Arquivo diários:22 de agosto de 2019

Marketing digital para o mercado imobiliário funciona?

A comunicação por meio de ferramentas do Marketing Digital é um meio que notoriamente representa um crescimento significativo no Brasil. De acordo com o estudo “Digital AdSpend 2018”, divulgado pela IAB Brasil, entidade que tem como missão desenvolver o mercado de mídia interativa no país, a publicidade digital avançou 25,4% em 2017, saltando de R$ 11,8 bi (2016) para R$ 14,8 bi.

Diante do panorama de que a previsão de crescimento do Marketing Digital é de 12% ao ano até 2021, o setor imobiliário que envolve construtoras, grandes imobiliárias, loteadoras e incorporadoras que precisam fixar suas marcas é um dos que apostam em novos nichos e novas maneiras de chegar até os seus leads. Ou seja, também estão investindo nesse novo formato para alcançar um mercado novo e mais lucrativo, o de anúncios.

Mas, para atingir o público que se deseja, é essencial contar com ferramentas tecnológicas para geração de leads que irão ajudar a direcionar da melhor forma sua campanha. O Facebook, por exemplo, é um canal que traz um tráfego alto para uma campanha de marketing digital. Já o Unbounce, plataforma que oferece a possibilidade de criar páginas específicas para conversão, também é outra solução que corrobora para o aumento de novos clientes.

Nos últimos 10 anos, o mercado de imóveis tem investido ainda mais na construção de sites e em mídias online pagas, por isso é cada vez mais comum vermos anúncios de novos empreendimentos em portais que têm bastante acesso. Porém, apenas 5% das construtoras faz esse trabalho de maneira eficaz contra 95% das que ainda não se sentem preparadas para o marketing digital, pelo simples fato desse trabalho envolver o acompanhamento de custo por clique, visitações e formulários de contato que geram leads.

Vale ressaltar que investir em recursos do marketing digital vale a pena por se ter um retorno rentável para a empresa, mas para encontrar e atrair novos clientes e vender mais imóveis com o auxílio do marketing digital, é imprescindível se aprofundar na área porque uma campanha de marketing para o segmento imobiliário pode ser o diferencial entre o sucesso ou do fracasso de um lançamento.

Por fim, se me vale dar uma dica para os empreendedores que pensam em apostar em ações nesse segmento, pesquise e compare o trabalho de diversas agências, só assim você vai entender os benefícios que cada uma pode proporcionar para estratégia que pretende implementar. Uma campanha bem segmentada pode ditar o sucesso de um novo empreendimento ou do lançamento do mesmo. Então, não deixe de ficar atento às tendências e buscar o projeto que melhor se encaixa no que você precisa.

Fonte: https://ecommercenews.com.br

Crédito, renda e emprego

A mudança no crédito imobiliário, anunciada anteontem (20) pela Caixa Econômica Federal, animou o mercado, que agora passou a enxergar uma possibilidade mais concreta de contabilizar um crescimento das vendas.

A Caixa lançou uma linha de crédito corrigida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). O objetivo do governo é que a nova modalidade de financiamento reduza os juros da compra de imóveis. Os novos contratos poderão ter prazo de até 360 meses e o valor máximo a ser financiado é de 80%. 

Para o especialista em mercado imobiliário e CEO da Beiramar Imóveis, Pedro Fernandes, por exemplo, a mudança é positiva. “Devido à mudança, nós acreditamos que vai ocorrer uma aceleração na retomada do crescimento do mercado imobiliário e da construção civil no Brasil e a consequência disso será a geração de empregos no país”, explicou Pedro.

Ele ainda ressalta que a modalidade é uma nova opção para o cliente. Caso ele queira, ainda é possível optar pela modalidade antiga da Taxa Referencial (TR), que é a utilizada hoje em dia. “A nova modalidade faz com que a taxa de juros caia e isso impacta no preço da parcela. A parcela pode ter queda de 30% a 51% e isso gera um grande impacto porque pessoas de renda menor podem comprar e adquirir a casa própria”.

Sem dúvida, a nova modalidade de crédito da Caixa deve causar alguma reação no mercado imobiliário, que nos últimos anos segue a estagnação da economia brasileira. E, certamente, qualquer alta acabará sendo expressiva, dada a base baixa de comparação e a necessidade de retomada nos mais variados segmentos da atividade econômica, especialmente o da construção civil, um dos maiores geradores de empregos no País.

Mas, infelizmente, este é só um pedaço da história. As famílias brasileiras, em boa parte, estão endividadas ou com renda reduzida, em decorrência do desemprego que atinge aproximadamente 12 milhões de brasileiros, do achatamento dos salários e da redução da jornada de trabalho.

Fonte: https://www.dci.com.br