Arquivo mensais:agosto 2019

Primeiro ‘arranha-céu’ de SP, com apenas 12 andares, faz 95 anos

Edifício Sampaio Moreira foi inaugurado em 1924 na Rua Líbero Badaró e era considerado o mais alto da metrópole até 1929, quando o edifício Martinelli foi entregue.


Edifício Sampaio Moreira, atual sede da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo — Foto: Eduardo Ogata/SECOM

Edifício Sampaio Moreira, atual sede da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo — Foto: Eduardo Ogata/SECOM

O arranha-céu mais antigo de São Paulo, o Edifício Sampaio Moreira, completa 95 anos em 2019 com história e conceitos quebrados no plano urbano da cidade. Projetado pelo engenheiro Samuel das Neves e pelo arquiteto Christiano Stockler, pai e filho respectivamente, o prédio foi o mais alto da cidade rompendo a vista horizontal de São Paulo entre os anos 1924 e 1929, quando o Edifício Martinelli foi inaugurado.

Seu tamanho, apesar de pequeno nos dias de hoje, era significativo na década de 1920: 12 andares e 50 metros de altura. Com esses números, foi considerado um edifício de grande porte, tendo em vista que os prédios da época contavam com uma média de 4 pavimentos.

 
Skyline de São Paulo a partir de 1924, quando o Edifício Sampaio Moreira, ao centro, foi inaugurado — Foto: Reprodução/Cartão Postal

Skyline de São Paulo a partir de 1924, quando o Edifício Sampaio Moreira, ao centro, foi inaugurado — Foto: Reprodução/Cartão Postal

A professora de história de arquitetura e urbanismo do Centro Universitário Belas Artes, Aline Nasralla, comentou sobre a importância do Sampaio Moreira para a mudança urbana de São Paulo:

“O Sampaio Moreira com certeza marcou a história de São Paulo, no sentido de verticalização, por ter sido o primeiro edifício alto. O projeto dele começa em 1920 e é inaugurado em 1924. É difícil imaginar isso, mas na época em que ele foi construído ele era o único edifício alto da cidade. Ele só vai perder esse título com a construção do Martinelli, que acontece em 1929, então ele tem essa importância no sentido de ser o primeiro arranha-céu da cidade”.

 
No primeiro plano é possível ver o Martinelli, a prefeitura, o Automóvel Clube, o Sampaio Moreira e o Clube Comercial. — Foto: Reprodução/Jornal A Gazeta

No primeiro plano é possível ver o Martinelli, a prefeitura, o Automóvel Clube, o Sampaio Moreira e o Clube Comercial. — Foto: Reprodução/Jornal A Gazeta

O empreendimento foi construído pelo português José Sampaio Moreira com a finalidade de ser um edifício comercial. Desde sua inauguração, com suas 180 salas, o edifício abriga em seu pavimento térreo a Mercearia Godinho, tradicional estabelecimento comercial de São Paulo, fundado em 1890.

A planta do edifício, por sua vez, merece destaque por ser semelhante ao que era projetado nos Estados Unidos na época. Vale dizer que, o arquiteto do edifício, Christiano Stockler das Neves, fora para a Pensilvânia estudar arquitetura e trouxe um pouco disso para o Brasil, como destaca a professora de história da arquitetura da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, da Universidade de São Paulo, Maria Lucia Bressan Pinheiro:

“Quando você vê a planta do Sampaio Moreira, são só salas comerciais e uma bateria de poucos banheiros. Projetavam-se poucos banheiros naquela época se compararmos aos padrões atuais. Eles eram coletivos, sendo usados por todos que alugassem as salas daquele andar. É uma planta muito curiosa, diferente do que estamos acostumados hoje. Se você comparar o Sampaio Moreira com os edifícios de Chicago, na mesma época, eles eram mais ou menos do mesmo jeito A planta dele era bem fora do usual”.

A arquitetura do edifício também merece destaque. Planejado no estilo eclético, o Sampaio Moreira exemplifica a habilidade de Christiano Stockler das Neves em trabalhar com os estilos em voga na época.

“Acho que a linguagem eclética também merece destaque. Ele tem uma qualidade muito grande nesse ecletismo, ele é muito ornamentado e o arquiteto que trabalha com o eclético precisa dominar bem todos os estilos. Imagina misturar coisas de períodos muito diferentes e, se você não tem essa habilidade, vira um Frankenstein e o Christiano teve esse mérito”, diz a professora Aline.

 
Edifício Sampaio Moreira inaugurado em 1924 — Foto: Reprodução

Edifício Sampaio Moreira inaugurado em 1924 — Foto: Reprodução

O edifício que é tombado pelo Conpresp (Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo), passou por uma grande reforma estrutural em 1990.

A entrada, com seu painel de localização em madeira maciça e letras douradas, as escadarias de mármore de Carrara e alguns detalhes como as esquadrias das janelas, de pinho-de-riga, foram preservados.

Os elevadores suecos Brothers tiveram os motores revisados e mantiveram o design: pórticos de mármore, paredes vermelhas, porta de ferro vazado, espelhos trabalhados, manivela (hoje aposentada) e adornos dourados.

 
Tradicional painel de madeira do edifício Sampaio Moreira — Foto: Eduardo Ogata/SECOM

Tradicional painel de madeira do edifício Sampaio Moreira — Foto: Eduardo Ogata/SECOM

Em 2010, foi desapropriado para abrigar a Secretaria Municipal de Cultura. As obras de restauro, iniciadas em 2012, recuperaram suas características originais, adaptando-o às novas necessidades de acessibilidade e segurança (incluindo a construção de um bloco anexo nos fundos, com escada de emergência). Ele foi entregue reformado em setembro de 2018, quando passou a ser oficialmente a sede da Secretaria Municipal de Cultura da cidade de São Paulo.

Fonte: https://g1.globo.com

Por Abrahão de Oliveira, G1/SP — São Paulo

Volume acumulado de alvarás concedidos aumentou 58,7% em SP

De acordo com as últimas informações disponibilizadas pela Prefeitura do Município de São Paulo (PMSP), coletadas pela Fipe em parceria com a Abrainc – Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias, o número de alvarás concedidos em São Paulo (SP) para construção de empreendimentos verticais totalizou 822 projetos no acumulado dos últimos 12 meses (encerrados em junho de 2019), após atingir o teto da série histórica no período anterior (861 projetos no acumulado até maio de 2019).

Com base nesses dados, o Indicador Antecedente do Mercado Imobiliário – que acompanha a variação no volume acumulado de alvarás concedidos nos últimos 12 meses – encerrou junho com alta de 58,7% na capital paulista.

 

Em termos de distribuição espacial, a maior parte dos alvarás de empreendimentos concedidos para projetos de empreendimentos verticais nos últimos 12 meses envolveu o prospecto de atividade construtiva da Zona Leste do município (região que concentrou 44,4% do volume de alvarás concedidos no período), seguida pela Zona Norte (18,1%), Zona Sul (17,8%), Zona Oeste (16,4%) e Centro (3,3%). Com respeito ao comportamento evolutivo, a análise segmentada do Indicador Antecedente do Mercado Imobiliário para as diferentes regiões da capital paulista destaca o crescimento do interesse em projetos verticais na Zona Oeste, que registrou avanço de 121,3% no volume de alvarás concedidos nos últimos 12 meses em relação ao período precedente – resultado similar ao observado na Zona Sul (+121,2%). Vale notar, finalmente, que o resultado positivo foi compartilhado pelas demais regiões, incluindo: Zona Norte (+73,3%), Centro (+50,0%) e Zona Leste (+27,2%).

Fonte: https://www.ultimoinstante.com.br

Projeto de investimento coletivo em imóvel paga lucro de 18,7% ao ano

Urbe.me: Edifício Libres, em Porto Alegre, pagou R$ 1,1 mi a 140 investidores (Acervo/Divulgação)

Investimento em empreendimento de Porto Alegre feito por meio de plataforma de crowdfunding é primeiro do gênero a ser concluído no Brasil

São Paulo – A plataforma de investimentos coletivos em imóveis Urbe.me anunciou o encerramento e pagamento dos lucros da primeira rodada completa do chamado crowdfunding imobiliário no Brasil. Ela foi para um condomínio lançado em 2016 em Porto Alegre e concluído em julho deste ano, e quem investiu teve lucros equivalentes a 18,7% ao ano.

O crowdfunding imobiliário é uma modalidade nova de investimentos no país por meio da qual pessoas físicas podem comprar títulos de empreendimentos imobiliários em construção. Os valores partem de tíquetes baixos, geralmente em cotas de 1.000 reais a 5.000 reais. Quando o projeto é concluído e tem os apartamentos vendidos e entregues, os investidores recebem a sua parte do lucro proporcional à fatia que compraram.

No caso da Urbe.me, 140 pessoas aportaram um total de 750 mil reais em julho de 2016, quando foi aberta a rodada de captação para o projeto em questão, um conjunto residencial de 88 apartamentos construído no bairro de Menino Deus, em Porto Alegre. Isso significa um aporte médio de 5.357 reais por cada pessoa que participou da rodada.

Em julho de 2019, já com mais de 60 das unidades vendidas e com a obra praticamente completa, a construtora pagou de volta um total de 1,1 milhão de reais aos investidores, ou 7.857 reais pagos de volta a cada um deles. Além disso, os investidores receberam também adiantamentos trimestrais dos pagamentos ao longo do tempo que a obra durou. Há um desconto de 15% de imposto de renda sobre os rendimentos do crowdfunding imobiliário.

É a segunda vez que um projeto de investimento direto de pessoas físicas em empreendimentos dá retorno aos seus investidores. Em junho, foi finalizada a primeira rodada do país do chamado equity crowdfunding, uma modalidade parecida com a da Urbe.me, mas em que, em vez de empreendimentos imobiliários, os investidores aplicam em pequenas participações de startups.

Naquele caso, os investidores tiveram lucros de até 126% ao investirem em uma fintech, a Resale, posteriormente vendida ao banco BTG Pactual.

Os primeiros projetos do gênero são de 2015 – ano em que a Urbe.me lançou sua primeira rodada de captação – e, como levam tempo para maturar, só agora começam também a darem os primeiros resultados.

“Quando começamos a operar, em 2015, era um mercado que nem tinha regulamentação própria no Brasil e muito pouco conhecido”, disse o fundador da Urbe.me, Lucas Obino. “Hoje já temos mais de 40 rodadas de investimentos feitas, e várias delas começam a vencer nos próximos meses”.

Como investir no crowdfunding imobiliário

O investimento coletivo em imóveis permite que pequenos investidores aportem dinheiro diretamente em obras do setor. É como a pessoa que compra um apartamento na planta para revendê-lo quando estiver pronto, mas sem precisar comprar o apartamento inteiro, e, sim, um pedacinho dele.

O investimento deve ser feito por meio das plataformas especializadas que começaram a surgir, como a Urbe.me, Inco, Bloxs e Glebba. Construtoras parceiras fazem rodadas de captação nessas plataformas para seus projetos, que podem ser, por exemplo, a construção de um edifício residencial, conjuntos do Minha Casa, Minha Vida ou de prédios comerciais.

Para elas, é uma maneira complementar de levantar dinheiro para sua obra, o que geralmente deve ser feito por meio de empréstimos com bancos ou com capital próprio da empresa.

As rodadas de captação têm metas de valores a serem alcançados e ficam abertas por um período determinado. Quem quiser participar se cadastra no site e faz o aporte. Na prática, o investidor compra um pequeno pedaço da dívida daquele empreendimento, o que significa que está fazendo um empréstimo para a construtora, com o compromisso de ser pago de volta mais à frente.

Esses títulos têm prazo para vencer, geralmente de dois a quatro anos, vinculados ao prazo da construção, e o valor para comprar um deles têm girado de 1 mil reais a 5 mil reais. Se o empreendimento for bem, o investidor recebe a sua parte proporcional dos lucros, que vem do total de unidades do edifício erguido que a construtora consegue vender.

Se for não tão bem, com poucas unidades comercializadas, o investidor recebe um juro mínimo, acordado na hora da compra, pago pela construtora na data de vencimento do título das cotas. Na Urbe.me, por exemplo, esse juro é de 120% do CDI ao ano.

“Isso dá seguranças ao investidor, porque o investimento dele tem prazo para acabar e um retorno mínimo contratual”, diz Obino, da Urbe.me. É diferente de quem investe em startups pelo equity crowdfunding, em que a pessoa se torna uma pequena sócia do negócio e só consegue pegar de volta o dinheiro que colocou caso a startup seja vendida.

“Mas isso não significa que não há riscos [no crowdfunding imobiliário]. Há os riscos de mercado e o risco de inadimplência da construtora”, disse.

Quer dizer, a construtora pode ter problemas financeiros e não pagar seus credores, e as cotas do crowdfunding não têm garantias como o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que cobre calotes em caso de títulos de renda fixa.

Entre os riscos de mercado, há a possibilidade de o empreendimento emperrar ou de as obras atrasarem. Um outro projeto que levantou recursos por meio da Urbe-me, por exemplo, de um prédio de escritórios em Florianópolis, não conseguiu vender muitas das unidades, e os prazos dos títulos poderão ser renegociados e jogados para frente.

Fonte: https://exame.abril.com.br

Por Juliana Elias

Estoques baixos no setor imobiliário indicam retomada de preços em 2019

FOTO: DREAMSTIME

Ritmo de lançamentos nos grandes centros urbanos não está sendo suficiente para acompanhar demanda retraída; preços por m² de residências no Centro-Oeste e Sudeste podem aumentar

Em ritmo de recuperação, o mercado imobiliário brasileiro já começa a vislumbrar um movimento mais acelerado de vendas do que lançamentos nos próximos anos. O reaquecimento do setor, mais forte no Sudeste e Centro-Oeste, deve puxar um avanço nos preços.

“Quando olhamos para o desempenho do mercado desde o começo do ano até aqui, vemos com otimismo esse processo de retomada. A partir de agora, o preço dos imóveis também será um elemento importante, uma vez que os lançamentos não estão dando conta da demanda por vendas no setor”, argumentou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, destacando que o valor por m² dos imóveis em comparação ao mês de março de 2017 teve crescimento real de 8%.

De acordo com ele, o mercado imobiliário passa por um momento de regionalização, com destaque para os resultados obtidos nos últimos trimestres nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste. “A força que o agronegócio tem impulsionou o reaquecimento desse mercado nos estados do Centro-Oeste; e, consequentemente, São Paulo é um dos locais com destaque nesse cenário pela importância econômica”, afirmou. Martins lembrou que um dos setores que mais empregou no último levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foi a construção civil, com cerca de 18,7 mil postos criados.

Nesse sentido, de acordo com os números divulgados pela Cbic, no segundo trimestre de 2019 sobre o mesmo período do ano passado, o Sudeste registrou alta de 33,5% nas unidades vendidas; o Centro-Oeste, na mesma base de comparação, teve crescimento de 22%. Já o Nordeste apresentou retração de 17%. No âmbito nacional, houve aumento de 16% nas unidades vendidas dentro da análise interanual – chegando a 32,8 mil unidades.

Na perspectiva do vice-presidente da entidade, Celso Petrucci, o Nordeste apresentou resultados negativos em função do orçamento mais restrito do governo federal, que realiza o subsídio do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). “Vemos já alguns problemas na regularização para a contratação da faixa 1,5 [para famílias com renda de até R$ 2,6 mil] e faixa 2 [para famílias com orçamento de até R$ 4 mil] do programa. Em relação ao ano passado, o repasse deve ser 10% menor”, explicou Petrucci, lembrando que a entidade não alterou a perspectiva do mercado crescer entre 10% e 15% até o final de 2019. “Para o faixa 1, especificamente, esse problema fica mais sério, com a necessidade de R$ 3,2 bilhões em recurso para fechar o ano”, comentou ele.

Outro ponto destacado por ele diz respeito ao tempo médio de venda das unidades residenciais no território nacional. “O período de escoamento desses imóveis vem diminuindo cada vez mais e isso deverá se refletir no preço de forma geral no País”, complementou o dirigente. No primeiro trimestre de 2018, o tempo médio para a comercialização de uma unidade era de 14,3 meses. No segundo trimestre deste ano, houve redução dessa estimativa para 11,1 meses. As cidades que registraram as maiores quedas na oferta final de imóveis foram: Belém, Manaus, Campina Grande, região metropolitana de Belo Horizonte, região metropolitana de São Paulo, Joinville, Curitiba, Uberlândia e a região metropolitana de Goiânia.

Segundo o levantamento realizado pela entidade, a Região Sudeste concentra 40,5% estoques desse mercado; seguido pelo Nordeste (26,1%); Sul (18,3%); Centro-Oeste (10,6%); e Norte (4,5%).

Por fim, questionado sobre os efeitos do plano da Caixa Econômica Federal para criar uma linha de crédito imobiliário com juros prefixados, o dirigente afirmou que o mais importante é ofertar mais recursos e, onde houver maior competição, maiores são as chances dos preços caírem e mais agentes vão atuar. “É um mundo novo. Se tiver impacto no curto prazo, pode ser na venda de imóveis prontos”, afirmou Petrucci.

Fonte: https://www.dci.com.br

João Vicente Ribeiro • SÃO PAULO

Mercado imobiliário tem alta de 11,8% em lançamentos e de 16% em vendas, diz CBIC

O mercado imobiliário nacional apresentou aumento dos lançamentos e das vendas no segundo trimestre de 2019 em comparação com o mesmo período de 2018, com redução do estoque de imóveis residenciais novos, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 26, pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Os lançamentos de imóveis no País cresceram 11,8% e atingiram 30.607 unidades. Por sua vez, as vendas de imóveis subiram 16,0%, chegando a 32.813 unidades.

Com mais vendas do que lançamentos, o estoque (que considera imóveis na planta, em obras e recém-construídos) recuou 8,7%, atingindo 111.055 unidades. Com essa velocidade de vendas, seriam precisos 11,1 meses para escoar esse estoque. Um ano antes, eram necessários 13,1 meses.

O presidente da CBIC, José Carlos Martins, avaliou que as Regiões Sudeste e Centro-Oeste estão puxando o crescimento do mercado imobiliário no Brasil. No Sudeste, disse ele, a melhora se deve à economia mais pujante do que em outros Estados, especialmente em São Paulo. Já no Centro-Oeste, a economia local é movimentada pelo agronegócio. “O mercado imobiliário continua se recuperando”, afirmou.

Martins observou também que o preço dos imóveis, na média, apresentou uma alta real em torno de 8% acima da inflação desde o início de 2017, quando a pesquisa começou a ser feita. “O preço do metro já passa a ser importante”, frisou.

No acumulado do primeiro semestre de 2019 frente ao mesmo intervalo de 2018, os lançamentos subiram 15,4%, para 46.215 unidades, e as vendas aumentaram 12,1%, para 59.521 unidades.

Projeções

A CBIC reiterou a expectativa de um crescimento na ordem de 10% e 15% nos lançamentos e vendas de imóveis em 2019 frente a 2018, considerando os projetos financiados por meio de recursos originados na caderneta de poupança, e estabilidade nos negócios para projetos envolvendo recursos originados do FGTS, cujo orçamento caiu.

O presidente da CBIC avaliou que o mercado está em recuperação, ainda que algumas praças estejam mais aquecidas do que outras.

Nova linha de crédito

Em relação à nova linha de crédito imobiliário indexada ao IPCA, ele disse esperar que o impacto seja pequeno no curto prazo. “Deve ter um impacto imediato nas vendas, mas não uma significância tão grande”, afirmou.

Martins observou que os financiamentos da nova linha devem somar cerca de R$ 10 bilhões, o equivalente a cerca de 10% dos financiamentos já previstos no ano.

Fonte: https://economia.uol.com.br

Plataforma BIM: Como se adaptar à ferramenta que estimula o trabalho colaborativo

Estratégia do Governo Federal prevê que, em 10 anos, a metodologia já esteja disseminada nos projetos e obras públicas

A partir de janeiro de 2021, o uso da metodologia BIM deverá se tornar obrigatório em disciplinas dos cursos de graduação em Arquitetura e Engenharia. Além disso, a expectativa é a de que, em 10 anos, a ferramenta já esteja disseminada em projetos e na execução de obras públicas. Todos esses prazos e metas fazem parte da Estratégia BIM BR– Estratégia Nacional de Disseminação do BIM, elaborada em conjunto por diversos órgãos do Governo Federal no esforço de incentivar o investimento e a difusão da metodologia no Brasil.

Instituída pelo Decreto nº 9.377, de 17 de maio de 2018, a Estratégia BIM BR já possui uma série de medidas implementadas. Entre estas ações, estão: o lançamento da Plataforma BIM BR e da Biblioteca Nacional BIM em parceria com a ABDI; a criação do Grupo BIM de Governos Latino-americanos; o estabelecimento do Comitê Gestor BIM (CG-BIM); a implementação de uma agenda de trabalho com o Governo do Reino Unido; a publicação do mapa estratégico e de um Roadmap; além da divulgação da estratégia de exigência do BIM nas licitações governamentais.

Para Talita Tormin Saito, Subsecretária de Desenvolvimento Produtivo, de Rede e Industrial do Ministério do Planejamento, muito já foi feito, mas ainda há bastante trabalho a ser realizado. De acordo com ela, os esforços estão sendo direcionados para sensibilizar os tomadores de decisão quanto aos benefícios da adoção do BIM, entre eles os ganhos expressivos em “produtividade na construção civil; economicidade nas compras públicas e maior transparência nos processos; confiabilidade no planejamento (cronograma e custos); redução de aditivos contratuais; redução de desperdícios e da pegada de carbono; maior rigor técnico; possibilidade de customização e redução de prazos de entrega”.

Considerando que a implementação da ferramenta é uma questão de tempo, é natural que surjam algumas dúvidas: quais as possibilidades do BIM e no que a ferramenta impacta no dia a dia de trabalho do engenheiro?

O que é o BIM

Por definição, o Building Information Modelling (BIM), ou Modelagem da Informação da Construção, é o conjunto de tecnologias e processos integrados que permite a criação, a utilização e a atualização de modelos digitais de uma construção, de modo colaborativo, de forma a servir a todos os participantes do empreendimento, potencialmente durante todo o ciclo de vida da construção.

De acordo com Marcus Sterzi, mestre em Engenharia Civil, professor da área e sócio da consultoria LD Consulting, a ferramenta representa uma mudança de paradigma de desenvolvimento de projeto ainda mais significativa do que a transição do desenho no papel para o AutoCad. “Na mudança do papel pro AutoCad tivemos um auxílio da tecnologia da informação, de computadores e softwares, para poder desenhar a mesma coisa em papel, só que no computador. Neste momento, a mudança do BIM é muito maior porque ela muda conceitos, muda cultura, muda a forma com o que as pessoas trabalham”, defende.

vantagem do BIM é que, além de agilizar os processos, ele ainda estimula o trabalho colaborativo, já que permite a todos os profissionais envolvidos em um projeto ou obra que participem das etapas iniciais e agreguem valor em todo o desenvolvimento do trabalho. Um exemplo de como a tecnologia pode ser usada para instaurar práticas colaborativas é o modelo IPD (Integrated Project Delivery), que utiliza  princípios de Construção Enxuta (Lean Construction) e permite trocas entre equipes de projeto, construção, fornecedores e cliente, e utilização de modelos na plataforma BIM para auxiliar projetos e obras a terem melhores resultados de custo e prazo.

Além de incentivar o esforço em conjunto, o BIM ainda facilita muito o estudo de viabilidade de construções e empreendimentos. Entre os parâmetros que podem ser simulados na plataforma estão indicadores como custo, prazo, sistemas construtivos, logística, usos de uma edificação, fatores climáticos, entre outros. “Vários tipos de simulações podem ser feitos com o BIM, através de aplicativos, plug-ins e softwares que já estão disponíveis no mercado”, afirma Marcus, que destaca o recurso do VDC (Virtual Design Construction), uma simulação 3D que possibilita a construção virtual do projeto com informações mais confiáveis e consistentes.

BIM no dia a dia do engenheiro

Com as transformações impostas pelo BIM, muda também a rotina de trabalho dos profissionais envolvidos com o projeto, entre eles o engenheiro. “O engenheiro não deve esperar um problema ocorrer, ele tem que se antecipar aos problemas e saber usar a tecnologia ao seu favor”, orienta Marcus. Segundo ele, ao adotar o BIM, a primeira preocupação do engenheiro deve ser aprender a coordenar e gerenciar pessoas, a trabalhar com lotes de informações ou lotes de serviços menores e a realizar entregas mais rápidas.

Para cumprir esta tarefa, o engenheiro aconselha que os profissionais criem um método de trabalho e estudem alguns recursos da ferramenta, como o próprio VDC e o Clash Detection, um mecanismo que facilita a identificação de interferências nos projetos. Outra dica para a implementação do modelo é a utilização da Concurrent Engineering (Engenharia Simultânea), uma metodologia para o desenvolvimento de projeto integrado e simultâneo com a construção e com o uso da edificação. “Essa abordagem considera todos os elementos do ciclo de vida do produto, desde a concepção até o descarte, incluindo requisitos de qualidade, custo-meta, prazos e requisitos dos usuários de uma edificação”.

BIM no Brasil

Apesar das recentes iniciativas para difundir o uso do BIM nos projetos e construções no Brasil, Marcus Sterzi acredita que as instituições e profissionais brasileiros ainda estão utilizando os primórdios da ferramenta, como a modelagem de partes de uma obra e a aplicação de Clash Detection. “Poucas pessoas estão avançando para o nível de planejamento de obra, simulação e testes de qualidade ou simulação econômica de um empreendimento. Em geral, os profissionais ainda estão se familiarizando com essas ferramentas”, lamenta.

Para Marcus, entender o BIM como um todo é justamente a maior dificuldade da implementação do modelo. O engenheiro alerta, ainda, que não adianta implementar o BIM com uma visão tradicional de que o projeto vai ser resolvido todo no início. “É importante trazer informações das etapas de construção para desenvolvimento de um projeto, incluir os requisitos de qualidade da edificação, o custo-meta da edificação, os prazos e os requisitos dos clientes que vão usar a edificação, trabalhar de forma simultânea e levar esses requisitos para a construção de uma obra”, conclui, acrescentando, porém, que já estamos dando um significativo primeiro passo no caminho de obter grandes ganhos com a ferramenta.

 

Confira a entrevista que o Mapa da Obra fez com um dos maiores especialistas em BIM do Brasil:

https://www.youtube.com/watch?v=qiE9DaRtzE8

Fonte: https://www.mapadaobra.com.br

Compra online de imóvel está próxima, diz pesquisa

Plataformas de vendas vão absorver a Inteligência Artificial, tornando-se mais confiáveis e menos burocráticas

Comprar online já é realidade para uma série de produtos. Segundo a pesquisa “Comportamento do consumidor de imóveis em 2040”, realizada pelo Deloitte, a pedido da ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), adquirir um imóvel 100% pela internet está cada vez mais perto de se tornar realidade. O levantamento apurou que as plataformas de venda tendem a absorver a Inteligência Artificial em seus processos de automação, tornando-se mais confiáveis e menos burocráticas.

De acordo com a pesquisa, em 2040 mais de 50% dos consumidores poderão abrir mão do corretor e do consultor no processo de compra dos imóveis e 40% das compras de residência poderão ser realizadas integralmente pela internet. As projeções são de que os sites e plataformas digitais deverão oferecer ao consumidor possibilidade maior de informações, além de facilitar comparações entre as escolhas, como vídeos do imóvel, do condomínio e da região, bem como indicadores sociais, como o de violência, além de oferta de serviços, como hospitais e escolas próximos ao imóvel.

Para o economista-chefe da Deloitte, e coordenador do estudo, Giovanni Cordeiro, a sociedade está cada vez mais em busca de comodidades e facilidades para consumir. Para ele, o mercado imobiliário deve seguir essa tendência. “A perspectiva é de que, em 2040, em uma sociedade mais plural e dinâmica, o foco será a busca de comodidade e facilidade no dia a dia do consumidor. Para isso, serão necessárias soluções mais personalizáveis, customizáveis, flexíveis e adaptáveis. Tudo isso, sem esquecer a sensibilidade do consumidor aos preços”, afirma.

Junto com a tecnologia, ética será cada vez mais valorizada no mercado imobiliário

A pesquisa também revela que a ética nos negócios será cada vez mais valorizada no mercado imobiliário. O motivo: análise de crédito, verificação de documentos e fechamento de contratos são alguns processos que devem passar do presencial para o digital nos próximos anos. Isso vai exigir plataformas virtuais que trabalhem com mais informações, e, consequentemente, forneçam mais segurança e credibilidade – tanto de quem compra quanto de quem vende.

O levantamento da Deloitte mostra o que o futuro comprador da era digital vai descartar na hora de fechar o negócio para adquirir um imóvel:

1. Burocracia para obter o financiamento;

2. Falta de transparência no “processo de compra”, e

3. Imagem negativa da construtora/incorporadora.

Para chegar a essas projeções, a Deloitte compilou estudos nacionais e internacionais e também entrevistou 1.300 brasileiros, tanto das gerações mais velhas (baby boomers e geração X) como das mais jovens: Y e Z.

Na cidade de São Paulo-SP, para iniciar essa transição, o Secovi-SP promove a aproximação entre as empresas tradicionais do mercado imobiliário com as startups. “Mais do que nunca, é preciso transformar nossos negócios em imobiliárias digitais”, afirma Nelson Parisi Júnior, presidente da Rede Imobiliária Secovi. Na capital paulista, na área de locação, atualmente já é possível reduzir de quatro para um dia o processo que vai da demonstração do imóvel ao fechamento do negócio. A meta, agora, é diminuir o prazo para a compra e venda de unidades.

Confira detalhes da pesquisa, clique aqui.

Entrevistado
Reportagem com base nos dados divulgados pela pesquisa “Comportamento do consumidor de imóveis em 2040”, realizada 
pela Deloitte, a pedido da ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias)

Contatos
contato@e-mail.deloittecomunicacao.com.br
comunicacao@abrainc.org.br

 

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

Fonte: https://www.cimentoitambe.com.br

Marketing digital para o mercado imobiliário funciona?

A comunicação por meio de ferramentas do Marketing Digital é um meio que notoriamente representa um crescimento significativo no Brasil. De acordo com o estudo “Digital AdSpend 2018”, divulgado pela IAB Brasil, entidade que tem como missão desenvolver o mercado de mídia interativa no país, a publicidade digital avançou 25,4% em 2017, saltando de R$ 11,8 bi (2016) para R$ 14,8 bi.

Diante do panorama de que a previsão de crescimento do Marketing Digital é de 12% ao ano até 2021, o setor imobiliário que envolve construtoras, grandes imobiliárias, loteadoras e incorporadoras que precisam fixar suas marcas é um dos que apostam em novos nichos e novas maneiras de chegar até os seus leads. Ou seja, também estão investindo nesse novo formato para alcançar um mercado novo e mais lucrativo, o de anúncios.

Mas, para atingir o público que se deseja, é essencial contar com ferramentas tecnológicas para geração de leads que irão ajudar a direcionar da melhor forma sua campanha. O Facebook, por exemplo, é um canal que traz um tráfego alto para uma campanha de marketing digital. Já o Unbounce, plataforma que oferece a possibilidade de criar páginas específicas para conversão, também é outra solução que corrobora para o aumento de novos clientes.

Nos últimos 10 anos, o mercado de imóveis tem investido ainda mais na construção de sites e em mídias online pagas, por isso é cada vez mais comum vermos anúncios de novos empreendimentos em portais que têm bastante acesso. Porém, apenas 5% das construtoras faz esse trabalho de maneira eficaz contra 95% das que ainda não se sentem preparadas para o marketing digital, pelo simples fato desse trabalho envolver o acompanhamento de custo por clique, visitações e formulários de contato que geram leads.

Vale ressaltar que investir em recursos do marketing digital vale a pena por se ter um retorno rentável para a empresa, mas para encontrar e atrair novos clientes e vender mais imóveis com o auxílio do marketing digital, é imprescindível se aprofundar na área porque uma campanha de marketing para o segmento imobiliário pode ser o diferencial entre o sucesso ou do fracasso de um lançamento.

Por fim, se me vale dar uma dica para os empreendedores que pensam em apostar em ações nesse segmento, pesquise e compare o trabalho de diversas agências, só assim você vai entender os benefícios que cada uma pode proporcionar para estratégia que pretende implementar. Uma campanha bem segmentada pode ditar o sucesso de um novo empreendimento ou do lançamento do mesmo. Então, não deixe de ficar atento às tendências e buscar o projeto que melhor se encaixa no que você precisa.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Crédito, renda e emprego

A mudança no crédito imobiliário, anunciada anteontem (20) pela Caixa Econômica Federal, animou o mercado, que agora passou a enxergar uma possibilidade mais concreta de contabilizar um crescimento das vendas.

A Caixa lançou uma linha de crédito corrigida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O objetivo do governo é que a nova modalidade de financiamento reduza os juros da compra de imóveis. Os novos contratos poderão ter prazo de até 360 meses e o valor máximo a ser financiado é de 80%. 

Para o especialista em mercado imobiliário e CEO da Beiramar Imóveis, Pedro Fernandes, por exemplo, a mudança é positiva. “Devido à mudança, nós acreditamos que vai ocorrer uma aceleração na retomada do crescimento do mercado imobiliário e da construção civil no Brasil e a consequência disso será a geração de empregos no país”, explicou Pedro.

Ele ainda ressalta que a modalidade é uma nova opção para o cliente. Caso ele queira, ainda é possível optar pela modalidade antiga da Taxa Referencial (TR), que é a utilizada hoje em dia. “A nova modalidade faz com que a taxa de juros caia e isso impacta no preço da parcela. A parcela pode ter queda de 30% a 51% e isso gera um grande impacto porque pessoas de renda menor podem comprar e adquirir a casa própria”.

Sem dúvida, a nova modalidade de crédito da Caixa deve causar alguma reação no mercado imobiliário, que nos últimos anos segue a estagnação da economia brasileira. E, certamente, qualquer alta acabará sendo expressiva, dada a base baixa de comparação e a necessidade de retomada nos mais variados segmentos da atividade econômica, especialmente o da construção civil, um dos maiores geradores de empregos no País.

Mas, infelizmente, este é só um pedaço da história. As famílias brasileiras, em boa parte, estão endividadas ou com renda reduzida, em decorrência do desemprego que atinge aproximadamente 12 milhões de brasileiros, do achatamento dos salários e da redução da jornada de trabalho.

Fonte: https://www.dci.com.br

Internet das coisas: 8 itens que serão on-line na sua próxima casa

Parece ficção científica, mas as casas inteligentes já são realidade; veja como!

“Eu nunca penso sobre o futuro, ele chega cedo demais”. A frase dita pelo cientista Albert Einstein se aplica perfeitamente a sensação que temos ao conhecer os gadgets criados graças a chamada “Internet das Coisas” ou IoT – tecnologia que hoje é considerada o próximo passo na evolução da Internet e o único caminho possível para a criação de casas e até cidades inteligentes.

Em um futuro não muito distante, todos os nossos objetos serão tão funcionais e autossuficientes quanto os smartphones: identificar padrões, processar informações e executar tarefas sem nem ao menos exigir o clique de um botão serão tarefas básicas de tudo.

Como na casa sonhada pelos criadores de “Os Jetsons” a Internet das Coisas permite que uma família tenha, por exemplo, portas que se abrem quando o carro esta prestes a chegar em casa, maquinas de lavar roupas controladas pelo celular, espelhos touchscreen que mostram notícias e vídeos enquanto o usuário se arruma, ar condicionados que equilibram a temperatura da casa antes mesmo do dono chegar, cortinas que se abrem e se fecham de acordo com a luz do sol,  dentre muitas outros itens 100% conectadas.

Curiosos para saber o que é real e o que ainda está por vir, listamos 8 “coisas” pra lá de inteligentes que já estão a venda (nem sempre no Brasil) e muito provavelmente vão fazer parte da sua próxima casa:

1. Fechadura

Trancas como a Qrio, criada pela Sony e já vendida no Japão, dispensam o uso de chaves e permitem que você tranque e destranque portas através do celular, além de modos de tranca automáticos – parecidos com os já usados em alguns carros. Com a tecnologia também é possível autorizar amigos e familiares a destrancar a porta de qualquer lugar do mundo. 

2. Lâmpada

Hue, da Phillips, é um ótimo exemplo de lâmpadas inteligentes. Comandas por aplicativos de celular elas não só mudam de cor e intensidade, mas também podem ser programas para apagar e acender em horários pré-determinados ou até serem ligadas e desligadas a distância.

3. Ar-condicionado

Aparelhos de ar-condicionado que podem refrescar ou aquecer a casa antes mesmo de você chegar são famosos entre os fãs da Internet das Coisas. No Brasil, marcas como a Electrolux já colocaram suas versões no mercado. Nestes caso, por exemplo, é possível ligar o aparelho de qualquer cômodo da casa, além de criar programações personalizadas, definindo temperaturas, horários e dias da semana específicos para que o ar ligue e desligue sozinho.

4. Persiana

“Você já parou para pensar porquê ainda abre e fecha suas persianas com as mãos?”, é com essa pergunta que a  MySmartBlinds inicia o vídeo de apresentação de seu produto. As persianas inteligentes não só podem ser abertas e fechadas com o apertar de um botão, ou com um aplicativo de celular, elas também possuem uma fina placa solar, capaz de direcionar, automaticamente, a posição ideal da persiana de acordo com a intensidade da luz do sol.

5. Máquina de Lavar Roupa

Além de permitir que a você ative e ajuste o ciclo de lavagem pelo próprio smartphone, esta máquina de lavar roupa da Whirlpool, já a venda nos Estados Unidos, possui sensores que medem as quantidades de sabão e amaciante e, quando estão para acabar, envia um pedido de compra dos produtos para o Amazon.

6. Máquina de Café

 

Café em horários programados, acionamento a distância e notificações no celular quando a água ou o estoque de cápsulas está no fim. Já é assim que funcionam as máquinas de café que usam os conceitos de Internet das Coisas, entre elas a Nespresso Prodígio que já está a venda no Brasil. 

7. Espelho

Na versão mais básica, os espelhos inteligentes, além de refletirem, possuem no fundo telas parecidas com a de um celular ou de uma smart TV,  capazes de mostrar feeds de notícias, vídeos e outras informações. Versões mais desenvolvidas podem ainda ter funções especificas, como por exemplo, o Hi Mirror, que é capaz de avaliar a pele e dar dicas para cuidar melhor dela.

8. Assistente digital

Acionados por comando de voz, os assistentes digitais para casa funcionam praticamente da mesma forma de assistentes de celulares, como a “Siri” do Iphone, por exemplo. Nestes casos, porém, eles são capazes de auxiliar nas tarefas domésticas, como atualizar a lista de supermercado, tocar um determinada música, ligar e desligar outros aparelhos da casa, telefonar para um familiar e assim por diante. Entre as marcas que desenvolveram aparelhos deste tipo estão a Amazon, o Google e a Apple: nas novas versõs de Iphone, existe um aplicativo batizado de HomeKit 

Fonte: https://casavogue.globo.com