Arquivo mensais:setembro 2020

“O mercado imobiliário é o mais saudável da economia”, diz especialista

Intenção de compra de imóveis saltou de 8,75%, em junho, para 23,10% em agosto segundo dados da empresa de pesquisas Datastore

Os números corroboram dados de um levantamento recente a Brain Consultoria Estratégica e que apontam para um cenário ainda mais positivo. Com base em entrevistas com 689 consumidores, a pesquisa indica um aumento na intenção de compra nos próximos dois anos de 20%, em abril, para 40% em agosto.

Retomada do setor

Para Araújo, apesar da retomada em V das intenções de compra e venda impulsionada por fatores como a queda da taxa de juros, os bons resultados dependem da retomada dos empregos. A boa notícia é que em julho, o Brasil criou mais de 131 mil empregos formais segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) – o primeiro número positivo desde a chegada da pandemia no Brasil.

Uma pesquisa feita semanalmente pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em canteiros de obras desde que começaram os primeiros casos de contaminação também aponta para a normalização das atividades. Em março, o balanço chegou a registrar 116 obras paradas. Já o último relatório, feito entre os dias 17 e 18 de setembro, indica apenas duas. A pesquisa destaca ainda uma melhora em outros indicadores, como aumento no número de pessoas infectadas recuperadas, a ausência de internações hospitalares pela terceira semana consecutiva e nenhum registro de óbito pela oitava semana seguida.

Fonte: https://exame.com/

Juro e renda menores e pandemia agitam mercado imobiliário

O mercado imobiliário e a construção civil vivem momento peculiar no Brasil.

De um lado, a crise sanitária despertou novos hábitos e necessidades de moradia, como a preferência por imóveis maiores para enfrentar o distanciamento ou a busca por aluguéis mais baratos em decorrência da perda de renda.

De outro, os juros nos menores patamares da história criaram terreno favorável à concessão de crédito e à reabilitação desse tipo de negócio como opção de investimento.

Com isso, passado o mês de abril –o fundo do poço da economia–, o mercado imobiliário não só começou a se recuperar das perdas registradas a partir da segunda metade de março como vendeu mais do que no mesmo período de 2019.

No segundo trimestre, quando o PIB caiu 9,7% (mesma queda registrada pelo setor de serviços), as atividades imobiliárias cresceram 0,5%. As vendas, por exemplo, avançaram 9,7% no período de abril a junho, segundo indicador da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias) com a Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).

No segmento econômico (imóveis com preços mais baixos), o aumento foi de 31,8%. Isso porque, segundo Luiz Antonio França, presidente da Abrainc, o segmento de baixa renda é resiliente às crises.

Na outra ponta, as comercializações de imóveis de médio e alto padrão ficaram 37,6% menores no segundo trimestre deste ano ante 2019. Segundo França, esse segmento “balançou”, mas começa a ter uma melhora nas vendas.

“Com a taxa de juros a 2%, o investidor fica muito restrito, e o imóvel passa a ser interessante, com a perspectiva de valorização ao longo do tempo, além do desejo de morar melhor”, diz.

As mudanças de hábito decorrentes da pandemia, por sua vez, afetaram as preferências dessa nova demanda.

O distanciamento social e o trabalho remoto permitiram que muitos trabalhadores deixassem as grandes cidades –alguns em busca de tranquilidade, outros em busca de aluguéis mais baratos–, avalia a economista Juliana Trece, pesquisadora do Ibre (Instituto Brasileiro de Economia) da FGV.

Desde junho, aumentaram as negociações no interior e no litoral tanto para aluguel quanto para compra de imóveis, afirma o presidente do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis), José Augusto Viana Neto.

“O primeiro momento da pandemia foi de um baque grande, mas em abril já houve reação. Quem tem emprego com carteira assinada continua fazendo negócios”, diz.

A busca por casas fora das capitais também é uma tendência observada por Mickael Malka, presidente da inGaia. A empresa, que fornece tecnologia para o setor imobiliário, registrou um aumento de 25% nos fechamentos de contratos e de receita desde março.

O distanciamento social exigiu de imobiliárias e corretores a migração para o virtual –hoje são 7.200 empresas administradoras de imóveis no cadastro.

A movimentação positiva é percebida também por quem trabalha com imóveis usados e com outros tipos de empreendimento, como loteamentos. Até o Google recebeu mais buscas por termos como imobiliárias (+33,2%), classificados (+30,2%) e incorporadoras (+23,7%) no mês de agosto.

Na InstaCasa, que faz a digitalização de projetos para loteadoras, o crescimento foi de 20% desde abril, no embalo da fuga dos apartamentos. A empresa fornece um tipo de “apartamento decorado”, só que virtual e para casas que ainda serão construídas.

O custo menor do crédito deu a mais brasileiros capacidade de financiamento. Em julho, segundo a Abecip (associação das entidades de crédito imobiliário e poupança), houve aumento de 65% no número de contratos para compra da casa própria e avanço de 63,83% no volume de crédito concedido via SBPE, num total de R$ 8,1 bilhões.

Nas locações, houve aumento de 7,35% no total de contratos fechados. Segundo o Creci-SP, porém, o total de imóveis alugados que foram devolvidos ultrapassou em 38% o número de contratações. Na capital, foi mais do que o dobro.

Viana diz que há um aumento no interesse por imóveis fora da capital e longe da região central, onde os preços são considerados altos. “A gente vê um crescimento nas devoluções de locações e muita gente saindo das zonas centrais e indo para bairros periféricos, em busca de aluguel mais barato”, afirma.

“A pandemia afetou a vida de todas as pessoas, que viram a renda cair, muitas perderam o emprego, e iam acabar saindo do imóvel. Então, várias negociações foram feitas entre locatários e locadores”, diz Trece, do Ibre.

Já na construção civil, os avanços são tímidos. O fechamento dos plantões de vendas no início da pandemia derrubou os lançamentos. E, sem novos empreendimentos, não há início de obras. No segundo trimestre, a indústria da construção fechou com recuo de 5,7% no PIB.

Balanço da Abrainc mostra queda de 33,4% nos lançamentos no período de abril a junho.

O setor ainda se recuperava da crise anterior quando a pandemia começou, interditando a confiança em iniciar novas obras. Mesmo assim, há resultados positivos.

De janeiro a agosto, as vendas de cimento cresceram 7,5% ante o mesmo período do ano anterior, puxadas pelas reformas e pela retomada nas novas obras.

Basílio Jafet, presidente do Secovi-SP (sindicato da habitação), diz que a expectativa é de retomada dos lançamentos no segundo semestre. Em julho, 2.015 unidades foram lançadas em São Paulo, avanço de 30% em relação ao que foi colocado no mercado em junho, mas ainda abaixo das 4.183 do mesmo período em 2019.

A partir da liberação para abertura gradual dos estandes de vendas, no início de junho, quem fez lançamentos diz ter conseguido bons resultados.

Mirella Raquel Parpinelle, diretora comercial da Lopes Imobiliária, diz que o resultado em julho foi histórico para a empresa em São Paulo e que o desempenho foi bom em todos os segmentos –o tíquete médio foi de R$ 450 mil.

Um dos lançamentos, um edifício de alto padrão com 144 apartamentos de 36 m² em Pinheiros, foi totalmente vendido em apenas um dia.

Fonte: www.selecoes.com.br

Venda de imóveis novos supera período da pré-pandemia

Público que mais tem procurado residência nova é o que possui renda entre R$ 7.875,01 reais e R$ 13.492,00 reais

Pequenas, médias e grandes construtoras alcançaram em agosto resultados melhores que os registrados em fevereiro de 2020, no período anterior ao da pandemia de COVID-19. As empresas com faturamento até 9 milhões de reais viram suas vendas crescerem de 39% para 80%. Já as com faturamento entre 9 milhões de reais e 100 milhões de reais tiveram um salto de 68% para 92%. Melhor ainda tem sido o desempenho das que faturam acima de 100 milhões de reais. Para essas, o crescimento saiu de 84% para 97%, na comparação entre o final de fevereiro e os números de agosto.

Imóveis que tenham varanda que possam abrigar um home office são os preferidos pelos compradores  Crédito: Pinterest

Imóveis que tenham varanda que possam abrigar um home office são os preferidos pelos compradores Crédito: Pinterest

 

O público que mais tem procurado imóveis novos é o que possui renda familiar entre R$ 7.875,01 reais e R$ 13.492,00 reais. Esse comprador revelou uma mudança de hábito na escolha de sua nova residência: não dispensa a varanda com multifunções, e que possa abrigar, inclusive, um home office. É o que mostra a 4ª rodada da pesquisa da Brain Inteligência Estratégica, que desde março analisa o comportamento do mercado imobiliário ao longo da pandemia. “Devemos esse crescimento ao fato de que as pessoas, obrigadas a ficarem reclusas em casa, começaram a ver a necessidade de mudança de imóvel”, avalia o economista Fábio Tadeu Araújo, que coordena o estudo.

De acordo com o levantamento, que ouviu consumidores nas cinco regiões do país, em agosto, 40% dos entrevistados manifestaram a vontade de adquirir apartamentos ou casas novas. Desse percentual, 32,5% já estavam no mercado à caça de oportunidades. Com isso, a intenção de compra atual está perto de retornar ao patamar pré-pandemia, quando o indicador estava em 43%. Os dados da pesquisa também mostram que 15% dos entrevistados apontaram que o isolamento interferiu no estilo de imóvel desejado. Por exemplo, 19% responderam que não comprariam uma unidade sem varanda.

Disposição dos bancos privados em baixar juros do crédito imobiliário reforça bom momento do mercado

Outro estudo que vai ao encontro do que detectou a 4ª rodada da pesquisa da Brain Inteligência Estratégica é o realizado pelo Banco BTG Pactual. Os analistas da instituição financeira entendem que o cenário positivo para as construtoras brasileiras está ainda mais reforçado, principalmente depois que os bancos privados decidiram competir com a Caixa Econômica Federal pela oferta de crédito imobiliário com juros baixos. A mais recente iniciativa foi do Itaú Unibanco, que anunciou uma nova linha atrelada à remuneração da caderneta de poupança.

financiamento corresponderá ao rendimento da poupança mais uma taxa anual de 3,99%, totalizando 5,39% ao ano. “Esse é de longe o financiamento mais barato que já vimos no Brasil, o que é definitivamente uma notícia positiva para o setor”, afirmaram Gustavo Cambauva e Elvis Credendio, autores do relatório divulgado pelo BTG Pactual. Os autores do estudo também entendem que, apesar do impacto causado pela pandemia, as construtoras tendem a fechar 2020 com solidez. “Acreditamos que as construtoras aproveitarão um ano sólido, com maiores vendas e crescimento da lucratividade”, finalizam.

Assista ao vídeo da Brain Inteligência Estratégica

Entrevistado
Reportagem com base na apresentação da 4ª rodada da pesquisa da Brain Inteligência Estratégica, sobre o comportamento do mercado imobiliário na pandemia

Contato
contato@brain.srv.br

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

Fonte: https://www.cimentoitambe.com.br/

Não existe cidade inteligente sem cidadão inteligente

Conscientização do usuário é fundamental para que investimento em projetos sustentáveis não se perca

Para se manterem sustentáveis ao longo de seu ciclo de vida, os “prédios verdes” têm que seguir os parâmetros de manutenção definidos pelos certificadores. Além disso, a sustentabilidade das edificações passa por educar quem vai fazer a gestão dos prédios (síndicos e administradoras de condomínios) e quem irá utilizar o empreendimento (usuários). A mesma cartilha vale para projetos de cidades inteligentes.

“A conscientização do cliente é fundamental para que o investimento em tecnologia e engenharia para construir um edifício sustentável não se perca. Da mesma forma, não existe cidade inteligente sem cidadão inteligente”, destaca o engenheiro civil Fábio Villas Bôas, coordenador do Comitê de Meio Ambiente (Comasp) e coordenador adjunto do Comitê de Tecnologia e Qualidade (CTQ) do SindusCon-SP.

Construção sustentável é um equilíbrio entre engenharia, tecnologia e cidadania Crédito: Banco de Imagens

Construção sustentável é um equilíbrio entre engenharia, tecnologia e cidadania Crédito: Banco de Imagens

 

Sua fala ocorreu no webinar “Finanças sustentáveis: estímulos e barreiras para o setor imobiliário”, promovido recentemente pelo SindusCon-SP. O encontro debateu incentivos para as “construções verdes” e para as cidades inteligentes no Brasil. Foi lembrado que em países desenvolvidos os governos e o próprio mercado já incentivam projetos de edificações sustentáveis, dando inclusive subsídios tributários a quem compra unidades com essas características.

A Alemanha é um exemplo onde o crédito imobiliário é mais barato quanto mais sustentável for o edifício. Villas Bôas afirma que o ideal é que o Brasil siga na mesma direção. “Falta uma legislação sobre isso, mas já existem alguns grupos de trabalho propondo que se exijam parâmetros de sustentabilidade, o que fará a diferença para as gerações futuras e para a própria economia do país”, diz.

Setor brasileiro está preparado para viabilizar projetos de construção sustentável

O dirigente do SindusCon-SP lembra que, do ponto de vista técnico, o setor brasileiro está preparado para viabilizar projetos de construção sustentável. Porém, segundo ele, falta conscientizar parte do segmento. “Essa conscientização abrange as grandes empresas formais de engenharia. O que necessita é incentivar as pequenas construtoras a se capacitarem e a projetarem dentro dos conceitos de edificações sustentáveis. Não precisa muito, mas pensar em painéis solares e sistemas economizadores de água já seria um grande avanço”, avalia.

Fábio Villas Bôas avança na sua análise ao citar que a construção formiguinha – aquela que geralmente não utiliza projeto, não contrata engenheiro civil ou arquiteto, e que utiliza modelos arcaicos de construção – tem um impacto muito grande na conta da construção sustentável no Brasil. Sob esse aspecto, cita que os agentes financeiros podem ter papel preponderante para mudar o cenário. “Quem empresta dinheiro para reformas ou construções de casas pode definir novos critérios. Por exemplo, amortizar as prestações se a obra adotar minimamente conceitos de sustentabilidade”, sugere.

Ele ainda salienta as vantagens de se projetar e construir pensando em preservar recursos como água e energia elétrica, por exemplo. “Se um projeto não economizar nos 20%, que equivalem à construção, vai gastar mais nos 80%, que representam a operação da edificação. Edificações sustentáveis, geralmente, se pagam em no máximo 4 anos”, assegura.

Assista ao vídeo do webinar promovido pelo SindusCon-SP

Entrevistado
Reportagem com base na participação do engenheiro civil Fábio Villas Bôas, coordenador do Comitê de Meio Ambiente (Comasp) e coordenador adjunto do Comitê de Tecnologia e Qualidade (CTQ) do SindusCon-SP, no webinar “Finanças sustentáveis: estímulos e barreiras para o setor imobiliário”

Contato
comasp@sindusconsp.com.br
sindusconsp@sindusconsp.com.br

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

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Cingapura constrói prédio mais alto do mundo em pré-fabricado

Edifícios terão 56 pavimentos e empregarão a tecnologia conhecida por Construção Volumétrica Pré-fabricada

Cada prédio terá 1.074 unidades residenciais e nos andares 19 e 36 haverá grandes vãos para abrigar terraços verdes a céu aberto
 Crédito: ADDP

Cada prédio terá 1.074 unidades residenciais e nos andares 19 e 36 haverá grandes vãos para abrigar terraços verdes a céu aberto
 Crédito: ADDP

 

Duas torres residenciais, cada uma com 56 pavimentos, serão os prédios mais altos do mundo construídos com elementos pré-fabricados de concreto. Os projetos arquitetônicos e estruturais são do escritório ADDP Architects e a execução da obra acontecerá em Cingapura. Os edifícios atingirão mais de 200 metros de altura, contando hall de entrada, andares para área técnica e cobertura. Todas as peças para a montagem dos prédios serão fabricadas em ambiente industrializado e transportadas até o canteiro de obras.

Estima-se que a obra empregue 40% menos mão de obra que uma construção convencional. O projeto arquitetônico já contempla um novo modelo de construção em período de pandemia. “conceito live-work-play (viver-trabalhar-divertir) atende aquilo que as famílias buscam, que é estar em casa 24 horas por dia”, explica Markus Cheng Thuan Hann, sócio da ADDP Architects. Cada prédio terá 1.074 unidades residenciais e nos andares 19 e 36 haverá grandes vãos para abrigar terraços verdes a céu aberto.

Na construção dos prédios será empregada a tecnologia Prefabricated Prefinished Volumetric Construction (PPVC) (Construção Volumétrica Pré-fabricada). Diferentemente dos sistemas de pré-fabricação convencionais, em que após erguer a estrutura da edificação vem a etapa da montagem das paredes e depois se busca a fase de acabamento, na PPVC a construção é feita por módulos que se encaixam. Salas, quartos, banheiros, cozinhas, lavabos e áreas de serviço chegam montadas no canteiro de obras, incluindo instalações hidrossanitárias, elétrica, janelas e tratamento termoacústico das paredes.

“Cada módulo chegará 80% pronto no canteiro de obras, incluindo impermeabilização, azulejos, pintura, vidros, armários, encanamentos, eletricidade, escadas, fossos de elevadores e outras estruturas. Isso reduzirá muito o tempo de construção e também o desperdício de material. Além de assegurar melhor controle dos processos de produção e de logística. Também haverá um aumento da segurança no local da obra, pois a montagem dos edifícios minimiza a poluição sonora, o volume de poeira e também preserva a saúde no local da obra”, confirma Markus Cheng Thuan Hann.

Torre no Bahrein, com 165 metros de altura, é atualmente a maior com tecnologia pré-fabricada

Tecnologia Prefabricated Prefinished Volumetric Construction (PPVC) (Construção Volumétrica Pré-fabricada) utiliza módulos que se encaixam
 Crédito: Banco de Imagens

Tecnologia Prefabricated Prefinished Volumetric Construction (PPVC) (Construção Volumétrica Pré-fabricada) utiliza módulos que se encaixam
 Crédito: Banco de Imagens

 

As duas torres farão parte do condomínio Avenue South Residence e atendem a nova política habitacional de Cingapura, que determina melhora da produtividade da construção civil em 40%. Os edifícios não só se tornarão os maiores do mundo em construção industrializada do concreto como irão superar em altura o Clement Canopy, que tem 140 metros e atualmente é o maior da cidade-estado construído com a tecnologia de pré-fabricados. No mundo, o maior prédio erguido com esse sistema é o The Breaker Tower, no Bahrein, com 165 metros.

No ENECE 2019 (Encontro Nacional de Engenharia e Consultoria Estrutural) o engenheiro-projetista britânico George Jones, coordenador do GT 6.7 (grupo de trabalho) de Edifícios Altos Pré-Fabricados da fib (International Federation for Structural Concrete), disse que atualmente a tecnologia pode viabilizar torres com até 300 metros de altura, com ampla segurança.

Entrevistado
ADDP Architects (via assessoria de imprensa)

Contato
admin@addp.sg

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330

Fonte: https://www.cimentoitambe.com.br/