Arquivo diários:5 de setembro de 2019

Governo de SP lança programa Habitacional com investimentos de R$ 1 bi.

O governador João Doria (PSDB) assinou no fim da última semana o decreto que regulamenta o Nossa Casa, programa que prevê R$ 1 bilhão de investimentos para a construção de 60 mil moradias até 2022 no Estado de São Paulo. O decreto deveria ter saído em abril, mas foi necessário adiar por alguns meses para os detalhamentos finais, explicou o secretário estadual da Habitação, Flavio Amary. “Após a publicação do decreto, os primeiros empreendimentos devem ser contratados daqui quatro a seis meses, aproximadamente. Nesse período, espero ver os primeiros projetos acontecendo”, afirmou.

Os investimentos do orçamento estadual serão usados para subsidiar uma parte do valor do imóvel. Para quem ganha até R$ 3 mil, o subsídio será de até R$ 40 mil. E para quem recebe de R$ 3 mil a R$ 5 mil, o subsídio será de até R$ 10 mil. Os limites dos valores de vendas dos imóveis serão de R$ 240 mil para a capital paulista e R$ 230 mil para a região metropolitana, variando nas outras cidades de acordo com o tamanho da população.

O programa não pagará pelos terrenos, que deverão ser doados pelos próprios municípios e cadastrados em um site que está previsto para entrar no ar em setembro. A Secretaria Estadual da Habitação também espera negociar com as prefeituras para que os empreendimentos recebam isenção tributária – IPTU, ITBI e ISS, por exemplo – e para que sejam revogadas regras municipais que limitem o tamanho das construções. A intenção é produzir o máximo de apartamentos em cada área.

“Como são moradias para a população que mais precisa, eu acredito que os municípios tomarão as providências para colaborar”, disse Amary.

Após análise da secretaria, os terrenos serão ofertados para as construtoras, que irão desenvolver os projetos por conta própria e serão remuneradas de acordo com o andamento das obras. “Esse é um programa que inova o sistema de construção do poder público”, ressaltou o secretário, destacando a maior participação do setor privado. Na Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), o próprio Estado de São Paulo é o responsável pelo desenvolvimento do projeto e pela obra. Já o novo programa estabelece uma parceria com as empresas, explicou Amary.

O lançamento do Nossa Casa também ajudará a ocupar o espaço deixado por outros modelos de parceria público privadas (PPPs) que não decolaram nos anos anteriores. O governo Geraldo Alckmin (PSDB) lançou em abril de 2017 uma consulta pública sobre um conjunto de empreendimentos que ofereceriam 13 mil moradias populares em um terreno conhecido como Cidade Albor, englobando os municípios de Guarulhos, Arujá e Itaquaquecetuba. Mas não houve interesse público, e a destinação do terreno está sendo repensada pelo governo estadual.

E no fim de 2017 foi aberta uma consulta pública para a construção de apartamentos sobre os trilhos dos trens. A proposta previa 4,5 mil moradias nos arredores da estação Belém do Metrô, na zona leste da capital. Essa iniciativa também não foi adiante, desta vez porque se descobriu que existiriam muitos empecilhos logísticos, como executar as obras só à noite, quando não há circulação de trens. “Não digo que não vamos seguir com essas PPPs, mas elas estão passando por uma remodelação neste momento”, disse Amary.

Fonte: https://www.istoedinheiro.com.br

Profissões do futuro: o que acontecerá com o corretor de imóveis?

Profissional precisa se especializar para se tornar um consultor de negócios imobiliários

O mundo vem passando por transformações cada vez mais rápido com as novas tecnologias, novas formas de morar, trabalhar e o estilo de vida das novas gerações. Entre essas grandes mudanças também está o mercado de trabalho: profissões acabam, ficam defasadas ou precisam se adaptar enquanto surgem uma infinidade de novos postos.

No mercado imobiliário não é diferente, acompanhamos a chegada dos classificados online e das iBuyers, que surgiram com a promessa de empoderar cada vez mais os clientes compradores e vendedores.

Nos EUA, um dos maiores mercados e que dita tendências de consumo e comportamento, percebeu-se que sem os corretores de imóveis as pessoas ficaram inseguras para realizar transações imobiliárias.

Isso ocorreu porque a cultura americana enxerga o corretor de imóveis como um consultor, já que lá o comprador possui um e o vendedor outro profissional para orientá-lo. Esse movimento que ocorre há mais de uma década no mercado norte-americano chegou ao Brasil mais recentemente e também promete revolucionar o setor de corretagem, que conta com aproximadamente 500 mil profissionais cadastrados e em fase de registro, segundo a Kuser S/A.

Essa tendência foi revelada mundialmente durante o Inman Connect em Las Vegas, que reuniu os principais players do mercado imobiliário e tecnologia do mundo, discutindo o futuro do setor. Marcello Romero, CEO da Bossa Nova Sotheby’s International Realty representou a imobiliária e consultoria de imóveis de alto padrão durante os dias de palestras e debates.

“Com a chegada das iBuyers por aqui vai ficar mais claro essa necessidade do profissional se adaptar para ir além de mostrar imóveis e tornar-se um verdadeiro advisor, um consultor que presta todo auxílio aos clientes com informações precisas adquiridas através de novas tecnologias e serviços acessórios que deixem esses compradores e vendedores tranquilos em relação ao negócio que estão fechando”, diz Marcello Romero, que atua há 25 anos no mercado e dirige a principal grife imobiliária de alto padrão do Brasil.

Segundo o executivo, na BNSIR, que atende clientes de todo mundo e está sempre alinhada com as principais tendências do setor, esse trabalho de assessoria já é realidade e um verdadeiro diferencial, prestando assistência de engenharia e obras, jurídica, financeira e de seguros em cada transação.

Quanto maior for a cesta de serviços e soluções apresentadas pelos corretores e imobiliárias mais rápido o negócio será fechado. No Brasil uma pessoa muda, em média, a cada 20 anos, enquanto nos EUA a troca de imóvel acontece a cada 6 anos. “Haverá um grande amadurecimento deste segmento, o cliente será educado para tomar melhores decisões, diminuindo o tempo para trocar de imóvel para níveis jamais vistos, chegando próximo à média americana”, afirma Romero.

Com auxílio das novas tecnologias, os corretores e as imobiliárias já conseguem demonstrar de maneira assertiva o preço real dos imóveis em cada localidade. O treinamento dos profissionais por parte dos grandes players também auxilia em um dos processos mais importantes no desenvolvimento de toda essa cadeia: o empoderamento dos clientes que vendem e compram. “Há crédito disponível, temos demanda por imóveis e temos propriedades ociosas, mas devido a equívocos de precificação, os negócios acabam não saindo do papel e é essa realidade que as imobiliárias querem mudar. Para isso, necessitam de corretores cada vez mais familiarizados com as necessidades do mercado”, finaliza Romero.

Sobre Bossa Nova Sotheby’s International Realty

A Bossa Nova nasceu em 2012 para ocupar uma posição de destaque no exigente mercado imobiliário de alto padrão. Fundada em 1744, a Sotheby’s é considerada a mais antiga e respeitada casa de leilões do mundo, tendo negociado alguns dos tesouros mais desejados do mundo, como a herança de Jacqueline Kennedy Onassis e a obra “O Grito” de Edvard Munch. Dos 100 homens mais ricos do mundo, 70 são clientes da Sotheby’s. A Sotheby’s International Realty foi fundada em 1976, com o compromisso de levar a mesma excelência da tradicional casa de leilões ao mercado de imóveis de alto padrão, com presença em mais de 65 países, 950 escritórios e mais de 22 mil corretores especializados pelo mundo. Com visão arrojada e percebendo a oportunidade para desenvolver um novo nicho de mercado a Bossa Nova torna-se representante exclusiva da Sotheby’s International Realty no Brasil a partir de 2015, passando a chamar-se Bossa Nova Sotheby’s International Realty – BNSIR.

Fonte: https://www.segs.com.br