégia da Unilever de se preparar para o futuro. Não se trata apenas de vender sabão em pó. Se ficarmos só nisso, dificilmente vamos manter a liderança do mercado”, salientou o vice-presidente. Atualmente a Omo detém dois terços do mercado de sabão em pó no Brasil.

A iniciativa foi anunciado durante o fórum de inovação realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). Agora a Unilever pretende fechar parcerias com as empresas de construção para implementarem as lavanderias da marca própria nos novos projetos residenciais. Em paralelo, a companhia também busca entrar nos condomínios que já estão em operação.

Fonte: istoe.com.br

Sustentabilidade no ambiente de obras: É possível aplicar?

Dados do Ministério do Meio Ambiente revelam que a indústria de construção civil é um dos segmentos que mais geram resíduos no meio urbano e também é o que mais consome recursos naturais, ou seja, o setor é um dos maiores implicadores na geração de impactos ambientais em nosso país. Com este contexto, se faz mais do que necessária a adoção de uma visão sustentável no processo de realização de uma obra, seja ela, uma reforma ou construção de grande, médio ou pequeno porte.

Para alcançar esse viés sustentável, é preciso que várias mudanças sejam aplicadas, desde a realização de um planejamento bem definido e que não gere retrabalho e desperdício de matéria-prima, até a escolha de fornecedores e empresas que compartilhem de uma conduta correta frente à natureza.

Empregar práticas ambientalmente corretas ainda é um grande desafio para a área de construção civil, mas no fim, os obstáculos se mostram bem menores do que os benefícios trazidos pela adequação de métodos sustentáveis no ambiente de obras. Para ser considerada sustentável, uma obra deve ser baseada na utilização inteligente de seus recursos e no uso de bons materiais, que podem ser reaproveitados e tenham certificação ambiental. Outra característica que é levada em consideração é a opção por técnicas construtivas que sigam princípios concretos de valorização de seus colaboradores e o desenvolvimento da comunidade ao redor.

A aplicação da sustentabilidade no âmbito da construção civil pode proporcionar ganhos tanto para o empreendimento quanto para o meio ambiente. Um projeto de iniciativa sustentável pode agregar maior qualidade ao trabalho oferecido; trazer segurança aos colaboradores; colaborar para que o impacto ambiental seja o menor possível ao longo de uma obra; possibilitar a diminuição de custos financeiros; promover o melhor aproveitamento dos recursos naturais e energéticos; além de permitir a redução e gerenciamento adequado de resíduos.

Um grande exemplo atual de empresa sustentável em Minas Gerais e que contribui para a realização de obras com interesse não só na qualidade, mas também na preservação ambiental é a Ecogranito. De acordo com o diretor comercial da organização, – que é especializada na criação de revestimentos inteligentes—, Renato Las Casas, o produto Ecogranito é uma opção bastante inovadora, versátil e está totalmente comprometido com o meio ambiente. “Nosso revestimento é gerado por meio do aproveitamento de resíduos de granito e mármore, originados da exploração de jazidas. Sem fazer o uso da técnica de corte de rochas, o uso dos resíduos diminui os impactos ambientais e gera sustentabilidade”, ressalta.

Segundo Renato Las Casas, o revestimento, que possui aparência muito semelhante às rochas ornamentais do granito, foi criado a partir de uma tecnologia japonesa, que já foi testada e adaptada ao Brasil. “Além de oferecer um bom custo-benefício, o Ecogranito se destaca também pela praticidade e versatilidade de sua aplicação. Diferente da instalação de pedras e rochas, o revestimento possui grande flexibilidade, leveza e aderência em diversas superfícies, formatos e tamanhos”, conclui.

Nos dias atuais, assim como o Ecogranito, existem diversas outras tecnologias, produtos e empresas voltadas para a concepção e aplicação de soluções mais sustentáveis na área de construção civil. Então, quem planeja construir sem causar danos a natureza, deve, antes de tudo, fazer uma boa pesquisa com a certeza de que simples ações podem acarretar grandes mudanças.

Fonte: www.segs.com.br

Primeira ‘cidade inteligente’, Toronto será cobaia para o futuro


Projeto da Sidewalk Labs promete mudar parte da metrópole canadense, e a reação dos moradores mostra discussões essenciais para pensarmos o futuro do urbanismo


Obras da Sidewalk Labs em Toronto Foto: Andrew Francis Wallace / Toronto Star via Getty Images

Tentamos construir as tais “cidades inteligentes” há quase 20 anos, mas só nos últimos meses engenheiros implementaram uma série de melhorias que usam sensores interconectados para monitorar o tráfego, pedestres, clima, poluição, ocupação residencial e tratamento de esgoto. O objetivo é criar uma cidade mais eficiente, facilitando a vida de todos.

A Sidewalk Labs, uma subsidiária do Alphabet (a empresa que controla a Google), está prestes a levar a tecnologia cívica a um novo patamar em Toronto, onde faz testes da primeira cidade verdadeiramente inteligente numa área de 12 acres conhecida como Quayside, um espaço subutilizado às margens do Lago Ontário e que é geralmente considerado pouco atrativo e negligenciado.

Apesar dos problemas dos moradores de Toronto com Quayside, eles têm muitas restrições quanto a entregar o local ao experimento da Sidewalk Lab. O projeto envolveria carros  e transporte público autônomos; semáforos inteligentes que coletam informações sobre pedestres, ciclistas e veículos; robôs correio e coletores de lixo; elaboradas galerias de túneis subterrâneos para fazer com que entregas sejam mais eficientes; e prédios modulares que podem ser expandidos sob demanda conforme a população aumente. Sensores serão capazes de rastrear pessoas, temperaturas das construções, uso de água e eletricidade e muito mais.

2019 marcará a implementação da proposta final dessas tecnologias, mas os locais já estão demonstrando seu descontentamento sobre quanta monitoração será feita e como o projeto será custeado.

ARTIGO: Por que temos que falar de ética na tecnologia

Não é possível construir uma cidade inteligente sem a ajuda de instituições privadas. Isso significa que os dados das pessoas serão compartilhados com essas empresas para que elas possam aperfeiçoar seus serviços de entrega ou compartilhamento de veículos, mas para que elas também possam fazer anúncios melhores para seus moradores.

Seria bom que prestássemos atenção à reação dos canadenses ao anúncio desta nova empreitada. Diversos jornais publicaram artigos informativos sobre o projeto e coletaram depoimentos do público sobre a iniciativa, encorajando as pessoas a pensar sobre o que está por vir e dando tempo para que façam perguntas relevantes.

A cidade de Toronto Foto: NurPhoto / NurPhoto via Getty Images
A cidade de Toronto Foto: NurPhoto / NurPhoto via Getty Images

O Torontoist coletou as 35 perguntas mais recorrentes sobre essa nova tecnologia, e cabe ao Sidewalk Labs respondê-las, se desejar apoio do público. Elas incluem:

  • Quem é  o usuário realmente beneficiado pelo Sidewalk Labs? Quais empresas querem saber sobre como as pessoas interagem em espaços físicos? Construtoras? Cidades?
  • Como a Sidewalk Labs será cobrada caso ela não cumpra seus objetivos?
  • Quem vai controlar/possuir/acessar os dados capturados pelos sensores usados nesse projeto?
  • Como esse projeto transformará a alfabetização digital, incluindo informações sobre dados e seus usos, como algoritmos e “machine learning”? Mais especificamente, como comunidades historicamente marginalizadas que podem não ter experiência ou contato com as implicações desse projeto participarão dos diálogos públicos sobre ele?
  • A maneira como os dados serão processados pelos algoritmos será aberta?
  • Quem pagará se essa tecnologia experimental não funcionar? Se o projeto for à falência, quem cobrirá os custos de pavimentação dessas ruas e do despejo dos LEDS e demais infraestrutura?
  • Quem será responsável para dar uma satisfação caso a infraestrutura do projeto seja hackeada?

Está claro que os moradores de Toronto estão de olho nesse projeto e que ele só será bem sucedido com o apoio deles. É uma demonstração importante da necessidade do engajamento público com novas tecnologias que nós poderíamos tentar emular.

Fonte: epoca.globo.com

Jessica Baron

Tradução de Daniel Salgado

No alto padrão, o tamanho já não é mais documento


Movimento muda a concepção de projetos ao reduzir metragens, mas oferece em troca conjuntos com grife

Os números de 2018 apontam aumento do peso dos imóveis de alto e médio padrão nos lançamentos em São Paulo. No ano, apartamentos com valor superior a R$ 1,5 milhão registraram o maior crescimento porcentual, com 2.134 unidades lançadas – variação de 142% em relação às 882 unidades de 2017. É nesta faixa de preços que também houve a maior variação (123%) nas vendas, comparando-se as 1.626 unidades comercializadas em 2018 com as 729 negociadas no ano anterior, de acordo com dados do Sindicato da Habitação (Secovi). 

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Design e muitas facilidades marcam projetos como o Cyrela Ibirapuera by Yoo. Foto: Perspectiva/Cyrela

E os sinais emitidos pelo mercado indicam que neste ano o segmento poderá ganhar participação maior. No primeiro trimestre, os lançamentos somaram 3.020 unidades de médio e alto padrão, aumento de 89% comparado às 1.599 unidades lançadas em igual período de 2018. Para Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP, o desempenho do mercado de alto e médio padrão indica que as empresas estão buscando alternativas para suprir a demanda não atendida durante a crise.

Na busca pelo cliente, para as empresas, tamanho não é mais documento. Se antes, alto padrão era sinônimo de apartamento de 4 dormitórios e com grandes áreas, hoje não é bem assim. A proposta de incorporadoras foi reduzir, em muitos projetos, as metragens desse tipo de imóvel em troca de uma série de atrativos. 

Um dos destaques entre os 11 lançamentos feitos na Região Metropolitana no ano passado pela Cyrela, empresa com tradição nessa faixa do mercado, foi o Thera Ibirapuera by Yoo – alto padrão com VGV de R$ 415,7 milhões, cujo projeto é do famoso estúdio inglês do designer Phillipe Starck. São três torres com características e áreas comuns diferentes. Uma com estúdios de 27 m² a 35 m² , outra com unidades de dois e três quartos e metragens de 60 m², 65 m² e 77 m². O terceiro prédio, o The Residences, é mais exclusivo e tem apartamentos com 161 m² e 244 m². com duas, três ou quatro suítes. 

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O Pinifarina tem unidades de 50m2 que custavam R$ 25 mil/m2. Foto: Perspectiva/Cyrela

Foram comercializados, em média, por R$ 750 mil, os residenciais pequenos, e até R$ 2,8 milhões para os mais amplos, segundo imobiliária Lopes. 

Ainda na linha de unidades tamanho P com preços G ou GG, o diretor de Incorporação da Cyrela, Piero Sevilla, ressalta o Cyrela by Pinifarina, projeto do conceituado escritório italiano de design, situado na Vila Olímpia. “Tem apartamentos de 50 m², mas o consideramos de alto padrão por ter preço do m² acima de R$ 25 mil.” Sevilla diz que a empresa também possui apartamentos com os mesmos 50 m² que custam R$ 12 mil/ 15 mil o m². “Já seriam alto padrão, mas sem aquela exclusividade e acabamento do altíssimo padrão.” 

Nesta edição do Top Imobiliário, a empresa ficou em 5º lugar no ranking das Incorporadoras. e também no das Construtoras. O VGV total lançado pela Cyrela na região Metropolitana em 2018 superou R$ 1 bilhão como incorporadora e R$ 1,46 bilhão como construtora, segundo dados da Embraesp.


Mirela Parpinelle, diretora da imobiliária Lopes

Mirela Parpinelle, diretora da imobiliária Lopes, afirma que o cliente também mudou. “Houve uma readequação na renda dele”, diz. “Se antes ele comprava um apartamento de 200 m², hoje, com uma planta inteligente, toda aberta, que corresponde ao novo modo de vida dele, ele vive num 160 m². ”

Ela conta que a redução do número de vagas de garagem já sofre menos resistência. “Estamos vendo mudanças gradativas, as pessoas se adaptando à nova realidade do mercado.” 

Mas Mirela alerta que não basta entregar um conjunto todo equipado e decorado. “Tem de entregar com grife, com diferencial. “Projetos que têm design diferente é o que dá uma velocidade de vendas boa.” Há outros benefícios, ela ressalta, que o comprador do alto padrão também considera, como proximidade do metrô, verde e regiões com oferta de serviços.

Fonte: economia.estadao.com.br

Cláudio Marques, Especial para O Estado

Construtoras tentam atrair compradores com apartamentos ‘customizáveis’

Apartamento pode ter cômodo estendido para personalizar de acordo com o perfil dos moradores  — Foto: Bild/Divulgação

Apartamento pode ter cômodo estendido para personalizar de acordo com o perfil dos moradores — Foto: Bild/Divulgação

Moradores podem remanejar a divisão de cômodos, transformar ambientes, deixar a sala mais estendida, aumentar ou reduzir o número de dormitórios.

Comprar um apartamento não é motivo mais de padronização. Para se adaptar cada vez mais ao perfil e estilo de vida dos moradores, as plantas flexíveis têm se tornado um fator atrativo na hora de fechar negócio.

Nos últimos anos, o mercado imobiliário precisou se adequar à essa nova demanda. Para atender esse novo perfil de consumidor, construtoras optam por oferecer vários tipos de plantas para dar maior liberdade, as paredes podem ser remanejadas, as alterações podem ser feitas sem causar nenhum problema na estrutura do prédio.

A própria construtora já oferece as opções de plantas e entrega para o cliente sem custo adicional. Em um mesmo prédio, esse modelo de construção permite que o cliente personalize o seu apartamento para que se torne um lar com o seu perfil.

Segundo o gerente comercial de uma construtora em Bauru, Felipe Lopez, eles têm cinco empreendimentos com opções de plantas flexíveis. “Atualmente, temos cinco empreendimentos com esse tipo de perfil, oferecemos até 80 opções de plantas. Hoje quanto mais opções de planta, mais fácil de vender um imóvel”, explica.

O sucesso desse tipo de nicho adotado pelas construtoras se confirmam em números. O gerente comercial disse que eles levam vantagens em relação ao imóvel padrão.

“Os imóveis com opções de plantas flexíveis, antes da entrega dos apartamentos, já temos no mínimo 85% dos apartamentos vendidos. Quanto maior a flexibilidade de planta, mas fácil de vender”, comemora.

Com as plantas, os moradores podem remanejar a divisão de cômodos, transformar ambientes, deixar a sala mais estendida, aumentar ou reduzir o número de dormitórios. A construtora possui cinco imóveis disponíveis nesse perfil, os apartamentos são vendidos a partir de R$ 241 mil.

Morador tem opção de criar novos espaços; construtora oferece 80 opções de plantas  — Foto: Bild/Divulgação

Morador tem opção de criar novos espaços; construtora oferece 80 opções de plantas — Foto: Bild/Divulgação

Ter um espaço exclusivo

Ter cômodos reversíveis significa que poderá ter um espaço mais exclusivo, que atenda às necessidades do estilo de vida do morador.

  • Múltiplas possibilidades

É possível deixar o quarto maior, transformar uma sala em espaço gourmet, deixar a sala dois ambientes. O morador determina quais espaços terão dentro do apartamento, remodelando a disposição e o número de cômodos do espaço interno.

  • Valorização do imóvel

Se a intenção é buscar um imóvel para investimento, a planta flexível é uma das melhores opções. Pois é um dos tipos de imóveis que mais tem se valorizado no mercado imobiliário.

Fonte: g1.globo.com

35 fatos sobre a Engenharia Civil

Se você está interessado na carreira de Engenharia Civil, você pode não saber que a ciência é tão antiga quanto as montanhas, ainda tão jovem quanto o século XVIII. Além disso, existem pelo menos 10 subdisciplinas inseridas nesta área que variam de construções de edifícios a paredões no mar, montanhas-russas e tobogãs. Se você já ficou maravilhado com a Hoover Dam ou com o Empire State Building, então você testemunhou a tecnologia, o design e a ciência da Engenharia Civil. Esta lista fornece 35 fatos fundamentais sobre a carreira, sua diversidade e as maravilhas da Engenharia.

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Sobre a Engenharia Civil

  • Até os tempos modernos, não havia distinção clara entre a Engenharia Civil e Arquitetura, e os termos “engenheiro” e “arquiteto”, muitas vezes, referiam-se à mesma pessoa até o século XVIII.
  • No século XVIII, o termo “Engenharia Civil” entrou em uso para descrever o trabalho de engenharia que foi realizado por civis para fins não-militares.
  • O primeiro engenheiro civil auto-proclamado era John Smeaton que, construiu o farol de Eddystone.
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  • Os engenheiros civis trabalham frequentemente em projetos complexos que envolvem muitos fatores técnicos, econômicos, sociais e ambientais.
  • Engenharia Civil tem lugar em todos os níveis: do setor público municipal aos governos nacionais, e no setor privado de proprietários individuais até empresas internacionais.
  • Os engenheiros civis também ajudam a preservar o meio ambiente, auxiliando na limpeza da poluição já existente e planejando maneiras para reduzir a poluição futura do ar, terra e água.
  • A primeira faculdade particular para ensinar Engenharia Civil nos Estados Unidos foi a University Norwich, Vermont, fundada em 1819 pelo Capitão Alden Partridge.
  • O primeiro diploma em Engenharia Civil nos Estados Unidos foi premiado pelo Instituto Politécnico Rensselaer, em 1835.
  • O primeiro diploma em Engenharia Civil de uma mulher foi concedido pela Universidade de Cornell para Nora Stanton Blatch em 1905.
  • O “Institute of Civil Engeneering” (ICE) foi fundado em um café em Londres em 1818 por oito jovens engenheiros civis, o mais jovem tinha 19 anos.
  • A “American Society of Civil Engineers” (ASCE – Sociedade Americana de Engenheiros Civis) foi fundada em 1852. É a mais antiga Sociedade de Engenharia Civil dos Estados Unidos.
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  • Todos os 50 estados dos EUA e o Distrito de Columbia exigem licenciamento para engenheiros que oferecem seus serviços diretamente ao público.
  • De acordo com uma pesquisa de 2009, realizada nos EUA, as pessoas com um grau de bacharel em Engenharia Civil ganhavam, em média, 52.048 dólares por ano, ou seja, aproximadamente 189 mil reais.

Subdisplinas de Engenharia Civil

  • Engenharia costeira está preocupada com a gestão das zonas costeiras. O termo “defesa costeira” é o mais tradicional, mas a “gestão costeira” se tornou mais popular com a expansão da área para incluir técnicas que permitem a erosão para reivindicar terras.
  • Engenharia de Construção envolve planejamento e execução dos projetos de transporte, desenvolvimento local, hidráulica, ambiental, estruturas e geotecnia.
  • Engenharia de Terremoto é dedicada a reduzir o risco de terremoto avançando a prática desta ciência.
  • Engenharia Ambiental pode envolver a redução da poluição, engenharia verde, ecologia industrial, protegendo, assim, o meio ambiente e a saúde humana.
  • Engenharia Geotécnica é uma área de Engenharia Civil preocupada com a rocha e solo, que apoia projetos de engenharia civil.
  • Engenharia de Materiais e ciências lidam com materiais como concreto, asfalto, misturar concreto, metais, bem como tintas e acabamentos.
  • Engenharia Urbana envolve a especificação, concepção, construção e manutenção de ruas, calçadas, redes de abastecimento de água, esgotos, iluminação pública, gestão de resíduos sólidos urbanos e eliminação, depósitos para vários materiais a granel usados ​​para manutenção e obras públicas, parques públicos e ciclovias.
  • Engenharia Estrutural está preocupado com a concepção de estruturas seguras e úteis para seus usuários.
  • Engenharia de Transportes lida com a movimentação de pessoas e bens de forma eficiente, segura e de um modo conducente a uma comunidade vibrante.
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  • Engenharia de Recursos Hídricos é uma disciplina que combina hidrologia, ciência ambiental, meteorologia, geologia, conservação e gestão de recursos.

Feitos da Engenharia Civil

  • A rua mais longa do mundo é Yonge Street de Toronto, listada com 1.178 milhas (1.896 km) de comprimento – aproximadamente a distância de San Diego, na Califórnia, para Seattle, Washington.
  • Um engenheiro civil criou a parte escorregadia do toboágua. Sem o fluxo correto de água, não há passeio.
  • O “Chanel Tunnel” é uma das maiores obras de engenharia civil do século XX, tem uma capacidade de receber 600 comboios por dia em cada sentido sob o Canal Inglês.
  • A Akashi-Kaikyo Bridge, também conhecida como a ponte da pérola, tem o maior vão central de qualquer ponte pênsil. O vão central é um escalonamento de 1.991 metros.
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  • Demorou um século para superar águas profundas, ventos fortes, e grande chance de terremotos para construir a ponte Rion-Antirion. Concluído em 2004, abrange o Golfo de Corinto e ganhou um prêmio “Achievement Engenharia Civil Outstanding”.
  • A Usina de Itaipu, localizada na fronteira Brasil-Paraguai, é a segunda maior usina hidrelétrica que opera em termos de capacidade de geração anual.
  • A Golden Gate Bridge é uma das mais longas pontes suspensas do mundo e tornou-se um símbolo internacionalmente reconhecido de San Francisco e Califórnia.
  • O Empire State Building foi construído em apenas 18 meses durante a Grande Depressão, e foi um dos primeiros a empregar a então nova técnica de construção da via rápida. Após a destruição do World Trade Center em 2001, o Empire State Building voltou a ser o edifício mais alto de Nova York.
  • A Hoover Dam, de 726.4 pés de altura, é uma das mais altas barragens de concreto já construído e criou um dos maiores lagos artificiais nos EUA.
  • O Burj Al Arab é um luxuoso hotel de 5 estrelas, localizado em Dubai, Emirados Árabes Unidos. Com 321 m (1.053 pés), é o quarto hotel mais alto do mundo. A forma da estrutura foi concebida para mimetizar a vela de um barco.
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  • A “Netherlands North Sea Protection Works” (Construções de proteção marítima da Holanda) é uma maravilha da engenharia costeira criada para proteger uma grande área de terra em torno do delta Rhine-Meuse-Scheldt do mar.
  • A montanha-russa “Millenium Force” em Sandusky, Ohio, é mais alta (310 pés) e mais rápida (92 mph) montanha-russa do mundo, e é apoiada por 226 rodapés usando 9.400 jardas de concreto. Levou 175 caminhões de aço para criar o quadro.

Fonte: civilizacaoengenheira.wordpress.com

Rio de Janeiro tem o metro quadrado mais caro do Brasil

Por Felipe Lucena

Segundo o índice FipeZap, que monitora os valores praticados em 50 cidades do Brasil, o Rio de Janeiro, mesmo com queda de 0,22% em maio deste ano, tem o metro quadrado mais caro do país. No geral, esta metragem custa R$ 9,455 aqui na Cidade Maravilhosa. Contudo, no bairro que tem o custo mais elevado, o Leblon, o valor alcança R$ 20 mil.

Todavia, não é incomum vender um imóvel no Leblon a 30 ou até 40 mil reais o metro quadrado, por exemplo. De acordo com a Sergio Castro Imóveis, o mercado imobiliário na orla do Rio é bastante agressivo.

Atrás do Leblon, os bairros com o metro quadrado mais caro são: Ipanema, Lagoa, Gávea e Jardim Botânico.

“Indiscutivelmente, o Rio de Janeiro continua com uma liderança muito importante para o mercado imobiliário, por ainda ter os imóveis, em geral, mais desejados. Isso decorre do fato que a parte mais importante e desejável da cidade é aquela imprensada entre as montanhas e o mar. E esse lugar onde todos querem morar ainda tem lagoas, morros, montanhas de todo tipo. Sempre vai ter procura no Rio”, afirma Claudio Castro, diretor da Sérgio Castro Imóveis.

Outro fato que torna a orla do Rio de Janeiro interessante no ponto de vista imobiliário é a grande quantidade de imóveis troféus, que são imóveis que as pessoas, por algum motivo, sentem a necessidade de ter.

No outro lado da lista, os mais baratos ficam na Zona Norte, Pavuna lidera, seguido de Cavalcante, Bangu, Coelho Neto.

“O Rio de Janeiro é, e acredito que sempre será, a cidade brasileira mais valorizada para se adquirir um imóvel residencial”, pontua Claudio Castro.

Na comparação nacional, em segundo lugar está São Paulo. Na Terra da Garoa, a média geral do metro quadrado fica em R$ R$ 8.914.

Fonte: diariodorio.com