Arquivo diários:24 de abril de 2020

‘Vem Morar’ dará desconto na venda de imóveis novos em todo o Brasil

 

Construtoras e incorporadoras de todos os portes iniciam nessa quinta-feira, 23/04, uma operação nacional e inédita de estímulo à compra de imóveis. Articulada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC), a campanha Vem Morar tem parceria com a Caixa Econômica Federal e contemplará desde o segmento econômico, como unidades do programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV), até empreendimentos de alto padrão com benefício mínimo de R$ 3.000,00 sobre o valor do imóvel. A iniciativa terá duração inicial de 60 dias e visa não apenas preservar o emprego como, também, gerar novos postos de trabalho na construção civil durante a pandemia pelo novo coronavírus.

A oferta de condições especiais ao comprador na comercialização de imóveis foi anunciada pelas duas entidades, em entrevista conjunta pela internet nessa quinta-feira (23). “O que a CBIC quer é movimentar o mercado para continuar mantendo os empregos. Não temos hospitais, não somos médicos. O nosso cliente é a saúde da economia. Esse é o nosso foco. Estamos fazendo o que é possível para manter esse setor, que tanto gera emprego”, afirma o presidente da entidade, José Carlos Martins.

“Vamos continuar lutando para que a gente saia dessa pandemia e que a geração de emprego seja bastante importante para ajudar na recuperação econômica do país”, menciona o presidente da ABRAINC, Luiz Antonio França.

A campanha Vem Morar é um desdobramento das ações de estímulo ao mercado imobiliário anunciadas pela Caixa. Empresários do setor estão unindo esforços com o governo federal para manter o emprego na indústria da construção. Segundo maior empregador do país, com mais de 2 milhões de trabalhadores com carteira assinada e outros 4 milhões de postos de trabalho indiretos, a construção civil reforçou seus protocolos de segurança e saúde para manter suas atividades em um ambiente de segurança sanitária e proteger a saúde de seus colaboradores em meio à epidemia da Covid-19.

Para fortalecer a iniciativa do setor, a Caixa autorizou o uso de sua marca pelas empresas que tenham relacionamento com o banco e aderirem à campanha Vem Morar. Construtoras e incorporadoras atenderão a um conjunto de exigências e o agente financeiro promete agilidade na concessão da autorização – os pedidos serão concluídos em até 24h, para dar agilidade à campanha. A campanha Vem Morar acontecerá simultaneamente em todo o Brasil.

“Ao comprador está sendo dada a condição especial de 180 dias para pagar a primeira parcela e às construtoras, como garantia da entrega do empreendimento, a antecipação de até 20% do valor do contrato para obra nova e de até três parcelas de contratos existentes, limitados até 10% do valor do contrato para as obras em andamento”, afirma Martins. Segundo ele, ao dar desconto no preço do imóvel, construtoras e incorporadoras criam condições ainda melhores para a aquisição.

As condições especiais de comercialização terão duração inicial de 60 dias, mesmo prazo das novas regras adotadas pela Caixa no financiamento imobiliário, e poderão ser prorrogadas no futuro. “Não tem forma de sair dessa crise, que não seja via investimento. O governo ontem começou a fazer lançamentos por meio do programa Ordem e Progresso. Provavelmente o mercado imobiliário vai estar na continuidade desse anúncio”, frisou Martins.

Sobre a expectativa de manutenção das obras, o presidente da CBIC disse que esse é o objetivo e por isso o setor está criando condições para manter a atividade e garantir o emprego, os contratos e a entrega dos imóveis. “A própria retomada de obras que está parada é um exemplo. São mais de 70 mil unidades do Minha Casa, Minha Vida paralisadas no país inteiro. São 80 mil empregos diretos, no mínimo”, diz.

O setor da construção em números:

  • Número de ocupados na cadeia da Construção Civil: 11,4 milhões de pessoas (FGV/2018)
  • Número de trabalhadores com carteira assinada no setor da Construção: 2,046 milhões (Caged/Ministério da Economia/ dez. 2019)
  • PIB da cadeia produtiva da Indústria da Construção: R$ 432,3 bilhões, o equivalente a 7,4% do valor adicionado no país (2018)
  • Participação da Construção Civil no PIB nacional em 2019: 3,7%

Fonte: https://cbic.org.br/

Momento é propício para compra de imóveis, apontam especialistas

Setor de leilão online de casas, apartamentos e terrenos vê expansão; números apontam crescimento da prática como investimento.

A recomendação de isolamento levou a uma diminuição nos gastos dos consumidores e, como consequência, provocou uma reflexão sobre os hábitos de consumo. Relatório da WGSN, especialista em previsão de tendências de comportamento, aponta que, em meio à incerteza, consumidores passaram a ser cautelosos e a analisar mais cuidadosamente o quê e como consumir. Nesse contexto, muitos consumidores estão reconsiderando seus valores e passaram a buscar empresas e marcas que os façam sentir-se mais seguros. Os consumidores querem produtos que reflitam seus valores pessoais mesmo após o período de isolamento. Embora essa tendência já fosse crescente, o novo cenário global acelera essa busca.

Mas em toda crise, há oportunidades. O crescimento das vendas online, por exemplo, além de impulsionar um crescimento nas compras por aplicativos, fez com que empresas como Americanas, Carrefour, Fastshop e Casas Bahia – disponíveis na MyCashBack, plataforma de cashback com mais de 300 sites cadastrados – registrassem um aumento significativo nas vendas através da internet, nos últimos dias.

Outro exemplo mais concreto é o investimento em imóveis em tempos de pandemia. Com a bolsa instável, a tendência é de movimentação de recursos alocados em fundos e ações para alguns investimentos imobiliários, que trazem maior segurança e estabilidade, além de garantir boa rentabilidade. A recuperação do mercado imobiliário após a recessão que afetou os preços de apartamentos e casas no país está atraindo os investidores de volta a esse mercado, dizem profissionais do setor.

Consultores especializados reiteram que a recuperação dos preços dos imóveis após a recessão que afetou os preços dos imóveis está atraindo os investidores de volta a esse mercado. No ano passado, as vendas tiveram forte alta de 49,5%, para 44,7 mil unidades, em São Paulo, maior centro urbano do país. No período, foram lançadas 55,5 mil unidades, com aumento de 49,6%, de acordo com dados da Empresa Brasileira de Estudos de Patrimônio (Embraesp) divulgados pelo Secovi-SP.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), grande parte da população se concentra em grandes e médias cidades – onde se encontram as maiores oportunidades de emprego e renda –, e é nessas regiões em que o mercado imobiliário torna-se cada vez mais atraente, principalmente nas capitais e nos grandes centros.

E quando olhamos para os dois exemplos, compra de imóveis e vendas online podem ser complementares. Hoje, é cada vez mais comum arrematar produtos em sites de leilões. Especialistas apontam, inclusive, que leilão de imóveis é um bom investimento, com retorno financeiro muito maior do que as outras aplicações e risco muito baixo. Além disso, jornais como O Globo, O Estado de São Paulo e Valor Econômico têm seções semanais ensinando tudo sobre leilões e informando as oportunidades de arremate disponíveis.

Quer investir em imóveis? Veja quatro dicas importantes para não errar

Terrenos: O investimento em terrenos próximos às regiões centrais das capitais é uma aplicação segura e altamente lucrativa em médio prazo, graças ao crescimento horizontal das áreas urbanas. Estima-se que a Taxa Interna de Retorno (TIR) dos terrenos gira em torno de 41% ao ano, enquanto a poupança não costuma ultrapassar os 7% a.a., e o CDB paga em média 10% a.a. Estude o plano diretor e conheça as perspectivas de crescimento da região onde se encontra o terreno que deseja adquirir.

Imóveis na planta: O rendimento para imóveis que ainda não foram construídos gira entre 20% e 30% logo nos primeiros dois anos após o início das obras.

Imóveis prontos. Recauchutar e repassar. Essa é a forma mais comum de investimento em casas já prontas. A revenda após a reforma é comumente realizada com grande margem de lucro. Se comprados para locação, é preciso estudar a dinâmica da cidade e do bairro e o perfil dos moradores da região – por exemplo, em um bairro tipicamente universitário, não vale a pena investir em imóveis grandes e luxuosos, dê preferência a flats e apartamentos pequenos.

Leilões online. O aquecimento do mercado de leilões online na última década trouxe uma nova perspectiva para quem aposta nesse setor, em especial para compradores de imóveis. Faça uma busca rápida pelo nome do site e verifique se há reportagens sobre o tema ou mesmo menções no Reclame Aqui. Totalmente gratuito, o site ainda abre espaço para que as próprias empresas possam retornar os clientes com um posicionamento.

Por agência digital emarket

Fonteagência digital emarket